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Intencionalmente sem Querer - O Jogo do Tesão - 4

Um conto erótico de Tiago
Categoria: Heterossexual
Contém 3438 palavras
Data: 02/09/2026 09:09:23

O jogo continuou mais um pouco. Eu chamei a Marina e isso custou a regata dela. Minha teoria do sutiã esportivo cinza se confirmou. Infelizmente eu errei uma chamada depois disso e perdi as meias pra Jana. O Jorge perdeu de novo e ficou de cueca e short, o que a Sara aproveitou pra caralho.

Enquanto jogávamos, meus olhos percorriam os corpos das garotas. A pele da Jana parecia tão delicada. Mais clara que a da Sara e da Marina. Mas macia do mesmo jeito. O corpo da Marina parecia mais definido na luz da lareira. O abdômen fazendo sombra e o umbigo no lugar perfeito. E a Sara parecia ansiosa. Dava pra ver que ela tava entrando no clima de verdade. Principalmente quando me chamou numa que ela sabia que era verdade.

— Quatro setes — anunciei.

— Mentira — disse a Sara.

Olhei pra ela. Ela olhou nos meus olhos com aquelas pupilas profundas.

— Te peguei? — perguntou, sabendo muito bem.

Virei as cartas mostrando os quatro setes.

Ela recostou.

— Minha calça — disse, olhando direto nos meus olhos. Me arrastei até ela. Ela virou o corpo de um jeito que bloqueava a passagem. Queria que eu fosse pela frente. Olhei pro resto e vi os olhos de todo mundo, sem piscar, grudados na minha tarefa.

Peguei as bordas da cintura e comecei a puxar pra baixo. Ouvi um movimento atrás de mim quando todo mundo se aproximou. Centímetro por centímetro, eu ia expondo a pele dela. A tatuagem me cumprimentou de novo.

— Você não acha que tá pulando uma etapa? — ela perguntou. Parei e olhei pra cima. — Você tá tirando a calcinha também.

Olhei pra baixo e percebi que tava tirando tudo. Mais um centímetro e eu ia expor ela por completo. Meus dedos afrouxaram e uma alça vermelha escapou. Peguei a alça dos dois lados e puxei de volta até ficar justa. Passei a mão pela alça atrás e achei onde elas se encontravam. Depois, com a palma na pele dela, segurei uma nádega em cada mão. Devagar a levantei. A mão direita segurou a bunda enquanto a outra puxava a calça. Não consegui evitar de apertar e soltar a nádega enquanto a apoiava de novo. Depois deslizei a calça até o fim. Algumas das pernas mais gostosas que eu já vi. Tirei a calça e joguei pra fora do círculo. A Sara sorriu pra mim enquanto puxava as pernas pra perto, bem juntas. Olhei de volta pro círculo, que tinha ficado mais fechado. O jogo continuou.

Conforme avançava, eu perdi de novo e perdi a camisa, que a Marina curtiu tirar. As mãos dela percorrendo meu peito e a barriga enquanto fazia isso. Depois a Jana perdeu o jeans. Ela não se abalou muito, mas o Jorge pareceu nervoso tirando. Em seguida o Eduardo perdeu a camisa. Depois fez uma chamada errada e perdeu o short. Foi a Marina quem ele tinha chamado. Ele se levantou quando ela foi tirar. Ela ficou de pé bem na frente dele e enfiou a mão por dentro da calça. Pelo jeito, ela agarrou o pau. O olhar faminto nos olhos dela e o sorriso no rosto dele era tudo o que a gente precisava de confirmação. Num instante ela separou o short da cueca e ele ficou com uma peça só.

As chamadas de blefe agora não eram mais pelo jogo, e sim pelo tesão carnal do qual todo mundo tava virando vítima. A cada peça que saía, o círculo parecia menor. Logo a gente tava tão perto que o calor do corpo dava pra sentir em quem estava do lado. Pontinhos apareciam nos tops das minas, mamilos denunciando. Os caras tinham volume que não adiantava mais esconder.

Não demorou muito até todo mundo ficar na última linha de defesa. Os caras só de cueca, as minas de sutiã e calcinha. A próxima chamada, de um jeito ou de outro, ia revelar mais pele do que normalmente veríamos.

Todo mundo tava sério agora.

Sara: — Dois dez.

Eu: — Um valete.

Marina: — Duas damas. — Será que é mentira?

Jorge: — Dois reis. — Tanto faz.

Jana: — Um ás. — Ela tem que ter esse.

Eduardo: — Três dois. — Tanto faz.

