Depois de nossa aventura na sexta-feira, onde minha mulher conheceu um moreno chamado Ronaldo e de tudo que foi relatado no conto anterior, acordamos no sábado com uma baita ressaca, tanto de álcool como de moral. Eu olhava para minha esposa tentando esboçar naturalidade, como se nada do que aconteceu fosse algo anormal. Ela, por outro lado, não escondia estar bastante incomodada. É como se ela pensasse se eu estaria pensando nela como uma vadia ou coisa assim. Eu, nunca iniciaria minha esposa em uma vida sexual como a que propus se fosse pensar isto dela depois que acontecesse algo. Resolvi conversar com ela e perguntar como ela estava se sentindo e a resposta dela tinha tom de arrependimento. Perguntei se ela estaria arrependida e ela não me respondeu nem que sim nem que não. Somente estava tentando assimilar os acontecimentos. Ela disse que não havia se preparado para tudo e que não estava conseguindo digerir tudo isto. Foi um turbilhão de sentimentos, me disse.
- Olha, eu devo te pedir desculpas, não era minha intenção te fazer sentir-se culpada de algo que eu a induzi a fazer. Se formos fazer algo parecido, quero que tenha certeza absoluta de que só irá acontecer se realmente você estiver a fim e que se sinta confortável com isto.
- Meu amor, tudo bem, não precisa se desculpar. Mesmo tendo feito tudo ontem por você ter me levado a isto, eu fiz por que eu quis. Na hora eu curti muito pode acreditar. Mas agora, sei lá. Tem um gosto esquisito na minha boca.
- Então você curtiu mesmo?
- Sim, foi muito diferente. Sabe, deixar outro homem me tocar como Ronaldo me tocou e, sabendo que você estava a poucos metros e que sabia o que estava rolando, me deu muito tesão. Não sei te explicar por quê. Só sei que acabei gozando forte com ele me tocando e eu pensando em você por perto. Tipo fazendo escondido sabe?
- Nossa. Agora fiquei impressionado. Muito bom que você está se abrindo comigo. Só não imaginei que faria tudo assim de uma forma tão rápida, se consegue acompanhar meu raciocínio. Tinha tanto medo e tudo tão diferente. Mas muito bom que tenha gostado. A pergunta que eu quero fazer agora: Vai ligar para ele hoje? Sabe que se ligar e sair vai acabar dando para ele.
- É. Verdade. Disto eu sei. Não sei o que fazer. Minha cabeça está dando voltas com tudo isto. Não vou negar que me sinto atraída pelo carinha, mas...
- Mas o quê?
- Acho que dar um amasso já tinha ido longe. Dormir com ele amor? Ah, sinceramente não sei. Acho que isto vai pesar muito.
- Mas ele enfiou dois dedos na sua bocetinha ontem. Qual a diferença dele meter o pau? Eu não vejo diferença nisto.
- Nossa, do jeito que fala me sinto vulgar. Pode não parecer muito para você que é homem, mas para uma mulher tem muita diferença. Fazer sexo envolve os corpos ficarem colados, um quase dentro de outro. Envolve criação, posso engravidar dele esqueceu-se? E também envolve muitos beijos na boca e a nossa intimidade fica totalmente exposta. E existe a possibilidade de me apaixonar por ele. Isto é para você entender o que está passando na minha cabeça agora tá bom?
- Eita, calma. Rsss. Não precisa ficar nervosa amor. O que quis dizer é que ele já conhece sua intimidade, tocou seus seios, e até chegou a lamber. Também conheceu seu lugar mais íntimo, mesmo com os dedos. Então ele já quebrou sua resistência. Para falar a verdade, ontem ele só não te comeu por não ter um lugar alí para tanto. Estou errado?
- Verdade, acho que se tivesse um lugar alí, devido ao envolvimento eu teria cedido completamente.
- Bom, novamente vou perguntar. O que pretende fazer hoje então? Quer ligar para ele e marcar algo ou prefere que retornemos para casa?
- Posso responder com outra pergunta? O que você acha que devo fazer?
