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Contrato de Desejo - Parte 2

Um conto erótico de Maykon
Categoria: Heterossexual
Contém 875 palavras
Data: 13/09/2026 17:03:35

Algumas semanas depois do nosso encontro na cobertura, a vida parecia ter voltado ao normal. O contrato estava rendendo frutos, o dinheiro entrava, mas eu notava que Clara andava diferente — mais vaidosa, mais provocante em casa, às vezes com um olhar distante, como se revivesse aquela noite.

Então, numa tarde de terça, recebi uma mensagem de Roberto Almeida:

“Preciso falar com você urgentemente. Ligue agora.”

Meu coração acelerou. Liguei. Ele foi direto, sem rodeios:

— O contrato pode ser dobrado. Valores que vão mudar a vida de vocês. Mas você já sabe qual é a condição. Quero sua mulher de novo. Só que dessa vez você não participa. Nem assiste pessoalmente. Vou instalar uma câmera na sala. Você vai acompanhar tudo ao vivo, gravado, sem poder interferir. Ela será minha…

Fiquei em silêncio. Tremi. Quis dizer não. Quis gritar que aquilo já tinha sido o suficiente. Mas a voz dele era calma, confiante, quase divertida:

— Pense bem. É só uma noite.

Quando contei para Clara à noite, ela ouviu tudo calada. Seus olhos verdes brilharam com aquela mesma fome que eu tinha visto da primeira vez. Ela mordeu o lábio inferior e respondeu sem hesitar:

— Eu topo.

Fiquei sem reação. Parte de mim queria proibir, queria sentir raiva dela. Mas a outra parte… a outra parte ficou imediatamente excitada só de imaginar. Raiva e tesão misturados de um jeito doentio.

No dia seguinte, um jatinho particular foi buscá-la. Roberto mandou um carro de luxo levá-la até um luxuoso hotel. Eu fiquei em casa, andando de um lado para o outro. Às nove da noite, recebi o link da câmera com uma senha.

Entrei.

A imagem era nítida, de alta qualidade. Era a cobertura dele novamente. Clara estava deslumbrante: vestido vermelho longo, mas com fendas laterais que subiam até a cintura, quase transparente no decote. O colar de diamante que ele havia dado da outra vez brilhava no seu pescoço.

Roberto estava sentado à mesa posta para quatro. Ao lado dele, dois homens: um de uns 45 anos, alto, forte, pele morena e barba bem feita; o outro mais jovem, talvez 38, louro, corpo atlético, com cara de quem frequenta academia e festas caras. Os três riam e bebiam.

Eles jantaram primeiro. Conversa leve, flertes pesados. Vez em quando, Roberto mandava Clara se levantar, dar voltas na mesa para que os outros a admirassem e tocassem. Ela obedecia com um sorriso safado, rebolando sutilmente. Eu imaginava o quanto ela estava molhada só pela forma como apertava as coxas.

Depois do jantar, Roberto se levantou e puxou Clara para o centro da sala. A câmera capturava tudo perfeitamente.

— Tire o vestido devagar pra eles — ordenou.

Clara obedeceu. O vestido vermelho caiu aos seus pés, revelando que ela não usava praticamente nada por baixo — só o colar, salto alto e uma calcinha fio-dental minúscula que logo foi arrancada pelo louro.

Os três a cercaram. Mãos por todo lado. O moreno chupava seus seios com fome enquanto Roberto a beijava possessivamente. O louro se ajoelhou e enfiou o rosto entre as pernas dela, lambendo sua buceta com vontade. Clara gemia alto, segurando a cabeça dele, rebolando contra a língua.

Eles a levaram para o enorme sofá. Roberto sentou e mandou ela chupar seu pau grosso enquanto o moreno a penetrava por trás. O barulho molhado da buceta dela ecoava pela sala. Ela gemia com o pau de Roberto na garganta, babando, olhos lacrimejando de prazer.

— Que puta gulosa… — murmurava o moreno, enquanto metia forte.

Eles alternavam. O louro fodeu a boca dela enquanto Roberto metia na buceta. Depois o moreno quis o cu. Lubrificou com a própria baba que escorria da buceta dela e entrou devagar, depois com força, enquanto Clara gritava de prazer, sendo usada pelos três buracos ao mesmo tempo — um na boca, um na buceta, outro no cu.

Eles gozaram várias vezes. Primeiro o louro gozou dentro da buceta dela, enchendo-a. Roberto fez ela sentar na cara do rapaz depois, obrigando-a a pingar a porra na boca do amigo.

Depois foi a vez do moreno gozar no cu dela, fundo, enquanto Roberto fodia sua garganta. Por fim, os três a colocaram de joelhos no centro da sala. Clara, suada, marcada, cabelo desgrenhado e maquiagem borrada, chupou os três paus ao mesmo tempo, olhando direto para a câmera como se soubesse que eu estava vendo.

Eles gozaram no rosto, nos seios e na boca dela. Porra escorrendo pelo queixo, pingando nos mamilos. Clara engoliu o que conseguiu, sorrindo, exausta e satisfeita.

Roberto se aproximou da câmera, ainda nu, e falou diretamente:

— Sua mulher é excepcional. O contrato dobrado está assinado.

Ele entregou a ela uma caixa grande. Dentro, um conjunto novo de joias — brincos, pulseira, um anel de diamantes e uma lingerie linda — além de um envelope grosso com dólares.

Na manhã seguinte, o mesmo jatinho a trouxe de volta. Quando Clara entrou em casa, ainda com o cheiro deles no corpo, o cabelo úmido do banho do hotel, ela me abraçou, beijou minha boca e sussurrou no meu ouvido:

— Foi ainda melhor que da primeira vez…

Eu não respondi. Só a apertei contra mim, sentindo o misto de raiva, ciúme e excitação mais forte do que nunca.

E nós dois sabíamos que aquilo estava longe de acabar.

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Comentários

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Mike , vc escreve bem demais , mas seus contos sao pequenos demais

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Prostituta de luxo, casada com o cafetão

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A continuação é mais acelerada e resumida que a primeira. Como disse o outro comentário, faltou tudo, detalhes, justificativas, envolvimento, cumplicidade, se não, é só afirmação de status (aconteceu isso!)

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Gostei... apesar de que acho que poderia haver uma riqueza maior de detalhes, de envolvimento, de gemidos, de sensações e de de como isso tudo estava refletindo em Clara.

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