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Gay, virgem e pai.

Um conto erótico de Escritor
Categoria: Gay
Contém 1628 palavras
Data: 14/09/2026 08:11:43

Eu sou gay. Virgem. Nunca transei na vida.

Ninguém sabe que sou gay. Família, amigos, trabalho... ninguém.

Muito menos ela.

A mulher do meu melhor amigo me pediu pra engravidar ela. O marido é estéril. Usa esteroides há anos. Ficou com o esperma zerado.

Ela queria inseminação natural. Não artificial.

Eu aceitei.

Ela não faz ideia que eu sou gay.

O PEDIDO

Ela me chamou num café. Sozinhos.

— Eu preciso da sua ajuda — ela disse, sem rodeios.

Eu estranhei.

— Que tipo de ajuda?

— Quero engravidar. Mas não quero inseminação artificial. Quero... natural.

Eu quase engasguei com o café.

— Natural?

— É. Quero que você seja o doador.

Eu fiquei pálido.

— Você tá louca? Eu não posso...

— Por favor. Eu confio em você. O Ricardo também confia. Ele não pode saber, claro. Mas eu preciso.

Eu queria dizer não. Queria levantar e ir embora.

Mas algo me impediu.

Eu sou gay. Virgem. Nunca transei na vida. Nem com homem, nem com mulher.

E ali estava uma mulher bonita, casada, pedindo pra eu transar com ela.

— Eu... eu preciso pensar — eu disse.

— Pensa. Mas me responde logo. Meu período fértil é semana que vem.

PRIMEIRO DIA

Cheguei na casa dela às 20h. Meu coração tava disparado. Suava frio.

Ela abriu a porta. Short jeans bem curto. Camiseta branca fina. Sem sutião. Dava pra ver o mamilo marcado no tecido.

— Entra — ela disse. A voz tava baixa, quase sussurrando.

Fomos pra sala. O ar condicionado tava ligado, mas eu tava suando.

— Então... — ela começou. — A gente precisa fazer isso todo dia até eu ovular. Hoje é o primeiro dia.

Engoli seco. Minha boca tava seca.

— Tá.

Ela se aproximou. Me beijou.

Os lábios dela eram macios. Quentes. Eu não respondi. Fiquei parado.

Ela percebeu. Afastou o rosto.

— É sua primeira vez, né?

Baixei a cabeça.

— É.

— Com mulher ou com geral?

— Com geral.

Ela sorriu. Um sorriso meio triste.

— Relaxa. Eu guio você.

Ela tirou a camiseta. Puxou por cima da cabeça. Os cabelos caíram sobre os ombros.

Os seios dela eram médios. Firmes. Mamilos rosados, endurecidos. A pele era clara. Macia.

Ela ficou só de calcinha preta. De renda. Dava pra ver o volume dos pelos por baixo.

Ela puxou minha mão. Me levou pro quarto.

O quarto era escuro. Só a luz do abajur. A cama era grande. Lençóis brancos.

Ela deitou na cama. Abriu as pernas.

— Tira a roupa.

Minhas mãos tremiam. Tirei a camisa. O peito suado.

Tirei a calça. A cueca. Fiquei nu na frente dela pela primeira vez na vida.

Meu pau já tava duro. Apontando pra cima. A cabeça vermelha. Brilhante de pré-gozo.

Ela olhou. Não riu. Não julgou.

— Calma. É normal ficar nervoso.

Ela guiou minha mão. Colocou no seio dela.

— Aperta.

Apertei. Era macio. Quente. O mamilo endureceu mais ainda debaixo dos meus dedos.

— Mais forte.

Apertei mais. Ela gemeu.

— Ahhh...

Ela desceu a mão. Pegou meu pau.

A mão dela era quente. Macia. Começou a bater punheta. Devagar.

Senti o calor da mão dela. O movimento pra cima e pra baixo.

— Isso... deixa eu te ajudar.

Ela acelerou. A mão subia e descia. O polegar passava por cima da cabeça do meu pau. Espalhava o pré-gozo.

Eu nunca tinha sentido aquilo. Meu corpo todo arrepiou.

— Entra em mim — ela disse.

Posicionei. A cabeça do meu pau na entrada da buceta dela.

Ela tava molhada. Escorrendo. O fluido dela tava na entrada. Quente.

Empurrei devagar.

A cabeça entrou. A buceta apertou.

Empurrei mais. Entrei mais.

Senti cada centímetro entrando. A buceta era apertada. Quente. Molhada.

As paredes da buceta apertavam meu pau. Como uma luva.

Entrei todo. Meu pau tava completamente dentro dela.

