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O Demônio e a Megera – Episódio 44 (entre a folia e as novas paixões que nascem)

Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Grupal
Contém 4216 palavras
Data: 14/09/2026 18:30:05
Última revisão: 14/09/2026 18:32:40

Eu esfregava minha buceta no rosto de Cínthia e tive um orgasmo delicioso dominando minha deliciosa escrava. Disposta a abusar de Cínthia, mudei de posição, ficando de frente para a porta do quarto, quando me deparei com os olhos azuis de Ingrid vidrados na cena. Cínthia completamente nua, se debatendo sob meu domínio. Eu nua, sentada em seu rostinho de princesa, enquanto a outra princesa, vestida com uma camiseta do Gabriel, que lhe cobria até um pouco acima da metade das coxas, se deliciava no papel de voyeur, completamente hipnotizada.

Chamei-a para nós, gesticulando com o dedo e ordenei que chupasse a bucetinha de Cínthia. Seus olhos brilharam de satisfação e prontamente me obedeceu, se colocando entre as pernas de Cínthia, cuja única visão era a da minha bunda cavalgando seu rosto. Excitou-me demais colocar Ingrid na brincadeira e elevar o prazer de Cínthia, que passou a gemer desesperada com a boca na minha vagina, enquanto a loira do Frozen atacava sua buceta com voracidade.

O desespero de Cínthia, que se retesava toda, respirando no meu cu e gemendo na minha buceta, enquanto apertava o rosto de Cínthia com as coxas, me levou a mais um orgasmo maravilhoso, que acabei tendo que descer do seu rosto para saborear aquele prazer que não cessava, esfregando minha buceta com a mão. Percebi que Cínthia apagou e André já estava dentro do quarto com seu delicioso pau em riste.

- Come a loirinha, amor, que eu quero ver – pedi, com um novo tipo de excitação tomando conta de todo o meu corpo.

Eu já estava louca de vontade de ver meu dono pegando a loirinha e ele me conhecia muito bem. Sabia o quanto eu ficava excitada vendo-o com outra mulher. Já subia pelas paredes em ver a intimidade dos dois e o Demônio me provocara durante o dia dando atenção especial à loirinha que parecia uma princesa.

André prontamente me obedeceu e tirou Ingrid do meio das pernas de Cínthia, tirando sua camiseta e a deixando completamente nua para tomá-la num beijo cheio de lascívia. Eu tive que me controlar para não gemer alto, ainda com a mão massageando minha própria buceta, que ainda latejava.

- Fica de quatro para mim, minha gatinha – ordenou o Demônio, sendo prontamente obedecido por Ingrid, que ainda me olhou com um jeitinho de quem pedia permissão à sua proprietária para ser usada pelo seu senhor.

Eu só olhava para a cena sem dizer nada. Ingrid ficou de quatro no meio da cama e gemeu de um jeito delicioso, quase musical, quando o Demônio atolou seu pauzão em sua xoxota de pelinhos loiros. Ficava linda de morrer levando pau do meu dono. Percebi que Cínthia despertou do transe e, ainda com confusão no olhar, também não tirava os olhos da cena. Na verdade, eles estavam fixos nos de Ingrid, que olhava em sua direção.

Havia alguma coisa a mais acontecendo naquele quarto. Por que Ingrid deixara o quarto da Ay? Depois, descobri que estava sem sono. É verdade que meu marido e minha esposa haviam tido um dia movimentado. Por isso, devem ter apagado após uma deliciosa sessão de sexo com Ingrid, mas a loirinha tinha energia de sobra e parecia estar em seu parque de diversões conosco. Sua felicidade era tão explícita, que contagiava.

