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Gozou no cu da mãezona

Um conto erótico de Escritor
Categoria: Heterossexual
Contém 2378 palavras
Data: 13/09/2026 05:21:53

Você falou pra eu não limpar nada e não deixar nada de fora, então eu vou contar na ordem, do jeito que ficou, e se em algum lugar ficar feio, fica feio. São duas e vinte e sete da manhã, o ventilador do meu quarto tá no três e não resolve porra nenhuma, e ela tá dormindo do outro lado da parede. Eu escrevo com a luz do corredor acesa porque se eu acender a lâmpada daqui a claridade passa por baixo da porta e ela acorda com qualquer coisa. Não sei se você vai usar isso. Sei que você pediu e eu prometi, e eu já passei do ponto de conseguir dormir com isso guardado.

Meu nome é Caio, tenho vinte e três anos, e voltei pra casa da minha mãe em novembro, quando meu contrato na distribuidora acabou e o aluguel de São Paulo comeu o que eu tinha juntado em três anos. Itapevi, fim de rua de terra, casa de dois quartos. O muro caiu num temporal em janeiro e a gente nunca arrumou, então qualquer um que passa vê o quintal inteiro, o tanque, o varal, a bicicleta sem roda. Ela mora ali sozinha desde que meu pai pegou a estrada pra Rondônia com uma mulher que vendia cosmético de catálogo. Seis anos. Nesse tempo eu voltei duas vezes, um Natal e uma Páscoa, e nas duas eu fui embora mais cedo do que precisava.

Rosa tem quarenta e seis. Eu preciso que isso fique muito claro, porque quando eu conto essa história pra mim mesmo, de noite, ela vira outra mulher — vira uma dessas de revista, barriga lisa, unha feita, cheiro de creme caro. Não é. Ela tem varizes grossas atrás da coxa, uma cicatriz de cesariana que ela chama de estrada, e dorme de camiseta velha com o nome de uma padaria que fechou há dez anos. Trabalha de cinco da manhã até uma, na padaria da praça, e volta com o cabelo cheirando a fermento e a camiseta grudada nas costas. É importante. Tudo que aconteceu começou porque ela voltava cansada, porque fazia calor, e porque a casa é pequena demais pra duas pessoas evitarem uma à outra.

Novembro em Itapevi é o mês em que o ar desiste. A casa tem um ventilador de teto na sala que faz mais barulho do que vento, e a janela do quarto dela dá pro lado do sol, então às seis da tarde aquele cômodo é um forno. Ela chegava da padaria, tomava banho, largava o sutiã na cadeira e ficava de camiseta pela casa. No começo eu saía do cômodo. Depois eu comecei a chegar mais tarde na cozinha, calcular o tempo do banho, ficar olhando a televisão sem ver nada. A gente jantava calado com o ventilador girando em cima da mesa e o som do garfo dela raspando o prato.

A primeira vez que pesou foi numa quinta. Ela tinha comprado duas latas de cerveja no mercado, coisa que ela quase nunca faz, e a gente sentou no sofá pra ver o jornal das nove. Eu contei da Larissa, que tinha terminado comigo por telefone e depois aparecido com o dono do bar onde ela trabalhava. Rosa ouviu tudo sem falar nada, com a lata apoiada na coxa, e quando eu parei de falar ela pôs a mão no meu joelho. Foi só a mão. Cinco dedos, a palma quente e seca, e ela deixou ali enquanto dizia que mulher que faz isso não presta. Eu fiquei olhando aquela mão até ela tirar, e o joelho continuou quente depois que ela tirou.

Ela foi tomar banho às dez e meia e não fechou a porta direito. Não sei se foi de propósito. Passou seis anos morando sozinha e talvez tenha esquecido, e eu passei quinze minutos sentado no sofá decidindo se era de propósito, com o coração batendo na garganta. Quando eu passei no corredor pra ir pro meu quarto, a porta estava encostada e não trancada, e pelo vão eu vi ela de costas, o box embaçado, o corpo inteiro atrás do plástico. Eu vi a curva da bunda dela e o resto de água escorrendo pela coluna. Fiquei três segundos e fui embora. Três segundos é o que eu vou carregar pelo resto da vida.