- Faça aquilo que você achar que quer fazer, sem arrependimentos, sem medo. Sabe que estou aqui contigo e não vou contra sua decisão, qualquer que seja. Mas uma coisa eu te aviso. Se decidir por ficar e vê-lo hoje a noite, esteja preparada.
- Meu amor, vamos fazer assim. Vamos sair, almoçar, dar uma volta pela cidade e aí eu me decido. Tudo bem?
- Claro. Como você achar melhor.
Descemos para o café no hotel e para nossa surpresa o horário que servem o café já havia passado, então saímos direto para a rua e tomamos um lanche numa padaria próxima. Pegamos o carro e ficamos rodando pela cidade. Visitamos alguns lugares bacanas e lá pelas 14:00 horas resolvemos ir a um restaurante ao lado de um lago que fica um pouco afastado do centro, porém nos indicaram que seria a melhor opção na cidade.
Entramos neste restaurante e ele estava bem cheio. Escolhemos uma mesa e o serviço era self-service. O garçom serviu-nos as bebidas e nos indicou o serviço completo por cabeça. Assim teríamos maior poder de escolha do que comer.
Tomamos uns 3 chopps e resolvemos almoçar para depois dar uma cochilada no hotel. Ao chegarmos ao routisserie minha mulher me cutuca eu quando olho deparo com o sujeito ao lado de uma morena de cabelos longos e de uma loira magrinha. Os três estavam se servindo e minha mulher falou para mim: “que cara mulherengo.”
Notei que ela ficou visivelmente “abalada” por ter visto seu novo amigo acompanhado de 2 mulheres. Eu quase me diverti com isto. Porém imaginei que depois disto ela fosse desistir e me faria voltar para casa. Mantivemos a naturalidade e até fizemos de conta que não percebemos alí a presença deles.
Retornamos a mesa, e quando começamos a comer vem uma garçonete do local com um papel em uma das mãos. Perguntou se não seria inconveniente da parte dela entregar o papel para minha mulher. Dissemos que não que estava tudo bem.
Assim que a garçonete se retirou minha mulher abriu rapidamente o papel, leu o conteúdo e ficou me olhando. Começou a rir e eu perguntei:
- O que está escrito? Posso saber?
Ela rindo me passou o papel. Tentando fazer de forma discreta para não perceberem que eu também estaria sabendo do seu conteúdo. Estava escrito:
“Ontem tive uma noite maravilhosa e quase não consegui dormir pensando em você. Estou esperando sua ligação desde o início da manhã. Por favor, me ligue. Um beijo.
Ahhh. A morena é minha irmã, a loira é uma amiga dela de faculdade, ambas estudam na capital, só para constar.”
Li aquilo e na minha cabeça veio a imagem deste cara socando uma punheta no quarto escuro pensando na minha mulher. Por que era isto que eu faria caso o ocorrido fosse comigo.
- Ligue para ele. Acho que você deseja isto.
Ela não me respondeu, pediu licença um momento. Saiu da mesa e demorou uns 10 minutos acho. Retornou, sentou-se e em silêncio continuou a comer.
Eu deixei passar o tempo, não a forcei a dizer nada. Assim que acabamos de almoçar, me levantei e retornei com uma taça de sorvete para ela, sei o sabor que mais a agrada e ela me agradeceu.
- Sabe amor, eu não trouxe uma roupa adequada para hoje, só tinha aquele vestido que usei ontem. Será que você vai até o shopping comigo para comprar algo que eu possa vestir hoje?
Bom. Já estava decidido, ela ia sair com ele e eu nem sei se faria parte disto e, se faria nem sei o quanto faria. Uma coisa eu tinha certeza. Não passaria desta noite sem ser corno.
-Bom. Posso acreditar então que sairá com ele esta noite.
- Sim. Por isto liguei para ele.
- E como será isto? O que combinaram?
- Bom. Ele me pediu para encontra-lo numa praça que tem pouco movimento. De lá me levará para onde eu quiser. Depois me leva de volta para a praça.
- Mas assim mesmo? Não disse a ele sobre mim, falaram algo a respeito?
- Bom amor, falei de você sim, ele perguntou se eu não ia ficar bravo ou coisa parecida.
