Já era sexta-feira por volta do meio-dia e eu ainda pensava na noite anterior com Letícia, João e Steph. As imagens vinham à minha mente repentinamente — Steph entre nós dois, os gemidos dela, o corpo dela tremendo, a forma como Letícia e Aline se beijavam enquanto assistiam. Eu estava na empresa e já havia batido punheta duas vezes durante a manhã, trancado na sala, tentando aliviar o tesão que não diminuía. Eu não via a hora de Giovana voltar para casa. Estava com muito tesão na minha filha, imaginando o que faríamos quando ela chegasse.
Em meio aos pensamentos, uma mensagem de Aline no celular piscou na tela: “Amor, vá para um local sem ninguém e faça uma chamada de vídeo para mim.” Meu coração acelerou imediatamente. Eu conferi que a empresa estava quase vazia — era hora de almoço e muitos tinham saído. Falei para minha recepcionista, Suzana, que trabalharia em um assunto sério e que não fosse interrompido. Ela confirmou com um sorriso acolhedor, sem desconfiar de nada.
Eu entrei na minha sala, tranquei a porta e liguei para Aline. Ao atender a chamada, ela enquadrou apenas seu rosto, sorrindo para mim com aquele olhar safado que eu adorava. Aline perguntou se eu havia pensado em tudo que tinha acontecido na noite anterior. Eu confirmei que ainda estava com tesão e que tinha batido punheta pensando naquilo. Aline riu safadamente e disse que também tinha ficado com tesão durante a manhã.
Aline então disse, com um tom misterioso:
— Você não vai acreditar na visita que eu recebi aqui no escritório.
Eu fiquei curioso, o coração acelerado. A chamada continuava, e eu esperava ansioso pelo que ela diria em seguida.
Aline foi abaixando a câmera devagar e mostrou os seios expostos. Normalmente eles estariam envoltos pela blusa decotada, mas Aline havia aberto todos os botões. Descendo mais, Aline focou em sua buceta, mas tinha uma cabeça posicionada na frente dela, claramente chupando dedicadamente. Eu estava surpreso e com mais tesão, o pau latejando na calça.
Aline fez o caminho de volta para seu rosto e ao lado do rosto dela estava Letícia, que chupava o pescoço de Aline. Letícia cumprimentou com cara de safada:
— Oi, Guilherme!
Uma outra voz falou alto e lamentou que eu não estivesse lá. Aline moveu a câmera e enquadrou o rosto de João. Era João que lambia a buceta de Aline com dedicação. Eu gemi baixinho e falei:
— Isso é maldade, amor.
Aline riu e disse para eu colocar o pau para fora e bater punheta para Letícia ver. Eu obedeci, abrindo a calça e pegando o pau duro na mão, mostrei na chamada e comecei a me masturbar enquanto assistia a cena.
Letícia e João continuavam trabalhando em Aline, que gemia para a câmera, olhando para mim. O tesão era insano.
Eu batia punheta mais rápido, completamente hipnotizado pela chamada.
Aline colocou o celular de lado, apoiado sobre uma das mesas ou prateleiras do seu escritório. Com a visão mais ampla, eu vi que Letícia também estava com a blusa aberta, os seios expostos e lindos. João se levantou e enfiou o pau inteiro dentro da buceta molhada de Aline com uma estocada firme. Aline gemeu alto, o corpo arqueando de prazer.
Letícia colocou um dos seios na boca de Aline, que começou a chupar com vontade enquanto João metia nela. Letícia já esfregava o clitóris de Aline com os dedos, acelerando o prazer. Eu batia punheta mais rápido, hipnotizado pela cena.
Aline gemia contra o seio de Letícia, o corpo tremendo com as estocadas de João. Letícia olhava para a câmera, sorrindo safada, enquanto Aline chupava seu mamilo. João segurava a cintura de Aline, fodendo com ritmo constante.
