✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

A primeira miss bumbum vendeu o cu - PARTE 03

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 1785 palavras
Data: 15/09/2026 11:13:29
Última revisão: 15/09/2026 11:25:42
Assuntos: Heterossexual

No dia seguinte Rosana chegou na casa de Alan de Uber. Micro saia preta, salto bem alto, blusinha regata simples e maquiagem pesada, o batom vermelho vivo marcando a boca. Assim que a porta se fechou, ela não esperou ordem. Ajoelhou no meio da sala, puxou a calça dele e tirou o pau já duro.

Sem falar nada, ela engoliu fundo de uma vez só. A cabeça sumiu na garganta. Rosana forçou mais, as mãos na própria nuca, empurrando até o nariz encostar no púbis. Engasgou forte, a saliva explodiu pelos cantos da boca e escorreu pelo queixo, manchando o batom vermelho. Ela puxou um pouco para trás, puxou ar e voltou a se entalar, o pescoço distendido, os olhos marejando na hora.

Alan segurou o cabelo dela e manteve o ritmo. Cada estocada ia até o fundo. Rosana engasgava, gemia abafado, a garganta contraindo em volta da grossura. A saliva formava fios grossos que pingavam no peito e no chão. Ela não pedia para parar. Continuava se empurrando contra o pau, forçando a entrada da garganta até o limite.

Quando Alan sentiu o corpo tremer, enterrou tudo de uma vez e gozou direto na garganta. Os jatos saíram grossos e em quantidade absurda. Rosana engasgou violentamente. Parte do esperma desceu para o estômago, mas o excesso voltou pela garganta e saiu pelo nariz em jatos brancos e espessos. Ela tentou engolir, mas o volume era grande demais. O corpo deu um solavanco e ela vomitou um pouco do gozo misturado com saliva, o líquido escorrendo pelo queixo e pingando no chão enquanto ele ainda jorrava.

Alan tirou o pau da boca, ainda gozando, e apontou para cima. Os últimos jatos caíram em cima da cabeça dela, no cabelo, na testa e escorrendo pela face já suja. Rosana ficou ajoelhada, ofegante, o nariz pingando porra, a boca aberta, um fio grosso de esperma e saliva escorrendo do lábio inferior. O batom vermelho estava borrado, o cabelo grudento, a testa branca, as bochechas manchadas.

Ela passou a mão no nariz, limpou o que escorria e olhou para cima, a voz completamente rouca e embargada:

— Nunca tinha tomado tanto de uma vez… senti descendo quente e depois voltando pelo nariz. Quase me afoguei no seu leite.

Rosana engoliu o que ainda tinha na boca e continuou, a respiração ainda pesada:

— O gosto ficou forte na garganta. Tá queimando um pouco de tanto engasgar. Mas eu gostei. Gostei de sentir a porra saindo pelo nariz e de vomitar um pouco enquanto você ainda gozava.

Ela passou dois dedos no cabelo sujo, olhou o esperma que grudava nos fios e chupou.

— Você me usou igual uma puta mesmo. Me entalou, me encheu e ainda jorrou na cabeça. Meu rosto deve estar um lixo agora… e eu tô molhada só de pensar que amanhã a gente faz de novo.

Rosana limpou o queixo com a língua, ainda ajoelhada, e falou mais baixo, quase para si mesma:

— Dez mil por noite e eu ainda saio daqui com o estômago cheio e o cabelo fedendo a porra. Tô virando viciada nisso.

Ela se levantou, puxou a micro saia para cima e se virou de quatro no sofá, empinando o bumbum. O cuzinho ainda vermelho dos dias anteriores apareceu entre as nádegas.

— Mete. Quero sentir de novo.

Alan passou lubrificante e enfiou de uma vez só até a metade. Rosana gritou:

— Aí! Tá grosso demais de novo…

Ele não deu tempo. Começou a meter com força e velocidade. O pau grosso abria o cu dela a cada estocada. Rosana gritava frases diferentes a cada empurrão:

— Meu cu tá rachando!