Eu falei que você não poderia saber de forma alguma, mas que eu saíria com você para um bar próximo ao hotel e que eu daria uma desculpa para retornar ao hotel sozinha, tipo estar passando mal. Ai eu ia ao encontro dele.
Você me deixa pertinho da praça, eu me encontro com ele e depois ele me deixa lá de novo.
- Ok. Então vai mesmo dar para ele né?
- Não é o que os 3 desejam?
Esta resposta até me pegou de surpresa, ela estava bem saidinha. Mais até do que eu esperava. Para quem nunca teve uma experiência destas e já na primeira oportunidade já esta caindo de tesão para se soltar é de fato surpreendente.
Fomos ao shopping e ela escolheu uma blusinha tipo top, sem alças. Também escolheu uma mini-saia de um tecido que se assemelha a couro, porém com muito mais caimento e movimento. Ela estava muito linda e sexy com esta roupa. Agora eu senti uma pontada de ciúmes. Ela nunca se produziu assim para mim. Acho que faz parte do processo então não comentei nada.
Eles marcaram de se encontrar as 21:30. As 21:15 parei o carro numa rua que dá acesso a tal praça, bem iluminada e em árvores. Isto possibilitava uma boa visibilidade do local sem contudo me denunciar. Ela desceu do carro e ficou esperando no local marcado. Exatamente na hora combinada ele chegou, parou o carro e chamou-a para entrar. Eu dentro do meu carro numa rua mais escura que a praça observava tudo de longe. Ela entrou e mal se sentou ele a puxou e beijou-a na boca. Ela não fez nada para impedí-lo. A cena já acendia minhas imaginações do que estava para acontecer. Continuaram a se beijar e começaram a conversar por um tempo. Até que ele dá partida no carro e sai de lá. Tive a intenção de segui-los, mas me contive. Isto poderia fazê-lo perceber e acabar com tudo. Guardei meu ciúme e tesão, fui para um bar e resolvi tomar uns chopes. Neste bar estava passando um jogo de futebol e tentei me distrair com isto. Quando estava para bater 23 horas, o jogo acabou e o dono do bar disse que estava querendo fechar. Claro que eu não me oporia. Paguei a conta, fui ao banheiro e voltei para o ponto de vigilância. Agora só me restava aguardar o retorno da minha mulher, agora não tão só minha. Cheguei a adormecer dentro do carro e quando acordei já tinha passado da meia noite e eles ainda não haviam retornado. Mas uma meia hora e recebo uma mensagem no celular. “Já estou voltando, bjo”.
Bom. Tudo que podia acontecer já aconteceu. Não tinha mais volta.
Eles chegaram, ele parou o carro no mesmo local, continuaram a se beijar na boca, e ele continuava a passar a mão no corpo dela. Eu até pensei, já comeu e ainda não parou? O que mais ele quer?
Ela desceu do carro, na porta meio arqueada ainda conversou com ele e ainda deram mais um beijo. Fechou a porta e esperou ele ir embora. Então ela olhou para o ponto onde eu havia parado antes, localizou o meu carro e veio em minha direção.
Entrou no carro, deu-me boa noite mas sem um beijo no rosto sequer. Resolvi manter silêncio sentindo o cheiro de sabonete de motel que emanava de sua pele. Seus cabelos estavam molhados. Mais certeza que isto eu nem precisava ter. Em silêncio estacionei o carro na garagem do hotel, passamos pela recepção e fomos direto para o quarto.
Ela também não falava nada, somente tinha uma expressão de distância absoluta como se em outro local estivesse. Liguei a tv do quarto e começou a passar um filme que nem faço ideia qual era.
Tirei minha roupa e me deitei na cama só de cueca. Ela se levantou, arrancou sua roupa e pude ver nitidamente vermelhões em partes de seu corpo tal como nádegas, seios. Ela não fez questão nenhuma de se esconder. Entrou para o chuveiro, um banho demorado, Creio que para tirar tirar o cheiro de sabonete barato. Veio nua e assim mesmo se deitou. Entrou em baixo do lençol que eu me cobria e pousou sua cabeça em meu peito.