Aquela foda interminável e os gemidos de Ingrid estavam me levando às nuvens. Minha buceta já parecia um musical da Broadway. Eu precisava do pau do Demônio. Então, mandei meu dono deitar de costas e ordenei a Ingrid que subisse em seu rosto e lhe oferecesse a bucetinha para ser lambida. A loirinha já estava toda esbaforida, com o rosto vermelho e uma expressão de prazer maravilhosa, que me deixou ainda mais louca. Mandei que rebolasse no rosto do Demônio de frente para mim e me sentei com desespero em sua tora.

Pensei em como meu marido era um homem privilegiado. Era a terceira buceta que ele comia naquela madrugada, fora o cuzinho da Cínthia, e ainda tinha uma linda mulher rebolando em seu rosto, revirando os olhos com sua linguinha lhe torturando aquela bucetinha linda. Nossos gemidos se confundiam numa sinfonia adorável e excitante.

Eu quicava como se não houvesse amanhã no pau do Demônio, olhos nos olhos de Ingrid, quando ela choramingou entre um gemido e outro.

- Eu te amo.

Aquilo saiu lá do fundo, foi o que percebi. Ela sentia profundamente o que falava, de tal forma que seus olhos marejaram. Aquilo me enlouqueceu de tal forma, que meu orgasmo veio de forma brutal, arrepiando todo o meu corpo. Meus olhos também marejaram com aquela mistura de emoções. Cínthia já dormia de bruços, alheia, com aquela bunda escultural para cima, um ingrediente a mais naquela cruzada de sexo e amor. Puxei Ingrid para mim e a colei ao meu corpo, sentindo todo seu calor. Nossos lábios se encontraram e terminei emendando outro orgasmo sentada no pau do Demônio, enquanto nossas bocas se devoravam, as duas abraçadas, completamente entregues a um beijo interminável.

Tinha algo que eu ainda queria muito fazer naquela noite. Desencaixei-me do pau do Demônio e puxei Ingrid para sua cintura. Ficamos as duas adorando o pau do Demônio, torturando-o com a língua, das bolas à cabeça. Às vezes, ainda descia com a língua até seu ânus, fazendo André gemer alto, enquanto lambia a bucetinha da ingrid, que se posicionara para um sessenta e nove e engolia tudo que podia da minha tora sagrada.

Meu dono não aguentou e urrou mais alto enquanto descarregava seu leite real na boquinha de Ingrid, que parece ter gozado na boca do Demônio, pois seus gemidos se tornaram mais aflitos. Continuamos lambendo e chupando a pica do meu dono, nossas bocas se encontrando a todo momento. Ainda continuamos trocando beijos e carícias mesmo depois que André, já extenuado de tanto comer nossas bucetas e até o rabão da Cínthia, se virou para o lado, jogou sua perna por cima de Cínthia e adormeceu com o rosto colado ao da deusa.

Como a cama era apertada, Ingrid acabou dormindo em cima de mim, com o rosto no meu peito. Meu sentimento pela loirinha havia passado de fase. Agora, era uma coisa mais forte, gostosa e contagiante.

Acordei com a cama balançando discretamente. Meus olhos demoraram a formar a imagem logo ali ao meu lado. O som dos gemidos de Cínthia foram a primeira sonoplastia da manhã de carnaval. Cínthia estava de bruços e o Demônio em cima dela, socando a rola em sua bucetinha maravilhosa.

Fui dormir com tesão, acordei do mesmo jeito, já levando a mão à perereca, que começara a se lubrificar toda. A cena era linda e erótica demais. O corpo do Demônio fazia aquele movimento de vai e vem, amassando o bundão da minha escrava e rainha, que estava toda relaxada levando sua dose de pica matinal. Eles estavam tão dedicados ao momento de prazer, que não perceberam que eu havia acordado.

Fiquei massageando meu grelinho, morrendo de tesão, até não me controlar e soltar um gemido. Foi no momento em que André começou a socar mais forte e os dois corpos começaram a se chocar, fazendo um ruído obsceno. Cínthia estava em transe, mas o Demônio percebeu meu gemido e me olhou exatamente no momento em que gozava, fazendo uma carinha linda de prazer, que me deixou ainda mais louca de tesão.

