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Novo Mundo: 13 - Seda Negra e Chicotes que Estouram no Ar

Da série Novo Mundo
Um conto erótico de O Contador
Categoria: Heterossexual
Contém 2960 palavras
Data: 13/09/2026 18:37:37

O som de passos ecoando no ambiente semiaberto e o ruído constante do chuveiro ligado ao fundo arrancaram Isadora do sono. Ela despertou sobressaltada, com o coração aos pulos no peito, confusa por alguns segundos enquanto a luz do sol da tarde, filtrada pelo telhado de vidro, ofuscava sua visão. Ela se mexeu na espreguiçadeira, sentindo o peso quente e familiar sobre seu corpo: Noah e Sete ainda estavam colados a ela, as bocas grudadas em seus seios, sugando os mamilos duros como se buscassem leite em um sonho profundo, inconscientes do mundo ao redor. Ao virar a cabeça, deparou com Lucius, parado ali completamente nu, com Clara e Cleo ao lado também nuas pequenas ao lado dele, os três observando a cena com uma mistura de curiosidade e cumplicidade nos olhos.

— Mana, sabe que teremos nosso show no fim da tarde? — Lucius quebrou o silêncio, a voz grave, mas calma.

Isadora assentiu, sentindo o corpo ainda dormente e dolorido da maratona sexual anterior que haviam compartilhado.

— Sim — respondeu ela, a voz rouca, olhando para as duas meninas ao seu lado. — E pelo visto tivemos a mesma ideia para nos prepararmos.

Lucius riu, um som genuíno e aliviado, e fez apenas um aceno concordando. A ansiedade que os gêmeos sentiam na manhã tinha passado, substituída por uma resignação lúdica e excitada diante da noite que se aproximava. Isadora se levantou com dificuldade, desvencilhando-se delicadamente dos lábios de Noah e Sete, que ainda tentavam entender o que estava acontecendo, estremecendo com a perda do contato quente.

— Ainda temos tempo — disse Isadora, agora em pé, juntando os cabelos e prendendo-os no topo da cabeça. — Vou pedir algo para comermos. Podemos aproveitar a piscina.

Em minutos, empregados silenciosos trouxeram bandejas com petiscos refinados e uma jarra de bebidas geladas. Isadora e Lucius pegaram taças de cristal, deram um gole longo em drinks refrescantes e, num movimento sincronizado, pularam na água cristalina, criando ondas que bateram nas bordas. Os outros quatro permaneceram do lado de fora, sentados nas bordas da piscina ou em cadeiras, começando a conversar enquanto observavam os anfitriões.

— Eu não acredito nesta mudança nos dois irmãos — comentou Clara, observando Isadora e Lucius brincarem na água. — Parecem... humanos.

Cleo riu, passando a mão pelo próprio corpo nu, que brilhava sob a luz da tarde através do telhado de vidro.

— Pelo contrário, adorei a companhia. Gozei horrores com aquilo tudo — confessou, esticando a pele dos braços, sentindo ainda as ondas de prazer recentes. — Só de pensar, já estou arrepiada.

Noah tomou um gole do drink, sentindo o álcool queimar suavemente a garganta.

— Poucas mulheres me trataram como Isadora fez hoje — admitiu, baixando o olhar para o próprio membro, que inchava levemente apenas com a memória do banho partilhado e os beijos que recebera. — Meu pênis criou vida só de lembrar.

Clara e Sete concordaram com a cabeça.

— Nunca foi assim, mas estava maravilhoso — disse Sete. — E sim, os corpos dos gêmeos são lindos.

Enquanto conversavam, Isadora e Lucius saíram da piscina, gotejantes, e disseram que iriam tomar uma ducha rápida e depois voltar para o jardim, sugerindo que o grupo ficasse mais um pouco até o horário do show. Eles seguiram nus, de mãos dadas, rindo, uma cena de uma beleza quase cinematográfica que deixou os quatro olhando em silêncio por um momento.