- Obrigada.
- Está me agradecendo? Por quê?
- Por tudo. Te amo. Você me deu algo que nunca pensei em ter. Foi maravilhoso, me senti muito desejada hoje, mas agora sou somente sua novamente.
Legal que tenha gostado, mas tem uma parte deste plano que não me agradou muito até agora. Estou excluído dele. Você precisa me dizer o que aconteceu. Ontem nós transamos e você pensando nele, da mesma forma que quando imaginávamos e ele nem existia. Agora o que aconteceu hoje eu não participei. Acho que tenho direito né?
- Ôh meu amor, me perdoa tá?
Falou isto e já levou a mão até meu pênis ainda protegido pela minha cueca.
- Vou te contar tudo, mas acho que tem de ser de uma forma que seja bom para você. Não quero passar por um interrogatório. Quero que você curta tudo que eu fiz e como fiz.
Disse isto já puxando minha cueca para baixo, alisando o corpo do meu pau.
- Você deixou ele te beijar sabendo que eu estava olhando.
- Sim, quis fazer isto mesmo, só não esperava que ele nem esperaria eu entrar no carro. Detalhe que ele não sabia que você estava por perto. Acho que por isto ele foi um pouco afoito.
- É. Deu para ver ele metendo a língua na sua boca.
- Ficou com ciúmes amor?
- Um pouco sim, mas este era o plano não é? Mas sempre dá um pouco de ciúmes.
Meu pau já estava duro e minha mulher alisando carinhosamente veio me beijar.
- Humm. O que sentiu quando ele me beijou amor, conta para mim?
- Bom. É estranho, ciúme misturado com tesão acho.
- Sabe amor, ele ficou rodando de carro, acho que tentando ver se ninguém estava seguindo. Ai ele perguntou onde eu queria ir. Eu disse que por mim qualquer lugar, já que não conhecia a cidade. Então ele me perguntou se gostaria de ir para um motel. Eu falei que podia sim, mas que fosse discreto já que não poderia ser vista com outro homem além de meu noivo.
- E foram direto pro motel mesmo? E como foi.
- Entramos num motel bem bacana, e ele escolheu uma suíte com hidro. Entramos e fiquei admirando o quarto. Não era muito grande mas muito arrumado e bem limpo. Fui ao banheiro e reparei na higiene do local. Então me senti segura de ficar alí. Ele pediu um vinho, ligou uma música e me puxou para dançar.
- Então foi mais ou menos como na nossa fantasia?
- Sim, um pouco parecido mas não em tudo. Ficamos dançando, nos beijando. Ele me chamando de linda e se eu estava bem. Disse que estava tudo bem que eu estava bem.
“Sabe o que vamos fazer aqui não é? Está preparada para isto?”
- Respondi que sim, que sabia que que estava tudo bem, que estava adorando tudo aquilo
- Então continuamos a dançar e ele foi ficando mais atrevido, beijando meu pescoço, alisando minhas costas, lambendo minha orelha.
- Conte tudo e pode incluir os comentários sórdidos. Não me poupe de nada.
- Tá bom amor. Ele continuou me acariciando, sua mão veio até meu seio esquerdo, eu já sentia a respiração mais forte e ele segurou ele por dentro do meu top, num movimento mais forte fez com que meu top saltasse por cima dos meus seios, ficando a mostra para ele.
- Ele ficava olhando para eles enquanto puxava meu top por cima de minha cabeça. Ele então veio e começou a lamber meus seios amor, tava gostoso demais.
Ela falava isto e eu notava que ficava bastante excitada de lembrar da transa com o cara. Ela apertava meu pau que já tava duro igual pedra. Nunca imaginava que ouvir minha mulher contar como outro cara comeu ela me faria ficar tão doido.
- Continua, quero saber tudo.
- Então ele chupou meus seios amor, e apertava o outro com a mão. Chegava a doer um pouco mas me provocava um tesão diferente.
- Aí ele parou e ficou de frente para mim e me pediu para tirar a roupa dele toda. Fui tirando a camisa e depois a calça. Ele tinha arrancado os sapatos e estava agora de cueca e meias. Ai ele pediu para abaixar a cueca dele.