Eu gemia baixo, o pau latejando na minha mão. A visão dos três juntos era demais. Aline olhava para a câmera de vez em quando, gemendo meu nome. O tesão era insano. Eu acelerava a punheta, sentindo o orgasmo se aproximar.
Aline gozou intensamente, o corpo convulsionando enquanto João metia fundo na buceta dela e Letícia esfregava seu clitóris. Ela gemia alto contra o seio de Letícia, os olhos revirando de prazer, o orgasmo forte fazendo suas pernas tremerem. João e Letícia continuavam estimulando-a, prolongando o prazer até Aline ficar mole e ofegante.
Depois disso, Letícia se ajoelhou e chupou o pau de João com fome, lambendo toda a extensão e engolindo fundo. Aline punhetou um pouco o pau e fez João gozar tudo na garganta de Letícia. Letícia engoliu com prazer, gemendo baixinho enquanto recebia o gozo.
Eu gozei logo após, fazendo mais barulho do que eu gostaria, gemendo rouco enquanto jatos quentes saíam do meu pau. A visão deles três juntos tinha sido demais para mim.
A chamada continuou por mais alguns minutos, com risadas e respirações pesadas. Aline sorria para a câmera, o rosto corado de prazer. Eu me sentia exausto, mas satisfeito. A conexão entre nós era forte. A chamada de vídeo foi encerrada com os três se despedindo de mim, falando que iriam almoçar juntos. Aline também falou, com um tom sensual:
— Ai, amor, apenas uma punheta não é suficiente para baixar esse seu fogo. Encontre alguém para te chupar, ou você foder… E me ligue para mostrar a cena.
Eu ri e concordei, encerrando a chamada com um beijo mandado. Ainda sentado em um dos sofás da minha sala e com o pau na mão, Levantei o olhar e vi que Suzana tinha aberto a porta com um semblante assustado. Ela estava estática, com um olhar hipnotizado para o meu pau ainda duro.
Dois segundos depois, o que parecia uma eternidade para mim, Suzana envergonhada pediu desculpas e trancou a porta apressadamente. Eu fiquei ali, o coração acelerado, percebendo que aquela não era a situação ideal. Decidi que lidaria com aquilo assim que meu pau não estivesse duro.
O resto da tarde prometia ser complicado. Eu me arrumei rapidamente limpando a porra que tinha caído em mim, tentando voltar ao trabalho, mas a mente ainda estava na chamada.
Eu comecei a pensar em todas as coisas que Suzana pudesse estar imaginando, mas rapidamente parei de cogitar o que não sabia. Suzana era uma funcionária de bastante tempo. Estava na empresa a mais tempo do que a maioria dos outros funcionários. Ela tinha muito tempo de empresa e já tínhamos passado por muitas situações juntos, sem nunca perder o respeito ou o companheirismo profissional.
Com apoio meu, Suzana tinha terminado a faculdade de secretariado executivo. Eu achava que ela fosse sair da empresa ao completar o curso, mas ela decidiu seguir conosco. Mesmo sem eu ter prometido nada anteriormente, acabei criando um programa de desenvolvimento profissional na empresa e os salários de Suzana e de outros funcionários aumentaram com a capacitação profissional, o que trouxe vários benefícios para a empresa.
Ao lembrar de tudo isso, eu já mais recomposto e calmo, decidi falar com Suzana. Peguei o telefone da minha sala e liguei para a recepção. Quando ela atendeu, eu perguntei com a voz o mais normal possível:
— Su, já almoçou?
Ela respondeu que não. Eu a convidei para almoçarmos em um restaurante próximo, dizendo que precisava conversar com ela sobre algo importante. Suzana aceitou, um pouco hesitante, mas concordou.
Eu me arrumei rapidamente, respirei fundo e saí da sala. Encontrei Suzana na recepção, o rosto ainda um pouco corado. Caminhamos juntos até o restaurante, o silêncio inicial sendo quebrado por conversa leve sobre o dia.