Sara: — Um três. — Pode ser qualquer coisa. PORRA! Minha vez.

Eu: — Dois quatros. — Por favor não chama. Por favor não chama.

Marina: — Três cincos. — ISSO! Tô salvo!… Espera.

Eu: — Mentira!

A Marina olhou pra cima em choque. Eu tinha pegado ela. Eu sabia. Estiquei a mão e virei as cartasAh, merda… e a última carta… valete de paus. Um silêncio caiu sobre o grupo. Ela tinha sido pega. Os olhos azuis da Marina se cravaram nos meus. Ela apontou pro top.

— Você quer parar? — perguntei, olhando pra ela. Ela balançou a cabeça.

— Meu sutiã — disse.

Minhas mãos começaram a subir enquanto eu me ajoelhava na frente dela. As costas da Marina se arqueavam devagar, empurrando o peito pra frente. Peguei a barra de baixo do sutiã esportivo. As mãos dela encontraram as minhas enquanto subiam pela pele. Levantamos juntos. Expondo a carne. A base dos peitos apareceu. Formato de círculo perfeito. Subiu até os mamilos cumprimentarem o olhar. Pequenos, redondos e duros. Acento perfeito pra montes perfeitos. O sutiã saiu por completo. Quando a cabeça dela passou, minhas mãos desceram de novo, traçando um caminho pela pele. Desceram pelo meio dos peitos, arrancando um suspiro dessa beleza. Voltando a mim, sentei de novo.

— Nossa, Marina. Tão lindos — veio do Jorge.

— Que bom que você aprova, irmãozinho — ela olhou pra baixo e viu o volume na cueca dele. — Mas acho que logo vou descobrir se a Jana e você ontem falaram a verdade. É seis pra você e eu tenho os quatro. Tô chamando seu blefe — disse.

O Jorge olhou a mão. Depois olhou pra cueca. — Merda.

— Levanta, Jorge. Levanta bem aqui na minha frente — a Marina chamou.

Relutante, o Jorge se levantou. A Sara agora estava sentada de pernas cruzadas, apertando as coxas com os dedos. A luz começou a brilhar no fundo da calcinha de renda vermelha dela, os olhos grudados no volume do Jorge. Ele deu um passo no círculo apertado e se virou pra Marina.

— Mmmmmm. — Ela ronronou, subindo nos joelhos. A cabeça dela estava na altura do umbigo dele enquanto olhava pra cima.

— Eu acho… — começou, pegando a elástica da cueca. — …que tá na hora de dizer tchau pro meu irmãozinho… — Com isso ela puxou a cueca num relance, libertando o pau duro dele. — …e oi pro meu IRMÃO GRANDE. — Quase sussurrou, os olhos se fixando instantaneamente nele. Um sorrisinho começou nos cantos da boca.

O pau do Jorge era mesmo impressionante. Comprimento sólido, com grossura pra combinar.

— Agora você vê o que eu gosto — ronronou a Jana. Um sorriso enorme no rosto. As duas mãos no colo, também sentada de pernas cruzadas. Um dos dedos mal dava pra ver, acariciando por fora da calcinha fininha do biquíni.

— Eu consigo ver, sim. — A Marina soltou o ar. O hálito dela roçando o pau latejando do Jorge. Com um brilho nos olhos, ela começou a se levantar, colada no irmão. Conforme subia, a cabeça do pau dele encostou na curva do pescoço. Subiu até descansar entre os peitos. Ela parou um segundo.

— Quem ia imaginar que um dia você ia ter o pau inchado enfiado entre as tetas da sua irmã, hein, irmãozão? — ela ronronou. Continuou subindo enquanto os mamilos rolavam na barriga dele.

— Acho que você deveria sentar — sussurrou.

O Jorge assentiu e os dois se sentaram. Ele olhou pro próprio pau e depois pro grupo.

— Espera um pouco. Eu não tenho mais o que perder. E agora?

— A gente continua jogando — veio da Sara, bem firme.

De repente fiquei consciente da perna da Marina pressionada contra a minha. A carne quente dela cravando em mim. Me sentindo ousado, coloquei a mão no joelho nu dela e apertei de leve. O Jorge me olhou e fez o mesmo. Agora era a vez da Jana.

A Jana olhou as cartas. Estava vermelha e respirando pesado. A coitada, aqui ela assistindo o irmão e a irmã se despindo, e isso a deixa com tesão. Quando olhei pro Eduardo, os pensamentos dele deviam ser os mesmos. A Jana jogou a carta.

— Um sete… — começou a Jana.