No meu quarto eu bati uma punheta pensando nela e gozei na minha própria mão de um jeito que me deixou com nojo de mim mesmo. Sentei na beira da cama, limpei os dedos na toalha, e escutei o chuveiro dela fechar. Não dormi. Fiquei deitado olhando o teto, com o pau ainda sensível encostando na barriga, repetindo na cabeça que ela era minha mãe e que eu tinha visto a buceta dela pela fresta da porta. Na manhã seguinte ela fez café e me perguntou se eu tinha dormido mal. Eu disse que sim. Ela disse que a casa era quente. E a gente não falou mais nada.

Depois disso a coisa virou rotina de outro tipo. Ela começou a andar mais à vontade em casa — não sei se percebeu, não sei se fez. Sentava no chão da cozinha pra abrir o armário de baixo, com a camiseta subindo e o cós do short escorregando, e eu ficava parado atrás dela com a xícara na mão. Passava por mim no corredor e o braço dela raspava no meu, e uma vez ela parou na porta do meu quarto pra falar de uma conta de luz e eu vi o bico do peito dela marcando a camiseta de algodão fino. Não tem nada de bonito nessa parte. Eu me sentia doente. E ainda assim eu ficava de pau duro na hora, no meio da tarde, olhando pra parede.

Foi na terça seguinte que eu comprei o lubrificante. Não vou fingir que não foi calculado. Passei na farmácia da praça, peguei uma caixa de preservativo e um tubo de KY, e a moça do caixa era a Juliana, que estudou comigo da quinta à oitava. Ela olhou os dois itens, olhou meu rosto, e disse "tá bom então". Eu paguei em dinheiro e saí com a sacola batendo na perna, com a sensação de que a rua inteira sabia. Escondi o tubo dentro de uma meia na gaveta de camisetas, embaixo de tudo, e fiquei quatro dias sabendo que ele estava ali.

Na sexta ela chegou da padaria reclamando das costas. Passou a mão na lombar, sentou na beira da cama dela e disse que tinha ficado o dia inteiro levantando tabuleiro. Era um pedido. Eu me sentei atrás dela, ainda com a camiseta do serviço, e comecei a apertar com o polegar de cada lado da espinha, descendo devagar, do jeito que eu já tinha visto massagista fazer na televisão. Ela soltou o ar e deixou a cabeça cair pra frente, e o pescoço dela ficou comprido e claro na luz do abajur. O cheiro de fermento subia do cabelo dela, e embaixo disso tinha o desodorante, e embaixo disso tinha o cheiro dela.

Eu desci as mãos até a cintura e parei ali, com os dedos encostados na barra da camiseta. Ela não falou nada. Eu subi de novo, e na segunda vez eu passei por baixo do tecido, pele com pele, a lombar quente e lisa. Ela virou a cabeça devagar e ficou me olhando por cima do ombro, e naquele olhar tinha uma pergunta que ela não ia fazer em voz alta, e eu respondi sem falar. Beijei a nuca dela primeiro, ali onde o cabelo ainda estava molhado, e ela fechou os olhos e não me empurrou. Depois ela virou o rosto e a minha boca achou a dela, e a primeira coisa que eu senti foi o gosto de café com leite.

Ela beijava devagar, do jeito de quem não beija há muito tempo e está lembrando como se faz. A boca dela abriu e a língua dela entrou na minha, e as mãos dela subiram pro meu rosto e ficaram ali, nos meus dois lados, como se ela estivesse me segurando pra não cair. Eu puxei a camiseta dela pra cima e ela levantou os braços pra me ajudar, e os peitos dela caíram soltos, pesados, com os bicos escuros e já duros. Chupei um, depois o outro, com a língua achatada, e ela respirou fundo pelo nariz e enfiou a mão no meu cabelo.

