Sabe aqueles prédios antigos e tradicionais da região central de São Paulo, onde as famílias moram há muito tempo e todo mundo se conhece? Pois é; minha irmã mais velha morava num desses com o meu cunhado. Meu sobrinho estava morando fora, fazendo um intercâmbio em outro país.
Foi no prédio deles que eles conseguiram um apartamentinho bem pequeno, com um aluguel bem baratinho e lá eu fui morar, assim que me separei e resolvi voltar a morar na capital, já que estava morando no interior.
Estava com trinta e cinco anos, sem filho e, novamente, solteiro depois de um casamente rápido e errado, que durou apenas dois anos.
Minha irmã e meu cunhado conheciam todos os moradores e logo eu também fiquei amigo de alguns, principalmente do casal que morava porta a porta com minha irmã.
A Marina e o Rui, um casal quarentão, tinham um filho bem jovem, dezoito anos se preparando para a faculdade, chamado Thiago. Um garotão muito bonito e bem agradável.
Thiago ou Guinho, como todos o chamavam, era daqueles jovens que tem uma beleza estonteante. Olhos claros, cabelos lisos, na altura dos ombros, corpo todo proporcional e um jeitinho muito delicado, talvez por ser filho único e ser muito paparicado, tratado como filhinho e elogiado pela beleza.
O moleque era uma gazela e logo fez muita amizade comigo. Eu até me sentia constrangido, pois dava pra ver que o moleque tinha um tesão incontrolável por mim.
Meu cunhado, muito malandro, disse discretamente, um dia em que estávamos sozinhos na sala bebendo uma cerveja:
— É Pedrão, você com esse jeitão de macho alfa, morenão e todo malhado, nem precisa se preocupar com boceta. É só jogar um lero que o Guinho libera aquela bundinha gostosa pra você. – Eu fiquei sem jeito com aquela conversa, apesar de já ter visto meu cunhado com os olhos grandes em cima do moleque.
— Você tá maluco Augusto? Para de brincadeira. Não quero saber disso não. O moleque é filho de nossos amigos, é muito rolo pra administrar.
— Para de bobagem. O moleque é uma bonequinha. Ele já tem idade pra saber o que quer e ele quer esse volumão que tu carregas aí entre as pernas. Se eu fosse solteiro eu mesmo já teria metido a vara nele, mas casado não dá. – Meu cunhado falou, dando um gole na cerveja.
— Cavalo amarrado também pasta, cunhadão. Cai dentro, quem sabe o moleque não encara. – Falei dando risada.
— Cê tá maluco! Tua irmã não dá um tempo, marca cerrado em cima de mim. Tenho maior medo de entrar em cilada. – Ele falou rindo e a gente continuou bebendo e falando bobagens, enquanto minha irmã estava distraída na cozinha.
Mais ou menos uns dez dias depois dessa conversa, eu estava chegando em casa, vindo do trabalho, com um monte de sacolas do mercado nas mãos, quando dei de cara com o Guinho, esperando o elevador. Ele me cumprimentou e pegou umas sacolas para me ajudar.
— Obrigado Thiago! Essas sacolas estavam me atrapalhando mesmo, estou com essas pastas de trabalho na mão. – Agradeci e subimos juntos, eu moro no oitavo andar e ele no quarto, mas fez questão de ir até em casa comigo. Entramos, joguei as pastas em cima do sofá e fomos até minha pequena cozinha guardar as sacolas.
— Seu apartamento é muito bonitinho, Pedrão. Deve ser muito bom morar sozinho, eu não vejo a hora de sair de casa e ter meu próprio cantinho, longe dos olhos de meus pais. – Ele falou.
— Calma Thiago, você é muito jovem ainda, vai fazer faculdade. Estude e faça as coisas no devido tempo. Na hora certa as coisas acontecem. Eu só estou vivendo sozinho agora por que me separei.
— Me chama de Thiago não, me chama de Guinho, como todo mundo chama. Fica mais suave em sua boca. Pois é; eu me pergunto como é que uma mulher deixa um homem como você. – Ele falou, me pegando de surpresa. Eu olhei em seu rosto e senti ele corar.
— Tem nada demais não, Guinho. Sou um cara comum. Tem um monte de homem mais interessante que eu por aí, ela deve ter arranjado coisa melhor. – Falei sorrindo.
— Não sei não. Tem pouco homem de verdade no mercado. Homem bonito e gostoso assim que nem você é tudo veado. Eu sei disso. – Ele falou, me pegando novamente de surpresa e me deixando um pouco excitado com a conversa. Eu estava meio carente, fazia tempos que não fodia.
— Você acha isso mesmo, é? E como tu sabe dessas coisas. – Eu perguntei, tentando bancar o inocente.
— Sabendo, ora bolas. Eu não sou bobinho não. Só tem veado na praça. Macho assim que nem você é difícil. – Ele disse isso e se aproximou de mim, passando a mão em meu peito.
— Para com isso meninão. Você é filho do meu amigo e vizinho, isso não é legal.
