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O Instituto (II)

Da série Sindrome Cavalar
Um conto erótico de Emyrys
Categoria: Gay
Contém 3120 palavras
Data: 13/09/2026 17:35:35

De boas intenções o inferno está cheio

Síndrome Cavalar, SICAV (HCS na língua comum), é uma anomalia genética que provoca hiper masculinidade, os afetados passam por uma puberdade ampliada, seus órgãos sexuais crescem acima da média, assim como seu apetite sexual, o corpo para de produzir resíduos sólidos e converte tudo em esperma, daí a necessidade de descarregar várias vezes ao dia, a SICAV também provoca períodos conhecidos como cio em que o afetado fica praticamente maluco por sexo. Também provoca uma mutação secundária no pênis nesse período. É uma mutação incomum, mas os afetados têm uma tendência a subir na escada social depressa e atingir o topo. Milionários, bilionários, trilionários frustrados, um perigo social.

A síndrome da cuceta, ou SICU (JPS na língua comum), é uma mutação extremamente rara, afeta cerca de um em cada duzentos e cinquenta milhões de habitantes. A SICU afeta o trato intestinal, o tubo que vai da boca até o anus, deixando eles com uma espécie de super lubrificação e elasticidade, o corpo para de produzir resíduos sólidos e passa a converter em lubrificação natural para as entradas, existem casos de mutação secundária que acaba por criar um órgão parecido em função com um ##### mas essa mutação é teorética, nunca tendo sido registrada antes.

A SICU e a SICAV se complementam, o problema da raridade da SICU se agravou quando quase todos os poderosos da galáxia eram portadores da SICAV, para proteger ambos os portadores e facilitar o acesso aos SICU foram criados institutos de pareamento. Um exame genético ao nascer detecta portadores das síndromes, os portadores de SICU são recolhidos e preparados em institutos secretos ao redor dos mundos, os SICAV mais influentes são organizados em grupos de sete de acordo com a importância e laços entre famílias, quando atingem dezoito anos eles são enviados para o instituto, onde cursam o nível superior ao mesmo tempo que são apresentados aos SICU designados para servi los, os sete vão dividir pelo resto da vida esse SICU enquanto mantém sua vida funcional, se casam e tem filhos como membros funcionais da sociedade, o sistema é imperfeito, mas tem funcionado por sete gerações.

Começou como uma noite de comemoração, só se faz dezoito anos uma vez afinal. Mas a tensão no ar era palpável, era uma noite que aqueles garotos vinham se preparando a muito tempo, desde que a SICAV começou a se manifestar. Eles não estavam ali pelo uísque, pelos charutos ou o dinheiro que completar dezoito anos trazia para garotos podres de ricos como aqueles.

Não, eles estavam lá por ele.

O verdadeiro unicórnio, a verdadeira fortuna que eles teriam ao longo da vida, que daria status, que faria seus pares do clube daqueles que controlavam todos os planetas morrerem de inveja e respeitarem eles, um SICU só para eles. Esses garotos tinham sido preparados nos últimos anos para entenderem a responsabilidade do privilégio que seus pais estavam pagando caro para proporcionar aos seus amados filhos, a entenderem agora seu lugar na sociedade. Eles passaram a ser criados juntos assim que entraram na puberdade, para criarem laços fraternos que garantiria um sucesso maior na empreitada futura, eles foram alertados dia e noite dos perigos, dos acidentes, de SICAV que enlouqueciam dentro do katet (como era chamado o grupo secreto dos sete que dividiriam o SICU), que se matavam, que matavam o unicórnio, os despreparados que usavam seus SICU até a morte, os que tentavam prostituir seus SICU, eram muitos casos nefastos e sombrios que tornavam cada dia mais caro e burocrático o processo de adquirir um unicórnio.

A coisa ficou muito mais real quando a seis meses eles passaram a coletar diariamente esperma e urina para doar a seu SICU designado, segundo os cientistas responsáveis esses fluidos corporais ajudavam o SICU a amadurecer mais rápido.

Desde então os garotos faziam reuniões quase todos os dias, discutindo o que fazer, como fazer. Príncipe Sven decidiu colocou em votação o esquema de revezamento, eles eram sete, sete eram os dias da semana, então foi aprovado com unanimidade que cada dia da semana, das nove da manhã às nove da manhã do dia seguinte um dos membros do katet teriam acesso irrestrito ao unicórnio. Todos olharam para os gêmeos (eles não eram realmente gêmeos, mas eram como um só), mas ninguém tinha uma reclamação, afinal se eles se unissem também eles poderiam dividir o unicórnio por vários dias designados também. O que mais surpreendia eles era que os gêmeos estavam calmos, isso nunca tinha acontecido antes, os gêmeos estavam sempre no centro da ação, os que mais chamavam atenção, a alma da festa, mas agora eles estavam quietos, contemplativos quase.