Liberados da presença dos anfitriões, o grupo voltou a se servir. Eram vários drinks afrodisíacos misturados com energéticos, de sabores exóticos que queimavam a garganta e desciam quentes no estômago. A conversa fluiu para momentos engraçados do fim de semana, como a cena de Isadora no vaso sanitário ou Lucius deixando a toalha cair para tomar champanhe, rindo alto das bizarrices daquele lugar.

Os quatro aproveitaram o pouco do tempo para apreciar a piscina e comer alguns petiscos, até que Cleo lembrou que precisavam ir ao show final. Os quatro subiram a escada em direção ao chuveiro para um banho rápido. O banho teve algumas brincadeiras e passadas de mão com espuma nos lindos corpos; as meninas fizeram questão de lavar muito bem os meninos, dizendo que Isadora tinha aproveitado demais dos dois e que eles precisavam estar impecáveis.

Após o banho, já no quarto, viram que as roupas para a festa já tinham sido providenciadas por Isadora e Lucius: quatro conjuntos sensuais de couro e renda, detalhados com correntes e fivelas. Vestiram-se rapidamente, sentindo o couro frio contra a pele ainda úmida, e seguiram para o jardim.

Ao chegar, encontraram o espaço quase lotado, com diversas cadeiras dispostas frente a um grande palco iluminado por holofotes. Mas foi ao olhar para o palco que tiveram o choque.

A visão que tinham à frente era de tirar o fôlego. No centro, elevada em um trono medieval que parecia desproporcionalmente pequeno, estava Alexia. A trans carmesim, com seus impressionantes 3,20 metros de altura, era uma figura de poder absoluto. Seus cabelos longos e negros desciam pelas costas como um véu de seda, e sua aparência era inegavelmente feminina, apesar da massa muscular que a fazia parecer uma gigante. Segundo o que Noah e Cleo haviam cochichado entre si, ela possuía um pênis de tamanho considerável, esboçado sob a roupa justa que vestia.

A seus pés, de joelhos e com postura rígida, estavam Elena e Kyle Ambos usavam apenas peças de couro preto — Elena com sutiã e calcinha, Kyle com uma sunga justa — e suas coleiras estavam presas às correntes que Alexia segurava com descaso. Elena e Kyle ergueram o olhar para os recém-chegados, mas seus rostos não demonstraram reação; apenas a aceitação silenciosa e exausta da hierarquia ali presente.

Apesar da presença imponente de Alexia no trono, ela não proferiu uma única palavra. Quem tomou a frente e iniciou o espetáculo foi Patrícia, uma carmesim com um tom de pele mais escuro e pouco mais baixa que Isadora, ainda assim linda e imponente.

Ela era esposa da gigante no trono, e reconhecida dona de Kyle, Cleo e Noah.

Patrícia então foi a frente do palco com uma presença magnética que dominou o ambiente instantaneamente.

Clara, sentada ao lado de Cleo, percebeu um leve calafrio percorrer o corpo da amiga, um misto de medo reverencial e antecipação, do que poderia acontecer.

Patrícia estava vestida com botas de salto alto pretas, que soavam ritmicamente no madeirado do palco, e um roupão de couro justo que realçava suas curvas. Seus cabelos lisos e soltos balançavam ao andar, e sua maquiagem pesada, com olhos delineados em preto e lábios vermelhos profundos, dava a ela um ar de rainha do submundo.

Ela parou no centro do palco, olhando para a plateia que se reunia.

— Obrigada a todos pela presença e por tornarem esta festa inesquecível — começou, sua voz era projetada com autoridade. — Estes dois dias foram uma celebração intensa do BDSM. Vimos limites sendo testados, corpos sendo entregues e prazeres sendo explorados sem restrições. O chicote, a dor, a entrega total... tudo isso foi vivido aqui.

Ela fez uma pausa, deixando o peso das palavras pairarem no ar úmido da noite.

