Morgana já estava completamente nua e a mistura do cheiro do seu perfume com o aroma natural do seu corpo e o que emanava do seu sexo tornava o ambiente convidativo para quem estivesse disposto a enlouquecer de tesão.
Sentei na beira da cama, ainda com ela no colo, e girei habilidosamente o corpo, fazendo com que terminasse deitada de costas. Imediatamente, ataquei seu pescoço, cheirando e beijando, enquanto minhas mãos exploravam seu corpo.
Morgana soltou um gemido mais manhoso quando passei a chupar, lamber e sugar seu mamilo, enquanto outra mão descia por sua barriga, deslizava por sua cintura e avançava pela parte interna de sua coxa.
Quando meus dedos começaram a explorar sua buceta, percebi que estava bastante lubrificada, pronta para receber estímulos mais ousados. Deslizei dois dedos para dentro de sua entrada molhadinha e quentinha de tesão, fazendo com que arqueasse o corpo.
Depois de torturar seus seios, lhe arrancando gemidos, desci com a boca pelo seu corpo, beijando sua barriga, chegando à sua cintura, sua pélvis, virilha, o montinho e o interior de sua coxa, onde dei uma série de lambidas e mordiscadas, fazendo Morgana gemer mais alto e movimentar o corpo mais nervosamente.
Passei a estimular seu grelinho com um dos dedos e ergui seus quadris levemente com a mão livre, deixando seu ânus mais exposto para receber uma bela lambida naquele cu com gosto de mulher gostosa. Não uma, mas várias, fazendo com que minha parceria rebolasse descontrolada com minha língua em seu buraquinho, três dedos fustigando sua buceta e um quarto massageando seu grelinho intumescido de tesão.
Como eu persistisse naquela tortura, Morgana se contraiu toda, gemeu mais alto, seu corpo tremeu e eu senti seu gozo pela umidade nos meus dedos, mas eu não estava satisfeito. Ao perceber que tinha gozado, desci pelo seu corpo, lambendo, beijando, mordendo e dando chupadas em suas coxas e panturrilhas, até chegar aos seus pés.
A potranca gemia baixinho com a minha expedição por seu corpo. Seus pés lindos e bem cuidados também ganharam muitos beijos e lambidas. Chupei todos os seus dedos, sem dar margem a que nenhum ficasse com inveja ou ciúmes. Em algumas situações, ela ria de nervoso, por causa das cócegas. Em outras, só se remexia toda na cama, demonstrando agitação e prazer.
Meu pau, ainda dentro da cueca, chegava a doer, mas eu estava obcecado por destruir aquela mulher de tanto prazer. Fiz o caminho de volta, com as mesmas lambidas, chupões, mordidas e beijos, fora o trabalho feito com as mãos, até minha língua alcançar os lábios de sua deliciosa periquita, que estava toda ensopada.
Então, castiguei aquele delícia com minha língua, até me dedicar a sugar seu grelinho, fazendo com que Morgana gemesse manhosa. Quando estava nitidamente desesperada e prestes a gozar, baixei minha cueca, pus-me entre suas pernas de joelhos e a puxei pela cintura, sentindo o delicioso contato das carnes abundantes e macias da sua bunda com minhas coxas.
Morgana gemeu mais alto, de expectativa, só com a forma como a puxei para mim, deixando sua vagina à mercê do meu pênis. Expectativa, aliás, que estava no seu olhar para mim, disputando lugar com o desejo de levar minha rola naquela buceta linda.
Naquela posição, olhando em seus olhos, até com uma certa crueldade, esfreguei meu pau em sua entrada, mas sem penetrar, fazendo com que realizasse movimentos pélvicos ansiosos, empurrando a buceta contra minha pica, com a qual dei pancadinhas em seu grelo, fazendo com que Morgana se retorcesse toda feito uma cobra.
Depois de torturá-la, encaixei a cabeça da piroca em sua entradinha e deixei que deslizasse lentamente para dentro. Naquela posição, a buceta da minha futura esposa já mastigava meu pau desde o início da minha entrada. Enquanto a segurava pela cintura, Morgana fazia movimentos pélvicos, mordia os lábios e apertava os próprios seios, pois eu parecia estar atingindo em cheio as partes mais sensíveis do interior de sua buceta paradisíaca.