— Só tá nós dois aqui, macho. Meus pais nem estão em casa. Posso ficar à vontade. Eu sou discreto, pode confiar. - O moleque falou isso e já foi alisando minha perna, indo com a mão em direção ao meu pau, que já pulsava na cueca.
— Faz assim não garotão. Melhor você ir pra casa. – Eu falei quase que contra minha vontade, mas tinha que tentar me segurar. Não adiantou muito. A mão dele apertou e sentiu o meu pauzão duro.
— Que pauzão grande que você tem! Tá duro como pedra. Você tá com tesão. – Falou me olhando e lambendo os lábios.
— Não faz assim Thiago. Eu não sou de ferro!
— Me chama de Guinho, eu gosto mais. Me deixa ver só um pouquinho? – Ele pediu cheio de manha na voz e eu me entreguei. Abri o zíper da calça e pus o pauzão para fora. O moleque respirou fundo, lambeu os lábios e, antes que eu pudesse fazer alguma coisa, ele já estava ajoelhado no meio da cozinha, com o meu pauzão atolado na boca.
— Caralho moleque! Isso não tá certo. – Eu falei, sentindo aquela boca macia no meu pau, engolindo tudo. Boquinha de quem já tinha feito muito aquilo.
— Tá certo sim, macho. Um pauzão desses tem de ser bem tratado. Pica gostosa que você tem! – Ele falava e continuava mamando. Eu segurei em seus cabelos, puxei sua cabeça de encontro ao meu pau e fodi aquela boquinha gulosa, socando meu pauzão até o fundo da garganta dele.
— Fode minha boca, macho! Me dá leitinho. – O putinho pedia, enquanto engolia meu caralho.
Eu me descontrolei e meti meu pauzão naquela boca macia. Boquinha de veludo. Ele mamou com gosto e logo eu senti o gozo chegando.
— Vou gozar, moleque! Vou gozar! – Eu gemi gostoso.
— Pode gozar. Me dá leitinho de macho. – Ele falou, sem tirar o meu pau da boca. Eu senti as bolas ferverem e despejei várias golfadas de leite quente direto na garganta do putinho, que engoliu tudo e ainda lambeu os lábios.
Depois do gozo veio a culpa e eu senti que tinha feito o que não devia.
— Melhor você ir embora, garotão. A gente não devia ter feito isso.
— Você não gostou? – Ele perguntou, fazendo biquinho.
— Gostei, mas não acho certo. Tenho medo de seus pais descobrirem e dar confusão pro meu lado.
— Eu nunca vou contar nada. Pode confiar. Me deixa ficar aqui mais um pouquinho com você? Quero que você me foda. Come meu cuzinho, macho! – Ele falou isso com naturalidade, eu me assustei e mandei ele ir pra casa.
— Você tá maluco moleque? As coisas não são assim não. Eu preciso pensar no que fiz. Outra hora a gente conversa. – Eu falei abrindo a porta para ele ir embora. Se ele ficasse mais um tempinho eu ia fazer besteira.
Quando ele estava saindo, o elevador se abriu e meu cunhado saiu dele. Eu fiquei gelado na hora. Minha cara deve ter entregado tudo. Meu cunhado deu uma olhada para ele, deu um sorrisinho e entrou em meu apartamento.
— Maravilha de visita. Resolveu seguir meus conselhos? Tá metendo no cuzinho do moleque? – Ele perguntou sorrindo e piscando o olho maliciosamente.
— Deixa de ser maldoso, Augusto. O moleque veio me ajudar a trazer umas sacolas.
— Tá bom, eu vou acreditar. Mas vê se fode logo esse veadinho, que ele tá doido pra sentar em teu pauzão. Por falar nisso; os pais dele mandaram te convidar para passar o fim de semana na casa de campo deles. Disseram que fazem questão que você vá. O Guinho também pediu para eles te convidarem. – Ele disse isso e riu mais uma vez.
— Não sei se devo, cara. Não tenho muita intimidade com eles. Se bem que seria uma boa, eu estou bem cansadão.
— Vamos sim. Lá é bem legal. Fica numa região bem gostosa, tem uns locais gostosos para passear. Você vai se divertir.
Eu resolvi aceitar o convite e no sábado bem cedo lá estávamos nós, no sitio dos pais do moleque. Ele estava todo alegre e não saía do meu pé, eu estava até com medo de alguém estranhar aquele chamego todo.
À tarde fomos fazer um passeio por umas trilhas até uma cachoeira e, lá chegando, minha irmã e os pais deles caíram nas águas.
Eu também tomei um banho, notando os olhos grandes do meu cunhado para a bunda do moleque, presa numa sunga de banho bem sensual. Teve uma hora que ele saiu da água, falou para os pais alguma coisa e me chamou:
— Pedrão, tem um local bem bonito aqui perto, vamos lá que eu quero te mostrar. - Ele falou, me puxando pela mão para dentro do mato. Os pais só olharam e deram tchau, sem questionar nada.
Andamos um pouco por dentro da vegetação, seguindo umas trilhas, e logo chegamos numa pequena clareira, rodeada de árvores grandes. Um local meio deserto, mas com uma vista bonita para umas montanhas distantes.
