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A noite da chuva - Assistindo (4/6)

Da série A Noite da Chuva
Um conto erótico de HelenaViana
Categoria: Heterossexual
Contém 916 palavras
Data: 13/09/2026 23:52:36

Quarta parte dessa história. quem não viu os anteriores, volte e leia. Me chamo Helena e estou em uma viagem de final de semana com meus colegas de faculdade...

O café da manhã de sábado foi ralo e comprido demais para o tamanho da cozinha.

Aquele pão amanhecido do dia anterior. Café passado somente requentado. A meia no varal da varanda que não secava. A chuva miúda que não cessava. Eu estava de moletom e short, as coxas juntas, a buceta ainda sensível, o gosto fantasma de porra quando eu engolia saliva. Lara de camiseta larga do Nando, sem sutiã. Nando de bermuda, o peito à ostra. Bia de cabelo preso, blusa fechada até o pescoço.

Davi, olhando a xícara.

Ninguém falou por cinco minutos. Depois a Lara falou.

— A Helena não dormiu na sala. Dormiu com a gente. A gente fodeu. Duas vezes. Ela chupou o Nando. Ele gozou. Eu gozei na boca dela. A parede é fina. Vocês ouviram.

Bia parou a faca no pão. Davi não levantou os olhos.

— A gente ouviu — Bia disse. A voz saiu raspando. — O colchão. Ela. Você. Não precisa do relatório.

— Precisa — Lara bebeu. — Porque hoje a porta do quarto vai ficar aberta. Se quiserem assistir, assistem. Se quiserem ir embora para o quarto de vocês, vão. Ninguém aqui puxa ninguém pela mão. A casa é pequena. A chuva não deixa fugir.

Nando passou manteiga e falou para o Davi, direto:

— Pode ficar no vão. Pode entrar no quarto e só olhar. Pode meter na Bia olhando. O que vocês não vão conseguir é fingir que você não ficou duro.

Davi tirou o óculos, limpou na camiseta, pôs de novo.

— A Bia que decide.

Bia riu sem graça nenhuma.

— Que decide o quê. Vocês já decidiram ontem quando gemeram alto.

Mesmo assim ela não disse não.

A tarde foi sopa de envelope, baralho úmido, o Davi consertando a tranca do banheiro com uma faca. Lara beijou o Nando na pia na frente de todo mundo, mão na bunda, língua. Eu lavei o copo que estava tomando sopa. A Bia saiu para a varanda e voltou com o cacheado pingando.

Às quatro a Lara me puxou pelo pulso no corredor.

— Vem ver um casaco. — Mentira. Era a hora da porta aberta.

Nando já estava no quarto, na beira da cama com a calça aberta, pau na mão, já duro. A porta permaneceu aberta o vão de um corpo. A luz do corredor cortava o tapete.

Lara me beijou em pé e tirou a blusa e sutiã. Ajoelhou, puxou o meu short e a calcinha, e chupou minha buceta de frente para o vão — barulhenta de propósito. Chupão. Língua. O som molhado atravessando a madeira.

— Olha a porta — ela murmurou contra mim. — Se tiver gente, o recado é esse.

Após isso, Nando levantou e me virou de quatro na beira da cama, a bunda para o corredor. Entrou de uma vez. Eu gemi.

Meteu fundo. Bunda batendo. Lara sentou na cabeceira, calcinha no lado, e puxou meu cabelo para eu chupar ela. Clitóris duro. Eu lambi bagunçado porque o pau no fundo tirava o ritmo.

O chão do corredor estalou.

O ombro da Bia no vão. Davi atrás, o queixo no cacheado. Bia segurava o pulso do Davi. A outra mão dela na frente do próprio corpo.

Não entraram.

Lara gozou na minha língua olhando para o vão. Coxa no meu ouvido. Um “isso” que a porta aberta carregou. Eu gozei no pau do Nando logo depois, o gemido inteiro, a buceta apertando.

Nando tirou, me deitou de barriga para cima, pernas abertas para a porta, e meteu de novo. Mais devagar, mais fundo, mostrando. A Lara sentou no meu rosto direito e fizemos 69 torto eu chupei enquanto levava rola e era chupada. Depois ela virou, sentou no pau dele por cima de mim um minuto, a bunda na minha barriga, e voltou a me oferecer a buceta. Nando saiu dela e entrou em mim. Saiu de mim e pôs o pau na boca da Lara. A Lara passou o pau molhado dos dois gostos na minha boca.

No corredor ouvi o barilho de zíper. Bia de frente para o vão, a calça no meio da coxa, o Davi atrás metendo nela em pé, roupa pela metade. Ele gozou rápido, grunhido de homem, a mão no peito grande dela. Bia não gozou. A testa no ombro dele, respiração de quem perde a briga que queria perder. O olho dela não saiu de mim levando pau.

Nando me virou de lado, a perna de cima no ombro dele, e fodeu assim, o ângulo feio e fundo, a porta testemunha. Gozei de novo. Ele puxou e gozou nas minhas tetas, jato quente no peito pequeno, escorrendo para o lado. Lara passou a língua, recolheu, beijou minha boca com porra. Depois abaixou e limpou o que desceu na barriga.

— A porta continua aberta — ela falou para o vão que já tinha esvaziado.

Bia e Davi fecharam a porta deles forte.

No jantar Bia não ria. Davi com a orelha vermelha. Lara falava de receita. Eu sentia a porra seca no peito, o cheiro no cabelo, o olho da Bia gravado no vão.

O tesão do dia não era só o pau. Era ter sido vista. Era o Davi gozando no corredor sem me tocar. Era a Bia sem conseguir gozar e mesmo assim não sair do lugar.

Eu não era mais a solteira do colchão. Era o que a porta aberta mostrava.

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