Parei. Não sabia o que fazer.

— Mexe — ela disse.

Comecei a mexer. Saí devagar. Quase todo pra fora.

Empurrei de volta. Entrei tudo de novo.

Ela gemeu.

— Isso... mais rápido...

Acelerei. Entrava e saía. O som da pele batendo na pele enchia o quarto.

Plac, plac, plac.

O cheiro do sexo tava no ar. O cheiro dela. O cheiro do meu pau.

Ela abriu mais as pernas.

— Mais fundo. Quero sentir no fundo.

Empurrei mais forte. Batia no fundo da buceta. O colo do útero.

Ela gemia alto.

— Ahhh... isso... mais... mais...

Segurei os seios dela. Apertei. Os mamilos duros entre meus dedos.

— Goza... goza dentro...

Senti o prazer subindo. Da base do pau até a cabeça.

— Goza dentro. Preciso que goze dentro.

Não aguentei.

Gozei.

Jorrei tudo dentro dela. Senti cada jato saindo. Quente. Espesso.

Enchi a buceta dela de esperma.

Ela me abraçou. Ofegante. Suada.

— Obrigada.

Saí de dentro dela. Meu pau tava mole. Sujo de gozo e fluido dela.

O esperma escorria da buceta dela. Branco. Misturado com o fluido.

Ela olhou.

— Isso foi só o começo. Amanhã a gente repete.

SEGUNDO DIA

Cheguei às 20h de novo. Ela já tava me esperando.

Dessa vez ela tava de vestido. Sem calcinha.

— Hoje eu quero por cima — ela disse.

Deitei na cama. Meu pau já tava duro só de olhar pra ela.

Ela subiu em mim. Sentou no meu pau.

A buceta engoliu meu pau inteiro. De uma vez.

Ela começou a rebolar. Os quadris girando.

— Isso... mexe os quadris...

Mexi os quadris. Empurrei pra cima. Entrei mais fundo.

Ela gemeu. Jogou a cabeça pra trás.

— Mais rápido... quero sentir você gozar dentro de mim...

Ela acelerou. Rebolar mais rápido. Os seios balançavam. Os mamilos duros, roçando no meu peito.

Segurei os seios dela. Apertei.

Ela gemeu mais alto.

— Ahhh... isso... goza... goza agora...

Senti o prazer subindo. O pau latejando.

Gozei. De novo. Dentro dela.

Senti o esperma saindo. Quente. Enchendo a buceta.

Ela desabou em cima de mim. Suada. Ofegante. O cabelo colado no rosto.

— Bom... muito bom...

Ficamos deitados. Ofegantes. O esperma escorria da buceta dela. Molhava minha coxa.

TERCEIRO DIA

Ela já tava me esperando no quarto. De quatro na cama.

A calcinha tava no chão.

— Quero de quatro — ela disse. — Quero sentir você batendo no fundo.

Fiquei atrás dela. A buceta tava encharcada. Brilhante de fluido.

Meu pau tava duro. Apontando pra cima.

Entrei por trás. Posicionei a cabeça na entrada.

Empurrei.

Entrei todo. De uma vez.

A buceta tava mais molhada que os outros dias. Escorrendo.

Comecei a foder. Forte. Batendo no fundo.

Plac, plac, plac.

A pele da minha coxa batendo na bunda dela.

Ela gemia. A cabeça enterrada no travesseiro.

— Isso... mais forte... quero sentir cada estocada...

Bati mais forte. Segurei na cintura dela. Puxei pra trás. Empurrei pra frente.

Cada estocada entrava fundo. Batia no colo do útero.

— Goza... goza dentro... enche minha buceta...

Senti o prazer subindo. O pau latejando.

Gozei. De novo. Dentro.

Senti o esperma jorrando. Quente. Enchendo a buceta.

Ela caiu deitada. Ofegante.

O esperma escorria da buceta. Molhava o lençol.

QUARTO DIA

Ela tava deitada de lado. De costas pra mim.

— Quero de lado — ela disse. — Colado em mim.

Fiquei atrás dela. De lado. Meu corpo colado no dela.

Meu pau tava duro. Apontando pra entrada da buceta.

Empurrei.

Entrei.

Fui devagar. Sentindo cada centímetro entrando.

A buceta apertava. Quente. Molhada.

Ela suspirou.

— Isso... devagar... quero sentir tudo...

Fui devagar. Entrando e saindo. Sentindo a buceta apertar meu pau.

Cada vez que entrava, sentia as paredes apertando.

Cada vez que saía, sentia o ar frio entrando.