— Mentira — disse a Sara.

Todos os olhos se arregalaram virados pra Sara. Ela tinha aquele sorriso safado enquanto atravessava até a Jana. Não deu tempo dela responder: passou os braços em volta da Jana e a puxou contra si. Os peitos se esmagaram um no outro.

— É verdade… — a Jana sussurrou fraca no ouvido da Sara. Tarde demais. A Sara já tinha os dedos nos laços e começou a puxar. Um no pescoço, o outro no meio das costas.

— Eu sei — soprou a Sara. — Você só vai ter que empatar o placar. — O hálito caindo no ouvido da Jana.

— O quê? Eu não posso! — começou a Jana, alto o bastante pra alguns ouvirem.

— Faz — disse a Sara, puxando o lóbulo da orelha da Jana pra boca. Mordeu de leve.

— Ah! — ofegou a Jana.

— Faz! — a Sara repetiu, ainda em sussurro, mas por entre os dentes.

Com as mãos tremendo, a Jana alcançou o fecho do sutiã da Sara. Um clique suave e as alças caíram pras laterais. A Jana passou as mãos até os ombros da Sara e desceu as alças até os cotovelos, exatamente quando os laços amarelos dela caíram das costas e do pescoço. Os dois corpos colados era o único que ainda segurava os tops.

Devagar elas se afastaram e as roupas caíram no chão. A Sara não soltou a Jana, nem a Jana soltou a Sara, enquanto o círculo olhava a nova visão. Os mamilos da Jana eram rosados e macios. As aréolas mais redondas do que eu imaginava. Os peitos inteiros bem redondos, pareciam flutuar. Uma linha de bronzeado leve emoldurava o peito, completando a obra. Depois meus olhos encontraram as tetas nuas da Sara.

Os peitos da minha irmã eram exatamente o que eu fantasiaria. Empinados e fartos. Cabe na mão e ainda sobra um pouco. Os mamilos da cor de uma cereja no crepúsculo. Suculentos. Maravilhosos.

As duas não se separaram. Respiravam juntas, no mesmo ritmo. A Sara começou a puxar de volta até os mamilos se tocarem. Depois, bem devagar, girou um contra o outro. Esfregando leve.

Minha mão na Marina começou a deslizar um pouco. Agora eu passava a palma pela parte de cima da coxa dela. Amassando a carne com um toque leve. O Jorge tava colado do outro lado dela. Ela tinha a mão na coxa dele. Subindo e descendo. Cada vez mais perto da barriga.

A Marina falou:

— Acho que é a vez do Eduardo. — Os olhos sem piscar. O peito subindo e descendo. Um brilho leve aparecendo na testa.

Relutantes, Sara e Jana se separaram. Quando sentaram, o círculo encolheu de novo. A Sara ficou pressionada direto na minha perna enquanto o Eduardo começava.

— Dois…

— Mentira — chamou a Marina. Ela começou a se levantar e nossas mãos caíram dela. Ficou de pé no centro do círculo e virou a bunda pro Eduardo.

— Minha calcinha — disse.

Todos os olhos subiram enquanto o Eduardo estendia as mãos. As palmas deslizaram pela pele, pelas coxas lisas. Pela bunda em formato de coração, e depois pararam na elástica no quadril. Ele começou a descer. Começou a revelar todos os segredos da namorada pra família dela, que esperava ansiosa pra ver.

A Marina abriu um pouco as pernas, deixando a luz bater na umidade que colava a calcinha na buceta. Desceu pelos quadris. Desceu pelas pernas longas. Depois parou nos tornozelos. Ali, na minha frente, estava minha prima mais linda, nua em toda a glória. A buceta aparada com um capricho delicado. Um triângulo leve de pelos. Uma seta, se quiser, apontando pro tesouro embaixo.

Um cheiro começou a encher a sala. Um daqueles inconfundíveis. O tesão tava no pico enquanto as três minas nos chamavam.

— Talvez você devesse dar uma volta e deixar cada um olhar direito — disse o Eduardo. Agora ele tava oferecendo ela pra família.

Ela primeiro andou pra frente e parou direto em cima de mim.

— O que você acha? — perguntou, olhando pra baixo enquanto eu olhava pra cima, entre as pernas dela.

Nenhuma palavra saiu. Ela desceu a mão e passou pelos lábios da buceta. A carne cedeu ao toque. Quando puxou a mão, os dedos brilharam na luz da lareira. Desceu e passou os dedos molhados nos meus lábios. Devagar, eu provei a minha prima.

Depois ela se virou e parou na frente do Jorge.

