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Pai e filho se reencontram e se tornam amantes | Capítulo 5: A conversa

Um conto erótico de SmokeBear
Categoria: Gay
Contém 1755 palavras
Data: 14/09/2026 14:43:10

— Tá tudo bem, filhão? Não te machuquei não, né?

— Não, pai, tá tudo bem. E mesmo que tivesse me machucado, provavelmente eu teria gostado… — Renato dizia isso com um sorriso safado no rosto. Permanecemos deitados na cama, os corpos entrelaçados, trocando carinhos e beijinhos enquanto conversávamos.

— Ah é, é? Gosta de uma foda com bastante força, então?

— Adoro, são as melhores!

— Bom saber, filhote. É assim que eu gosto também. Seu cu é muito gostoso, adorei te arregaçar — eu dizia isso tocando seu cu com meus dedos, sentindo minha porra ainda escorrendo.

— Delícia, pai… Me arregaçou bem gostoso… Foi uma trepada maravilhosa!

— Foi mesmo, eu amei. E algo me diz que, apesar de jovem, você é bem experiente nisso, não? — concluí, dando um tapa em sua bunda. Ele riu.

— É, digamos que eu comecei cedo… E tive algumas experiências interessantes…

— Quer me contar alguma?

— Bom… Na época da faculdade eu tinha contato com vários homens gays de diversos cursos. Tínhamos um grupo de Whatsapp e um dia resolveram marcar uma suruba. Naquela noite, eu dei pra uns sete caras, e todos tinham paus bem grossos, como o seu…

— Caralho, sete?? E todos te leitaram?

— Claro! Eu costumo dizer que sem leitada é só meia-foda — eu ri, concordando com a afirmação, e ele continuou — Acho que levou alguns dias pro meu corpo expulsar toda aquela porra.

— Cuzinho guloso, do jeito que seu pai gosta! Mas você se cuida, né?

— Claro! PrEP, DoxyPEP, vacinas, testagens regulares… Tá tudo bem. E você, pai? Alguma história parecida?

— Bem, teve uma época que eu tinha um grupo de amigos que saía com frequência e todos transavam entre si. Praticamente todo final de semana tinha suruba. Mas acabou que nos distanciamos com o tempo e hoje falo com apenas dois deles.

— E você ainda transa com eles?

— De vez em quando, acontece…

— Ah, então eu realmente estava sendo empata-foda nesse último mês…

— Nada disso, filho — eu ri, lhe dando um beijo na testa e um cafuné — Faz tempo que a gente não se encontra mesmo, todo mundo muito ocupado.

— Te confesso que isso foi algo que me deixou surpreso… — Renato acendeu dois cigarros, me dando um em seguida.

— O que, exatamente?

— Quando eu confessei o que estava sentindo, eu não imaginava que você era gay… Por isso eu estava tão aflito… Além do fato de você ser meu pai, claro.

— Na verdade, eu sou bi, filho.

— Ah… Não sabia!

— É… Eu pensei em te contar algumas vezes nesse último mês, mas nunca encontrei uma oportunidade adequada.

— Foi por isso que seu casamento com a mamãe acabou?

— Na verdade, não. Foram as questões de convivência mesmo. Eu só comecei a me relacionar com homens depois do divórcio, e nunca mais parei.

— E você teve namorados?

— Tive três namoros sérios, mas infelizmente curtos. Todos eram caras mais jovens… O último, Flávio, até lembrava um pouco o você de agora… Muito inteligente, bonito, gostoso, safado, puto… Adorava fumar um charuto comigo. Eu gostava muito dele, demorei pra superar mas realmente não estava dando muito certo. Expectativas diferentes, sabe?

— Ah, então você sempre curtiu foder um novinho? — meu filho perguntava com um sorriso debochado e provocativo. Fiquei morrendo de tesão e vontade de lhe dar um tapão na cara, mas segurei.

