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Point Black: A Noite Gostosa Na Zona Leste

Um conto erótico de Casal Apimentados
Categoria: Grupal
Contém 1896 palavras
Data: 13/09/2026 00:30:29

A gente foi pro Point Black sem saber muito bem o que esperar. Voltou de lá com dois novos amigos e uma noite que eu ainda penso de vez em quando, sem nenhum motivo especial, só porque foi boa daquele jeito que fica guardado.

Prazer, somos o Casal Apimentados. Quem escreve sou eu, a Lúcia. Nomes fictícios, por motivos que qualquer casal liberal entende.

Eu: 1,72 de altura, loira natural, olhos verdes, seios fartos e umas coxas grossas que o meu marido adora, com uma bunda grande e durinha que enlouquece qualquer homem. Quarenta e três anos.

Ele, Jorge: negro, 1,85, corpo forte sem ser musculoso, com um pauzão de 22 centímetros que me satisfaz toda noite. Hetero assumido, não é corno e adora me ver gozando.

O Point Black é um evento que rola de vez em quando em Itaquera, zona leste, misturando música black, roda de conversa e uma pista boa, num salão alugado perto do metrô.

A gente ficou sabendo por um grupo, indicação de gente que a gente já conhece de outras festas, e resolveu ir mais pelo clima da música do que por qualquer expectativa específica.

Chegamos por volta das dez, um sábado, e o salão já estava com boa parte do público, todo mundo bem-vestido, muita música boa, aquele clima animado de quem foi pra dançar de verdade.

Foi ainda no início da noite, encostados no bar esperando a bebida, que a gente conheceu a Bruna e o Caio.

Ela negra, uns trinta e cinco anos, cabelo black power grande, vestido justo que realçava uma bunda monumental e uns seios que pediam pra ser mordidos, risada fácil e um jeito espontâneo de puxar assunto que quebrou o gelo em segundos. Ele negro também, uns trinta e oito, alto, ombro largo, mais quieto, mas com aquele tipo de presença que enche a sala mesmo sem falar muito, e uma bunda de dar água na boca.

Eram amigos, não casal, e isso ficou claro rápido pela forma como interagiam, mais irmãos de longa data do que qualquer outra coisa.

A conversa começou porque a Bruna elogiou o brinco que eu estava usando, e dali a gente foi passando por assunto banal, música, trabalho, o quanto o metrô de Itaquera tinha melhorado nos últimos anos.

E foi bom desde o início, sem nenhuma pressa, sem nenhum peso.

Dançamos os quatro boa parte da noite, misturados com o resto do salão, revezando de par de vez em quando, rindo bastante, do jeito que só acontece quando o grupo simplesmente combina. Eu dançava colada na Bruna, sentindo o calor do corpo dela, e de vez em quando passava a mão na bunda dela, só pra sentir ela se contorcer toda. Jorge e Caio também já estavam mais próximos, trocando olhares cúmplices.

Foi na pista, numa música mais lenta, que a Bruna se aproximou mais de mim, e a gente ficou dançando de frente, próximas, com aquela intimidade que se constrói rápido quando a companhia é boa. Ela passou a mão debaixo do meu vestido e beliscou meu bumbum, fazendo eu gemer baixinho no ouvido dela.

O Caio, do lado, dançava com o Jorge de um jeito descontraído, os dois rindo de algum comentário, e em determinado momento os quatro já estavam num círculo fechado, sem prestar muita atenção no resto do salão. A mão da Bruna já não tinha mais vergonha nenhuma, e ela estava passando os dedos na minha calcinha molhada.

Perto da meia-noite, a gente saiu pra tomar ar na área externa, e foi ali, mais afastado da música alta, que a conversa ficou mais direta.

Foi a Bruna quem comentou, sem rodeio nenhum:

— Vocês são liberais, né?

Eu ri, surpresa com a pergunta direta.

— Como você percebeu?