No restaurante, um local calmo e com algumas cabines mais intimistas, pedimos algo simples e eu comecei a explicar o que ela tinha visto. Suzana ouviu em silêncio, claramente constrangida. Eu enfatizei que tinha sido uma chamada particular e que não era algo que costumava acontecer no trabalho. O almoço ajudou a aliviar a tensão.
Suzana começou a falar que ela não queria ter invadido minha sala. Ela ficou realmente preocupada, pois escutou da recepção alguns barulhos estranhos. Ela achou que eu pudesse estar passando mal. Depois Suzana disse, com a voz mais calma:
— A gente tem trabalhado juntos faz tanto tempo, seu Guilherme. Não quero que isso acabe. Sempre gostei de ficar na empresa com você.
Eu senti um tom amigável e companheiro de Suzana. Eu disse fazendo mistério:
— Só vamos mudar uma coisa…
Suzana olhou atenta, quando eu continuei mais descontraído:
— Me chame de Gui, Su. Você está na empresa a mais tempo que todo mundo e somos quase da mesma idade. Não me faça sentir mais velho do que eu sou.
Suzana deu uma risada e disse que iria tentar. O almoço transcorreu calmamente e nós combinamos de não mencionarmos o que tinha acontecido na minha sala.
A conversa fluiu leve depois disso, falando sobre o dia a dia da empresa e planos futuros. Eu me sentia mais tranquilo, sabendo que a relação profissional com Suzana continuaria boa.
Nós dois voltamos para a empresa e o resto do expediente transcorreu normalmente. Já era 16:30 e não havia mais nenhuma demanda extra, então eu liberei todos para irem para casa. Suzana, como de costume, esperou mais tempo até eu sair, para fechar tudo. Eu peguei o telefone e liguei para a recepção, perguntando se ainda havia café feito.
Suzana respondeu, com um tom leve:
— Seu Guilher… Gui, os meninos acabaram com o café, mas eu faço rapidinho um pouco e tomo com você uma xícara.
Eu achei fofo a tentativa de Suzana de me chamar de Gui e aceitei a gentileza de fazer café. Também achei que o tom dela estava mais amigável do que o de costume, mas decidi não pensar muito naquilo.
Algum tempo depois Suzana bateu na porta da minha sala, entrando com uma pequena bandeja com duas canecas e uma garrafa de café. Eu percebi que ela estava mais bonita do que o de costume. Os cabelos pretos azulados estavam soltos e com um balanço diferente, contrastando com a pele bronzeada, mas ainda branca. O conjunto de roupa executiva dela a deixava mais apetitosa: a saia um pouco acima dos joelhos ressaltava sua bunda arrebitada e pernas grossas, enquanto a blusa estava com um decote maior que o normal, fazendo seus seios aparecerem mais.
Eu poderia jurar que Su havia aberto dois botões a mais do que o normal. O café cheirava bem e o ambiente ficou mais leve com a presença dela.
Su sentou no sofá, colocou a bandeja sobre a pequena mesa em frente ao sofá, cruzou as pernas sensualmente e começou a servir o café. Ao terminar, estufou mais o peito e me convidou para sentar no sofá e tomar aquela caneca de café com ela. Eu sentei ao lado dela e nós dois conversamos naturalmente. Eu sentia o aroma do café e o cheiro sedutor de Suzana. Como o perfume dela me cativava!
Su disse com um tom calmo e doce:
— Sabe, Gui, eu não consegui tirar da minha mente o que vi mais cedo aqui na sua sala. Sei que não foi culpa de ninguém, mas eu já te olhei com desejo algumas vezes durante esses anos aqui na empresa.
Eu, sem saber o que falar, fiquei em silêncio e Su continuou, aparentemente tomando mais coragem:
— Por favor, finja que o que vai acontecer aqui nunca aconteceu!
Nesse momento Suzana colocou a caneca sobre a bandeja, se aproximou de mim, virou minha cabeça para si e deu um beijo ardente em minha boca. Eu, ainda surpreso, senti o pau dar sinais de que estava gostando daquilo. Suzana abriu o restante dos botões da blusa e encostava os peitos no meu braço. Nesse momento eu já tinha me livrado da minha caneca e estava apertando a cintura e a bunda de Suzana.