Quando percebi que já estava desesperada de prazer e quase gozando, puxei-a pelos braços, trazendo-a para junto do meu corpo. Ficamos assim: eu de joelhos, encaixado entre suas pernas, que envolviam minha cintura, seus seios colados no meu peito e nossos rostos próximos.
Assim, controlei seus movimentos com minha pica lá no fundinho dela, apertando sua bunda deliciosa. Meu pai, que porra de bunda era aquela! E os seios fartos, apertados contra meu peito, com seus biquinhos me espetando?
Os gemidos de Morgana ficaram mais altos e sua respiração audível a oito quarteirões de distância. Eu não conseguiria segurar o gozo por mais muito tempo. Um gozo que vinha lá de dentro da alma, de modo que meus gemidos se misturaram aos dela numa sonoplastia delirante.
- Tô gozando, caralho – Morgana declarou, com todos os músculos se contraindo, o corpo arqueado para trás, para depois se agarrar a mim, chegando a cravar as unhas nas minhas costas.
Não demorou para que eu gozasse aos urros com aquela buceta maravilhosa me apertando.
Ficamos naquela posição por um tempo indeterminado, mas que me pareceu uma eternidade. A sensação
era maravilhosa. Sabe quando sobem aqueles arrepios pelo corpo e você tem aquela sensação de que não haveria melhor lugar ou companhia do que tinha ali, naquele momento? Era o que eu sentia.
- Era só um drink? – ponderou, com meu pau já amolecendo e saindo de dentro de sua gruta dos prazeres.
- Dois, ainda falta um – respondi.
- Advogados são um perigo. Sempre levam o assunto para onde querem.
- Você já teve muitos?
- Para falar a verdade, você é o primeiro. Mas é que eu sou preconceituosa mesmo com advogados. Pelo menos, eu descobri que é uma profissão que sabe me fazer sentir prazer e gozar.
- Depende do advogado.
- Quer dizer, então, que não são todos?
- Imagino que não.
- Então, terei que fidelizar você?
- Com esse senso de humor, esse corpo divino e essa beleza que preenche qualquer ambiente, talvez não seja difícil.
- Talvez?
- É que eu sou um pouco traumatizado com essa coisa de relacionamento.
- Então, somos dois, mas quem não é?
- É verdade!
- A nossa sociedade não foi moldada para que nos envolvamos em relacionamentos que nos levem a ser felizes para sempre.
- Como assim?
- Sabe aquele verso do Cazuza, que diz que as “ideias não correspondem aos fatos”?
- Também tem aquele verso lindo que diz “soca o martelão”.
- Não seria “martela o martelão”?
- Não faz diferença.
- Contanto que seja o seu martelão na minha buceta, nem vou ligar se as suas ideias não correspondem aos fatos.
- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk! Gostei da sagacidade.
- Eu posso tomar um banho?
- Claro, minha deusa.
Deixei que Morgana tomasse seu banho. Vesti a cueca e abri uma lata de cerveja. Coloquei um CD do Cazuza, que eu adorava. Morgana não demorou a se juntar a mim envolvida pelo roupão que lhe emprestei. Então, aproveitei para eu mesmo tomar banho e voltei para o sofá da sala só de cueca.
- Você tem bom gosto musical – elogiou.
- E com mulheres – respondi, olhando em seus olhos.
- E é galanteador.
- Um pouco.
- E tem algo bem expressivo entre as pernas – completou, se referindo ao meu pau, que não chegava a ser algo que lembrasse um ator de filme pornô, mas também passava muito longo de ser motivo de constrangimento para minha pessoa.
Morgana disse isso e já foi metendo a mão por dentro da minha cueca, se julgando proprietária do terreno. Não bastasse a mão feminina, delicada, mas abusada, ainda tinha o olhar de moleca safada, com aquele sorriso que conseguia ser, simultaneamente, espontâneo e malicioso.
Logo, a safada estava se debruçando sobre minha cintura e sua língua fazendo incursões dentro da minha cueca. O roupão, desleixado que só, oferecia uma visão parcial e instigante dos seus seios e de suas coxas. Aquela língua invasora estava me deixando nas nuvens, mas ficou melhor quando ela libertou meu pau e passou a lambê-lo de um extremo a outro, como quem saboreia um sorvete.
Quando engoliu meu pau, Morgana iniciou uma chupada insana, daquelas com aquele barulho molhado. Eu logo estava com o pau completamente duro em sua boca. Morgana pulou para o chão e se ajoelhou entre minhas pernas, segurando meu saco e dando um sequência de lambidas que começavam no meu cu e chegavam às minhas bolas, enquanto uma mão batia uma punheta suave no meu pau.