- E você fez?
- Sim, claro. Puxei a cueca dele amor mas tive que quase ajoelhar para tirar até embaixo, foi ai que o pau dele bateu na minha cara.
- Sério?
- Sim, acho que meio sem querer ao mesmo tempo querendo. Ele perguntou o que achei e eu só pude dizer, grande.
- Dei uma risada mais por nervosismo e tentei ficar em pé. Ele me pegou pelos ombros e disse, ajoelha. Eu ajoelhei e fiquei olhando aquele cacete grande bem na minha cara. Ele disse: “Se quiser pode dar um beijo nele, ele vai gostar.”
- Você beijou o cacete dele?
- Sim. Antes eu peguei e segurei ele, era grande não grande demais, era grande. Mais grosso que grande. Minha mão nem fechava direito em torno do pau dele. Aí beijei a cabeça do pau dele. Fiquei dando beijo até que ele falou: “Chupa meu cacete bem gostoso.”
- Nossa, ele mandou você chupar o pau dele deste jeito?
- Foi. Então eu peguei o pau dele e vi que já saía aquele pre-gozo e perguntei se ele pretendia gozar na minha boca. “Só se você deixar.”
- Então? Chupou o pau dele.
- Sim. Pus a cabeçona na boca e comecei a chupar o pau dele, tinha um cheiro forte, mas não era desagradável. Era até excitante. Até senti me escorrer fluídos pela virilha amor. Eu estava muito excitada. Chupei bastante o pau dele, sentia a cabeça grossa inchar e parei me levantando. Ele agachou e arrancou minha saia e minha calcinha. Ficou em pé na minha frente, me abraçou bem apertado, me beijando a boca. Senti seu cacete encostando na minha boceta. Isto estava me deixando maluca amor. Por mim ele enfiava logo e metia tudo dentro.
- Ele me puxou até a cama e me deitou na beirada, com as pernas para fora da cama. Ajoelhou e começou a mexer na minha boceta. Eu abri bem as pernas para ele. Ele passou os dedos na minha boceta, enfiou dois dedos nelas de novo, com a outra mão mexeu no meu grelinho amor.
- Eu já estava quase gozando quando ele tirou as mãos e pôs a boca na minha boceta. Enlouqueci e comecei a rebolar na boca dele amor.
- Ele te chupou gostoso?
- Demais, eu segurava a cabeça dele e de repente senti ele levar a língua até o meu cuzinho amor, eu quase morri, tremia toda ai senti ele enfiando os dedos na minha boceta e sua língua no meu cu. Ele pegou minhas pernas e pôs meus pés no ombro dele. Me chupava o cu e metia 3 dedos na boceta. Gozei forte com ele amor.
Eu nunca tinha feito algo parecido com ela e, pelo jeito, foi o primeiro homem que fez isto nela, tamanha a empolgação que ela estava. Resolvei tocar sua bocetinha e ela deu uma reclamada.
- Ai amor, devagar. Ta ardendo muito.
Pude sentir que estava bem inchada, sinal que levou uma surra de cacete para valer.
- Continua amor. Conte mais.
- Ai amor, ele me puxou para a cama e deitou por cima. Virado para meus pés, ficou me chupando e empurrando seu cacete na minha cara, tentando um 69. Eu Comecei a chupar ele de novo e ser chupada e chupando um pau me deixa louca você sabe né?
- Eu abria minha boca bastante para o pau dele entrar, é muito grosso para minha boca. Gozei de novo com ele me chupando amor.
- Aí ele parou e falou: “Posso gozar na sua boca?”
- E o que você falou?
- Só pus o pau dele na boca amor, continuei chupando.
- Ele gozou na sua boca? Deixou.
- Sim. Mas foi mais no rosto que na boca mesmo. Quando ele começou a gozar, eu tentei tirar mas recebi a primeira na boca, as outras foi nos lábios e no rosto.
- Nossa. Ele gozou muito?
- Bastante.
- E Depois?
