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A irmã mais nova da minha amiga

Um conto erótico de Zk
Categoria: Heterossexual
Contém 1329 palavras
Data: 13/09/2026 15:18:54
Última revisão: 15/09/2026 00:23:01
Assuntos: Heterossexual

A irmã mais nova da minha amiga

Em uma noite qualquer, recebi um convite para conhecer o Reiki. Vindo de uma criação evangélica estrita, nunca tinha pisado em outro ambiente espiritual. A curiosidade falou mais alto. Combinei de passar na casa de uma amiga para irmos juntos.

Quando parei o carro, ela desceu acompanhada da irmã mais nova. O impacto foi imediato: pele clara, sorriso aberto, olhos verdes penetrantes e uma simpatia desconcertante. Seguimos rumo à Mooca. Naquele sobrado discreto, fomos recebidos por outra irmã com a namorada e atravessamos um corredor comprido até a sala reservada. A sessão de Reiki foi uma experiência totalmente nova e revigorante.

Na volta, a caçula reparou no teto solar do carro e pediu para abrir. Queria sentir o vento no rosto e viver algo inédito, dizendo que nunca tinha andado com o teto aberto. A vibe dela era magnética. Foi ali que algo bem diferente despertou dentro de mim.

O tempo correu e o contato ficou espaçado — ela namorava, e eu mantinha a postura de respeito. Tempos depois, começou a trabalhar na loja da irmã mais velha. Sempre que eu aparecia por lá, ela me recebia com um sorriso largo, um abraço apertado e comentava sobre o meu perfume. A essa altura, já tinha terminado o relacionamento. Eu continuava contido, desejando uma aproximação maior, mas sem saber exatamente como avançar.

Até que tomei coragem e a chamei para dar um rolê de moto e tomar um açaí. Ela topou. Quando cheguei para buscá-la, quase perdi o fôlego: usava um macacão legging justo, desenhando perfeitamente cada curva do corpo. Fomos em direção à Paulista. Falei para ela segurar firme e não ter receio; dei algumas aceleradas estratégicas só para senti-la colada às minhas costas. A conversa fluiu fácil a noite toda. Deixei-a em casa dominado pelo desejo, mas segurei o ritmo para não queimar a largada.

Pouco tempo depois, me ofereci para ajudá-la nas aulas práticas de direção com o carro da irmã. No início ela estava tensa ao volante, mas fomos evoluindo juntos pelas vias . Eu vibrava com orgulho dela a cada manobra acertada e aproveitava cada segundo ao seu lado. Quase todo treino terminava em algum lugar para comer. A minha química é desejo por ela só aumentava.

Em outro passeio de moto pela Anchieta fomos no trevo do açaí, o papo descambou para confissões íntimas e assuntos eróticos. O clima pesou no melhor sentido. Inventei uma desculpa qualquer para passarmos na minha casa, trocar a moto pelo carro e ganhar tempo. Nos fundos de casa, encarei aqueles olhos verdes e puxei ela para um beijo. Ela correspondeu de imediato. A vontade era despi-la ali mesmo, mas ela recuou com um sorriso malicioso, dizendo que sabia exatamente onde aquilo ia parar e que não cederia tão fácil. Deixei na porta de casa e -nos despedimos com outro beijo quente. Voltei para casa com a cabeça de cima e de baixo fervendo repassando cada cenário mental do que poderíamos ter feito.

Certo dia, passei na casa dela para comermos um lanche. Ela abriu a porta com um vestidinho medio e fluido, toda animada para mostrar os detalhes da decoração e das artes que tinha acabado de fazer pela casa. De repente, agachou-se de costas para ajeitar algo no chão, talvez um vaso de flores. O vestido ficou um pouco transparente revelando uma calcinha fio dental mínima, fininha como uma fita para bronzeamento. O sangue ferveu na hora; precisei respirar fundo para disfarçar a ereção imediata. A cena pedia que eu a agarrasse por trás, levantasse o tecido e me entregasse àquele corpo ali mesmo. Segurei o ímpeto, comemos o lanche e a levei de volta, acumulando ainda mais tesão para a conta.

