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A vampira de Belém - parte 2

Um conto erótico de Fernando
Categoria: Heterossexual
Contém 1878 palavras
Data: 14/09/2026 11:29:56

Saudações amigos e amigas. Alguns meses atrás eu publiquei a parte 1 da história que vivi com Maya. Demorei para postar a segunda parte porque entendi que a recepção do primeiro conto não foi das melhores kkkkkkk. Mas mesmo assim acabei insistindo em postar essa segunda parte, e talvez até a terceira, afinal de contas eu escrevo também para mim mesmo. Quem tiver interesse em conhecer mais detalhes, fica o convite para acessar o meu perfil e ler a parte 1.

Recapitulando um pouco, eu moro no sul do país e Maya na região norte, mais precisamente em Belém. Nos conhecemos através de interações profissionais e desenvolvemos uma amizade online, bastante íntima.

Em virtude de um trabalho que precisei fazer em Belém, acabamos tendo a chance de nos conhecermos pessoalmente. Ambos fizeram exames de sangue para garantir que estamos limpos de doenças sexualmente transmissíveis, o que Maya dizia ser importante porque “adora transar no pêlo”.

Nos encontramos e tivemos uma primeira interação sexual deliciosa.

Partindo agora da onde o conto 1 terminou.

Após gozarmos deliciosamente, ela logo se inclina e me olha nos olhos.

- Vamos beber esse vinho ou não - ela fala com um sorriso no rosto.

- Primeiro vou tomar um banho. Essa cidade é quente demais.

- Égua, e você esperava o que? - ela responde rindo animada. Vou tomar banho com você.

Nos levantamos e damos um abraço apertado, gostoso e amigável. Nisso Maya acaba dizendo.

- Pensei que esse dia nunca chegaria a acontecer, mas agora te prepara, que tudo que a gente conversava via mensagem nós vamos ter que fazer.

Entramos embaixo da água e começamos a ensaboar um ao outro. Sempre rindo e falando bobagens. Em pouco tempo meu pau está duro feito pedra, Maya se ajoelha e começa a me chupar.

Olhando fundo nos meus olhos ela fala: - Quero uma gozada na boca tá?

Não falo nada, apenas fecho os olhos e aproveito o boquete sensacional que estou recebendo. A língua de Maya circula pela glande com destreza. Os lábios de mel criam a pressão certa. Em dados momentos ela acaricia o freio do prepúcio com a língua, enquanto brinca com minhas bolas com a mão, para logo em seguida voltar a colocar meu pau quase inteiro dentro da boca.

Em poucos minutos aviso que vou gozar. Ela deixa apenas a cabeça do meu pau dentro da boca, tocando ela com a língua, enquanto me masturba com intensidade. Gozo forte. Ela engole tudinho com cara de safada, se levanta e sai do box. Antes de sair do banheiro ela fala: - Vou preparar algo para a gente comer e você pode abrir aquele vinho.

Concordo com ela. Me seco e visto minha roupa. Aviso que vou no carro buscar minha mochila de roupas e já retorno.

Ao voltar para o apartamento, coloco uma roupa mais relaxada, bermuda e camiseta, Maya está na cozinha, vestindo apenas uma camiseta comprida da banda Matanza. Ela está cozinhando algo, e o cheiro está delicioso. Largo minha mochila no sofá e pego a garrafa de vinho.

- Onde tem saca rolha?

Ela me olha meio interrogativa também. - Égua, eu não sei. Dá uma olhada se tem nessas gavetas aqui da cozinha. Lembrando, estamos num apartamento de aluguel online.

Felizmente encontro um. Abro o vinho e sirvo uma taça para ela e uma para mim.

- Então Fernando, gostando de Belém?

- Ahhh estou adorando. Tirando o calor. Mas a cidade é linda, a comida é deliciosa e as paraenses são fabulosas. - Falo sorrindo.

- As paraenses? - Ela fala me encarando séria, mas com ar de brincadeira.

- Tá, admito, você é fabulosa. Ela sorri satisfeita.

