Naquele feriado eu precisava me desligar de TUDO, empresa, família, problemas, etc. Então resolvi ir pescar sozinho. Durante a semana fiz vários contatos e acabei por alugar um barco/canoa a remo em uma represa próxima a minha cidade. Sábado pela manhã sob protestos em casa e com o tempo virando para chuva eu me dirigi ao local para embarcar nesta aventura. O rapaz que me alugou a canoa me alertou sobre o perigo de raios, pois as varas de pesca são feitas de um material que os atrai, então me disse que em caso de raios era mais prudente ir para terra. Lá fui eu remando para um local mais propício a pesca, e realmente os peixes começaram a dar as caras. Quando dei por mim já estava bem longe de onde eu saí, com vários peixes embarcados, mas em um local muito aberto e com vento muito forte. Aí o tempo fechou de vez e os raios vieram com força total. Eu fiquei ali sem saber o que fazer, mas respirei e olhei para todos os lados e em um local havia uma casa, de onde eu estava era isso que parecia. Remei feito um louco até a margem mais próxima e ao me aproximar vi que era uma obra abandonada, mas como eu estava ali e os raios caiam por todo lado eu tirei a canoa da água no exato momento em que o céu veio abaixo, uma chuva torrencial se fez presente. Eu deixei a canoa com todo equipamento ali e corri para aquela estrutura rezando para ter um lugar abrigado. Ao chegar lá constatei que era uma casa abandonada, sem ter sido terminada a obra, mas coberta apesar de estar sem portas ou janelas, o que fazia com que o vento cortasse todos os cômodos. Fui entrando e olhando tudo até encontrar um cômodo que acredito ter sido planejado para ser um closet ou despensa pois não tinha janelas e por incrível que pareça nenhuma goteira. Eu estava ensopado. As bebidas e comidas (poucas) que eu havia levado estavam na canoa. Me sentei no chão e comecei a pensar em como me esquentar. Nisso ouço um barulho diferente e antes que eu pudesse levantar vi um homem entrando no recinto onde eu estava. O susto foi até engraçado. A primeira coisa falada foi: Caramba que chuva é essa? Rimos do susto. Me levantei e disse meu nome e que estava pescando antes da chuva, ele se apresentou também e me disse que estava caçando por ali. Minha primeira pergunta foi: Cadê sua arma? Ele riu e me disse estar caçando passarinhos com armadilhas. Na verdade, ele havia armado todas no dia anterior e agora iria revista-las. Nesse momento tremíamos de frio. Ele tirou um isqueiro do bolso, e por estar molhado demorou a acender. Mas estava funcionando. Saímos daquele cômodo buscando o que queimar, eu trouxe papeis, papelão e algumas madeiras. Ele também trouxe madeiras, um papelão enorme e umas cordas destas de varal. Ajeitamos uma fogueira no chão e a acendemos. Fomos alimentando o fogo lentamente, O calor era bom, mas a roupa encharcada nos fazia tremer. Ele esticou o fio do varal de uma parede a outra e começou a se despir. Ficou só de cueca e me disse ponha suas roupas aqui para secar. Como o fio estava próximo ao calor do fogo achei a ideia válida e fiz o mesmo. Pronto estávamos os dois apenas de cuecas e ainda tremendo. Eu chegava a bater os dentes então ele estendeu o papelão maior no chão bem perto do fogo e se sentou ali me chamando para o seu lado. E eu fui. Como falei tremíamos, e ai ele me disse: vamos nos encostar para nos aquecer, praticamente estávamos abraçados. A posição era péssima e em um impulso me deitei, ele fez o mesmo e já se posicionou atras de mim em uma posição de conchinha. Nos ajeitamos melhor e eu me deitei em seu braço e ele me abraçou por trás. Ficamos assim e sentimos nossos corpos se esquentarem mutuamente. Já não tremíamos, mas comecei a sentir seu pau endurecer e se encaixar no meio de minhas nádegas. Ele se posicionou e respirava em minha nuca provocando um arrepio diferente do que eu estava sentindo quando tremia de frio. Era um arrepio gostoso e me ajeitei também. Aquilo foi a senha que ele precisava, pois me apertou um pouco e disse ao meu ouvido, nossa isso aqui está ótimo. Eu disse que sim e ele já tirou sua cueca, e eu com medo mesmo, tirei a minha já sentindo o calor daquele pau em minha bunda. Me virei para falar com ele e fui surpreendido com um beijo na boca, no inicio me assustei, mas logo correspondi. Estávamos entregues um ao outro, ou melhor eu ali para aquele macho. Terminei de me virar ficando de frente para ele, o beijo continuava, e eu o fiz deitar de barriga para cima e comecei a descer por aquele corpo o beijando e lambendo. Queixo, pescoço, peito, barriga até encontrar o caminho da felicidade, aqueles pelinhos abaixo do umbigo que levam direto ao pau. Chegando lá eu já estava com ele em minhas mãos e punhetando com tesão. Segurei fazendo ficar em pé como um mastro de bandeira e cai de boca nele. O cara gemeu alto. Eu lambia e chupava tudo, pau, bolas, região perianal, e ele só gemi muito. Senti que ele estava ficando louco e voltei a beijar sua boca, mas me virei e me posicionei de barriga para baixo, ele mais do que depressa foi me lamber as costa até chegar em minha bunda, Abriu bem as minhas nádegas expondo meu cuzinho e lambeu, foi um choque eu quase pulei, ele lambia e com um dedo me penetrava enquanto cuspia ali. Foi subindo até posicionar a cabeça do pau na minha olhota. Pressionou um pouco, e eu louco de tesão o aceitei relaxando e deixando ele me penetrar. Foi rasgando e me arrombando e quando eu ví estava inteiro dentro de mim já me fazendo ficar de quatro enquanto me fodia com um macho dominante faminto por sua fêmea. Aquilo era algo surreal, eu estava sendo comido por um macho em frente a um a fogueira, aquilo era uma coisa rustica e primal. Como uma fera ele acelerou os movimentos me fazendo balançar, foi fincando cada vez mais fundo até em um grito como um urro explodir e me encher de porra, leite de macho e não gozou pouco pois sentir escorrer em meu saco mesmo com ele ainda engatado em mim. Desabamos os dois naquele papelão. Eu sentia seu peso e sua respiração, e senti seu pau escorregar para fora de meu cuzinho trazendo com ele um mar de porra quente.
A chuva continuava, mas agora menos intensa que antes, como se tivesse acompanhando nossas respirações.
Aguardem para parte 2 sobre a continuação e surpresas