— Mas hoje marcamos uma transição. É o momento de os humanos deixarem de ser apenas nossos PETs, meros animais de estimação, para se tornarem parceiros em tudo — declarou, um sorriso malicioso surgindo em seus lábios. — E para celebrar essa nova etapa, nada melhor do que o show final, com uma homenagem especial aos nossos anfitriões, Isadora e Lucius.

Patrícia virou-se ligeiramente, fazendo um gesto para as laterais do palco.

— E, claro, uma surpresa para os quatro aí na plateia — completou, olhando fixamente para Clara e os outros que novamente se sentiram intimidados.

As luzes se voltaram para a entrada lateral. Isadora e Lucius subiram ao palco, totalmente nus, exceto pelas coleiras de couro preto com as iniciais "A&P" brilhando em metal dourado ao centro. A plateia reagiu imediatamente. Murmúrios de aprovação, palavras como "lindos", "gostosos" e "perfeitos" se espalharam como uma onda. Alguns convidados, ainda vestidos, começaram a tirar peças de roupa ali mesmo, em um sinal de homenagem e excitação crescente.

— Calma, calma — Patrícia ergueu a mão, segurando um chicote de múltiplas tiras que trazia consigo. — O show está apenas começando.

Enquanto a rainha Alexia e seus submissos, Elena e Kyle, permaneciam imóveis, apenas observando, dois empregados subiram no palco. Eram os mesmos que Elena mencionara terem estado no calabouço semanas atrás. O homem vestia uma sunga de couro aberta na frente, exibindo seu pênis semiereto com ousadia, e a mulher usava um conjunto de sutiã e calcinha de couro, com a vagina com pelos naturais à mostra e os seios firmes expostos.

Patrícia, então, desfez o nó do roupão e o deixou cair ao chão com um movimento fluido. A mulher Carmesim ficou nua, sua forma era atlética e impressionante. Seus seios firmes não cediam à gravidade, sua vagina era totalmente depilada, brilhando sob as luzes, e sua pele morena era adornada apenas por colares e pulseiras elegantes que contrastavam com a brutalidade do cenário.

— Meus escravos, o casal anfitrião — disse Patrícia, aproximando-se de Isadora e Lucius com um olhar faminto. — Quero que vocês estejam bem excitados. Agora.

Isadora não hesitou. Ela se ajoelhou diante do irmão e começou a manipular o pênis de Lucius, levando-o à boca para chupá-lo com vontade, enquanto sua mão livre acariciava suas bolsas. O membro do rapaz começou a ganhar vida, pulsando em suas mãos. Crack! O chicote de Patrícia estalou na bunda nua de Isadora, deixando uma marca vermelha imediata.

— Mais rápido! — ordenou a dominadora.

Isadora intensificou a sucção, rosnando em torno da carne do irmão, agora duro e enorme. Ela desceu a mão e, ao mesmo tempo, começou a acariciar o cuzinho de Lucius, que soltou um gemido alto e profundo.

— Agora assim! — gritou Patrícia, satisfeita. — Troquem.

Isadora virou-se de costas, encostando as mãos em uma cômoda alta que estava ao lado, mantendo os olhos fixos em Elena, como se buscasse aprovação. Sua bundinha ficou perfeitamente exposta para todos. Lucius posicionou-se atrás dela e começou a chupar tanto a vagina quanto o ânus da irmã, com voracidade. Crack! Outra chicotada cortou o ar, acertando as nádegas de Isadora.

— Abre essa bunda! — Patrícia exigiu.

Isadora afastou as nádegas com as mãos, e Lucius enfiou a língua fundo em seu cuzinho, lambendo o anel rosado com deleite. Ao fundo do palco, dois telões gigantes se acenderam, projetando close-ups nítidos e explícitos do ânus exposto de Isadora e da língua de Lucius trabalhando, ao mesmo tempo com as mãos acariciava seu clitóris.

Na plateia Cleo pergunta a Clara se os irmãos tinham esta prática, ela com surpresa disse que nunca presenciou, pelo contrário eles sempre possuíam um carinho sem nenhum desejo sexual.