Em pouco tempo Maya serve a mesa. Ela preparou espaguete com molho.

- Não tenho muita habilidade com comida, mas vai servir para nos dar energia.

- E o que você está planejando para essa noite que precisamos de tanta energia?

- Você atravessou o país para me ver, é claro que nesses dias que você estará por aqui que vou te dar uma surra de buceta.

Ambos gargalhamos.

- Mas agora sério. Você me conhece Fernando, e sabe que tenho umas fantasias meio loucas.

- E você sabe que também tenho.

- Então. Essas coisas que falei para você nas nossas conversas mais picantes, elas são verdadeiras, tá? Mesmo as mais sombrias…

Maya tem algumas ideias bem curiosas para sexo, que, segundo ela, nunca realizou com ninguém. Para contextualizar, ela tem algumas ideias um tanto sombrias e mórbidas. Ela curte também umas paradas meio ritualísticas, curte facas, cordas e torturas leves.

Sempre deixei bem claro para ela que curto umas paradas também, como ser arranhado, levar alguns tapas no rosto e receber algumas mordidas. Como a maioria dos homens, tenho um lado onde gosto de assumir o controle absoluto do sexo. Ela parecia gostar disso.

Terminamos de jantar e nos sentamos no sofá, onde terminamos de beber o vinho.

- E qual a sua preocupação Maya?

- Quero realizar algumas dessas coisas com você. Então, me diga você, algum problema nisso?

Me aproximo dela e beijo a boca dela, segurando ela pelos cabelos atrás da nuca e enfiando a língua fundo na boca dela. Ela se empolga e dá um tapa no meu rosto, estalando forte.

Levanto do sofá, trazendo ela comigo. Como Maya é bem menor que eu, consigo levantar ela no colo com facilidade, levanto a blusa dela e levo ela até a parede, escorando ela de costas na parede. Abaixo minha bermuda, e cueca liberando meu pau duríssimo.

Levanto a blusa de Maya e posiciono o pau na entrada da bucetinha dela. Quando paramos de nos beijar, meto com força, introduzindo meu pau todo nela numa estocada só. A bucetinha dela está deliciosamente molhada. Meto forte, rápido e com muito desejo. Ela crava as unhas nas minhas costas.

- Me fode com esse seu pau gostoso.

Fico ainda mais doido. E começo a bombar ainda mais forte. Maya percorre regiões das minhas costas com as unhas, criando uma dor deliciosa, uma ardência. Quanto mais ela me arranha, mais forte eu meto meu pau nela. Os pés dela balançando no ar. O corpo pequeno e delicado dela recebendo o impacto raivoso do meu corpo. Cada solavanco, ela responde com um movimento das unhas, lindamente afiadas, nas minhas costas. Eu entre numa espécie de transe de prazer e dor.

Em minutos Maya anuncia gemendo deliciosamente que irá gozar. Ela crava as unhas ainda mais forte na minha pele, e os dentes no meu ombro, mordendo com força enquanto geme e goza. O gemido dela é quase animalesco.

A dor da mordida me faz dar um grunhido grave, enquanto o corpo dela continua a convulsionar mesmo após o orgasmo.

A intensidade do momento me leva ao orgasmo também. Gozo fundo dentro da bucetinha de Maya, metendo forte. As pernas dela, agora relaxadas, descansam pendidas, enquanto eu ainda forço o corpo dela contra a parede. Estou em fúria. Quero seguir fodendo ela… seguir metendo forte… fundo… com força. Ao mesmo tempo quero ela me arranhando e mordendo de novo. Meu pau não dá sinais de que vai amolecer, mesmo depois da gozada. Maya entende o recado e sorri.

- Deixa eu te cavalgar?

- Não. Adoro sua cavalgada, mas eu preciso foder você..

Coloco Maya com os pés no chão, viro ela de costas, empurro ela para o sofá. Ela se apoia no encosto, o esperma escorre da bucetinha dela, passo o meu dedo no sexo dela e coleto uma dose de esperma, depois levo o dedo até a boca dela. Maya chupa e quando olha para trás com carinha de safada, eu pego ela pela cintura e levanto o corpo dela, encaixo meu pau na bucetinha e volto a meter. Forte e com raiva.