— Mais devagar… não!

— Tá fundo demais, vai arrebentar!

— Ai, ai, ai… tá doendo pra valer!

— Para de meter tão forte!

— Meu cuzinho não aguenta essa porra toda!

Alan segurou a cintura dela e aumentou ainda mais o ritmo. O barulho molhado e o bater das bolas enchiam a sala. Rosana enterrou o rosto no sofá, o batom vermelho manchando o tecido, e continuou gritando:

— Tira um pouco!

— Pelo amor de Deus, tira!

— Tira, pelo amor de Deus!

— Tira agora, pelo amor de Deus, eu não aguento!

Alan obedeceu. Puxou o pau para fora de uma vez. O cu de Rosana ficou semiaberto, latejando, o lubrificante escorrendo pelas coxas. Ela caiu de lado no sofá, ofegante, as pernas trêmulas, o rosto ainda sujo de porra e batom borrado.

Rosana passou a mão no próprio cu e falou com a voz rouca, quase chorando de dor e tesão misturados:

— Eu pedi pra tirar porque tava doendo de verdade… senti que ia rachar se continuasse. Meu cu tá latejando igual ontem, só que pior. Cada vez que você mete com essa força eu fico com medo de não conseguir andar depois.

Ela olhou para o pau dele ainda duro e molhado e continuou:

— Mas eu não quero parar. Só preciso de um minuto. Depois você mete de novo… só que sem me matar de primeira.

Alan esperou ela se recompor. Depois se posicionou de novo atrás dela, passou mais lubrificante e enfiu o pau bem devagar. Centímetro por centímetro, até o talo. Rosana soltou um gemido longo quando sentiu tudo dentro.

Ele começou a meter lentamente, saindo quase inteiro e entrando até o fundo de novo, sem pressa. O cu dela apertava e relaxava em volta da grossura. Rosana gemia baixo no começo, a voz mudando aos poucos de dor para prazer.

— Assim… assim é bom… bem fundo… mas devagar…

Alan manteve o ritmo lento e profundo. Cada estocada ia até o fim. Rosana começou a rebolar de leve contra ele, o corpo tremendo.

— Ai… tá batendo num lugar estranho… tá me dando um negócio…

Os gemidos dela ficaram mais altos e desconexos. O cu contraía forte a cada entrada.

— Eu tô… eu acho que tô gozando… pelo cu… que porra é essa…

Rosana enterrou o rosto no sofá e começou a falar bobagens entre gemidos longos, o corpo inteiro tremendo:

— Tá saindo… tá saindo alguma coisa… meu cu tá gozando… não para… enfia tudo… mais fundo… eu tô gozando igual puta… ai, meu Deus… não para de meter devagar assim… eu nunca gozei pelo cu antes… tá escorrendo… continua… continua me fodendo assim…

Ela gozava com o cu apertando o pau dele em espasmos, a voz falhando, as pernas tremendo sem controle enquanto ele continuava entrando e saindo bem devagar até o talo.

Rosana não parou de rebolar. Mesmo depois do orgasmo, ela continuou movendo o quadril para trás, engolindo o pau inteiro a cada movimento. A micro saia estava toda amassada na cintura, o bumbum batendo de leve contra a virilha dele.

— Come devagarinho… tá gostoso demais… não tira… deixa eu rebolar nesse pau…

Ela falava ofegante, a voz rouca e safada, rebolando com vontade:

— Sente como meu cu tá chupando… tá apertando sozinho… eu tô viciada nessa porra… mete devagar e fundo… quero sentir cada veia… cada centímetro…

Rosana acelerou um pouco o rebolado, o pau sumindo inteiro dentro do cu a cada vez. Os gemidos voltaram mais altos:

— Eu vou gozar de novo… rebolando com ele todo dentro… ai… meu cu tá latejando de prazer agora… não para… me fode assim… bem devagar… eu quero gozar com o pau inteiro enterrado…

O corpo dela tremeu de novo. O cu apertou em espasmos fortes enquanto ela rebolava sem parar, gozando pela segunda vez com o pau completamente dentro, a saliva escorrendo pelo queixo e o batom vermelho ainda mais borrado.