Ele esticou o braço para mim, acariciando meu rosto, enquanto eu não conseguia parar de me masturbar. Ele desceu a mão pelo meu corpo até chegar na minha buceta e ocupar com sua mão o espaço que era ocupado pela minha. Introduziu dois, depois três dedos e esfregou meu grelinho com o polegar, me fazendo me contorcer toda de prazer e gemer descontrolada, com a respiração descompassada.

O tesão era tanto, que terminei gozando, gemendo toda sentida e me debatendo. A sensibilidade por todo o meu corpo, principalmente lá, era absurda depois daquela noite, o que fez com que a recuperação de mais um orgasmo fosse lenta, torturante e saborosa. Fiquei de bruços, totalmente rendida às sensações, com o Demônio beijando minhas costas e acariciando minha bunda com aquela mão que me deixava louca de prazer.

- Vamos nos levantar, amor? Já são 8:30. O pessoal já deve ter posto a mesa do café.

Foi quando me lembrei de que Ay poderia estar sozinha na cozinha. Vesti uma calcinha e um top e já me levantei em desabalada carreira.

- Megera tem que ajudar. Tem muita gente – falei, enquanto deixava o Demônio e Cínthia para trás se vestindo.

Chegando à sala, me deparei com Gabriel terminando de colocar a mesa.

- Já ia acordar vocês. Pelo jeito, a madrugada foi quente naquele quarto. Matou saudade da sua prenda? – brincou, enquanto me abraçava gostoso e beijava meus lábios carinhosamente, como um bom marido deve fazer com sua esposa ao acordar.

E ainda ganhei um tapa na bunda delicioso quando me encaminhava à cozinha. Onde encontrei Ay toda animada, me recebendo com aquele sorriso lindo de sempre. Era a visão do paraíso. Ganhei um abraço delicioso e já me pus a ajudá-la, embora o serviço já estivesse quase todo feito.

- Dessa vez, eu cheguei antes de você, luz da minha vida – brincou Ay.

- A noite foi insana, benzinho. Até a Ingrid foi parar no meio da suruba.

- Eu percebi a ausência dela na cama de madrugada, aquela nifomaniacazinha. Ela quase me enlouqueceu ontem de tanto me beijar, lamber, cheirar. É muito fofa, mas é incansável.

- Deve ter ficado um tempo na seca, agora está matando a sede.

- Então, deve ter atravessado o deserto do Saara a pé. Até o pau do Gabriel ela monopolizou.

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk – reagi.

A mesa já estava totalmente posta quando Cínthia e André apareceram. Ingrid surgiu em seguida, enrolada na toalha, com carinha de feliz e acabada.

- Loirinha, vista alguma coisa para vir tomar café em família – ordenou Ay.

- Família. É tão bom ouvir isso, minha senhora e rainha – reagiu Cínthia, estalando um beijo na bochecha da Ay, que reagiu com um sorriso de satisfação.

O Demônio estava só de cueca e Cínthia usava um vestidinho simples. O café da manhã foi animado, com comentários sobre a madrugada, atenção especial à Cínthia, todos interessados em saber o quanto estava se sentindo à vontade, e planos para o dia.

Às 9:30, estávamos todos a caminho do primeiro bloco do carnaval, que se concentrava no Jardim Botânico. Chegamos às dez e já pegamos o cortejo em movimento. Estávamos, as meninas, de sainhas ou shortinhos curtos e só com a parte de cima do biquíni para enfrentar o calor. Gabriel e o Demônio estavam de bermuda e sem camisa. Levamos quase meia hora, no meio daquela linda e animada multidão, para encontrar Beto, Francesca, Marcelo e Luana.