Não satisfeita, levou um dedo a entrada do meu ânus, me fazendo dar um pulo aterrorizado.
- O que houve? – ela perguntou, dando uma risada debochada, quase perversa.
Ela poderia ter feito qualquer coisa, mas aquela reação me deixou em xeque. Eu não sabia se reclamava, se negava ou inventava uma desculpa, dizendo que ia mijar para escapar daquele constrangimento.
Era só o que me faltava. Não bastasse as mulheres transformarem minha cabeça numa floresta tropical, ainda me veio aparecer aquela agente infiltrada para acabar de vez com minha reputação.
Morgana não se intimidou com minha reação. Manteve aquele sorriso safado, levou dois dedinhos à boca, babou e, ao mesmo tempo em que dava uma deliciosa lambida em minhas bolas, levou os dois violadores à entrada do meu cu, fazendo uma massagem tão gostosa, que eu fechei os olhos e joguei a cabeça para trás.
O que é uma mulher ajoelhada aos seus pés, lambendo suas bolas? Sinal de submissão, não é? E o que é essa mesma mulher, enquanto lhe bajula, atacando seu ânus com dois dedos? Isso significa que ela é uma dissimulada, que se aproximou da presa se fazendo de inofensiva e prestativa, para dar o bote na hora certa.
Naquele momento, eu me convenci de que aquela mulher era um perigo. Não bastasse ter que aceitar ser corno, com ela eu ainda ia ter que virar gay?
- Está gostando, advogado? – provocou, com aquela cara de filha da puta.
- Hum, ahn, porra – respondi, com o corpo todo arrepiado, incapaz de reagir àquela agressão à minha masculinidade (puta babaquice da porra).
A violadora desalmada sabia o que estava fazendo, que no dia seguinte eu não conseguiria sequer me olhar no espelho. E olha que nem o chifre eu havia ainda levado.
Mas que estava bom, isso estava, inclusive quando os dedinhos fizeram uma incursão acompanhada de movimentos de vai e vem. Quase quarenta anos nas costas e dando o cu para uma mulher no primeiro encontro. Não me faltava mais nada.
- Me come de quatro – ela pediu com um brilho nos olhos, que era de quem não estava falando por falar ou pedindo por pedir.
Tanto que já foi logo se colocando na posição em que desejava ser fodida, quase me levando a um ataque cardíaco. Que a puta da minha futura esposa era gostosa, disso eu já não tinha dúvidas, mas aquela potranca de quatro, toda oferecida, juro que dava vontade de ficar só admirando.
Pensei se aquele ataque ao meu ânus, seguido daquele pedido para levar rola de quatro, não era uma forma de comunicar seu desejos de levar minha pica no cu.
Será?
Bem, eu teria que testar, porém o mais importante era aproveitar aquele presente dos deuses, o que fiz dando um banho de língua naquela xoxota, fazendo Morgana rebolar na minha boca.
- Eu quero seu pau, bota.
- Pede mais.
- Me come de quatro, me faz de sua cadela, vai.
- Só se você latir para mim – provoquei.
- Au, au, au – latiu melosa, fazendo meu pau dar um solavanco.
- Se é isso que você quer, seja feita sua vontade, decretei, deslizando meu pau para dentro da sua buceta até chegar às profundezas do paraíso.
Em seguida, tirei quase todo e estoquei com força. Morgana deu um pulo e um grito, a respiração já ficando descompassada. Repeti o mesmo movimento várias vezes. A cada batida forte da minha pélvis contra sua bunda, minha parceira soltava um gritinho aflito.
- Mais, por favor, não para, advogado! Faz minha buceta de seu parque de diversões. Faz de conta que eu sou o tribunal e entra com tudo. Mostra que você é o fodão.
Eu só ficava imaginando qual era o plano por trás daquelas artimanhas que aquela mulher estava usando para me enlouquecer. Dei um tapa em sua bunda e Morgana respondeu com um rosnado.
- Mais, puto, bate mais na sua cadela.
Tá bom, se era ela quem estava pedindo, caprichei nas palmadas e a diaba se descontrolou de vez, chegando a uivar, socando a própria bunda contra minha pélvis, ao mesmo tempo em que rebolava de um jeito que não poderia resultar em outra coisa que não fosse me levar a um gozo desesperado.