O beijo era quente e urgente. Eu correspondia, sentindo o corpo dela contra o meu. O momento era inesperado e intenso.
Eu coloquei Suzana deitada com as costas no sofá e me posicionei entre as pernas dela, beijando-a intensamente, enquanto nós dois passávamos a mão pelo corpo um do outro. Su começou a tirar minha camisa, os dedos ágeis abrindo os botões. Eu aproveitei a deixa, me levantei e tirei a camisa completamente, depois desabotoei minha calça e a tirei junto com meus sapatos.
Su já havia tirado a própria blusa e ainda deitada tirou a saia sensualmente, revelando a lingerie combinando com o mesmo tom de seu cabelo. Eu retornei ao sofá, deitei dando um beijo molhado em Suzana. Eu já encostava o pau na buceta dela, estando apenas entre nós as finas camadas de pano da minha cueca e da calcinha dela.
Nós dois claramente excitados, nossos corpos se esfregando um contra o outro. Eu beijava o pescoço dela, descendo para os seios, enquanto Su gemia baixinho, as mãos apertando minhas costas. O tesão era palpável, o ar da sala quente.
Eu esfregava o pau contra a calcinha dela, sentindo o calor úmido. Su arqueava o corpo contra mim, as pernas envolvendo minha cintura. O momento era intenso e inesperado.
Nós continuávamos nos tocando, os beijos ficando mais urgentes. O desejo tomava conta de tudo.
A tarde na empresa tinha tomado um rumo completamente diferente.
Em meio aos beijos, Su havia descido a mão, abaixado um pouco minha cueca, agarrado meu pau e batia uma punheta gostosa, sentindo toda a extensão dele. Eu gemia contra a boca dela, o prazer subindo rápido. Em meio a gemidos e aos beijos ela afastou a calcinha para o lado, esfregou a cabeça do pau na entrada de sua buceta e disse, a voz rouca:
— Enfia em mim!
Eu obedeci. Enfiei sem dificuldades. A buceta de Su estava ensopada e acolheu o pau com carinho. Nós dois gememos quando o pau entrou todo.
Eu fazia com vigor movimentos de entra e sai, estocando fundo e constante. Su gemia alto, as unhas cravando nas minhas costas, as pernas envolvendo minha cintura. O prazer era intenso, a buceta apertada e molhada me recebendo perfeitamente.
Eu acelerava o ritmo, segurando a cintura dela, metendo com mais força. Su gemia meu nome, o corpo tremendo a cada estocada.
O momento era quente e urgente. Nós dois nos entregávamos completamente.
Su me agarrou novamente em um beijo, fazendo as estocadas diminuirem. Depois do beijo ela disse, com a voz rouca:
— Deixa eu cavalgar você. Descanse e relaxe, Gui.
Eu tirei o pau de Su, me afastei um pouco, tirei a cueca e deitei com o pau apontando para cima. Su tirou a calcinha e o sutiã, revelando seus seios lindos. Um pouco menores que os de Aline. Su sentou devagar a buceta no pau até entrar tudo. Ela colocou uma mão no meu peito e cavalgava com constância.
Su cavalgava com movimentos lentos e profundos, descendo até sentir o pau todo dentro dela e subindo quase até a cabeça, rebolando os quadris em círculos sensuais. Seus seios balançavam ritmadamente, os mamilos duros chamando atenção enquanto ela apoiava as mãos no meu peito, usando o corpo inteiro para se mover. Ela gemia baixinho, os olhos semicerrados de prazer, apertando a buceta ao redor do meu pau a cada descida.
Aos poucos ela acelerou, batendo a bunda contra minhas coxas com mais força, o som molhado ecoando no escritório. Su inclinava o corpo para frente, esfregando o clitóris contra a base do pau, o prazer crescendo rápido. Eu segurava a cintura dela, ajudando nos movimentos, gemendo o nome dela.