Posicionamo-nos a uma distância estratégica do carro de som para podermos ter mobilidade, mas, ainda assim, aproveitar o som. As meninas estavam todas belas, com purpurina no rosto e no corpo. O repertório tinha muito samba, tudo que precisava para Ay dar seu showzinho, me arrastando para a sessão de exibicionismo não deliberado, pois logo as atenções se voltaram para nós, sobretudo quando as outras meninas resolveram se juntar a nós, tentando acompanhar as duas passistas profissionais.

O Marcelo foi quem se esbaldou. Era o único dos homens que sabia dar alguns passos de samba e passou a manhã toda sendo disputado pela mulherada para fazer par na coreografia. Enquanto isso, Beto, o Demônio e Gabriel se ocupavam mais das cervejas e de olhar a paisagem, já que o que não faltava por ali era mulher bonita. Aliás, não só mulheres, mas também homens.

Foi uma manhã espetacular, não tenho outro adjetivo. Cantei e dancei como se não houvesse amanhã, como é o que se espera de uma baiana que se preze, ainda mais no meio daquela cariocada deliciosa. Por volta das 14 horas, quando o bloco já estava dispersando na praça, pegamos transporte para Ipanema, onde fizemos um lanche rápido e fomos aproveitar a praia. Cínthia estava visivelmente encantada com o que estava vivendo. A todo momento, abraçava Ay e agradecia pelo convite. Aliás, as duas estavam entrosadíssimas, parecendo velhas amigas.

A verdade mesmo é que todo mundo ali tinha aquele astral elevado e todos pareciam velhos amigos. Na praia, tomamos sol, mergulhamos e bebemos muitas cervejas. As cervejas, no caso, só para não perder o costume. Já mais para o final da tarde, começou o movimento da Banda de Ipanema. Acompanhamos mais de longe, porque o bloco atrai muita gente. Mesmo assim, aproveitamos do calçadão. Só nos separamos por volta das 19h e partimos rumo à Tijuca, com promessa de nos reencontrarmos no dia seguinte para mais uma maratona na folia.

O Demônio, Ingrid e Cínthia, mal chegaram em casa, tomaram banho e foram ao supermercado para comprar bebidas e mais algumas carnes solicitadas pelo Gabriel, que foi direto para o seu lugar preferido da casa: a churrasqueira. Eu e Ay tomamos banho e fomos para o nosso lugar de direito: a cozinha. Preparamos salada, farofa, molho à campanha e um caldo verde, que era o famoso levanta defunto, como dizia Gabriel, mas acho que tinha outra coisa que queria levantar, porque não parava de me provocar, toda hora me abraçando por trás, me enlaçando pela cintura, apertando minha bunda e me enchendo de beijos no pescoço.

- Porra, Gabriel. Vai me deixar subindo pelas paredes assim. Vai ter que me pegar de jeito mais tarde para apagar o fogo que você está acendendo – reclamei, antes de ganhar um beijo delicioso, que me deixou até de pernas bambas.

- Vai dar briga, então. Porque ele está doido para pegar a Cínthia – interveio Ay.

- Então, vai ter briga mesmo, porque tem alguém aqui que está cheia de chamego com a Cínthia – provoquei Ayanna, que ficou toda constrangida.

- Calma, crianças, tem mais de uma semana para isso. Ay ainda vai poder lamber muito a bucetinha da Cínthia – provocou Gabriel.

- E você vai poder encher aquele bundão dela de beijos, não é seu cafajeste? – reagiu Ay.

- Dá para ficar uma semana beijando aquela bunda sem cansar, fora o conjunto da obra, não é Megerinha?

– provocou Gabriel.

- Não quero saber, gatinho. Hoje você vai dormir comigo e vai me comer até me fazer desmaiar para apagar esse fogo que você tá me deixando. Olha só, Gabriel, tô toda arrepiada, meu Deus – reagi, com meu maridinho me bolinando e beijando meu pescoço.

- E eu faço questão de dormir com o Demônio. Tenho que aproveitar bastante, enquanto não acaba a festa, né? – reagiu Ay.