— Acho que o jeito que te comi prova isso, né? — respondi, enquanto nós dois ríamos.

— Mas você nunca mais se relacionou com mulheres?

— Tive alguma coisinha aqui e ali, mas nada sério. Eu não deixei de sentir tesão por mulheres, nada do tipo, mas eu prefiro me relacionar e transar com outros homens.

— Sorte deles, que podem se deliciar com essa piroca maravilhosa… — meu filho brincava com meu pau entre os dedos, fazendo-o ficar meia bomba.

— E sua agora, também, né? Aliás, que nada, sorte a minha! — o olhar de cachorrinho pidão do meu filho voltou imediatamente nesse momento — Mas e sua primeira vez, filho? Como foi? Já foi com um homem? Você chegou a ter alguma coisa com mulheres?

— Nunca tive nada com mulheres, sempre soube que era gay. Na época do colégio, chegou a rolar troca-troca com uns colegas, mas nada demais. Eu nem ficava com ninguém naquele tempo, me senti mais seguro na época da faculdade. Mas a primeira vez que transei, mesmo, você nem vai acreditar com quem foi…

— Quem?

— O “seu” Antonio, da banca de jornal…

— O quê?? Aquele filho da puta tirou a virgindade do meu filho??

— Calma, pai! — sorriu Renato, de forma tenra — Ele já sabia que eu sou gay porque eu comprei umas revistas pornô algumas vezes. De certa forma, acho que eu queria que ele soubesse, porque pornô hoje em dia é tudo online, né? Mas eu tinha um tesão muito grande por ele e era doido pra dar pra ele…

— Nossa, filho… — respondi, dando uma gargalhada alta — Eu jamais imaginaria!

— Pois é… Daí, um dia, eu entrei na banca quase na hora de fechar pra comprar algo e ele perguntou se tinha problema fechar a banca enquanto eu escolhia. Peguei algo e quando cheguei no caixa vi que ele estava com o pau duraço pra fora, punhetando… Eu fiquei maluco! Quando vi, ele estava me colocando pra mamar. Depois, me fez ficar de quatro e me comeu ali mesmo.

— Caralho… E ele gozou em você?

— Ele me comeu com camisinha mas, na hora de gozar, meteu o pau na minha boca de novo. Foi a primeira porra que provei na vida.

— Não acredito nisso… Se eu encontrar esse cara de novo, encho ele de porrada!

— Seu bobo! — disse meu filho, rindo, e me dando mais um beijo gostoso em seguida — Ele foi bruto mas não me machucou não, e eu adorei. Pena que nunca mais aconteceu… Acho que eu sempre tive tesão por homens mais velhos.

— E isso me traz outra pergunta, filho… Pode responder com sinceridade, tá? Você já tinha sentido tesão pelo seu pai antes?

— Não, pai — Renato respondeu de forma decidida, mas ainda assim delicada — Eu realmente sempre te vi como meu pai, meu herói, o cara que cuidava muito bem de mim. Eu só realmente senti algo a mais por você depois desse reencontro… E você?

— Também não, filho. Você sempre foi meu garoto que eu amava e queria cuidar pelo resto da vida. Na verdade, eu só tomei consciência que te desejava como homem nessas últimas horas… Posso ter sentido alguma coisa ao longo desse último mês em que convivemos juntos, mas só agora tive clareza sobre o que queria… E o tesão por cigarro, charuto…? Como surgiu? Tive algo a ver com isso?

— Acho que, quando morávamos juntos, era mais uma curiosidade minha. E aí, em algum momento, roubei um cigarro seu para experimentar. Mais tarde, foi um charuto.

— E como foi?

— Horrível! — Renato deu uma gargalhada gostosa que me fez ficar ainda mais bobo por ele — Mas aí, ao longo das minhas descobertas como homem gay, consumindo pornografia e tudo mais, vi que era algo que me excitava. Achava que talvez eu gostasse só de ver outros homens fumando, mas logo descobri que fumar me excitava também.

