Depois de tanto sexo ficamos com a cabeça e a libido a mil. Tive que comprar um vibrador pra Ju porque ela queria que preenchesse o cu e a buceta ao mesmo tempo e lembrava do sobrinho Marcos. Ela ligou pra Marta.
-Oi querida, tudo bem? Eu não aguento de tesão e só penso no que fizemos no fim de semana. Comprei um vibrador. Coitado do meu marido, tá com o pinto vermelho de tanto meter no meu cu. Estou com saudades do Marcos. Ele me arrombava gostoso. Venham logo, invente uma desculpa e traga seu cintaralho pra me foder.
-Nossa cunhadinha, que coisa louca. Tanto o Marcos quanto seu irmão, Felix, me comem todos os dias. Marcos chegou a gozar 4 vezes em 1 dia. Em uma semana engoli mais porra do que na minha vida toda. E seu irmão começou a comer meu cu. Fazendo conchinha começou cutucar minha bunda. Perguntei se queria sexo anal, então eu deixei. Na primeira vez foi só a cabecinha e já gritei de dor, fiz escândalo, falei pra ele ir devagar que era virgem (mentirosaa) até enfiar tudo na 3ª vez. O pau dele é mais grosso que seu marido e do Marcos. Depois que comeu mandou flores. Se soubesse teria pedido brincos de ouro. Kkkkkk.
-Sorte sua, porque meu marido me estuprou quando me descabaçou. Eu estava de 4 e ele fodia minha buceta. Eu gozei e desabei de bunda pra cima. Ele cuspiu no meu cuzinho, se deitou sobre mim e meteu no meu cu. Eu tentei desvencilhar, ele segurou forte meus braços e enfiou devagar até o fim e não parou, igual fez com você. Vi estrelinhas. Ele segurou e depois fez um vai e vem até gozar. Fiquei sem falar com ele por uns dias e quase terminamos, mas hoje eu não fico sem levar no cuzinho. E então, o Felix desconfiou da nossa suruba?
-Não, claro que não. Fui bem discreta. Comecei a andar de calcinha e sem sutiã dentro de casa. Facilita pro Marcos me foder. Numa manhã depois que o Marcos meter na minha buceta e sair pra escola eu fiquei de calcinha asa delta, um top fino sem sutiã com uma sandália transparente de salto baixo e estava preparando o café pro seu irmão. Ele chegou na cozinha e ao me ver me pegou por tras, rasgou meu top e a calcinha e meteu na buceta cheia de porra do Marcos, e me fodeu com raiva, e apertou minhas tetas até ficarem roxas. Eu fiquei sem reação, nem consegui gozar. Nunca tinha visto daquele jeito. Ele gozou como nunca, me fez sentar na cadeira vazando porra da buceta, e falou “limpa meu pau e faz um boquete” e enquanto ele tomava café eu limpei e chupei o pau dele. Ele segurou minha cabeça com o pau na minha garganta gozou uns minutos depois, depois tirou e foi trabalhar. Ele chegou atrasado no trabalho, mas muito feliz. Kkkkkk . Passei o dia inteiro excitada e gozada. A tarde ele chegou e foi pra cozinha. Estava com shorts normal e blusa com sutiã. Quando tentei beijá-lo, ele me segurou pelos braços, me virou de costas e fez me debruçar na mesa, puxou meu shorts até os pés, rasgou a calcinha e me estuprou praticamente. Enquanto fodia minha buceta, ele tirou minha blusa e puxou o sutiã com força e falou “sem calcinha e sem sutiã quando eu sair ou chegar, entendeu”. Ouvindo isso eu gozei imediatamente e quase perdi os sentidos. Ele continuou me fodendo até me inundar de porra. Me colocou pra sentar escorrendo porra e me trouxe um copo de suco bem doce. Depois me fez limpar seu pau e foi tomar banho. Ele parece outra pessoa.
-Marta, você é muito poderosa ao deixar um homem assim. não escapa mais da sua bucetinha. Kkkkkkkk. Mas eu queria muito é te beijar e transar. Ir pra um motel e passarmos algumas horas juntas. O que você acha?
-Ai Ju, você fala de um jeito que eu não tenho como negar né? Eu também gostei muito de meter com meu cintaralho. Me senti sua dona.