— O jeito de vocês olharem um pro outro. E o jeito que você dançou comigo. — Ela deu de ombros, sorrindo. — A gente também é, eu e o Caio. Não juntos, cada um do seu jeito, mas a gente frequenta.

O Jorge riu, surpreso com a coincidência.

— Que mundo pequeno.

— Zona leste é assim — o Caio comentou. — Todo mundo conhece todo mundo, de um jeito ou de outro.

A conversa continuou fluindo, agora com aquela camada extra de entendimento, e ficou claro que os quatro estavam interessados em continuar aquela noite de um jeito diferente do que tinha começado.

Voltamos pra dentro, dançamos mais um pouco, e foi a Bruna quem sugeriu, já perto de uma da manhã, que a gente fosse continuar em algum lugar mais tranquilo.

Fomos pro apartamento dela, que ficava a poucos minutos dali, um lugar pequeno mas aconchegante, com uma varanda que dava pra ver as luzes da região.

E foi ali, naquele apartamento simples, que a noite realmente ganhou outra intensidade.

A Bruna abriu uma garrafa de vinho, colocou uma playlist mais calma, e a gente ficou os quatro na sala, sentados de qualquer jeito, conversando e rindo, até o clima naturalmente esquentar.

Foi ela quem se aproximou de mim primeiro, sentando ao meu lado no sofá, com a mão na minha perna, olhando pra mim com aquele mesmo brilho que eu tinha visto na pista.

— Posso? — ela perguntou, se aproximando.

— Pode.

Ela me beijou devagar, com uma calma que combinava com o resto da noite, e eu senti o gosto do vinho na boca dela, misturado com aquela química que vinha crescendo desde o bar. O beijo ficou mais selvagem, nossas línguas se duelando, as mãos da Bruna já arrancando meu vestido.

Do outro lado da sala, o Caio e o Jorge conversavam ainda, até que o Jorge se aproximou também, e o Caio, mais tímido no início, foi relaxando aos poucos. Mas a timidez dele durou pouco. Vi ele tirar a pica dura do jeans e começar a masturbar devagar enquanto me via beijar a Bruna. "Caralho, que mulheres gostosas", ele gemeu.

A Bruna me levou pro quarto dela, e foi lá que a noite ficou realmente boa.

Ela me despiu devagar, beijando cada parte que ia revelando, com uma atenção generosa que eu senti em cada movimento. Desceu pelo meu pescoço, pelos meus seios, pela barriga, tomando o tempo que quisesse, sem nenhuma pressa de chegar em lugar nenhum. Chupou meus seios com vontade, mordiscando meus mamilos até eles ficarem durinhos e sensíveis. "Sua loira deliciosa", ela sussurrou.

Quando ela finalmente desceu por mim de vez, foi com uma dedicação que me fez esquecer completamente da hora, das horas, de tudo que não fosse aquele momento. Ela abriu minhas pernas e sem aviso, meteu a língua inteira na minha buceta. "Ahhh, Bruna, chupa essa xereca!", eu gritei. Ela era uma mestre, sabia exatamente onde morder, onde lamber, onde sugar. Passava a língua no meu clitóris e depois metia dois dedos dentro de mim, me fodela até eu não aguentar mais. Eu gozei com as mãos no cabelo dela, o som se misturando com a música baixinha que ainda tocava na sala.

O Jorge se juntou pouco depois, e o Caio também, e a noite se transformou numa mistura gostosa dos quatro, revezando, rindo, sem nenhuma pressa de definir quem ficava com quem. A Bruna ficou de quatro e me convidou: "Vem, Lúcia, me come com essa língua gostosa". Eu obedeci, mergulhando na buceta dela enquanto Jorge vinha por trás de mim, enfiando pau no meu rabo sem camisinha. "Ai, que delícia, Jorge, fode meu cu!", eu gritei. A cena estava completa: eu comendo a Bruna, Jorge me comendo pelo rabo, e o Caio, que não queria ficar de fora, se aproximou da Bruna e enfiou o pau dele na boca dela. A quatro, era um festival de gemidos e suor. "Chupa essa pica, Bruna, puta!", o Caio ordenava, e ela obedecia, com os olhos fechados de prazer, enquanto eu a devorava.