Já no palco com a combinação dos dedos e da língua do irmão em seus buracos, Isadora começou a gemer com o corpo tremendo, até que gozou violentamente, e seus os sucos escorreram pelas coxas.

— Parem! — comandou Patrícia.

Os dois submissos ficaram ao lado dela, ofegantes e corados. As telas mostravam os seios empinados de Isadora e o pênis duro de Lucius — uma cena de beleza crua e pornografia ao vivo. Patrícia, no centro, nua, irradiava um poder sexual inegável.

Alguns empregados trouxeram mais móveis para o palco: dois sofás de veludo vermelho e um colchão grande, macio e redondo. Patrícia subiu no colchão com a elegância de uma pantera.

— Agora é a minha vez — disse ela aos seus escravos.

Parecia algo ensaiado, talvez até coreografado. Isadora posicionou-se atrás de Patrícia, começando a lamber avidamente o cuzinho e a buceta da dona, enquanto Patrícia se apoiava de quatro. Ao mesmo tempo, que se curvava para chupar o pênis de Lucius, que estava de joelhos à sua frente. Sempre que ele parecia estar prestes a gozar, recebia uma chicotada nas coxas ou ela mesma parava para negar o clímax, controlando o prazer dele com maestria sadista. Patrícia gemia em torno do pênis dele, os olhos fechados, e, finalmente, arqueou as costas e gozou alto quando Isadora introduziu dois dedos em sua vagina, encontrando o ponto certo.

Após recuperar o fôlego por um instante, Patrícia pediu que os dois ficassem de quatro, lado a lado. Ela chicoteou as nádegas de ambos com ritmo, enquanto os telões mostravam Isadora visivelmente excitada, pingando lubrificação, e Lucius com o pênis duro e pingando.

Em seguida, Patrícia fez um sinal a câmera focou seu corpo, estava suada, seus seios brilhando com certeza a dominação dos irmãos e o tesão elevava sua temperatura.

Isadora ficou de quatro, com as pernas bem abertas, Patrícia se deitou por baixo dela e começou a chupar sua buceta.

Com Isadora de quatro, foi o sinal para Lucius. Ele enfiou seu pênis duríssimo buceta da irmã. Que gemeu alto surpresa, e sentiu o irmão começando a meter com força e rapidez, fazendo a carne bater contra a pélvis dele.

Patrícia, continuou chupando Isadora a ao mesmo tempo o pênis de Lucius que entrava e sai molhado. Castigava-a com a língua, pedindo para o escravo ir mais fundo e mais rápido.

Isadora por cima, gemia a chupava a buceta de Patrícia e arriscava enfiar alguns dedos, que deixava sua domme ainda mais selvagem.

O ritmo era frenético, uma máquina de prazer de três corpos.

Até que primeiro Lucius gemendo alto gozou na buceta de Isadora, que ao sentir o irmão, fez o mesmo ao mesmo.

Patrícia vendo o tesão de seus submissos também não aguentou gemendo e inundando a boca de Isadora com seu mel, os três caíram em uma pilha de corpos suados e ofegantes sobre o colchão.

A plateia estava em ebulição. O cheiro de sexo e suor impregnava o ar. A maioria já estava sem roupa, alguns se tocando abertamente, outros transando ali mesmo nas cadeiras ou no chão. Sete e Noah tinham as mãos nas bucetas de Clara e Cleo, respectivamente, dedando-as com urgência, enquanto as meninas massageavam seus pênis ainda por cima das cuecas, sentindo a dureza através do tecido.

No palco, Patrícia recuperou o fôlego, os olhos brilhando.

— Ainda é pouco — disse ela, a voz rouca.

