Casamento da amiga de infância na cidade onde nasci no interior de SP
Eu, estava com 45 anos, ainda muito bem conservada, sempre pareci bem mais nova que minhas amigas, fui convidada para o casamento de uma amiga que não a via fazia muito tempo, ela morava na cidade onde nasci, e o casamento foi lá.
Por motivo de agenda e distancia, meu marido não pode me acompanhar, o que foi muito bom pois queria reencontrar os velhos amigos e resolvi ir sozinha.
Fiquei hospedada no hotel onde seria a festa do casamento.
Durante a festa reencontrei velhos amigos, mas o que chamou minha atenção foi um homem lindo, que depois descobri que tinha 38 anos e estava sozinho na festa, conversando em outra roda de amigos, paquerei ele por uns instantes, que logo veio me cumprimentar e conversar comigo.
Ele se apresentou e descobri que era o irmão mais novo de uma das minhas melhores amigas da adolescência, por isso foi difícil de o reconhecer.
O que antes era um simples flerte proibido por eu ser casada, virou realidade ousada, por já o conhecer, o choque inicial logo deu lugar a uma onda de excitação.
Sempre gostei de homens mais velhos, com 20 já paquerava homens de 40 anos, mas com a idade descobri que meu gosto era por homens de 40 anos e não por homens mais velhos.
Eu estava muito bem vestida, de escova no cabelo de forma clássica, um vestido sóbrio, mas que deixava evidente o corpo maduro e cheio de curvas.
Ele comentou que torcia para me ver ali, que minha elegância e o meu charme sempre o deixaram hipnotizado na adolescência e que eu continuava a mesma
A conversa começou tímida, ele lembrava de coisas que fiz e chamei a atenção dele, coisas que eu nem lembrava mais.
Me impressionou ao ver que aquele menino envergonhado havia se transformado em um homem seguro, com sorriso malicioso e olhar penetrante.
Entre as taças de vinho no coquetel do evento, os olhares se tornaram cada vez mais longos
Ele me fez companhia o tempo todo, o clima de nostalgia abriu espaço para provocações, o jogo de palavras e risadas escondia o desejo latente que ambos sabiam não poder mais conter.
Tentei resistir, lembrando que já tinha família e reputação a zelar, mas quando ele sussurrou no meu ouvido: “Você sempre foi minha maior fantasia”, minhas pernas tremeram.
A mulher séria e respeitada cedeu ao impulso, aceitando o convite de continuar a conversa numa parte mais reservada do hotel.
Assim que ficamos sozinhos, os beijos foram urgentes, carregados de anos de desejo acumulado.
As mãos dele exploraram cada centímetro, do meu corpo, e me deixei levar, sentindo-me viva como não acontecia há muito tempo.
Na despedida, insistiu em me conduzir até meu quarto, e os papéis se inverteram, aquele jovem se tornou um conhecedor do prazer, conduzindo cada toque, cada investida.
Eu gemia submissa, entregue ao corpo másculo que agora me possuía sem pudor.
Ao entrar no quarto, parte das roupas foram arrancadas antevendo o inevitável.
Meu corpo, maduro e experiente, era uma tentação irresistível, ele me explorou com a língua, arrancando suspiros e gemidos abafados.
Quando finalmente ambos com pouca roupa, seu membro ereto, roçando minha buceta, nós dois ainda de pé, ele segurou uma das minhas pernas contra si, e levantou, senti minha buceta aberta e já totalmente húmida, sem ajuda das mãos, me penetrou, a intensidade foi tamanha que me esqueci de qualquer resquício de moralidade.
Cada estocada era um acerto de contas com os anos em que ele devia sonhar com aquele momento, ele sussurrava no meu ouvido, lembrando como ficava de pinto duro só de me vê na sala da casa dele.
Eu gemia, implorando por mais, já não me importar com o quão errado aquilo poderia parecer.
Seu beijo foi desesperado, cheio de língua, cheio daquele tesão que ele estava segurando a noite toda, eu correspondi, deixei ele explorar minha boca enquanto minhas mãos pegavam o peito dele, tirando o que restava de roupa, sua camisa social e com pressa.
Ele tinha o peito peludo, uns pelinhos brancos perdidos cobrindo os músculos definidos.
Passei a beijar seu corpo, enquanto ele gemia, sua mão segurando meu cabelo com força.
Ele me puxou para a direção do sofá, caímos e ele ficou por baixo de mim, meu corpo pequeno sobre aquele homem alto forte e musculoso, beijando meu pescoço, meu colo, enquanto eu tirava o restante do vestido.
Meus seios ficaram a mostra, volumosos, com os bicos rosados e duros, pedindo para serem tocados.
Ele meteu a boca num, depois no outro, sugando como se aquilo fosse o doce mais gostoso do mundo.
"Que peitos bonitos", murmurou contra minha pele. "Tão grandes. Tão perfeitos."
Eu gemi, deixando ele continuar enquanto minha mão segurava parte daquele pau grosso que estava fudendo, para não entrar tudo, era realmente grosso, com veias marcadas, e a cabeçona vermelha.
Eu estava por cima dele, com os joelhos de cada lado, minha buceta sendo invadida por aquela rola grossa, descia devagar, deixando ele entrar dentro de mim centímetro por centímetro.
Me sentia virgem, pois minha buceta era apertada demais, ou o pinto dele que era grosso demais, então tudo aquilo foi uma combinação perfeita de dor e prazer.
Ele gemia alto, as mãos segurando firme na minha cintura, os dedos afundando na pele.
"Aaah, que buceta gostosa", gritou ele. "Que buceta apertadinha e molhada!"
Comecei a subir e descer, devagar primeiro, depois mais rápido, sentindo como o pau dele preenchia cada canto de mim.
Posicionei minhas mãos por cima dos peitos dele para não entrar tudo, e os peitos dele se mexiam com o impacto, e eu não conseguia tirar os olhos daquilo, daquele peito peludo, tão lindo.
Eu sentia cada veia do seu pau dentro de mim, cada movimento, cada respiração pesada que ele soltava.
Ele puxava meu corpo contra o dele e começou a mexer para cima, deixando a cabeça do seu pau esfregar contra o ponto que me deixava louca, aquele ponto que fazia meu corpo inteiro se arrepiar.
Meu orgasmo começou a chegar. eu sentia ele vindo como uma onda, começando do fundo do meu útero e subindo para todo o meu corpo, ele logo percebeu, e começou a meter ainda mais rápido, ainda mais profundo.
Eu gozei. minha buceta se contraiu tão forte que praticamente grudou o pau dele, meu corpo todo tremendo, meu rosto enterrado no peito dele para abafar o grito que queria sair.
Ele continuou fodendo, impiedoso, estendendo meu orgasmo, deixando ele durar uma eternidade.
Ele gozou segundos depois, enquanto eu ainda saboreava o resto do meu gozo, com um gemido abafado que saiu entre os dentes dele. senti seu pau pulsando dentro de mim, sua porra quente preenchendo minha buceta, escorrendo para fora quando ele finalmente parou.
Ele ficou dentro de mim por alguns minutos, respirando pesado, seu corpo colado no meu e eu sem forças para sair de cima dele.