- Criaturinhas lindas de Deus, vocês estão pensando na hora de dormir e nem o churrasco começou ainda. Relaxa e goza – brincou Gabriel apertando a minha bunda.

- Vou acabar é gozando mesmo daqui a pouco se você não parar de me apalpar, seu tarado.

- É Gabriel, por que você não vai apalpar um pouco as carnes do churrasco? Mas antes pega uma cerveja na geladeira e sirva suas esposas – ralhou Ay.

- Está com ciúmes, coisinha rica? – reagiu Gabriel, atacando Ay com beijos no pescoço e dando uma palmada na bunda da minha esposa.

- Você está todo assanhadinho assim por causa da Cínthia, mas pode ir sossegando o facho, porque quem vai pegá-la primeiro sou eu.

- Ih, tá apaixonada pela princesinha do Sertão – provoquei.

- E tô mesmo, uai! Além de ser uma gata, ela é um amor.

- Você não sabe como me deixa feliz falando isso, minha princesa. Minhas duas rainhas se amando. Parece um sonho – exultei.

Àquela altura, Gabriel já largara Ay e se empenhava em encher nossos copos de cerveja.

- O Gabriel me deixou subindo pelas paredes, aquele monstro. Fica roçando aquela pica deliciosa no meu rabo, me beijando e apalpando toda – reclamei.

- Isso é paixão, meu amor. Aquele homem te adora.

- Também adoro ele. Entrou duas vezes na fila para ser bonito, né?

- Nós somos privilegiadas. Temos dois maridos lindos e companheiros. Tomara que isso dure para sempre

– falou Ay, suspirando.

- E a gente ainda pode lamber a bucetinha uma da outra.

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Se eu pudesse, invadia teu corpo e te lambia por dentro.

- Nossa! Foi a declaração de amor mais íntima que eu já recebi – brinquei.

- Eu preciso todos os dias aprender alguma forma nova de dizer o quanto eu te amo, bruaca.

- Já falei que não é bruaca, é Megera.

Abraçamo-nos e trocamos um beijo apaixonado.

- Vai queimar o arroz – interrompeu Gabriel, abrindo a geladeira, pegando mais uma cerveja e enchendo nossos copos.

- Você vai ver o que vai queimar mais tarde – ameacei.

- Cuidado com o que promete – reagiu, já nos dando as costas e voltando para sua amada churrasqueira.

- Você não se sente incomodada com todas essas pessoas na sua casa, Ay?

- Talvez eu ficasse incomodada se fosse o ano inteiro, mas só por uns dias, eu estou incomodada é com o fato de que daqui a pouco tudo isso vai acabar.

- Ainda vai ficar a loirinha. Três para cada lado. Ela iria adorar ser sua escrava.

- Não sei se eu quero ter uma, mas quem sabe ela não pode ser a nossa Cínthia? Se funciona com vocês, quem sabe não funciona, também, conosco? De mais a mais, eu estou ficando cada vez mais apegada a ela e o Gabriel também.

- É só colocar algumas regras e oferecer uns castigos bem gostosos para ela de vez em quando.

- Ser senhora de escravos e feitora ao mesmo tempo é muito trabalhoso.

- Mas a escrava agora é da família – ponderei.

- E você está apaixonada por ela, né, sua lésbica ninfomaníaca?

- Kkkkkkkkkkkk. Ontem ela falou eu te amo para mim de um jeito tão lindo, que me deixou toda arrepiada e com os olhos marejados. Eu gozei no pau do Demônio e depois fiz amor com ela. Sabe? Do jeito que a gente faz.

- Ai, meu pai! Mais uma concorrente pelo amor da minha Megerinha.

- Ninguém concorre com você, meu amor. Só você é minha esposa, a quem eu vou amar e idolatrar até o fim dos tempos.

