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A Professora e o Aluno de 60 anos + bônus parte 09

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 1578 palavras
Data: 14/09/2026 01:17:02

+ bônus parte 09

A noite em que Helena descobriu Ricardo não acabou em grito. Acabou em silêncio.

Eles voltaram para casa em carros separados. A filha ainda estava na casa da avó. O sobrado ficou grande demais. Ricardo foi direto para o banho. Helena ficou na sala, de pé, a bolsa ainda no ombro, sentindo o gosto metálico na boca — o gosto de ter sido a última a saber.

Quando ele saiu do banheiro, de bermuda e camiseta, os dois se olharam no corredor.

— Três meses — ela repetiu, baixo.

— Você teve semanas na sala de aula — ele respondeu, sem levantar a voz. — Ajoelhada. Engolindo. Gemendo. Voltando pra cama comigo depois. Não vem cobrar moral agora.

Helena riu, um som curto e feio.

— Então estamos quites.

— Não. A gente só está destruído do mesmo tamanho.

Dormiram na mesma cama por costume. De costas. Sem se tocar. No meio da madrugada Helena acordou com o corpo latejando — não de raiva, de memória. A memória do pau grosso de Marcelo abrindo ela na mesa, o peso das bolas batendo na bunda, o esperma quente escorrendo pela coxa enquanto ela chorava. O desejo não tinha morrido com a confissão. Tinha só ficado mais sujo.

Dois dias depois a casa já era um acordo funcional outra vez. Café em silêncio. Olhares que desviavam. A filha voltou e eles sorriram para ela com a mesma mentira de sempre.

Na quarta-feira, depois que a menina dormiu, Helena ficou olhando o teto. Ricardo ressonava ao lado, inocente só no sono. Ela levantou, pegou o celular antigo que ainda tinha o número de Marcelo — aquele que ela tinha bloqueado meses atrás — e desbloqueou.

A mensagem saiu curta, sem nome, sem explicação:

Preciso te ver.

A resposta veio em menos de dois minutos.

Eu sabia que a senhora ia voltar. Casa. Agora.

Helena olhou para o marido dormindo. O peito apertou. Culpa, raiva, tesão e um vazio que nenhum dos dois sentimentos preenchia. Ela vestiu uma calça jeans e uma blusa preta, o mesmo tipo de roupa do primeiro dia de aula. Saiu sem deixar recado.

A casa de Marcelo era exatamente como ela lembrava da descrição que ele tinha dado uma vez, sem querer: três cômodos, parede descascada, cheiro de sabonete barato e homem sozinho. Ele abriu a porta de camiseta branca e calça de moletom. Sessenta e dois anos, cabelo grisalho curto, o corpo magro ainda firme. O olhar não pediu licença. Nunca tinha pedido.

— Entra — disse só.

Helena passou por ele. A porta fechou. O clique soou igual ao da sala de aula.

Ela ficou no meio da sala pequena, os braços cruzados.

— Meu marido me traiu — falou, a voz rouca. — De propósito. Porque eu te chupei. Porque eu te deixei me foder naquela mesa. Ele quis que eu sentisse o mesmo.

Marcelo não se aproximou ainda. Ficou encostado na parede, observando.

— E a senhora veio pra cá.

— Eu não deveria ter vindo.

— Mas veio. Com a calcinha já molhada, eu aposto.

Helena fechou os olhos. O corpo dela não mentia. Entre as pernas já estava quente só de estar no mesmo cômodo que ele. O cheiro dele — suor limpo, sabonete barato, aquele algo masculino e antigo — subiu e acertou em cheio o ventre.

— Eu me odeio — sussurrou.

— Eu sei. A senhora sempre se odiou. E mesmo assim empinou pra mim. Chupou. Engoliu. Gozei dentro. Depois foi pra casa e se tocou com o meu esperma escorrendo. A senhora não veio aqui pra conversar sobre o marido, professora.

Ele se afastou da parede. Parou na frente dela. Perto o suficiente para o calor do corpo chegar primeiro.

— Tira a blusa.

Helena hesitou um segundo. Depois puxou a blusa pela cabeça. Os seios médios e firmes apareceram no sutiã preto. Marcelo passou a mão grande por cima do tecido, apertou, sentiu o mamilo endurecer.

— Ainda bonitos. Quarenta e um agora, não é? Continuam pedindo boca.

Ele abaixou o sutiã. A boca quente fechou no seio direito, chupou forte, os dentes roçando de leve. Helena soltou um gemido abafado e segurou a cabeça dele. Os dedos dela afundaram no cabelo grisalho.

— Marcelo… isso é errado…

— Sempre foi. Tira a calça.

Ela obedeceu com as mãos tremendo. A calça jeans desceu junto com a calcinha. A bunda grande, alta e redonda apareceu. As coxas grossas. A buceta já brilhando. Marcelo virou ela de costas, segurou os quadris e afundou o rosto. A língua larga passou no meio dos lábios molhados, subiu até o cu, desceu de novo, enfiou. Helena arqueou a coluna e empinou sozinha, as mãos na parede descascada.

— Porra… ainda do jeito que eu gosto. Encharcada e com vergonha.

Ele chupou o clitóris com força, dois dedos grossos entrando ao mesmo tempo. Helena gozou rápido demais, as pernas bambas, um soluço misturado com gemido. Marcelo não parou. Continuou lambendo até ela tentar se afastar.