— Goza... goza devagar...

Gozei. Devagar.

Senti cada jato saindo. Quente. Espesso.

Enchi a buceta de esperma.

Ela virou. Me beijou.

— Tá quase lá. Amanhã é o dia.

QUINTO DIA

Ela tava mais ansiosa.

— Hoje eu ovulo — ela disse. — É hoje.

Fomos pro quarto. Ela deitou. Abriu as pernas.

— Goza várias vezes — ela disse. — Preciso ter certeza.

Entrei. Comecei a foder.

Ela gemia.

— Mais... mais...

Acelerei. Batia no fundo. Plac, plac, plac.

— Goza... goza agora...

Gozei. Uma vez.

Senti o esperma jorrando. Quente.

Ela não deixou eu sair. Segurou meu pau dentro dela.

— De novo.

Esperei alguns segundos. Meu pau ainda tava dentro.

Comecei a mexer de novo.

Ela gemia.

— Mais... mais...

Gozei. Duas vezes.

Mais esperma. Enchendo a buceta.

Ela segurou meu pau.

— Mais uma. Preciso de mais.

Entrei de novo. Comecei a foder.

Ela gemia alto.

— Isso... goza... goza dentro...

Gozei. Três vezes.

Senti tudo saindo. Cada jato. Quente. Espesso.

Ela me abraçou. Forte.

— Obrigada. De verdade.

Ficamos deitados. O esperma escorria da buceta. Molhava a coxa dela.

— Agora é esperar — ela disse.

DUAS SEMANAS DEPOIS

Ela mandou mensagem.

— Deu positivo.

Li e não respondi.

Ela ligou.

— Tô grávida.

Fiquei em silêncio.

— Você vai ser pai.

Eu ri. Riso amargo.

— Eu sou gay.

— O quê? — ela ficou em silêncio. — Você... você é gay?

— Sou. Sempre fui. Ninguém sabe.

— Mas... como... você conseguiu...

— Meu corpo funcionou. Mesmo eu não sentindo atração por você.

Ela ficou em silêncio.

— O Ricardo acha que é filho dele?

— Sim. E vai achar pra sempre.

— E você? Vai contar?

— Não. Esse segredo morre com a gente.

Desliguei.

NOVE MESES DEPOIS

O bebê nasceu. Menino.

O Ricardo chorou quando segurou o filho.

Eu tava lá. No hospital. Como "amigo da família".

Olhei pro bebê.

Meu filho.

Mas nunca poderia dizer.

O Ricardo abraçou a mulher.

— Obrigado por me dar um filho.

Ela sorriu. Olhou pra mim.

Desviei o olhar.

HOJE

O menino tem cinco anos.

O Ricardo trata como filho. Ama como filho.

Eu visito de vez em quando. Como "tio".

O menino corre pra mim.

— Tio! Tio!

Pego no colo. Abraço.

Sinto o cheiro dele. O calor do corpo.

Ninguém sabe.

Só eu. Só ela.

O segredo fica pra sempre.

Eu sou gay.

Mas sou pai.

E ninguém nunca vai descobrir.

Por que tô contando?

Porque precisava.

Precisava jogar isso pro mundo.

Mesmo que anonimamente.

Mesmo que ninguém acredite.

Eu sou gay.

E sou pai.

E carrego esse segredo sozinho.

Se você leu até aqui, obrigado.

Eu só precisava que alguém soubesse.

FIM

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Foto de perfil genéricaContos do LeitorContos: 7Seguidores: 3Seguindo: 1Mensagem SOBRE OS RELATOS Todos os contos e relatos eróticos publicados aqui foram enviados por leitores na minha conta anterior, que foi excluída. Estou repostando tudo neste novo espaço. Não tenho como verificar a procedência verídica de cada história. Não sei se são 100% reais ou ficção. Mas acredito que isso não importa tanto. O que importa é que são boas histórias, bem contadas, e que podem inspirar ou entreter quem lê. Muitos relatos, às vezes, necessitam de um pouco de correção ortográfica ou gramatical. Faço esses ajustes para facilitar a leitura, mas sem perder a originalidade de quem enviou. A essência da história sempre se mantém. Se você tem um relato para compartilhar, agradeço muito se quiser enviar. Pode ser uma experiência sua, de um amigo, ou algo que ouviu e quer ver transformado em conto. Envie seu relato para: danielqrm33@gmail.com Prometo que vou ler e, se gostar, vou adaptar e publicar aqui. Relatos anônimos são bem-vindos. Não preciso do seu nome real, só da história. Obrigado por ler, e espero que gostem.

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