Ela deitou de costas e eu tirei o resto da roupa dos dois. O corpo dela era o que era: a barriga mole com a cicatriz atravessando por baixo, os pelos aparados de qualquer jeito, as varizes atrás da coxa. Eu abri as pernas dela e enfiei a boca na buceta, e ela estava molhada de um jeito que me deixou tonto, o gosto salgado e quente, o clitóris duro embaixo da minha língua. Ela apertou minha cabeça com as duas mãos e levantou o quadril da cama, e eu chupei ali sem parar, dois dedos entrando e saindo devagar, até ela travar as pernas e gozar com a boca fechada, sem deixar sair barulho nenhum.

Depois eu subi por cima dela com o pau na mão. Ela abriu as pernas mais e me guiou com a mão, e quando eu entrei ela estava apertada de um jeito que doía em mim também, seis anos sem nada. Ela gemeu baixinho no meu ouvido e me mordeu o ombro, e eu fiquei parado dentro dela, sentindo a buceta dela pulsar em volta do meu pau, com o suor do peito dela colando no meu. Ela falou "devagar" e eu obedeci, e a gente ficou assim, devagar, muito tempo, o ventilador batendo em cima da gente e a cama rangendo no pé esquerdo.

Quando eu parei, ela percebeu. Fiquei deitado de lado, ainda duro, com a mão na cintura dela, e ela virou o rosto pra me olhar e viu o que eu estava querendo. Ela falou que ninguém nunca tinha feito aquilo nela. Não do jeito que eu estava olhando. Falou com a voz rouca, meio rindo, e eu perguntei se ela queria tentar, e ela ficou calada um tempo que pareceu uma hora, e depois disse "tem óleo na cozinha". Eu disse que tinha outra coisa, levantei, tirei o tubo de dentro da meia e voltei. Ela olhou a caixa na minha mão e riu baixo, aquele riso que começa no peito e desce.

Eu deitei ela de bruços e ela ficou com o rosto virado de lado, o cabelo grudado na bochecha, uma perna esticada e a outra dobrada, e eu comecei pelos dedos. Passei o gel na mão e trabalhei devagar, um dedo, depois dois, com a boca na nuca dela e a outra mão subindo pela coluna até o ombro, segurando, esperando. Ela travou duas vezes. Na primeira ela fechou as pernas e eu tirei a mão e fiquei parado, esperando ela abrir de novo. Na segunda ela empurrou o quadril pra trás e disse "vai". Quando eu encostei a cabeça do pau ali, ela apertou o lençol com as duas mãos e ficou sem respirar.

Entrei muito devagar, e ela não deixou entrar tudo de uma vez. Meu pau deslizou no gel e afundou só a cabeça, e o cu dela apertou em volta como um punho e eu tive que parar e morder o lábio pra não gozar ali mesmo, com a porra já subindo pelo cano. Ela soltou o ar em três pedaços e mandou eu continuar, e eu continuei, centímetro por centímetro, empurrando com a mão apoiada no quadril dela, com o polegar apertando a bunda, até ela engolir tudo e eu sentir a bunda dela encostada na minha barriga. Ela tremia. Ela falou "ai" uma vez, e depois não falou mais nada, e eu comecei a mexer.

Foi devagar no começo, pequenos movimentos, só a cabeça entrando e saindo, e o gel fazia aquele barulho mole, e o cheiro dela subia misturado com o calor do quarto. Ela enfiou a mão por baixo da barriga e começou a mexer no clitóris, e eu vi os dedos dela trabalhando ali, e senti por dentro a buceta dela ficando mais molhada, escorrendo pela minha bola. Aí eu aumentei. Segurei a cintura dela com as duas mãos e puxei o quadril dela pra cima, e comecei a socar no cu dela com força, e a cama inteira batia na parede e ela parou de esconder o barulho.

