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Passeio Noturno

Um conto erótico de marriedstoryteller
Categoria: Heterossexual
Contém 749 palavras
Data: 14/09/2026 11:08:44

É a primeira vez que publico um texto. Fora isso, só os mostro para minha esposa. Este é um conto romantizado, mas real, de quando transamos numa lagoa nos lençóis maranhenses. Escrevi ao longo de meses, porque sempre volto para revisar, então talvez possa ter alguma inconsistência, mas uma hora ele tinha que estar pronto.

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Pouco a pouco meus olhos se acostumavam com a escuridão. As estrelas pareciam milhares de pequenos faróis duma estrada infinita e a lua um grande holofote. Graças a ela, mesmo estando distante de tudo e de todos, dentro de um lago nos lençóis maranhenses, eu conseguia ver cada vez melhor o sorriso da minha esposa, que me enfeitiçava como se fosse a primeira vez que eu o visse.

Havíamos chegado naquele dia e este passeio noturno era o nosso primeiro contato com os lençóis. O guia nos levou até a lagoa, tirou algumas fotos nossa e voltou para a caminhonete. Lá, se deitou e ficou a mexer no celular. Lá embaixo, à beira da lagoa, conseguíamos enxergar graças à luz da lua, mas a visibilidade era baixa. Não importava. Naquele momento, víamos somente um ao outro, as estrelas e a lua. E mais nada. Pisamos na água e sentimos seu calor. Caminhamos um pouco mais para o fundo, até onde o guia havia indicado ser seguro, e a altura máxima ali era até a metade da minha coxa. Entramos de vez na lagoa e pudemos ver, graças à luz da lua, como era cristalina. Mal entramos e já ficamos grudados um no outro, abraçados. Eu fiquei de joelhos e ela ficou sobre mim, envolvendo minha cintura com suas pernas. Passei meus braços em volta de seu pescoço, mantendo-a afastada o suficiente para continuar vendo seu sorriso.

Começamos a nos beijar e com uma das mãos eu segurava sua nuca enquanto a outra passeava pelo seu corpo. Colocava minha mão por dentro do maio e apalpava sua bundinha com vontade, alisava sua coxa, puxava seu cabelo e acariciava seus mamilos ao mesmo tempo que sentia sua língua ir de um lado para o outro na minha boca, acariciando a minha língua. Paramos de nos beijar e comecei a admirar seus seios, grandes, lindos, deliciosos, mas ainda presos no maiô. Olhei para a duna ao longe, com medo que o guia ou outra pessoa estivesse nos vendo, mas eu só conseguia enxergar até a margem da lagoa. Fiquei imóvel por alguns segundos para ouvir, mas não ouvia nada. Então, tirei as alças do maiô, libertei seus seios e caí de boca em seus seios. Chupava um mamilo com vontade enquanto tocava o outro, sentindo o endurecer sob meus dedos, e depois alternava. Enquanto eu mamava, ela colocou sua mão sobre minha sunga e começou a acariciar meu pau. Seu toque e seus gemidos fizeram com que não demorasse nada até que meu pau ficasse duro.

Tirei meu pau para fora e comecei a roçá-lo na bucetinha dela, primeiro por cima do maio e logo depois com a roupa de banho puxada para o lado. Parei de chupar seus seios e ela colocou um pouco de saliva nos dedos, os levou até sua buceta e depois guiou meu pau até lá. Ele entrou com certa facilidade e logo começou a se movimentar sem nos machucarmos com o atrito. Minha esposa gemia e eu comecei a beijar seu pescoço, sua orelha e puxava o seu cabelo enquanto metia em sua buceta. Sentia suas unhas passarem por minhas costas e sua mão alisar o meu cabelo. De vez em quando olhava para cima e não acreditava no que estava vendo e no que estava acontecendo. O céu mais cheio de estrelas que já vi, iluminando a transa com a mulher da minha vida. Foi pensar nisso que não consegui me segurar. Avisei que estava gozando e ela pediu que eu enchesse sua bucetinha de porra. Gozei e olhei para cima, extasiado, contemplando a infinitude daquele céu, alcançando o nirvana. Continuamos abraçados por mais um tempo. Queria fazer ela gozar ali mesmo, mas o tempo do nosso passeio estava prestes a acabar. Quando voltamos ao hotel, tiramos as roupas cheias de areia e tomamos um banho. Ela se deitou na cama, peladinha, com as pernas abertas e os joelhos dobrados e eu a chupei, com vontade. Não demorou muito e ela gozou, se segurando para não gritar. Não sei no que ela estava pensando quando gozou, mas pelos próximos dias eu só conseguia pensar na nossa transa na lagoa.

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Amei o seu conto, sou um coroa na casa dos 64 anos, fotógrafo, massagista e PAN, tarado por seios, amo ler contos, falar de nossos desejos e fetiches, amo fazer book de casal, adoraria conversar com o casal e trocar fotos e vídeos, caso curtam isto é só me chamar neste email: euamoavida2020@gmail.com

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