- Bom ele tinha ligado a hidro antes né? Ai me puxou para lá. Ficamos na água quente, nos lavando nos beijando e conversando. Fiquei alisando o cacete dele amor, debaixo d’água. Ele falava que minha mão era muito macia.
- Eu agradeci e beijava ele na boca, segurando seu cacete.
Aí ele me disse: “Acho que quero outra coisa macia no meu cacete.”
- Eu perguntei o que era e ele disse: “Quero seu cuzinho apertando meu cacete.”
- Nossa. Caramba. Ele é muito direto. Falou que ia comer seu cu. E você?
- Ué, eu disse que não gostava de fazer anal, que doía. Ele falou: “fica tranquila. Vai adorar meu pau no seu cuzinho.” Eu fiquei apavorada com a ideia, mas não falei nada. Saímos da hidro e fomos para a cama. Ele deitou do meu lado e ficou brincando com meus mamilos, admirando meus seios. Veio me beijar, pegou minha mão e levou até o pau dele. Me fez ficar punhetando ele amor.
- E você? Estava gostando disto?
- Sim. Estava. Estava muito gostoso tudo. Ai ele me perguntou: “Você quer meu cacete agora?”
- No cuzinho não, por favor. “Calma, queremos prazer não é?” Falou isto alisando meus seios, desceu sua mão até minha boceta e ficou alisando meu grelo de levinho. Quando comecei a ficar molhada, ele passou os dedos na minha boceta e disse: “Humm. Acho que ela tá querendo cacete não é?” Fiquei calada só olhando ele falar, aí ele disse: “Me diz, ela não quer sentir meu cacete entrar?”
- Sim. Quer sim. Aí ele me beijou muito, alisou mais ainda minha bocetinha, abriu bem minhas pernas, eu deitada de costas. Ele veio e se deitou sobre mim, se enfiando entre minhas coxas.
Me beijando e esmagando meu corpo contra o colchão, eu sentia ele tentando acertar a entrada de minha boceta com a cabeça do cacete. Ora ou outra ela batia, esfregava para baixo rumo ao rego de minha bunda, ora subia e relava no meu grelinho. Não nego que isto era muito bom amor. Só isto já me deixava maluca de tesão até que não aguentei e falei para ele meter logo na minha boceta. Quero sentir todo este cacete dentro dela.
- Ai ele pegou minha mão, e falou: “Mostra para meu pau o caminho.” Eu peguei o pau dele, levei até a entrada da minha boceta e falei brincando: “Seja bem vindo, gostoso.”
- E ele meteu? Tudo.
- Sim amor, ele meteu mas foi devagar, ele sentiu que me incomodou um pouco na hora que meteu a primeira. Tava doendo um pouco e ele foi devagar, toda hora perguntando se tava gostoso ou se machucava. Eu não respondia, só curtia o cacete dele me invadindo. Juro que doeu bastante, eu nunca tinha dado para um pau grosso como o dele. A medida que ele ia metendo eu conseguia aguentar mais. Uma hora ele pegou minhas pernas e me faz abrir bastante, ai começou a socar mais forte. Ai amor, que delícia que foi viu?
- Você aguentou tudo? Não machucou.
- Sim. Tava machucando, eu sentia o pau dele alcançando meu útero e quando ele empurrava fundo doía. Mas era uma dor gostosa e eu queria ser uma mulher perfeita para ele. Ele foi metendo e quando acelerou o movimento eu queria gozar e puxei a cabeça dele para beijar na boca sentindo ele me comer. Quando comecei a gozar ele me fez dizer que amava o cacete dele.
- E você falou?
- Sim amor, falei que amava muito o cacete dele e que ele me comesse toda. Ai gozei no pau dele, sentindo ele cada vez mais grosso e arrombando minha bocetinha, amor. Ai ele gozou de novo na minha boceta. O problema é que estava sem camisinha amor. Ele me encheu de porra.
- Nossa. E depois disso vieram embora?
- Não, Depois que paramos eu fui vez as horas e eram 22:30. Ele me puxou, pegou outra garrafa de vinho e fomos de novo para a hidro. Ficamos lá nos lavando rindo e nos beijando. Resolvi fazer uma coisa que você não vai gostar amor. Eu chupei o pau dele embaixo d’água. Eu prendia a respiração e enfiava o cacete dele na boca. Aquecido pela água da hidro o pau dele ficava muito gostoso.