Ela gozou antes de mim. Os dedos dela aceleraram e ela travou inteira, a bunda fechando em volta do meu pau de um jeito que me arrancou um gemido alto, e ela gemeu com a boca aberta no lençol, o corpo todo sacudindo. Eu aguentei mais quatro, cinco estocadas, e então eu empurrei até o fundo e gozei forte dentro do cu dela, o primeiro jato me dobrando por cima das costas dela, e continuei empurrando enquanto a porra saía, sentindo cada espasmo dela em volta do meu pau, até não sobrar mais nada. Fiquei lá dentro muito tempo, deitado no peso dela, com a boca na nuca dela e o coração batendo contra as costas dela.

Quando eu saí, ela não se mexeu. Ficou de bruços, com a perna dobrada, e eu vi o que escorreu pela parte de dentro da coxa dela e fiquei olhando aquilo como um idiota. Ela falou "traz a toalha", e eu trouxe, e limpei ela devagar, e ela ficou de olho fechado, com a mão em cima do meu braço. Depois virou de lado e dormiu antes de mim. Eu fiquei acordado olhando o ventilador girar e pensando que eu tinha acabado de gozar no cu da minha mãe e que ela tinha gozado antes de mim.

Hoje é terça. A gente não falou nada sobre isso, e ela continuou me chamando pra jantar, e continuou de camiseta pela casa, e continuou deixando a porta do banheiro encostada. Antes de dormir ela parou na porta do meu quarto e ficou ali um tempo, sem falar. Depois disse que as costas ainda estavam doendo. E não fechou a porta quando foi. Eu estou olhando a fresta clara do corredor enquanto escrevo isso, e o tubo de KY já está pela metade. Se você quiser a parte de amanhã, é só responder. Eu conto igual.

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Foto de perfil genéricaContos do LeitorContos: 7Seguidores: 3Seguindo: 1Mensagem SOBRE OS RELATOS Todos os contos e relatos eróticos publicados aqui foram enviados por leitores na minha conta anterior, que foi excluída. Estou repostando tudo neste novo espaço. Não tenho como verificar a procedência verídica de cada história. Não sei se são 100% reais ou ficção. Mas acredito que isso não importa tanto. O que importa é que são boas histórias, bem contadas, e que podem inspirar ou entreter quem lê. Muitos relatos, às vezes, necessitam de um pouco de correção ortográfica ou gramatical. Faço esses ajustes para facilitar a leitura, mas sem perder a originalidade de quem enviou. A essência da história sempre se mantém. Se você tem um relato para compartilhar, agradeço muito se quiser enviar. Pode ser uma experiência sua, de um amigo, ou algo que ouviu e quer ver transformado em conto. Envie seu relato para: danielqrm33@gmail.com Prometo que vou ler e, se gostar, vou adaptar e publicar aqui. Relatos anônimos são bem-vindos. Não preciso do seu nome real, só da história. Obrigado por ler, e espero que gostem.

Comentários

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Adoraria estar no seu lugar quando adolescente batia muita punheta vendo minha mãe se trocar ou tomando banho mas nunca tentei algo más más comi minha tia e umas primas mas fiquei imaginando no seu lugar que tesao me deu voltei ao passado hj tenho 61 anos más muito safado até más do que quanto adolescente hj adoro comer vovós se tiverem algumas e só entrar em contato observação tenho um pau de 19 cm donemagrao@gmail.com

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Adorei o conto, quero continuação

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Infelizmente como eu recebo das pessoas esses relatos, não saberia de uma continuação se ele não quiser mandar.

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Foto de perfil de Tania D Mara

Adoro incesto, principalmente anal entre mãe e filho.. Faço sempre com o meu.. Está muito bem narrado... Continua. BJ.

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Adoraria te conhecer tirada bjs donemagrao@gmail.com

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Conta sobre vc e seu filho manda fotos donemagrao@gmail.com

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