— Bonito isso aqui! - Eu falei.
— Não te falei que era bonito? Aqui é meu cantinho especial, queria mostrar para você. – Ele disse isso e me segurou num abraço forte. Roçando aquele corpinho pelado no meu.
— Para meninão, não faz isso! Pode chegar alguém. Teus pais podem vir aqui. – Eu falei, tentando me afastar.
— Fica tranquilo, não vem ninguém aqui. Aqueles dois não gostam de andar no meio do mato não. – Ele falou, isso e já foi metendo a mão em minha bermuda molhada, fazendo meu pau endurecer em sua mãozinha safada. Logo meu pau estava todo dentro da boca dele, que mamava como um bezerro faminto, me arrancando gemidos.
— Mama putinho! Você quer mamar, então engole meu pauzão. - Eu falei, empurrando a cabecinha dele de encontro ao meu caralho. Meu pau babava muito naqueles lábios macios. Ele engolia tudo com muita facilidade. Tava um sol muito forte, eu sentia meu corpo esquentando, enquanto era mamado pelo putinho.
Ele arrancou a sunga fora e ficou peladinho em minha frente, mostrando aquela bundinha grande e macia.
Procurei uma sombra e o puxei para atrás de uma árvore gigante que tinha lá. Coloquei ele em pé, com as mãos apoiadas no tronco da árvore. Ele empinou bem a bunda e eu meti a língua naquele cuzinho, sentindo a quentura daquele rabo juvenil, carente de pica de macho. Ele gemeu pedindo:
— Me fode, macho! Abre meu cuzinho com o teu pauzão. – Eu estava enlouquecido com aquele moleque puto. Dei uma cuspida no meio do cuzinho dele, outra na cabeça do meu caralho e logo estava encaixado no buraquinho dele, forçando suas preguinhas.
— Vou te foder moleque! Vou dar o que você tanto quer. – Eu forcei meu caralhão e senti a cabeça entrando, rasgando aquelas preguinhas apertadas, ele fez menção de gritar, mas eu tapei a boca dele com a mão e terminei de afundar meu pau até o talo naquele buraquinho. Esperei um pouco pra ele se acostumar e logo estava bombando naquele cu, ouvindo os gemidos dele.
— Tá gostoso, Pedrão! Me fode cara! Quero ser seu brinquedinho. Come meu cu, macho gostoso. – O puto pedia e empinava o rabo pra trás, sentindo meu pau furar bem lá no fundo do cuzinho dele.
— Tô fodendo, moleque! Você é muito gostoso. Eu vou estourar esse teu cuzinho. – Continuei metendo forte, entrando e saindo daquele rabo apertado.
— Mete, macho! Leita meu cuzinho. Quero teu leite dentro do meu buraquinho.
— Vou leitar, moleque. Vou leitar esse teu cuzinho. Toma leite de macho, putinho. Toma leite no cuzinho, seu puto! – Eu dei um gemido forte e alto, sentindo meu pauzão jogando leite bem no fundo do cuzinho do puto. Que continuava que a bunda bem empinada.
— Isso mesmo, cunhadão! Dá leite pra esse putinho que é isso que ele queria. – Eu tomei um susto ao olhar para o lado e ver meu cunhado ao nosso lado, com o pauzão pra fora, duro feito uma estaca.
— O que você tá fazendo aqui, Augusto? O resto do pessoal também tá vindo? – Eu perguntei assustado.
— Eu sabia que vocês estariam aqui, metendo. Já vi esse putinho trazendo um amiguinho aqui, escondido sem ele me ver. O pessoal tá lá entretido na cachoeira. Fica tranquilo. Também quero gozar. – Meu cunhado falou, levemente alterado pelo álcool das cervejas que tinha bebido. Eu ia falar alguma coisa, mas ouvi a voz do moleque:
— Pode meter Tio Augusto. Mete seu pauzão também.
— Vou meter, putinho! Há muito tempo que eu cobiço esse teu rabo. Vou aproveitar o leite do cunhadão como lubrificante.
Meu cunhado se aproximou, segurou na cintura do moleque e empurrou o pauzão grande e grosso. Pauzão branco da cabeça rosada. O moleque gemeu e aguentou as estocadas fortes.
As coxas do meu cunhado batendo na bunda do moleque faziam um barulho gostoso e eu fiquei de pau duro novamente. Meti o meu pau na boca dele e ele ficou mamando, enquanto era arrombado pelo meu cunhado, que metia sem dó.
— Vou gozar, porra! Vou gozar nesse cuzinho gostoso. – Meu cunhado gemeu, estremecendo todo o corpo.
Eu só segurei a cabeça do moleque e empurrei meu pau em sua garganta, soltando outra porção de leite quente na goela dele.
O putinho engoliu tudo. Estava com a pele toda arrepiada. Também estava gozando sem de tocar, depois de ser bem arrombado.
Voltamos os três para a cachoeira e caímos na água, junto com os demais que nem desconfiaram de nada.
Foi um fim de semana muito agradável.
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