Em determinado momento, o Jorge estava com a Bruna, e eu fiquei com o Caio, que se revelou surpreendentemente atencioso assim que perdeu a timidez inicial, perguntando baixinho o que eu gostava, ajustando o ritmo com cuidado. "Quer que eu te coma toda, Lúcia?", ele sussurrou no meu ouvido. "Sim, caralho, me fode!", eu respondi, já perdida no tesão.

Ele me deitou naquela cama e foi devagar, com as mãos passeando pelo meu corpo antes de qualquer coisa mais direta, e eu gozei com ele também, dessa vez mais silenciosa, só com a respiração alterada e as mãos apertando o lençol. Ele me comeu com uma força que me deixou sem chão, me batendo toda, me chamando de sua vadia. "Sua buceta é maravilhosa", ele dizia, e eu só conseguia gemer mais alto.

Perto das três da manhã, a gente já estava todo mundo naquela cama, embolados, rindo de vez em quando de algum comentário besta, aproveitando aquela mistura de novidade com uma leveza que só festa boa proporciona. Foi nessa hora que a Bruna teve uma ideia. "Vamos fazer uma coroa?", ela perguntou, com um sorriso maroto. E a gente topou na hora. Ela me deitou no meio da cama, e Jorge veio por trás, enfiando o pau no meu rabo, enquanto o Caio se abaixou e meteu a rola na minha buceta. Dupla penetração, caralho! Eu fiquei lá no meio, sendo comida pelos dois, enquanto a Bruna sentava na minha cara, me obrigando a chupar o cu dela. "Lamba meu rabo, Lúcia, sua safada!", ela gritava. Eu estava em êxtase, sendo usada por todos os lados, sentindo o cheiro e o gosto dos três, os gemidos se misturando, a sujeira e o prazer tomando conta de tudo.

O Jorge me achou com o olho no meio de tudo aquilo, como sempre acha, e sorriu daquele jeito que eu conheço de cor. Ele estava me fudendo junto com o Caio, e nossos olhares se cruzaram. Foi aí que ele não aguentou mais. Ele tirou o pau do meu rabo, tirou a camisinha e veio em cima de mim, esguichando porra quente no meu rosto e nos meus seios. "Ahhh, porra, Lúcia!", ele gemeu. O Caio, vendo aquela cena, também gozou, enchendo minha buceta com o leite dele. E a Bruna, vendo tudo aquilo, também gozou, me molhando toda com seu gozo.

Terminamos a madrugada ali, os quatro, conversando na cama antes de qualquer um pensar em dormir, comentando a sorte de ter esbarrado uns nos outros justamente naquele bar, naquele sábado. "Foi a melhor surpresa", a Bruna disse, e a gente concordou em uníssono.

Saímos de lá quase seis da manhã, com o sol já nascendo sobre Itaquera, e a Bruna e o Caio nos deram um abraço apertado na porta, trocando contato, já combinando de se ver de novo em breve.

No carro, na volta pra casa, o Jorge comentou, rindo:

— A gente foi só dançar.

— E olha no que deu.

— Point Black, hein.

— Point Black — eu confirmei, rindo também.

A gente ainda sai com a Bruna e o Caio de vez em quando, sempre com aquela mesma leveza da primeira noite, e sempre que aparece um Point Black novo no grupo, a gente já sabe que vai encontrar os dois por lá.

Se você chegou até aqui, obrigada por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.

Casal Apimentados

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Foto de perfil de Apimentados Apimentados Contos: 50Seguidores: 35Seguindo: 0Mensagem Casal de São Paulo que adora novas amizades 🌶️

Comentários

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Bom dia olha nós aqui de novo

Tudo e tão gostoso quando tudo acontece sem expectativas e sem pressa da maneira natural e com química e sintonia..parabéns para o quarteto safados kkk

Caiu em Itaquera já era kkk

Abraço pra vcs 😘🌻

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