Rosana tirou o pau do cu devagar, virou-se e ajoelhou de novo na frente dele. Olhou para cima com o olhar manhoso, a voz rouca e pedinte:

— Deixa eu mamar no pauzão… quero sentir o gosto do meu cu na sua pica…

Ela abriu a boca e engoliu. Babou muito logo de cara. A saliva escorria em fios grossos pelo pau, pingava no chão e no peito. Rosana chupava fundo, engolia até a garganta, tirava só para respirar e voltava a engolir, a boca fazendo barulho molhado e nojento. O batom vermelho manchava ainda mais o pau.

Depois de alguns minutos chupando e engolindo, ela tirou a boca, um fio de saliva ainda ligando os lábios à glande, e se virou de quatro outra vez, empinando o bumbum.

— Volta a comer meu cuzinho… bem devagar… quero sentir ele entrando inteiro de novo…

Alan enfiou devagar até o talo. Rosana gemeu longo e começou a rebolar com mais vontade, o quadril girando e empurrando para trás, engolindo o pau até o fundo a cada movimento.

— Atola tudo… quero sentir as bolas batendo… mete até o talo e deixa eu rebolar…

Ela rebolava sem pressa, o cu abrindo e fechando em volta da grossura, a saliva ainda escorrendo pelo queixo. A voz saía rouca e safada:

— Sente esse cuzinho te chupando… tá quente… tá molhado… atola mais… quero ele inteiro dentro enquanto eu rebolo…

Rosana acelerava o rebolado de leve, depois voltava a ir devagar, sempre forçando o pau a entrar completamente. O barulho molhado do lubrificante e do cu dela enchía a sala.

— Assim… bem fundo… não tira quase nada… deixa eu usar teu pau… eu mando agora… atola tudo e fica quieto enquanto eu rebolo…

Ela gozava de novo enquanto rebolava, o corpo tremendo, o cu contraindo em espasmos longos, a voz falhando em putaria solta:

— Tá entrando tudo… meu cu tá engolindo… goza dentro… enche… quero sentir o leite quente escorrendo enquanto eu ainda rebolo com ele enterrado…

Alan manteve o ritmo lento e profundo. Rosana continuava rebolando e falando sem parar:

— Eu tô apaixonada por esse paizão… sério… nunca tive um pau que me fizesse gozar pelo cu desse jeito… ele é grosso, longo, quente… eu quero ele todo dia… quero acordar com ele enterrado… quero dormir com o cu cheio…

Ela rebolava mais fundo, gemendo entre as palavras:

— Me fode devagar até eu não aguentar mais… enche de leite… eu quero sentir escorrendo pela coxa depois… esse pau me viciou… eu virei puta de verdade por causa dele…

Alan gozou fundo. Os jatos saíram grossos e em grande quantidade, enchendo o cu dela. Rosana sentiu o calor e continuou rebolando enquanto ele ainda jorrava, a voz falhando:

— Isso… jorra tudo… enche meu cuzinho… eu amo esse pau… tô apaixonada por ele… não tira ainda… deixa o leite quente dentro…

Quando ele parou de gozar, Rosana ficou alguns segundos com o pau ainda enterrado, ofegante, o corpo tremendo. Depois tirou devagar, o esperma escorrendo imediatamente pelo cu semiaberto. Ela se virou, ainda de joelhos, olhou para o pau molhado e falou com a voz rouca e satisfeita:

— Acabou por hoje… mas amanhã eu quero de novo. Esse pauzão me deixou apaixonada de verdade. Meu cu vai sentir falta dele a noite toda.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 27 estrelas.
Incentive Analisador de casadas a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaAnalisador de casadasContos: 63Seguidores: 55Seguindo: 0Mensagem

Comentários