Foi nessa hora que a casa foi invadida pelo Demônio e por nossas duas namoradas, chegando com as compras. Logo estávamos jantando espalhados na varanda e na sala, o cheiro da picanha impregnado no ambiente. A fome era tal, que ninguém nem falava.

Após o transe coletivo provocado pela fome, fomos voltando às conversas e às cervejas. Ay pôs uma playlist com os sambas de enredo do carnaval daquele ano, depois outra de sambas antigos. A noite era uma criança e já parecia uma criança muito safada.

Ay estava com um daqueles seus vestidinhos curtinhos e folgadinhos, mas que abraçavam o corpo, realçando suas formas. Cínthia usava uma minissaia que cobria no máximo dois dedos abaixo daquela bunda espetacular e realçava suas coxas grossas e apetitosas, assim como um top que só cobria parte dos seus seios e deixava aquela barriguinha toda de fora. As duas, aliás, faziam questão de monopolizar a logística, indo juntas a todo momento à cozinha.

Ingrid usava uma blusinha leve e uma bermudinha jeans com a barra desfiada e com fendas laterais, que deixavam suas poupinhas de fora. Decidiu se instalar quase em definitivo no colo do Demônio, que a envolvia pela cintura, acariciava suas coxas e vez ou outra lhe tascava um beijo.

Eu estava de minissaia e top, totalmente focada em Gabriel, trocando beijos e provocações, completamente tarada no meu maridinho, doida para levar sua rola, que eu toda hora fazia questão de apertar, mantendo a coitadinha dura feito pedra, demonstrando o quanto ele também estava excitado, embora o espetáculo oferecido por Cínthia contribuísse muito para isso.

- Acho que você perdeu a Cínthia para a Ay, amorzinho. Já viu que as duas não se desgrudam? – provoquei, pendurada em seu pescoço, sussurrando em seu ouvido.

- Meu benzinho, com a oferta de deusas debaixo desse teto, não é isso que vai me afetar, ainda mais pensando no que eu vou fazer com você, se não parar de me provocar.

- Vai levantar minha saia, abaixar minha calcinha, me jogar reclinada na mesa e me comer na frente de todo mundo? – fui mais além.

- Bem que você queria isso, não é sua putinha safada?

- Eu sou a sua putinha safada. Claro que eu iria adorar.

- Está é tirando minha concentração no churrasco.

- Foi você que começou.

Ganhei um beijo gostoso de Gabriel.

- Que grude, vocês dois, hein! Tá até saindo faísca – interrompeu Ay.

- Olha só quem fala. As duas não se desgrudam por nada – reagi, me referindo ao grude de Ay com Cínthia, que terminava de encher nossos copos.

- Devem estar se pegando na cozinha. Toda hora vão as duas juntinhas – emendou Gabriel.

Cínthia ficou toda sem graça, mas deu um olharzinho cúmplice para Ay, que reagiu no modo Ay, pegando Cínthia pela cintura.

- Está com inveja, maridinho, porque eu cheguei primeiro que você? – provocou Ay, puxando Cínthia para um beijo, no que foi prontamente correspondida.

A reação da plateia foi de urros e aplausos. Minha buceta também urrou e aplaudiu entusiasmada, vendo aquelas duas deusas se pegando naquele beijo cinematográfico. Eu estava de costas para Gabriel e ele já deslizara a mão por baixo da minha saia, me provocando um arrepio pelo corpo todo. Eram muitos estímulos eróticos, inclusive a gostosa da Ingrid se esbaldando no colo do meu dono.

O beijo entre as duas foi demorado. Minha buceta latejava olhando aquela cena, sendo provocada por todos os lados. O pau do Gabriel estava naquele estado, cutucando meu rego. Nem bem as duas se desgrudaram, com Cínthia sem saber onde enfiava a cara, Ingrid pulou do colo do Demônio, puxou Cínthia pela mão e proclamou.

- Eu também quero.