- Nossa, você se soltou de vez hein? Que transformação.
- Amor, desculpa tá, mas é como você mesmo disse: Seja você mesma.
-Então? Continue.
- Bom. Ele sentou na borda da hidro e disse: “quer mamar meu cacete?” Então eu me aproximei com o corpo dentro d’água e chupei o pau dele de novo, amor. Quando o pau dele ficou duro de novo ele me puxou e me fez sentar no colo dele, passando minhas pernas para fora da hidro, ele apertava minha bunda, beijava minha boca e falava. Senta gostoso no meu cacete. Ai amor, tava uma delícia, comecei a rebolar no pau dele e ele entrava bem fundo ele me empurrou um pouco para trás e com as duas mãos nos meus seios, apertava forte e falava para mim: “Isto, mete forte, faz ele ir bem fundo. Deixa ele entrar todo. Ta gostando do meu cacete?”
- Sim, sim, estou amando seu pau, me beija. Ele me beijava amor, engolia minha língua e comecei a gozar de novo no pau dele. Ele passou os braços por baixo dos meus, segurou meus ombros e fez o cacete enterrar muito fundo me arrancando um gemido de dor amor, foi muito fundo. Gozei sentindo dor no pau dele mas não conseguia parar de meter. Ai senti que ele levou sua mão até minha bunda, alisou meu cuzinho e olhou para mim rindo e enfiou o dedo no meu cu amor, ardeu para burro tava meio seco e eu reclamei. Ele pegou e enfiou o dedo na minha boceta junto com o cacete, já tava doendo meio ardido de tanto meter e com o dedo dele ficou mais ainda. Assim que ele lambrecou o dedo, voltou a por no meu cuzinho amor. Ai o dedo dele entrou no meu cu ele disse: “Tá vendo como ele tá querendo levar pica também?”
- Eu rebolava no cacete dele e dizia que não, por favor no cu não. Ele falou: “Vamos tentar sim. Pega meu pau e encosta ele no seu cu.” Aí eu fiz, peguei o cacete dele e encostei no cuzinho. Ele dizia para eu somente esfregar ele, para molhar meu cuzinho com meu suco. Mandava eu por ele na boceta, lambrecar bem o pau e depois espalhar no meu cuzinho.
- Nossa, sentada no colo dele? Não ficou com medo?
- Fiquei amor, mas estava sentindo um tesão danado. Fui fazendo isto até que senti uma hora a cabeça dele começar a penetrar. Só a cabeça não estava dolorido por que também não tinha entrado ainda, so encostado. Ele começou a brincar com meu grelo esfregando ele. Beijava minha boca e dizia que meu cuzinho era uma delícia. Eu comecei a me entregar e ele disse: “Você controla o quanto quer que entre. Se doer vc para.”
- E você, continuou?
- Sim amor, eu tava com muito tesão e não sei por quê o pau dele no meu cu e o dedo dele no meu grelinho estava me deixando maluca. Fui segurando o corpo no colo dele, ele segurava o pau com uma mão e a outra mexia na minha boceta. Eu subia e descia devagar no pau dele. Devagar fui sentindo o pau dele entrando, quando a cabeça passou amor, tive vontade de gritar. Doeu muito e quis parar. “Não, não. Fica parada, daqui a pouco passa e você vai gostar.”
- Ele disse isto me segurando para eu não sair de cima dele, com a cabeça do cacete dele enfiada no meu cu, doendo para burro amor, tive vontade de chorar mas fiz o que ele disse.
- E aí? O que rolou então?
