✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Escrava do Professor - A Viagem

Um conto erótico de Vanessa
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 961 palavras
Data: 15/09/2026 06:29:31
Assuntos: Sadomasoquismo

Ola novamente

Chamo-me Vanessa, tenho 19 anos. Tenho 1,55 de altura, loira.

Para quem não leu os meus contos anteriores, eu entreguei-me ao meu Professor de faculdade em total submissão.

Era verão e eu tinha passado a noite com o meu Professor. De manha quando me levantei, fui tomar o meu duche e quando voltei tinha em cima da cama, um vestido azul escuro, uns sapatos de salto alto e mesmo ao lado um plug anal de borracha.

Como é normal, não questionei e coloquei o plug no meu cu, como normalmente faço, apenas estranhei ser de borracha, porque normalmente é de metal, mas eu já tinha aprendido a não questionar nada e apenas obedecer.

Vesti o vestido que ele me tinha deixado e calcei os sapatos de salto alto.

O vestido era comprido, até aos pés mas tinha 2 rachas à frente, ligeiramente de lado, até quase à minha cintura, o que fazia que sempre que eu dava um passo, toda a minha perna ficava à mostra e dava para perceber que não tinha mais nada por baixo.

Eu nunca uso qualquer roupa interior e alem disso ele tambem não tinha deixado nenhuma para eu vestir.

Fui até à sala, onde ele já me esperava e apenas me disse que iriamos para o carro.

Sem dizer uma palavra, entramos no carro e seguimos.

Chegamos ao Aeroporto, e logo para o check in.

Apenas levavamos uma mala o que significa que a minha unica roupa era a que eu tinha vestido.

Passamos sem dificuldade pela verificação, embora eu estivesse a pensar no plug anal, mas como era de borracha ninguem disse nada.

Durante a viagem percebi para onde iamos. Croacia.

Nessa altura ele disse-me que iriamos para uma ilha pequena deserta onde ele tinha alugado uma casa por uma semana.

Sao cerca de 5 horas de voo.

Quando chegamos, fomos apanhar um taxi que nos levou até a uma doca e lá tinha um homem à nossa espera numa lancha.

Entramos apenas os 2 e seguimos para a ilha.

Assim que nos afastamos da costa o meu Professor mandou-me descalçar, arrumou os sapatos na mochila que levava e depois mandou-me despir o vestido.

Sem questionar obedeci e segui a restante viagem completamente nua, apenas com o plug ainda dentro do meu cu.

O homem disse qualquer coisa em ingles e o meu Professor mandou-me sentar ao lado dele. Deu-me uma chave de parafusos grande, para a mão.

- Fode a cona com isto.

Virei o cabo para mim e penetrei na minha xaninha e fui tirando e metendo devagar, até porque as ondas até porque as ondas não ajudavam e eu sentia o plug a cada salto da lancha.

O homem a dada altura meteu a mão na minha xaninha e penetrou-me com os dedos.

Confesso que naquele momento eu estava a ter um prazer enorme.

Quando chegamos à ilha saimos a ainda pensei que teria de fazer mais alguma coisa, mas não saimos normalmente e depois a lancha afastou-se e ficamos totalmente sozinhos.

O Cais da ilha era um pouco fechado e o meu Professor, largou as malas a um canto, mandou-me retirar o plug e ordenou-me que entrasse na agua.

Eu estava encostada à estrutura do cais e ele deu-me 2 cordas com laços que me mandou colocar nas pernas na zona dos joelhos e depois pegou nas minhas mãos e amarrou-as acima da minha cabeça presas ao cais.

Fiquei suspensa dentro de agua, mas com a agua pelo meu peito.

Depois senti ele puxar as cordas que estavam nas minhas pernas e ele puxou de forma a eu ficar com as pernas ligeiramente levantadas sem sair da agua e puxadas para tras, fazendo com eu eu ficasse toda aberta com a minha xaninha totalmente exposta.

Deixou-me assim ali e foi arrumar as malas.

Quando ele voltou já haviam alguma peixes pequenos à volta de mim, até já os tinha sentido a tocar no meu corpo.

Mas nesse momento senti o horror, ele atirou pedaços de pão para dentro de agua e mais peixes se aproximaram.

Ele fazia pontaria para que o pão passa-se junto à minha xaninha e claro que eu já sentia os peixes a tocar nela.

- Vao comer-te a cona - disse ele a rir-se

Eu sentia cada vez mais os peixes a morder a minha xaninha, mas não doia nada e naquele momento eu descontrai e tentei aproveitar ao máximo.

Era como que muitas bocas pequenas me estivessem a mordiscar a xaninha e o mais incrivel, é que pelo menos um acertou em cheio no meu clitoris e durante alguns segundos chupou-me o clitoris.

Eu naquele momento gozei, até que senti realmente uma mordida. O Professor percebeu e tapou-me a boca para eu não gritar.

Seguiram-me várias mordidas.

- Se gritas eles fogem. Ofereceste a cona ao homem do barco, agora tens de ser castigada.

Quando começou a aparecer sangue na agua, ele soltou-me e puxou para cima.

Eu sentia a minha xaninha a arder.

Fomos para casa e lá dentro ele foi buscar um creme e passou-me na xanhinha.

Olhei para ele e disse que apenas obedeci no barco, mas ele disse que era apenas para usar a chave e não o deixar tocar-me.

Mas percebi que aquilo foi apenas um pretexto para me torturar porque ele nunca tinha dito ou feito nada para evitar que o homem me tocasse.

Eu estava deitada no sofá com as pernas aberta e bastante creme, sem me mexer muito, quando ele já ia a sair, segurei-lhe a perna, baixei os calçoes dele e meti o pau dele na minha boca e chupei até ele gozar bem fundo na minha garganta.

Sorri a olhar para ele.

- Estou pronta.

Ele agarrou-me os cabelos...

- Quem decide sou eu, és as minha puta.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Vanessabond a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil de Dom Harper

Olá loirinha...

Já estava com saudades dos teus relatos!

Beijo na cona😈♥️...

0 0

Listas em que este conto está presente