Su estava completamente entregue, cavalgando com urgência, o corpo suado brilhando, os gemidos ficando mais altos. Ela apertava os seios com uma mão enquanto a outra apoiava em mim, rebolando e gemendo com maestria.
Em meio aos gemidos, eu lembrei de Aline e falei:
— Su, eu preciso fazer uma chamada de vídeo com minha namorada.
Su olhou para mim sem entender, ainda rebolando devagar no meu pau. Eu expliquei rapidamente que Aline tinha pedido para mostrar a cena se algo acontecesse. Su hesitou por um segundo, mas concordou com um sorriso tímido.
O momento ficou ainda mais surreal. Eu peguei o celular, liguei para Aline e esperei a chamada conectar enquanto Su continuava cavalgando.
Eu falei para Su que o rosto dela não precisava aparecer, mas que Aline tinha dito para eu ligar para ela enquanto estivesse com outra pessoa. Su ficou mais tranquila e disse que não se importava em aparecer na chamada. Aline atendeu a chamada de vídeo e eu foquei apenas no meu rosto. Eu disse:
— Oi, amor, você disse para eu te ligar. Eu segui o seu conselho.
Aline animada respondeu:
— Pera.
Su continuava a cavalgar, mas sem fazer muitos barulhos. Aline continuou:
— Eu entrei na minha sala. Quase todo mundo já foi embora. Me mostra o que você está fazendo.
Eu respondi displicentemente:
— Eu estou apenas deitado, amor.
Eu virei a câmera para mostrar bem o pau entrando na buceta de Su. A cada descida os peitos de Su apareciam de relance na chamada. Aline ficou nitidamente animada e pediu:
— Amor, que peitos lindos são esses! Me mostra mais!
Eu coloquei a câmera em um ângulo que focava bem nos peitos da Su e mostrava ao fundo meu pau entrando na buceta dela, mas sem mostrar o rosto de quem o estava cavalgando. Aline disse dengosamente:
— Que delícia, amor! Você não vai me contar quem é que está te cavalgando?
Suzana me surpreendeu. Ela pegou carinhosamente o celular da minha mão e aproximou do pau enfiado em sua buceta e foi subindo lentamente. Su demorou um pouco mais nos peitos e por fim mostrou o rosto, dizendo com um sorriso safado:
— Oi, Dona Aline, estou deixando esse pau no ponto para você usar mais tarde. Ele é delicioso.
Aline riu e falou:
— Suzana, mulher, que peitos deliciosos você tem! Obrigado por cuidar bem do meu pau. Vou usá-lo mais tarde, sim!
Eu ri levemente pegando o celular das mãos de Su e disse para Aline que ela tinha elogiado apenas os seios, pois não tinha visto a bunda empinada de Su. Aline ficou claramente animada e já enfiava a mão dentro da calcinha e esfregava bem seu clitóris. Aline gemeu e disse:
— Amor, mete nela de quatro pra eu ver melhor. Coloca o celular na mesa para você enfiar com força.
Su entrou na brincadeira, levantou de mim e ficou de quatro no sofá. Su olhou para trás e disse apenas:
— Vem!
Eu coloquei o celular na horizontal apoiado na garrafa térmica, com a câmera voltada para o sofá. Aline agora tinha uma vista bem ampla. Su já tinha ficado de quatro e Aline falou alto e maravilhada:
— Amor, que bunda linda! Você tem que enfiar bem gostoso.
Eu sorri para a câmera e me posicionei atrás de Su. Eu voltei a enfiar o pau nela. Os movimentos de entra e sai se intensificaram e nossos corpos se encontravam fazendo barulho. Aline incentivava dizendo que aquilo era uma delícia. Eu me animei e dava tapas na bunda de Su.
Su gemia alto e falava para eu enfiar forte nela. Aline gemia alto do outro lado da chamada. Todos nós nos aproximávamos do orgasmo.
O prazer era intenso e coletivo. Eu metia fundo, sentindo a buceta apertada de Su, enquanto Aline assistia tudo com tesão.