Seo-Jun cuidou da arrumação do quarto principal, a escolha da cama com dossel permitia que quem estivesse em posse do unicórnio tivesse sua privacidade caso precisasse. Mas todos desconfiavam que sentiriam tanto prazer em fazer quanto em assistir, punheta tinha se tornado um companheiro diário para eles e teoricamente só teriam acesso ao unicórnio uma vez por semana, então eles não se importavam se ter um material visual ao vivo para a sessão de masturbação. Compartilhar era a alma do negócio.

Depois houve o sorteio para saber quem ficaria com qual dia, o unicórnio chegaria na terça, logo quarta foi o dia mais disputado, os gêmeos agindo estranhamente mais uma vez aceitaram ficar com o último dia sem participar do sorteio, Leo também não estaria no sorteio, ele estava fora da terra em missão para os Capas Azuis e só deveria retornar no meio do semestre.

Liam ganhou o primeiro dia, seguido por Sven, Zekir e Jun, por um mês foi difícil aguentar Liam, ele era uma bola de energia e ansiedade, nas competições ele bateu uns 3 recordes mundiais e ainda assim ele não conseguia dormir direito.

A grande noite chegou, os garotos tentaram fingir que não estavam ansiosos, mas uma hora antes eles estavam reunidos na sala de reunião informal do andar, reservada para seu katet. Zekir colocou em frente a eles uma garrafa, o mais caro uísque que seu pai conseguiu para a ocasião, uma comemoração para os homens agora adultos, e em breve prestes a se tornar homens de verdade, a época de criança deixada para trás.

E às oito da noite a porta se abriu, o diretor entrou com o unicórnio.

-Senhores, eu vos apresento seu SICU designado, esse é o … isso não pode estar certo, não deram um nome para o garoto? Só está escrito L aqui…

Era uma criatura franzina, pálido demais, magro demais, cabelos grandes que iam até o meio das costas e cobriam o rosto. E ele estava tremendo como vara verde.

Os gêmeos estavam visivelmente se segurando um ao outro para evitar um acidente.

Liam estava virando mais um copo.

Zekir e Jun discutiam se manteriam o cabelo longo ou não.

Ao ouvir o nome, L ergueu a cabeça timidamente para o diretor.

-Eli.

Vossa alteza estava sentado na poltrona central, as pernas cruzadas. O garoto olhou para ele por instinto ao ouvir o próprio nome, e imediatamente abaixou a cabeça.

-Ele parece não entender a língua comum, isso é muito estranho, falta muito dado nessa ficha, eu preciso entrar em contato com as freiras do convento.

O diretor estava confuso com esse SICU, a falta de informação era preocupante, e o estado dele, parece que ele tinha sido mal cuidado a vida toda, não era normal isso. Os SICUs eram geralmente bem cuidados, bem educados e entregues saudáveis para seus SICAV, afinal quem cuidava deles era muito bem pago por isso.

-Garotos, esperem aqui. Eu vou ver o que encontro sobre ele, talvez ele nem seja o SICU de vocês.

Zekir, Jun e até mesmo Sven arriscaram tentar chamar a atenção do garoto com diversas línguas diferentes, mas nada surtiu efeito, o garoto parecia falar uma linguagem perdida no tempo.

Henri chamou a atenção de Liam.

-Eles vão levar ele embora, cara…

Liam olhou para o amigo confuso, então olhou para o pequeno de cabelos escuros e sem pensar muito, como era seu estilo de agir, ele atravessou a sala, jogou o saco de ossos no ombro e saiu em direção a sua noite de núpcias.

-Quero ver eles levarem esse tesouro embora depois que eu plantar minha semente fundo nele. Foda-se que ninguém entende ele, todo mundo entende a linguagem do amor!

Disse ele rindo corredor afora.

Santi pousou a mão pesada no ombro de Henri, ele sabia o quão difícil tinha sido para o amigo ter que recorrer a velhos hábitos, mas era necessário.

Liam tinha passado o dia todo no campo de rugby para gastar energia, mas ainda assim não tinha sido o suficiente, ele estava eufórico, seu pau não tinha baixado um minuto sequer o dia todo, enquanto carregava o saco de ossos ele aproveitou para tirar uma casquinha.

-Carinha, para alguém tão magro você tem uma raba enorme, é prai que está indo toda sua energia? Pernas fortes, apesar de magro você tem uma boa estrutura, você foi feito pra aguentar o tranco.

Liam era intenso, e meio direto demais, para pessoas sem experiência com ele podia ser até bruto, combinar Liam e Eli logo de início foi uma péssima decisão, porque um não tinha sensibilidade, o outro não tinha experiência nenhuma em nada.