Ela fez um sinal para o empregado, que estava com o pênis duro observando. Ele correu e entregou-lhe uma cinta com um pênis de borracha enorme, maior e mais grosso que o pênis de Lucius. Patrícia vestiu o artefato com firmeza e ordenou que Isadora ficasse de quatro, novamente, mas agora pediu que Lucius ficasse ao lado da irmã, também com a bundinha exposta, ambos foram focalizados no telão.

Patrícia posicionou-se primeiro atrás de Isadora e começou a enfiar o pênis de borracha no cuzinho da moça, abrindo-a com brutalidade. Isadora gritava, Lucius novamente antecipando o que poderia ser pedido deu um beijo na boca da irmã, silenciando a pôr um momento.

Patrícia seguia penetrando Isadora de forma selvagem, e ao mesmo tempo com uma das mãos massageava o cuzinho de Lucius, chegando e enfiar dois dedos que foram mostrados na câmera.

Após alguns minutos Isadora exausta gemeu forte e gozou no pênis de borracha e caiu no colchão.

— Escravo, agora é sua vez de gozar pelo cú — disse Patrícia firmemente, olhando para Lucius.

Ela se posiciona e pede para Isadora ficar por baixo dele, que começa a chupar o irmão com sua boca quente, sentido o pênis crescer novamente, enquanto Patrícia enfia de uma vez no cuzinho de Lucius, que gritou da mesma forma que irmã minutos antes, porém a domme foi rápida e com poucas estocadas atingiu a próstata e ele então gozou de imediato, grunhindo e arqueando as costas.

Seu jato encheu a boca de Isadora, que se engasgou com o volume, enquanto Patrícia ainda como que por castigo brutalmente penetrava Lucius, batendo em sua bunda com a mão livre, até que após terminar de gozar na boca da irmã caiu desfalecendo sobre o corpo dela, que já estava suada e exausta.

Nesse momento, toda a plateia estava excitada ao extremo. O calor e o cheiro de sexo eram inebriantes. Sete, Clara, Noah e Cleo, devido à temperatura e à atmosfera libidinosa, tinham tirado quase toda a roupa; as meninas ficaram apenas de calcinha e os homens de cueca.

Patrícia virou-se para a plateia, o peito arfando, o strapon ainda brilhando com os fluidos dos gêmeos.

— O show é para a plateia, mas nós também queremos ver vocês sentirem prazer — disse, virando-se para seus escravos e depois de volta para o público. — Não sejam tímidos.

A plateia ficou eufórica. Carmesins enormes punhetavam seus humanos, e humanos chupavam seus donos com avidez. Entre os quatro, Clara e Cleo tomaram a dianteira. Tiraram as calcinhas e ajudaram os meninos a tirarem as cuecas. Clara, de frente para o palco, sentou-se sobre Sete, encaixando o pênis dele em sua buceta molhada, enquanto Cleo fazia o mesmo com Noah. Ficaram ali, montadas, com os pênis dentro delas, os meninos massageando seus seios e mamilos duros, enquanto todos olhavam fixamente para o palco, masturbando-se ao som dos gemidos dos anfitriões.

O show continuou. Patrícia chicoteou as bundinhas de Isadora e Lucius e pediu que a chupassem mais uma vez, tirando o pênis de plástico e jogando-o de lado.

Em uma guerra de línguas, os dois submissos chuparam todo o corpo dela — pescoço, seios, barriga, buceta, cuzinho — de forma demorada, lambendo cada centímetro de pele suada, até que Patrícia gozasse fortemente, tremendo e jorrando na boca dos dois, que engoliram tudo com devoção.

Eles finalizaram o ato. Enquanto ela relaxava e recuperava o êxtase, deitada de costas, Isadora e Lucius rebaixaram-se ao chão para chupar seus pés, beijando e lambendo os calcanhares e dedos suados de sua dona, em um ato final de submissão absoluta.

A plateia, onde muitos também haviam gozado, incluindo Clara e Cleo, permaneceu apenas observando a cena.

Um silêncio que só foi quebrado quando a trans Alexia, em seu trono, fez um sinal discreto com a mão, indicando que a noite ainda não acabara.

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