Cínthia nem teve tempo de reagir e Ingrid atacou seus lábios. Ay, que recolhia duas latas de cerveja e uma travessa vazia para levar para a cozinha, deu uma risada quase incrédula com a ousadia da putinha loira oferecida, já virando as costas e indo em direção à cozinha. Nós olhávamos estupefatos para a cena que se desenrolava entre a varanda e a sala.

Cínthia, por sua vez, correspondia ao beijo da loirinha de forma tão apaixonada quanto correspondera ao de Ay. E aquilo estava me dando um tesão da porra, mas já que as meninas estavam tão empolgadas, decidi colocar mais lenha na fogueira tão logo as duas se desgrudaram.

- Bravo! Todo mundo já beijou todo mundo nessa casa. Só falta um beijo! – anunciei, atraindo a atenção de todos para mim, enquanto me desvencilhava de Gabriel e puxava Cínthia pela mão, que parecia baratinada de tanto ser beijada naquela boca afrodisíaca, sem saber se ria ou se enfiava embaixo da mesa.

Ay, que retornava da cozinha, emendou. Vai, Cínthia, não precisa ficar com vergonha. Agora você é nossa.

- Vai, amor. Beija a sua nova namorada – ordenei a Gabriel, que, com aquele riso safado, que deixa a gente de pernas moles e calcinha molhada, puxou Cínthia para o terceiro beijo diferente que minha namorada recebia em menos de cinco minutos. O safado ainda beijou Cínthia com a mão deslizando para um pouco abaixo da sua cintura.

Percebi que o Demônio olhava a cena como quem apreciava uma peça de teatro, mas o volume em sua bermuda demonstrava não só o que ele, mas o que todos nós sentíamos.

Quando finalmente se soltaram, Cínthia ficou se abanando, com aquele jeito de Cínthia se consumindo de tesão, me lembrando o dia do castigo do Demônio.

- Como é que você está se sentindo, minha gatinha? – provoquei.

- Beijada – respondeu, esbaforida, levando todos às gargalhadas

- Bem vinda de verdade à família – anunciou Gabriel.

- Só tem duas pessoas aqui que nunca se beijaram – provocou Ay, me olhando com cara de conspiradora.

Eu logo entendi onde minha esposa queria chegar.

- É verdade. Demônio e Gabriel – reagi, sendo seguida por manifestações de apoio das mulheres, seguidas de um couro de “beija, beija, beija”. Até a Cíntia entrou na zoeira.

O Demônio fez cara de paisagem, enquanto bebericava a cerveja. Gabriel, por sua vez, ficou vermelho feito um pimentão, com um sorriso sem graça.

- Já não bastasse as duas lésbicas lambedoras de buceta, ainda cooptaram as duas concubinas – reagiu o Demônio depois que o burburinho da mulherada cessou, levando todos às gargalhadas.

- Elas que pensam que nós nunca nos beijamos, não é marido? Esqueceram-se do dia que nós dormimos só nos dois na mesma cama. Elas nem têm ideia do que se passou – ressurgiu Gabriel, no melhor estilo Gabriel.

- Lembra da luta de espadas marido? – reagiu o Demônio, mordendo os lábios.

- Por isso que elas têm inveja da gente. Não têm espada para lutar. Ai, marido, e aquele meia nove que nós fizemos, que delícia! Chego a sentir até um calorzinho entre as pernas só de lembrar – completou Gabriel, se abanando com as mãos.

- Nem me lembra disso, que dá até choques elétricos por todo o corpo, meu Deus!

- Vocês dois são uma decepção – lamentou Ay, puxando Cínthia pelo braço para sambar.

- Dois ogros sem sensibilidade – emendei, as seguindo, fazendo carinha de magoada, sendo seguida por Ingrid, que chorava de rir com aquela maluquice toda.

O cheiro do churrasco estava impregnado naquela sala, se misturando com o cheiro de fêmeas no cio.