Eu enfiei o polegar no cu de Su, enquanto metia o pau na buceta dela. Su se animou e pediu dengosamente:
— Gui, mete o pau no meu cu, por favor.
Eu tirei o pau da buceta dela, lubrifiquei bem e comecei a enfiar devagar no cu. Su gemia alto, empurrando a bunda contra mim. Eu metia com cuidado, sentindo o aperto delicioso.
Su rebolava, pedindo mais fundo. Eu acelerava o ritmo, segurando a cintura dela. Aline assistia tudo, gemendo do outro lado da chamada. O prazer era intenso. Su gemia meu nome, o corpo tremendo. O momento era quente e proibido.
Eu segurei firme a cintura de Su e comecei a enfiar o pau no cu dela devagar, sentindo o aperto quente e intenso. Su gemia baixinho, empurrando a bunda contra mim, pedindo mais. Eu entrava centímetro por centímetro, dando tempo para ela se acostumar, o polegar agora esfregando o clitóris dela para aumentar o prazer.
Quando meu pau estava todo dentro, eu parei por um momento, sentindo o cu dela pulsar ao meu redor. Su gemia rouca, o corpo tremendo. Eu comecei a estocar devagar, tirando quase todo e voltando a enfiar, o ritmo aumentando aos poucos.
Su rebolava contra mim, pedindo mais força. Eu acelerava, metendo com mais vigor, uma mão apertando a bunda dela. Os gemidos dela ficavam mais altos, o cu apertando meu pau a cada estocada.
Eu dava tapas leves na bunda dela, aumentando o tesão. Su gemia meu nome, o corpo suado brilhando. Aline assistia tudo da chamada, gemendo junto.
O prazer era proibido e delicioso. Eu metia fundo, sentindo o cu dela me apertar.
Eu continuei metendo no cu de Su com estocadas firmes e profundas, sentindo o aperto quente e o corpo dela tremendo a cada investida. Su gemia alto, empurrando a bunda contra mim, pedindo mais. Eu segurava a cintura dela com força, acelerando o ritmo, o pau entrando e saindo com facilidade agora.
Aline assistia tudo pela chamada, gemendo e incentivando. Su rebolava contra mim, o cu apertando meu pau, o prazer crescendo rápido para nós dois. Eu dava tapas na bunda dela, aumentando o tesão.
Su gemia meu nome, o corpo inteiro convulsionando. Eu metia mais forte, sentindo o orgasmo se aproximar. Aline também gemia alto, tocando a si mesma enquanto assistia.
No final, todos gozamos juntos. Eu enchi o cu de Su com porra quente, gemendo rouco. Su tremia forte, gozando ao mesmo tempo. Aline gozou na chamada, gemendo feliz por ter assistido tudo.
Ficamos ofegantes, os corpos suados e conectados. Aline sorria na tela, claramente satisfeita.
O momento tinha sido intenso e perfeito.
Aline ficou super feliz em ver tudo e se despediu calorosamente de mim, mandando um abraço para Su. A chamada encerrou e eu falei para Su que aquilo tinha sido maravilhoso. Su disse que se eu quisesse, eu poderia esquecer que aquilo tinha acontecido. Eu respondi que se estivesse tudo ok, eu preferiria continuar a vida sem esquecer aquilo.
Su suspirou, deu um beijo em mim e depois disse:
— Ok, mas você é casado e ninguém precisa saber disso. Vai ser nosso segredinho.
Eu concordei e ofereci uma carona para Su. No caminho para deixá-la em casa, nós conversamos bastante sobre a vida e sobre o que tinha acontecido. Em determinado momento, com o trânsito mais intenso, Su começou a esfregar meu pau por cima da roupa, me deixando duro feito pedra e disse com um sorriso safado:
— Gui, continue dirigindo, que eu vou te chupar até você gozar na minha boca!
Eu não sei o que fiz de bom para merecer essas mulheres na minha vida!