- Não quero apenas foder, quero deixar ela ardida como minhas costas estão. Quero mais arranhões e mordidas, mas essa posição não permite. Eu espremo o corpo dela contra o sofá. Minha cintura colidindo violentamente contra as nádegas dela. Eu puxo o cabelo e sigo metendo.

Ficamos assim por alguns minutos, depois vou para o sofá e me sento.

- Agora você pode cavalgar se ainda quiser.

Ela sorri e se senta de costas, me dando uma linda visão da sua bunda e da sua bucetinha engolindo meu pau. Maya fode forte também. Rebola com intensidade. Eu passo a dar palmadas na bunda dela. E em dado momento passo a acariciar o cuzinho dela com o dedo. Ela responde com um gemido.

Ela logo desengata e senta de frente, e começa a rebolar freneticamente, fodendo meu pau com intensidade. Ela joga o corpo dela um pouco para trás, para logo em seguida cravar as unhas no meu peito. Ela arranha forte, deixando marcas profundas e até arrancando um pouco de sangue. Quando ela vê meu peito sangrar, ela parece enlouquecer. Passa a cavalgar ainda mais intensamente.

- Vou gozar. - Ela anuncia gemendo e caindo de boca no meu peito, beijando e sugando a região onde havia um pouco de sangue.

Maya goza dessa forma, com o corpo dela tremendo intensamente, enquanto lambe e suga o sangue do meu peito.

Após o orgasmo dela, o seu corpo parece amolecer. Eu sigo metendo, de baixo para cima. Maya segue lambendo os pontos do meu peito que ela arranhou. Começo a meter mais rápido. Ela levanta o rosto e me encara.

- Quero sentir o gosto da sua porra na boca de novo. Goza na minha boquinha, goza?

- Não basta meu sangue, você quer minha porra também putinha?

Maya apenas sorri. Um sorriso ao mesmo tempo sapeca e sinistro. Sigo metendo e em pouco tempo anuncio que estou perto de gozar. Ela sai do meu colo e se ajoelha entre as minhas pernas, introduz o meu pau na boca, até onde ela consegue, e fica acariciando minhas bolas com as unhas da mão esquerda e crava as unhas da mão direita na minha coxa. As unhas passeado pelo meu saco dão uma sensação estranha, quase cócegas, mas algo delicioso. Gozo intensamente na boca dela, que bebe todo meu esperma sem desperdiçar nenhuma gota.

Ao final ela se levanta e senta ao meu lado.

- Não sei o que é melhor, o sabor do seu sangue, do seu esperma ou do vinho que você trouxe junto.

Ambos sorrimos.

Depois de alguns momentos Maya comenta:

- Você pareceu desesperado para me foder. Adorei isso.

- Jà te falei que gosto de ser arranhado e mordido no sexo, essa dor me excita e as vezes me faz ficar mais agressivo.

Maya fica acariciando meu peito, passando de leve as unhas por sobre os pontos onde a pouco ela lambia meu sangue. Eu sorrio para ela e comento:

- Achei sexy você lambendo meu sangue. - Ela olha com uma certa surpresa.

- Não achou estranho?

- De forma alguma… como eu disse, achei muito sexy.

- Então você vai achar sexy o que vamos fazer amanhã a noite.

- Por que esperar para amanhã à noite? - Falo brincando, mas entendo que ambos precisamos de um tempinho para nos recompor.

- Égua… preciso de descanso.

Ambos damos risada e ficamos um tanto de tempo ainda abraçados. Depois fomos tomar um banho e por último dormir. Maya teria que trabalhar no dia seguinte.

Passei o dia sozinho, e aproveitei para visitar alguns lugares da cidade de Belém. Passei o dia ansioso para descobrir o que Maya planejou para a noite. Mas essa é uma história para a parte 3.

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