— Para… eu acabei de…

— A senhora acabou de começar. Vira.

Ele a virou, ajoelhou no chão irregular da casa e puxou ela pela cintura até a boca dela ficar na altura do pau ainda preso na calça. Helena entendeu. Abaixou o moletom. O pau saltou: grosso, longo, veias saltadas, a cabeça larga e escura já brilhando. Do tamanho que ela nunca tinha esquecido.

— Chupa como daquela vez. Olhando pra mim.

Helena ajoelhou. A boca esticou em volta da grossura. Saliva escorreu pelo queixo. Marcelo segurou o cabelo loiro sem forçar, só guiando o ritmo.

— Isso… usa a língua embaixo. A senhora lembra. A boca da professora casada ainda é a melhor que eu já fodi.

Ela desceu o máximo que conseguiu, engasgou, subiu, desceu de novo. Os olhos marejados. O gosto salgado e familiar. Marcelo gemeu baixo.

— O marido te comeu esses meses? — perguntou, a voz rouca. — Esse pauzinho dele ainda entra nessa buceta?

Helena soltou o pau com um fio de saliva.

— Quase não. Depois que ele soube… parou. Agora ele fode outra.

Marcelo riu sem humor e enfiou de novo na boca dela.

— Então ele aprendeu tarde. Continua.

Ele gozou na boca dela alguns minutos depois, jatos densos, quentes, obrigando ela a engolir. Helena engoliu. O resto escorreu pelo canto dos lábios. Marcelo passou o polegar, limpou e colocou o dedo na boca dela outra vez.

— Engole. Igual da primeira vez.

Ela engoliu.

Ele a levantou, carregou até o colchão velho no quarto e deitou ela de quatro. A bunda enorme empinada, as coxas grossas abertas. Marcelo se posicionou atrás, passou a cabeça grossa de cima a baixo na buceta, molhando o tronco inteiro.

— Eu vou enfiar devagar. A senhora já sabe que dói no começo.

A cabeça entrou. Helena enterrou o rosto no travesseiro surrado e gemeu alto. Era grosso demais. Esticava. Ardia. Marcelo segurou os quadris com as duas mãos grandes e foi entrando centímetro por centímetro, sem pressa, até as bolas baterem na pele macia.

— Cheio. Olha como essa buceta ainda me abraça. Ainda é minha, professora. Pode voltar pro seu marido depois. Pode fingir que a casa ainda é um casamento. Mas por dentro a senhora já sabe quem cabe direito.

Ele começou a meter. Devagar no início, depois mais fundo, mais forte. A cada estocada a bunda de Helena tremia. O som molhado enchendo o quarto pequeno. Ela gemia sem conseguir segurar, a aliança brilhando no dedo que apertava o lençol.

— Mais fundo… — a voz dela saiu quebrada. — Me fode mais fundo.

— Fala o nome.

— Marcelo… me fode, Marcelo…

Ele acelerou. As mãos abriram a bunda, os polegares afastando para ver o pau grosso sumindo e aparecendo. Helena gozou de novo, o corpo inteiro tremendo, a buceta contraindo com força. Marcelo não parou. Continuou metendo através do orgasmo dela até cravar fundo e gozar. O esperma veio quente, abundante, enchendo, vazando imediatamente pelas laterais quando ele ainda pulsava dentro.

Ele ficou enterrado um tempo. Depois saiu devagar. Um fio grosso ligou a cabeça à entrada avermelhada e aberta. O líquido branco escorreu pela coxa grossa, desceu até o joelho.

Helena ficou de quatro, ofegante, o rosto molhado de saliva e lágrima. Marcelo passou a mão na bunda dela, espalhou o próprio esperma e falou baixo, perto da orelha:

— Da próxima vez a senhora não manda mensagem. A senhora já sabe o caminho.

Ela se vestiu em silêncio. A calcinha imediatamente manchou. Na porta, antes de sair, olhou para ele.

— Isso não muda nada em casa.

— Eu sei. A senhora vai voltar mesmo assim.

Helena dirigiu de volta com as pernas tremendo, o cheiro de sexo subindo da calça, o esperma ainda escorrendo. Entrou no sobrado. Ricardo estava acordado na sala, a luz da cozinha acesa.

Ele olhou para ela. Demorou uns segundos. Depois falou, a voz baixa e cansada:

— Você foi nele.

Não era pergunta.

Helena não negou. Ficou parada no meio da sala, a bolsa na mão, a calcinha molhada colada.

— Fui.

Ricardo assentiu, como se tivesse confirmado uma conta que já estava feita.

— Então agora a gente não tem mais nem a mentira de que parou.

Os dois ficaram em silêncio. A filha dormia no quarto do fundo. A casa continuava em pé. O que restava entre os três — esposa, marido e amante — já não cabia em nenhuma palavra decente.

Helena foi para o banheiro, trancou a porta, sentou no chão frio e chorou enquanto o corpo ainda latejava e escorria. Do outro lado da cidade, Marcelo deitou nu na cama velha, o pau semi-duro descansando na barriga, e sorriu no escuro.

A recaída tinha acontecido.

As consequências, outra vez, não tinham acabado.

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Comentários

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Não acredito que o marido não vai meter o pé na bunda dessa vadia, dessa vez.

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