-Eu sou sua, Marta. Sua puta que quer ser fodida, beijar seus pés, chupar sua buceta e seu cu. Quero que você bata na minha bunda e na minha cara.
-Vamos nos encontrar depois de amanhã. Almoçamos no shopping e vamos pro motel que tem la perto. Vá de saia e blusa, sem calcinha e sem sutiã. Vou levar um cintaralho novo e maior.
-Tá bom. Não vejo a hora. Estou molhada, com a buceta pingando de tesão.
2 dias depois elas se encontraram no shopping, almoçaram e se dirigiram para o motel no carro da Marta. Ao entrarem Marta deu a partida e tirou da sua bolsa um plug anal.
-Erga a saia, se incline e abra bem as nádegas pra enfiar no seu cu. Vamos, senta na minha mão. Isso. Entrou. Sentiu? Já tem lubrificação.
-Ai Marta, que delicia. Vamos rápido.
Chegaram ao motel, acessaram o quarto. Ao chegarem começaram a se beijar e tirar as roupas. Marta deu um tapa na cara da Ju, que empurrou a Marta pra cama, subiu em cima, apertou as tetas e beijou. Marta colocou a mão na bunda, começou a movimentar o plug dentro do cu da Ju. Ju se virou e fizeram um 69. Ambas estavam molhadas e vertendo melzinho da buceta. Ambas chuparam o clitores da outra e assim gozaram, primeiro a Marta e depois a Ju, que saiu de cima e voltou a beijar a Marta.
-Eu te amo Marta. Estou sexualmente realizada com você.
-Também te amo, cunhada. Só vou me realizar quando enfiar meu cintaralho novo. Fica de 4 meu amor. Agora vc é minha. Vamos.
Ju saiu de cima, ficou de 4 e arrebitou bem a bundinha. Marta começou o ritual, tirou o novo cintaralho da bolsa, maior, mais grosso e com estrias que pareciam veias aumentadas. Deu pra Ju chupar enquanto lubrificava seu cuzinho. Ju tinha dificuldades de enfiar tudo na boca e mais lambia. Marta tinha um lubrificante com ponta penetrável no e era possível lubrificar uma grande extensão do reto. Enfiou a ponta o mais fundo possível e enquanto puxava pra fora a bisnaga, apertava e depositava gel ao longo do cu da Ju, que institivamente começou a rebolar e gemer. Marta enfiou 3 dedos bem fundo no cu da Ju e girou repetidamente. Estava bem molhado. Depositou mais gel na entrada do cuzinho, pegou e vestiu o cintaralho, tendo antes penetrado outro plug na sua própria buceta. Deu um tapa bem forte na bunda, mirou a entrada do cuzinho da Ju e começou a enfiar. Ju deu um grito.
-Aaaaiiiiiiii. Meu deus Marta, o que é isso? Vai me rasgar no meio. Eu não vou aguentar.
-Calma amor, você vai aguentar sim. Vai se acostumar e daqui a alguns minutos vai pedir pra enfiar fundo. Confie na sua dona.
Marta, segurando o quadril da Ju, continuou penetrando lenta e profundamente, sem se importar com os gemidos de dor da Ju. Ela confiava que a Ju iria aguentar. Ao chegar na metade, a Ju pediu um tempo.
-Para Marta. Eu imploro, dá um tempo pra eu respirar fundo. Nossa, nunca senti dor parecida no cu.
-É porque é a primeira vez, querida. Respira fundo que eu vou enfiar bem devagar.
Ju transpirava no rosto e no peito. Marta tinha outra surpresa: o cintaralho vibrava e ela ligou com ele metade no cu da Ju. A reação da Ju foi imediata. Ela começou a se contorcer e a gritar palavras desconexas. Marta aproveitou e enfiou todo o cintaralho dentro do cu da Ju que tentou ir pra frente mas Marta segurava firme os ombros dela. Restou a Ju rebolar. Não demorou começou a gozar, em transe, com tremores pelo corpo, mordendo o lençol, e chegou no clímax, mijando na cama, esguichando sua urina nas suas pernas e no colchão. Depois de terminar de mijar ela desabou na cama, ficando a bunda rebitada segura pelo cintaralho, bem preso no quadril da Marta, que esperou Ju se estabilizar e começou um vai e vem lentamente e aos poucos foi acelerando. Retirou quase que totalmente e enfiou rápido, de novo mais rápido até o fundo. Ju gritou de novo. Ao ver a Ju gritar de dor e prazer e com o plug na buceta, Marta também gozou muito e o tesão maior foi dominar e causar prazer na Ju. Respirou fundo, desligou o vibrador e começou a tirar o cintaralho do cu da Ju. Quando chegou na metade, a Ju gritou.