A sintonia era perfeita e a noite ainda estava só começando.

E o carnaval também!

Continua...

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Comentários

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Queridos Theodor e Aline,

Só passando para saber se vcs estão bem?

Vcs são um reloginho suiço mas tenho certeza que vcs estão corridos.

Não se preocupem conosco tá!!

Estejam e fiquem bem sempre!!

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Bom dia, soberano de todo o Egito, agradecemos pela sua sempre preciosa atenção.

Foi só uma pequena pane no reloginho suíço, nada grave.

Pela primeira vez, houve certo desencontro acerca do rumo a dar à série.

Mas já já reestabelecemos o fluxo.

Megerinha mandou um aaaaaaaiiiiiiiieeeeeeeeeeeeeeee para você. rs

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Que bom que esta tudo bem!!!!

Realmente o conto, na minha visão esta em uma transição que a meu ver pode ficar muito melhor do que já é!! Pessoalzinho ta amadurecendo! Mas acho que a Ingrid vai demorar pra crescer!! hahahaha

Meu Deus!!! Morri agora com esse recado da minha amada Musinha Megerinha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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VENDO VIDEOS INCESTO, ZOO, CUCLOUD E OUTROS VIDEOS, INTERESSADOS ENTRAR EM CONTATO TELEGRAM @ANDERSONAGUIARSP1977 OU 62981371007.

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Caraca , lendo o comentário do rei do Egito me deu vontade de ler

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Seja bem vindo ao mundo da Megerinha Dodinha!!!!

T&A, lhes apresento o Doda!!

Aqui é demais né!!!!

O cara mais bacana de todo o CDC e nosso membro estimado do FUCDC!!!

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Salve, Doda! Ficamos honrados com a visita.

Não pude deixar de imaginar a reação de alguém que lê essa série no 44o capítulo.

É muita informação. Deve dar a impressão de estar conhecendo um hospício por dentro. rs

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M A R A V I L H O S O!!!!1

Capitulo Divino meus queriods T&A!!

Que delicia!! Que quantidade absura de dialogos deliciosos!!

Nunca me canso, nunca!!

Tinha que ser da maluquiha minha passagem honrosa.

"Ingrid pulou do colo do Demônio, puxou Cínthia pela mão e proclamou.

- Eu também quero."

Adoro ver como a Megera está bem mais madura gente!! Impressionante!!

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Caro Faraó,

Sinto que estás cada vez mais apaixonado pela loirinha do Frozen, que está faminta.

Canaval de 2023 promete na Tijuca. rs

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Ela é muito engraçada!!!

Mas como eu disse no meu comentário, vejo a Megera amadurecendo bastante, fato esse que imagino nos trará muitas "emoções" quando eles voltarem para Feira.

O relacionamento de Megera e Demônio está amadurecendo bastante.

Ops, pensei no Tio Júlio agora!! Já sabem o que eu pensei né?!

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Pois é, essa série que não acaba nunca e também nunca chega no episódio do Tio Julio. rs

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Só espero que esse Tio não entre para estragar o relacionamento da Megera e do Demônio…

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Pra min Tio Júlio é mais uma viagem de Demônio e Megera...

Tio Júlio acho que é o André... Kkkkkk

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Não é não!!

No capítulo 1, quando Tio Júlio aparece eles já tinham conhecido todos os outros.

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Tenho minhas ressalvas com relação a entrada de um cara mais velho na dinâmica do casal (trisal, quarteto, quinteto, sexteto…)

E ainda acredito que T&A vão nos brindar com a descoberta de que os pais de Megera e Demônio tem um relacionamento igual ao deles com Gabriel e Ay…rs

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Olá Normal!

Megerinha está amadurecendo rápido, ela e André!

T&A vão saber construir muito bem essa evolução do casal!

Mas quero tbm a Ingrid sempre fofinha e ninfomaniazinha!!

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