- Porra, Morgana, o que é que é isso, caralho? – reagi, descarregando um litro de leite naquela delícia.
Nem deu tempo para prospectar seu cuzinho, aquela coisa lindinha que piscara para mim o tempo todo, me desafiando a tentar conquistá-lo.
Tenho que registrar aqui que, apesar de ter levado lambida e dedada no cu, foi a noite de sexo mais espetacular que eu já tivera até então. Depois daquela trepada de cinema, ficamos na sala ouvindo música, saboreando uma cerveja e comendo snacks, que era o máximo que eu tinha para oferecer a uma hora daquelas.
Já mais íntimos, tomamos banho juntos antes de deitarmos para dormir. E dormimos abraçadinhos como um casal. Até de conchinha, para falar a verdade. No dia seguinte, acordamos para um domingo ensolarado. Deparar-me com aquela mulher ao meu lado, me sorrindo, daquele jeito que ela sempre sorria, foi um choque de realidade. Ela me beijou, me abraçou, colocou meu pau para fora, fez um delicioso boquete matinal e depois sentou em mim dizendo que meu pau era uma delícia.
Foi assim que já acordei tendo um orgasmo delicioso, tanto quanto o café da manhã acompanhado daquela potranca. Convidei-a para passarmos o dia juntos. Morgana prontamente aceitou o convite.
Vamos convir que era bom e fácil demais para ser verdade. Eu tinha todas as razões para desconfiar de uma conspiração, só não sabia com que finalidade, mas eu ficaria atento, estudando cada movimento daquela mulher irresistível, cujo sorriso de satisfação não saía dos lábios quando estávamos juntos.
Pelo menos ela não me disse que “saiu sangue” ou que eu era “seu segundo”. Ao contrário, já havia me contado que traiu seu ex. Então, tinha esse ponto positivo. Desde o princípio, Morgana não alimentava em mim esperanças vãs de que dessa vez eu não levaria chifres, até porque eu já estava resignado com a minha sorte.
A verdade é que saímos, almoçamos fora, fomos ao teatro e fodemos de me deixar com o pau esfolado, que até tive que comprar uma pomadinha. Tirando esse incidente, o que se seguiu foi que nossas vidas lentamente se misturavam. No começo, nos encontrávamos aos sábados à noite, quando Morgana ia para a minha casa e passávamos os domingos juntos. Então, vieram os encontros durante a semana. Eram rápidos, só para um jantar ou um drink, devido ao seu horário de trabalho.
Com o tempo, isso se tornou insuficiente para alimentar a fome que tínhamos um do outro. Então, Morgana passou a dormir lá em casa nas sextas-feiras. Depois, ia para o trabalho e voltava no final da tarde, após sua jornada. Mais à frente, foi a quinta-feira, depois a quarta, de modo que a segunda e a terça eram os únicos dias em que não nos víamos fisicamente.
Quando dei por mim, já estávamos dividindo o meu guarda-roupas e sua escova de dente já tinha lugar cativo ao lado da minha, assim como seus cremes, estojo de maquiagem e outras coisas de mulher. Com seis meses, viajamos juntos pela primeira vez para um final de semana na serra.
Eu sabia que estávamos namorando e que caminhávamos aceleradamente para um compromisso mais sério. Então, era preciso resolver aquela questão que me atormentava e não me deixaria ser feliz ao seu lado se não fosse resolvida.
Continua...
**************************
Esse conto é 100% autoral e exclusivo para a Casa dos Contos.
Para comprar nosso livro, 570 páginas de contos inéditos, ou ler gratuitamente pelo Kindle, acesse: https://shre.ink/ContosEroticosdeTheodoreAlineVl01
Acompanhe aqui ( https://www.casadoscontos.com.br/serie/3511 ) a série "O Demônio e a Megera", a história de um jovem casal que vive o amor sem limites e o sexo sem tabus ou preconceitos, com personagens pelos quais é praticamente impossível não se apaixonar.
Adoramos comentários e tentamos, na medida do possível, responder a todos. Ficamos felizes se você nos seguir. A série "Contos Avulsos" é publicada sempre aos sábados (eventualmente, também às quartas). "O Demônio e a Megera", sempre nas segundas e quintas.
Um beijo no coração e obrigado por nos conceder sua atenção e compartilhar as sensações das nossas histórias!