-Marta eu vou cagar, to sentindo que tá indo junto. Pega uma toalha. Ai que vergonha.
-Calma amor. Não é vergonha, é uma reação normal do seu intestino. Pronto peguei uma toalha que estava aqui na cama. Relaxa e deixa que eu cuido do cintaralho e do seu cu. Relaxa querida. Só curte o prazer. Respira fundo.
Marta foi sacando devagar. O cintaralho tava cheio de merda e ela foi enrolando em uma toalha menor enquanto a maior tava próxima do cuzinho da Ju. Quando o cintaralho saiu a Ju peidou forte espirrando merda e lubrificante na toalha que a Marta tinha preparado. Também escorreu na buceta e pingou em um dos pés. Marta limpou pacientemente. Marta levou o cintaralho sujo pro box. Voltou e ajudou a Ju, que estava deitada sobre seu xixi, a se levantar e caminhar até o box. Estava meio grogue. Colocou-a sentada no box e lavou seu cabelo, rosto e tetas que tinham transpirado muito. Depois colocou a Ju de 4 com a bunda bem embaixo do jato de água e com uma toalhinha e sabonete a lavou até os pés, massageando cada parte. Por fim lambeu, chupou o cuzinho da Ju. Depois Marta se lavou, lavou o cintaralho e o plug que estava na sua buceta e saíram do box. Secaram-se em um única toalha pois a outra foi usada pra limpar a merda da Ju. Antes de sair Marta ajoelhou pra ver como estava o cuzinho da Ju: ainda estava bem laceado, enfiou 2 dedos sem resistência. Será que volta ao normal e que o marido da Ju ia notar, pensou consigo?
-Pronto meu amor. Estamos limpinhas agora. Vamos voltar.
Foram até uma mesinha que tinha no quarto para eventuais refeições.
-Ai Marta, que sensação estranha. Nunca senti isso. Mistura de dor, prazer, descontrole. Desculpe por mijar e cagar .
-Ju, pode parecer estranho mas você mijar e cagar no meu cintaralho me deu mais prazer e sensação de dominação. Eu tive orgasmo por te dominar. Eu fiz você se descontrolar e depois te controlei. Você ficou nas minhas mãos como uma criança. Agora você é definitivamente minha.
Marta beijou Ju e apertou seus seios. Depois desceu uma mão até a buceta da Ju e começou a siriricar.
-Voce é minha Ju, vai fazer o que eu quiser. Eu vou te dar prazer e vou mandar você gozar, mijar e cagar, chorar, entendeu? Agora vou bolinar sua buceta até você gozar, vou enfiar meus dedos nela até você gozar. Vai putinha da Marta, goza, eu to mandando.
Ju começou a se contorcer e Marta cada vez mais pressionava o clitores e enfiava os dedos na buceta até que gozou de novo.
-Isso, agora você entendeu nossa relação. Eu escolho, eu mando, eu domino e você aceita.
-Sim, Marta, eu também quero isso. Eu quero ser sua. Meu corpo é seu, pro seu prazer.
Beijaram-se apaixonadamente selando uma relação de dominância e submissão. Felizes.
-Ju, meu amor, acho que por hoje é suficiente. Você precisa se recompor pra voltar pra sua casa e pro seu maridinho. Vou te levar até o seu carro no shopping. Consegue dirigir depois.
-Sim, consigo. Estou voltando ao normal. Quer dizer voltando das nuvens. Acho que hoje vou passar em branco com meu maridinho ou no máximo um boquete.
Vestiram-se, saíram após a Marta pagar e foram pro shopping. No estacionamento, antes da Ju sair do carro, elas se beijaram apaixonadamente, acariciando o cabelo como namoradas adolescentes. Marta até apertou as tetas da Ju, livres de sutiã e disponíveis para uso. Mas alguém viu e filmou. E era alguém que conhecia muito bem o Felix, maridinho da Marta, que estava sendo chifrado.
-Que putinha e vadia é essa Marta. O coitado do marido trabalhando e a vagabunda chifrando e o pior é lésbica.
Continua...