— Que delícia, filhote. Acho que eu realmente estava sentindo muito tesão ao fumar com você… E agora, te comendo, ainda por cima… — trocamos mais um beijo enquanto nos acariciávamos.

— Pai…. Sem querer entrar em dilemas morais nesse momento… Afinal, tá tão gostoso… Mas a gente tá fazendo algo muito errado?

— Tipo, um crime?

— É… Tipo um crime…

Fiquei calado por alguns instantes, voltando para a realidade e analisando a situação da forma mais objetiva possível. Renato me encarava, ansioso por uma resposta, que eu procurei formular da forma mais clara e sincera — para ele, mas também para mim.

— Acho que a maioria das pessoas diria que sim, que estamos cometendo um crime, um pecado, algo imoral, abominável. Mas só nós dois sabemos o que sentimos. Só nós sabemos o que isso significa. Só nós sabemos o que um é para o outro. Além disso, somos maiores de idade e transamos com consentimento. Talvez a gente ainda tenha muito o que refletir sobre isso… Mas a única coisa que eu sei agora é que eu te amo, meu filho. Eu te amo por ser meu filho, e eu te amo por ser esse homem. Você me enche de amor e agora descobri que me enche de tesão também. Então, não sei… Será que é tão errado assim?

— Te amo muito também, pai — respondeu meu filho depois de me dar um beijo de língua, quente e demorado — Sabe o que eu penso? Sabe quando você está vendo um filme e tem uma passagem de tempo? Para os personagens, pode ter passado vários anos mas, para a audiência, foi questão de segundos. Eu me senti nesse lugar da audiência quando nos reencontramos, e durante esse último mês. Apesar de estarmos distantes há muito tempo, parecia que apenas alguns instantes tinham passado. Você continuava sendo meu pai, o cara que eu amo e admiro. Mas a passagem de tempo é inegável, nós dois mudamos muito. Então, agora no lugar dos personagens nessa minha analogia doida, eu realmente estava redescobrindo você. E nesse processo descobri que, além de meu pai, você é um homem que me deixa morrendo de tesão, e que me fode de um jeito que nunca ninguém fodeu.

— Eu sinto a mesma coisa, filhote — respondi, depois de mais um beijo — E tem o fato que a sua mudança também reflete em aspectos físicos. Olha o homem que você virou! Você cresceu e virou um macho muito gostoso e safado!

— Ué, mas você também! Tá mais velho, um coroa gostoso, putão… Igual aos que eu chupava nos becos escuros perto da faculdade…

— Vai ter que me contar melhor essa história, seu puto safado! — dei mais um tapa na sua bunda e nos abraçamos, trocando um beijo que pareceu ter durado horas.

Passamos aquele domingo todo na cama conversando. Já era final da tarde e estávamos morrendo de fome. Tomamos um banho juntos e saímos para comer algo. Na volta, acendemos um charuto. Sentado em meu colo no sofá, meu filho tragava o charuto e soprava a fumaça dentro da minha boca. Eu tragava aquela mesma fumaça e devolvia na cara dele. Em seguida, comi seu cu novamente: eu em pé, ele apoiado no balcão da cozinha. Depois de inseminar meu filho outra vez e fazê-lo gozar em minha boca, fomos para meu quarto e dormimos juntos pela primeira vez depois de muitos anos. Mas agora, estávamos nus e eu o abraçava de conchinha, sentindo minha porra escorrer pelo seu rabo, molhando meu pau.

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Foto de perfil genéricaSmokeBearContos: 10Seguidores: 14Seguindo: 5Mensagem Urso maduro, fumante, amante de ursinhos jovens maiores de idade

Comentários

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Esses dois são bem excitantes, fico imaginando essas cenas deles fumando charuto e acho bem sensual...será que tbm estou pegando tensão nisso?! Enfim, que delicia.

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