Liam atirou o pobre coitado com força demais na cama, sem perceber, talvez sua mente inebriada não estivesse raciocinando bem, era a primeira vez que ele bebia algo alcoólico também. O atleta tentou beijar Eli, mas Eli não sabia o que era beijo, ele nem sequer havia tocado outro ser humano voluntariamente em toda sua vida, e ele foi instruído pelas freiras a não olhar seus mestres no olho.

A mente inebriada de Liam entendeu isso como rejeição.

Seu unicórnio estava rejeitando ele e isso o deixou mais nervoso e ansioso. Como um pavão ele decidiu se exibir, talvez a criatura cabeluda se interessasse mais se visse seu corpo, Liam tinha noção de que era grande e poderoso, uma olhada certa, uma flexionada bem posicionada já tinha livrado ele de várias confusões antes, não tinha como dar errado aqui. Após alguns tropeços ele finalmente estava nú, em toda sua glória. Liam sabia que aquele corpo por si só valia uma fortuna, ele inclusive já tinha sido oferecido algumas fortunas em troca dele, seja no campo esportivo ou fora dele.

-E então, o que achou?

Com os braços levantados ele mostrou seu muque, os bíceps maiores que uma bola de futebol. Mas seu sorriso e sua confidência falharam um pouco quando sua audiência não respondeu nada, era geralmente nessa hora que todos se derretiam em elogios a ele, mas o garoto permanecia em silêncio absoluto. Com a cabeça baixa e os olhos cobertos pelo cabelo, o garoto nem deveria estar olhando para ele..

Enfim uma reação, Eli se colocou de quatro, e um pouco da confidência de Liam retornou.

-Ah safadinho, já te ensinaram o que eu gosto não é? Já te falaram que eu não curto perder tempo, muito bom.

Liam se ajoelhou, o cheiro adocicado do lubrificante natural carregado de feromônios o atingiu em cheio fazendo ele grunhir como um animal.

-Eu vou tirar essa calça do caminho, ok?

Liam planeja despir o garoto com cuidado, mas ele não contava que as vestes dele estivessem em estado tão deplorável, elas praticamente desmancharam em sua mão. Liam riu.

-Não se preocupe, a gente compra roupas novas para você depois, eu acho que a escola vai te fornecer uniforme também pras aulas…

Mas o falatório nervoso de Liam foi bruscamente interrompido quando ele olhou no centro do rabo o buraquinho piscando, já inchado e brilhante. Sua mente entrou em curto e mergulhou direto naquele centro pulsante, quando Liam percebeu estava praticamente fazendo amor com o anel de Eli, um beijo de língua apaixonado. Não estava em seus planos cair de boca no rabo do unicórnio, e ele tinha planejado várias coisas, ele passou os últimos meses planejando o que faria noite e dia, ele até sonhava com isso ao ponto de seus lençóis precisarem ser trocados diariamente. Mas essa foi uma boa surpresa, uma que deixaria ele viciado, com certeza

Até que enfim uma reação da criatura diminuta, ele gemia fino, baixinho para não incomodar seu mestre. Mas Liam estava com a boca tão grudada nele que o estava ouvindo por dentro, os olhos quase revirando, os sentidos sobrecarregados pela experiência mais sexual que já tinha vivido até então em sua jovem vida.

Liam sentiu contrações na ponta de sua língua, sua mão passou pelo pênis do unicórnio confirmando que ele o tinha feito gozar.

Isso! Liam estava no jogo de novo! Agora era hora de marcar o gol.

Liam se levantou.

-Se você gostou da minha língua, você vai amar isso.

De volta a sala as coisas não estavam nada calmas, uma guerra havia sido instaurada. duas facções se enfrentavam.

Tudo começou quando o príncipe sugeriu que eles deveriam devolver o unicórnio, Zekir concordou, ele realmente parecia não ter sido treinado propriamente para servir um katet, aquele unicórnio era problema, e Zekir não tinha tempo para problemas.

Os gêmeos se opuseram imediatamente, aquele era o unicórnio deles, nenhum outro ia servir. Sven não entendia a determinação deles, mas Sven entendia que os gêmeos eram uma força que não podia ser ignorada, a fortuna deles era lendária, passada de geração em geração, o tipo de fortuna que rivaliza o PIB de planetas inteiros, o tipo de recurso que garantia que o próprio pai de Sven ouviria com atenção cada palavra que um dos gêmeos dissesse. Mas Sven também tinha sua própria agenda, ele era realeza, o herdeiro direto do trono, ele não podia se associar a qualquer um, principalmente um bem danificado e problemático para o resto da vida por um capricho de Henrique e Santino. Eles se acostumariam a SICU que o príncipe havia escolhido, nenhum deles era gay afinal, eles iriam agradecer quando a SICU trans que ele havia financiado fosse transferida para eles

Jun decidiu se manter neutro. Enquanto ele achava que o unicórnio estava longe de ter capacidades físicas e mentais para acompanhar o katet e servir suas necessidades, Jun estava fascinado pelos longos cabelos negros, pela submissão do rapaz. Sim, isso fazia Jun viajar para cantos sombrios de sua mente, coisas que ele começava a descobrir que estavam lá. E Jun também tinha acesso a informações privilegiadas, ele fazia parte do conselho pessoal do futuro rei, coisa que os gêmeos não estavam interessados em fazer parte, Jun sabia que Sven planejava avançar contra um outro katet e tirar deles um unicórnio altamente cobiçado, e Jun sabia o motivo dele estar enfrentando os gêmeos com tanta ferocidade, a verdade é que Sven estava apaixonado por esse outro unicórnio.