O ponto de virada veio no meu aniversário. Chamei-a para dividir uma garrafa de vinho na casa dela. Preparei-me com cuidado: banho demorado, perfume marcante e expectativa nas alturas. Ela me recebeu no portão com um abraço carinhoso de parabéns. Acomodamo-nos na mesa para beber e conversar. Como quase não bebo, o álcool logo subiu. Pedi um beijo como presente de aniversário. Ela desconversou, dizendo que éramos amigos, mas insisti de forma descontraída até conseguir um beijinho.

A madrugada avançou e ela precisava descansar. Levantei para ir embora meio cambaleante, mas ela viu meu estado e insistiu para que eu dormisse lá. Avisei que podia ser perigoso, mas acabei cedendo. Fiquei sentado na cama enquanto ela tomava uma ducha rápida. Quando saiu do banheiro vestindo apenas uma camisola curta de seda, o ar sumiu. Ela pediu para eu tirar a calça jeans para ficar mais confortável e avisou, em tom de aviso divertido, que não era para tentar nada.

Deitei ao lado dela e concordei. Comecei acariciando seus cabelos, descendo a respiração quente perto da curva do pescoço. Ela soltou um suspiro longo, e os pelos do braço se arrepiaram sob as pontas dos meus dedos. Deslizei a mão pelo ombro, pelas costas, distribuindo beijos e mordidas leves na nuca enquanto minha outra mão apertava firme sua coxa. Em resposta, ela empinou o quadril para trás, encaixando a bunda bem de encontro ao meu pau totalmente duro.

Puxei a camisola de seda para cima, deslizando as mãos pela sua pele nua. Com um dos braços enlaçando seu tronco por baixo, segurei seu seio firme, encaixado perfeitamente na palma da minha mão. Com a outra, desci direto até a calcinha, encontrando sua intimidade completamente encharcada. Ela soltou um gemido baixo, afastou-se ligeiramente para segurar meu pau por cima do tecido, sentindo a pulsação da ereção, e começou a esfregar meu pau em sua buceta.

Não aguentei esperar. Fui descendo pelo abdômen até mergulhar a boca inteira nela. Chupava com uma sede visceral, como se precisasse daquilo para respirar. Ela arqueava as costas, guiando minha cabeça e gemendo alto. Virei-a de bruços, cobrindo sua bunda de beijos e lambidas vorazes. Pedi para ela ficar de quatro e continuei com a língua até ela puxar meu corpo para si, pedindo para subir no meu rosto. Deitei-me e a recebi com força; ela cavalgava com o quadril na minha boca, enquanto minhas mãos apertavam sua bunda e cintura com firmeza.

Quando o delírio já era total, ela deslizou pelo meu corpo, engolindo meu pau com vontade entre beijos molhados engolindo-o todo. De repente, montou de frente, descendo devagar até acomodar tudo dentro de si. O ritmo começou compassado e foi acelerando à medida que rebolava sobre mim. Segurei seus quadris para ditar a profundidade. Depois, ela virou de costas, sentando com vigor enquanto eu distribuía tapas estalados em sua bunda.

O calor era absurdo. Puxei-a em pé pela cama, elevando suas duas pernas sobre meu ombro e ali a chupando mais um pouco. Desci ela escorregando sobre meu corpo e penetrei firme enquanto nos encarávamos, ambos ensopados de suor. Em seguida, deitei-a na beira do colchão com as pernas erguidas e continuei empurrando fundo, sentindo cada contração interna dela. Mudamos para a posição de lado, com uma mão no seu pescoço sentindo seu pulso acelerado e a outra apertando seus seios enquanto seus olhos travavam nos meus com uma intensidade descarada.

Ela pediu para ficar de quatro novamente. Antes disso, ainda me deu mais algumas sugadas intensas. Quando assumiu a posição ale abriu a bunda com as duas mãos, a visão me cegou de tesão, chupei novamente e entrei com tudo, encaixando golpes firmes e cadenciados, puxando-a para trás pela cintura a cada investida para aprofundar ainda mais o contato. Ela começou a tremer, gemendo sem reservas até explodir em um orgasmo potente e demorado. O aperto daquele clímax me desarmou por completo, e me derramei inteiro dentro dela logo em seguida.

Desabamos abraçados na cama, recuperando o fôlego sob o arrepio da pele esfriando. Pouco depois, deitada contra o meu peito, ela sussurrou que aquilo não poderia se repetir porque éramos bons amigos. Sorri em silêncio, sabendo que o futuro guarda suas próprias surpresas. Sem dúvidas, foi o melhor aniversário da minha vida.

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