— Quer ver? — perguntou. Ele assentiu.

Passando a mão por trás, entre as pernas, ela abriu os lábios com dois dedos, mostrando o rosa de dentro pro irmão.

— Também quer um gosto?

O Jorge agarrou as pernas dela e em momento totalmente inesperado por todos, enfiou a cabeça entre as coxas. A língua mergulhou fundo.

— Ahhh! — a Marina ofegou, surpresa, com a língua do irmão provando a doçura dela em primeira mão.

A gente ficou besta olhando os dois. O Jorge lambia como se estivesse bebendo pra sobreviver. Os gemidos da Marina encheram a sala. Abafaram a chuva, que agora batia mais forte lá fora. Dava pra ouvir o som da buceta molhada sendo atacada pela língua dele.

— Meu Deus! Uhhh! — a Marina gemeu. A cabeça jogada pra trás. A mão direita acariciando o peito direito. O Jorge apertava a bunda dela enquanto a língua fustigava aquela xota apertada. — Ah! Não aí! Oooh. Porra! Jorge! — ela gritou. Ele tava lambendo o clitóris. Mordiscando a pele. Tava levando ela direto pra beira do precipício.

— Santo Deus. Ahhhh! AHHH! Eu vou… EU TOU GOZAAAAANDO! PORRA EU TOU GOZAAAAANDOOOO. — Ela gritou enquanto o orgasmo rasgou o corpo. O Jorge bebeu o suco dela com tudo o que tinha. As convulsões fizeram ela cair de costas no sofá, os dois primos brilhando juntos. A Marina tremendo com as ondas. O Jorge ainda a segurando forte.

— Minha vez — disse a Sara. Todo mundo se virou pra ela. Tinha um olhar realmente estranho no rosto. Ela colocou duas cartas no centro.

— Dois valetes. — Com isso, virou as cartas. — Eu zerei.

Teve uma pausa. A gente se olhou.

— O que isso significa? — perguntou a Jana.

— Significa que eu ganhei. E o resto de vocês tira a roupa. Agora! — disse a Sara.

Cada um se levantou rápido. O Eduardo foi o primeiro: num instante a cueca voou pra fora do círculo e o pau enorme dele balançou no ar. Porra, o cara era grande.

Os olhos da Jana arregalaram olhando pra baixo. — Eu preciso disso — disse, tirando a calcinha num segundo. — Eu preciso disso agora!

Caiu de joelhos, agarrou o pau do Eduardo e começou a lamber com fome. Tudo o que ele conseguiu fazer foi gemer e enroscar as mãos no cabelo dela. Devagar ela foi engolindo, pouco a pouco. Fiquei impressionado com a capacidade dela de engolir até o fundo: logo os lábios estavam colados nos pelos.

Um gemido alto à direita mostrou outra cena. Lá no sofá, a Marina tava chupando o Jorge. A cabeça subindo e descendo. Uma mão se dedando enquanto chupava. O Jorge tava no paraíso.

— Eu falei pra tirar! — ouvi atrás de mim. Virei e fiquei cara a cara com a Sara, mais com tesão do que qualquer mulher que eu já tinha visto. — Ou você quer que eu tire por você.

Sem esperar resposta, a Sara, minha irmã mais nova, desceu as mãos e puxou minha cueca.

— Ah, Tiago — ela disse, encarando meu pau. — Por que você escondeu isso de mim? Se eu soubesse antes, eu teria cavalgado esse pau minha vida inteira.

Com isso, a mão dela envolveu meu pau e começou a bater. A palma da mão da minha irmã, apertando a cabeça e espalhando o pré-gozo o caminho inteiro até a base. Depois segurou a base com uma mão e apertou a outra, subindo até o topo, tirando o máximo que dava. Uma gota grande se formava na ponta. Quando a mão chegou lá, ela recolheu com um dedo e levou à boca.

— Mmmmmmmmm — ronronou. O corpo pedindo a minha porra. Eu não aguentei mais.

Agarrei ela pela cintura e joguei no chão. As pernas se abriram e eu caí entre elas. O fogo nos olhos dela ameaçava incendiar o sítio.

— O que você vai fazer, irmão? — ela provocou. O peito subindo e descendo ofegante. O corpo pedindo por mim. Levei a mão à barriga e desci. O elástico da calcinha me parou. Meu pau agora pressionava a buceta coberta. A renda vermelha era a única coisa entre nós. Eu precisava enfiar esse pau dentro dessa mulher. Desesperadamente. Comecei a empurrar.