- Ai amor, eu comecei a me mexer no pau dele, devagarinho, aos poucos ele foi entrando mais e mais. Senti a grossura do pau dele alargando meu anel, mas assim que a cabeça entrou toda o pau afundo no meu cu. Ai não sentia mais nada. Somente a impressão louca que tinha um toco socado no meu rabo. Ele começou a mexer mais na minha boceta, e cada vez que brincava no meu grelo eu sentia uma pontada de tesão, não sabia que dar o cu acaba sendo tão gostoso assim. Quando vi o pau dele estava enterrado no meu cu e ele me beijando e mexendo na minha boceta. Quando ele viu que eu ia gozar no cu ele enfiou 3 dedos na minha boceta e tive vontade de gritar. Era uma coisa louca que eu tava sentindo ele fodendo minha boceta com os dedos e meu cu com seu cacete grosso. Ai amor, ele me fez gozar forte assim. Ele ate falou algo que eu estranhei muito mas não quis comentar.
- O que ele falou?
- Ele disse que eu queria ter dois machos fodendo ao mesmo tempo. Que eu aguento dois paus me comendo. Se eu já tinha dado para dois, estas coisas.
- E você falou o quê?
- Não respondi amor. Fiquei calada.
- E depois o que aconteceu.
- Bom. Gozei com ele comendo meu cu amor, mas ele ainda queria gozar de novo. Ai me pegou e me levou para cama, me deitou de ladinho e enfiou seu pau de novo no meu cu. Fiquei com uma perna no ar, ele metendo no meu cuzinho, apertando meus seios e falando toda hora: “Ta gostando de dar seu cuzinho para mim?”
- Estou, tá doendo muito agora mas tá bom. Goza logo vai.
- “Vou gozar e encher seu cu de porra, você quer?”
- Quero, enche meu cu com sua porra, goza bem fundo no meu cu.
- Nossa. Então ele gozou no seu cu também.
- Gozou amor, Não gozou muito por que já tinha gozado antes né? A primeira ele tinha muita porra, na segunda que ele gozou na minha boceta nem tanto. Então no cuzinho foi bem pouquinha. Assim que ele gozou eu olhei as horas e vi que já estava tarde. A gente tomou um banho, se beijando e alisando. Ele tocava na minha boceta e no meu cuzinho, mas eu pedia para ele parar amor, estava tudo ardendo. Nunca ninguém me deixou assim. Trocamos de roupa e viemos embora. Foi tudo.
- Eu quero ver seu corpo posso?
Ao dizer isto ela tirou o lençol de cima do corpo. Acendi a luz do quarto e fui “avaliar” o estrago. Seus seios estavam marcados, marcas de mordida e apertões. Ele judiou bastante dos seios dela. Sua barriga tinha umas manchas avermelhadas, sinal que levou uns chupões e no pescoço e ombros, marcas de mordidas e chupões. Suas coxas também tinha marcas de mão, como se fosse apertadas com muita força. A virei de costas e suas nádegas tinham sinais de marcas de tapas, avermelhadas, suas costas não haviam muitas marcas. A virei de frente novamente e abri suas coxas. Deparei com uma boceta totalmente esfolada, mesmo sem um fio sequer de pelo, estava com os lábios super inchados com um tom meio arroxeado abri mais suas pernas e vi que seu canal vaginal estava muito vermelho e um pouco dilatado. Sinal que transou com um cara de pau bastante grosso. Seu ânus estava muito vermelho e esfolado.
- Bom ele te maltratou bastante né? A pergunta é? Gostou de transar com outro cara?
- Verdade amor, ele maltratou muito. Está doendo tudo. Estou toda assada.
- Mas gostou de dar para ele?
- Sim. Foi demais tá?
Acabamos com a conversa e eu pedi a ela que tocasse uma para mim falando do seu novo amante. Ela foi falando, meu pau ficando duro e ela acabou chupando meu pau, hora punha pra fora para falar besteira e hora punha ele na boca e mamava forte, segurando meu saco. Gozei muito forte ouvindo e pensando nele metendo na minha mulher e ela acabou deixando eu gozar em sua boca, mas desta vez fez questão de que fosse tudo dentro da boca, não no rosto como era o costume. Levantou e foi ao banheiro desfazer da minha porra que ela recebera na boca. Voltou para cama e me falou.
- Agora vamos dormir e esquecer o acontecido, pode ser?
Eu respondi que sim, e fomos dormir. Mas o que ela não faz ideia é o que eu tinha em mente para nosso futuro. Isto eu conto em outra oportunidade.