Jun desejou que Leo estivesse presente, Leo era sempre a força que mantinha eles unidos. Que lembrava eles qual era o objetivo a longo prazo.

Já era tarde da noite quando o diretor retornou para eles com más notícias. O SICU tinha sido mandado para um convento altamente conservador, onde foi criado isolado e restrito a sua cela. Ao garoto só foi ensinado português e latim, duas línguas mortas que somente eram faladas nesses conventos, a ele nunca foi ensinado a língua comum. Por conta do preconceito e estigmatização das freiras ele não foi ensinado sobre o que era a condição dele, sobre o que era esperado dele, é provável que ele nunca nem tivesse tido contato com outros homens e nem com livros.

-Nós vamos recolher esse SICU, ele não é viável, as autoridades estão mandando investigadores para esses conventos para entenderem o que estão fazendo com os bebês que mandamos para eles educarem, por que eles estão sendo criados como escravos e não como colaboradores. Elas nem chegaram a dar um nome para ele.

-E foi essa coisa que nossos pais adquiriram?

O desdém por Eli na voz de Sven era notável.

-Não, o instituto não faz ideia do que aconteceu, mas o SICU designado a vocês foi parar em outro dormitório algumas semanas já, é provavelmente um esquema para embolsar o dinheiro, vocês recebem esse de menor valor enquanto os outros pagam um valor altamente absurdo pelo outro. As investigações vão esclarecer esse assunto cavalheiros.

Zekir tinha alguns papéis que o diretor havia trazido nas mãos também.

-Diz aqui que ele ainda não está maduro, ele recebeu uma droga experimental.

-E o que aconteceu com nossas coletas? Esses meses todo de porra e urina?

Henri perguntou entre os dentes. Uma veia pulsando em sua testa.

-Sinto muito, provavelmente desviada para o mercado negro.

Disse o diretor apologético, ele estava lidando com pessoas muito poderosas nessa sala, e dada as circunstâncias eram ainda mais voláteis, e considerando que eles só tinham dezoito anos isso tornava eles dez vezes mais perigosos. Ele suspirou, era melhor que Leônidas não estivesse presente, envolver um membro dos Capas Azuis ia deflagrar uma crise sem precedentes no instituto. O melhor seria resolver isso rapidamente e obrigar esses garotos a aceitar o produto danificado mesmo.

-Isso é um absurdo!

-Meu pai vai ficar sabendo disso.

Todo mundo tentando falar ao mesmo tempo.

-Espera, quer dizer que ele não está maduro?

A voz de Sven foi ouvida por todos, que ficaram calados, os olhos se voltaram para o diretor.

-Ainda não, por falar nisso, onde ele está?

-Liam!!!

Todos exclamaram ao mesmo tempo e dispararam em direção ao quarto.

Dentro do quarto Liam estava apagado no chão, roncando encostado em uma das camas, o pênis flácido entre as pernas, vermelho, sujo de sangue.

Havia uma forma inerte na cama, os garotos que haviam se acotovelado para entrar no quarto estavam agora pálidos e nauseados, com medo de se aproximar da cama.

Talvez mais por uma curiosidade mórbida que qualquer outra coisa Jun se aproximou da cama, o lençol tinha várias manchas de sangue, a criatura estava jogada de forma ao mesmo tempo trágica e cômica, de bunda pálida pra cima ainda, imóvel, havia vestígio de sangue nas pernas mas no traseiro em si nada. Jun pegou o lençol sujo de sangue e mostrou para os amigos.

Antes que alguém pudesse falar alguma coisa um grito desesperado assustou todos, a comoção toda acordou Liam, ele estava em pânico.

Todo mundo voltou a falar ao mesmo tempo, alguns tentavam acudir Liam, explicar que o sangue não era dele, outros acusavam Liam de matar o unicórnio, ferrando a vida de todo mundo ali.

O silêncio só voltou de novo quando a pequena criatura se levantou da cama com um susto, e imediatamente se colocou de joelhos no meio do quarto. Deixando todos horrorizados e aliviados ao mesmo tempo, até a voz ácida de Sven romper o silêncio.

-Ele é a porra de um escravo.

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