Um ofego escapou dos lábios dela. — Você vai me foder? — brincou. Empurrei mais forte. A calcinha encharcando a cabeça do meu pau. Eu precisava estar dentro dela.

— Você vai me foder? — ela disse, olhando nos meus olhos de animal.

— Porra, vou sim! — gritei, descendo a mão e agarrando a calcinha. Senti os pelinhos da buceta dela roçando meus nós dos dedos. Num movimento animal, rasguei.

Encostei o pau nos lábios molhados. A tatuagem brilhando no suor do corpo dela, que me pedia. Os lábios agarrando o pau. Pedindo. Olhei nos olhos dela e empurrei o pau pra dentro.

— AHHHHHHH!!! — gritamos juntos quando eu encostei até o fundo. A sensação era incrível. Estar cercado pela umidade da minha irmã. Os corpos rolavam juntos. Meu pau era um pistão entrando e saindo das dobras molhadas.

— Me fode, Tiago… fode a sua irmã — ela gemeu por entre os dentes.

Porra, a buceta dela era apertada. Se agarrando em mim como se a vida dependesse disso.

— Ahhhhh… seu pau tá tão gostoso. Ah, sim! — ela gritou.

Olhando pra cima, vi a Jana de quatro. Os olhos fechados com força enquanto o Eduardo metia nela por trás. Depois o sofá: a Marina montada no Jorge. A mão descendo pra guiar o pau dele pra buceta que esperava. Ela cavalgava como uma égua. Empinando e gritando com tudo em cima do pau duro do irmão.

— Ah, Marina — gemeu o Jorge enquanto ela quicava. As mãos dele na bunda, subindo e descendo no pau. As costas dela arqueadas de puro prazer.

— Me fode forte! — ela gritou. — Mete esse pau, irmão! Meu IRMÃOZÃO! Ah, PORRA, você tá me enchendo!

Nossos gritos de prazer furavam a noite tormentosa. Cada um de nós agora preso no mesmo pecado. Éramos como demônios soltos pra sentir a coisa mais proibida. E agora que a gente tinha provado, a fome só crescia.

Não demorou pra nenhum de nós. A tensão tinha acumulado tempo demais. A Jana se jogava contra o pau enraivecido do Eduardo cada vez mais rápido.

— Tô gozando! — ela guinchou, enfiando o pau dele fundo. O Eduardo soltou um grito, puxou o pau da Jana e jorrou nas costas dela.

A Marina e o Jorge caíram no chão se contorcendo e se esfregando. Ele jogou uma perna no ombro e meteu na irmã com tudo, ela de lado, bem ao lado de mim e da Sara.

— Ah! — ela uivou, os olhos arregalados. — Você tá… ah… tão fundo! Me dá. Goza dentro, meu irmão gostoso! Por favor! Me dá essa porra quente!

— Lá vem! — o Jorge ofegou, enfiando mais fundo do que antes. Os corpos como um só enquanto ele despejava o sêmen fundo na irmã. Os gritos deles se juntaram aos nossos. Aí senti a sensação crescendo no fundo do meu corpo.

— Irmã, eu não vou aguentar muito — consegui dizer. As unhas dela começaram a cravar nas minhas costas.

— Tão perto… ah… por favor… só me fode. Fode a minha buceta apertada! — E ela apertou. Eu precisava gozar pra caralho. As virilhas queimavam. Mas eu não ia sem ela. Alcancei atrás, peguei uma perna em cada mão e levantei. Mudei o ângulo e achei o ponto.

— CARALHO! ISSO! SEU SAFADO DELICISO! — ela gritou numa explosão súbita. — CONTINUA! COME SUA IRMÃ, COME! MEU DEUS, AÍ! AH, GOZA DENTRO, TIAGO! EU VOU GOZAR! — Eu abri as comportas.

— EU… ah, porra!… eu… eu… — e aconteceu. — Tô gozando!

— AAAAAAHHHHHHH! — a Sara gritou enquanto o corpo explodia num orgasmo que desligava a cabeça. Meus punhos apertaram as pernas dela enquanto eu bombeava jato atrás de jato de porra na buceta faminta. Os corpos deslizando juntos, cobertos de suor. Tremendo de êxtase puro.

E assim ficamos. Todos os corpos agora enroscados como antes. Nus, quentes e temporariamente saciados. A sede proibida apaziguada por esse momento. Tudo estava prestes a mudar, mas antes disso a gente tinha visitas pra receber. Não ia demorar até a gente esperar a chegada da tia e da minha mãe.

Vamos ver o que o amanhã traz…

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