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Eles Toparam… e a Putaria Não Parou

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Grupal
Contém 2078 palavras
Data: 12/09/2026 23:21:15

Marcelo e Andrea estavam juntos há vinte e três anos. Casaram jovens, construíram uma vida sólida: casa grande no subúrbio, filhos já adultos e independentes, rotina confortável. O sexo entre eles nunca tinha morrido de vez, mas nos últimos anos tinha se tornado previsível, mecânico, quase burocrático. Um dia, depois de mais uma foda silenciosa e rápida no escuro, Andrea se sentou na beira da cama, nua, o suor ainda escorrendo entre os peitos, e disse com a voz baixa e firme:

— Eu quero ver você comendo outra mulher. Quero ver o seu pau entrando nela. E quero ser comida na sua frente. Quero gozar olhando pra você.

Marcelo ficou em silêncio por um longo tempo, o pau ainda semi-duro contra a coxa. Depois perguntou só:

— Sério, Andrea?

— Sério pra caralho. E quero que a gente convide o Leonardo e a Andressa. Eles topam. Eu sinto no olhar dela.

Leonardo e Andressa eram o casal mais próximo deles. Amigos de quase quinze anos. Leonardo, quarenta e oito, corpo ainda firme de academia, barba curta grisalha, olhar pesado e pau grosso que Andrea já tinha reparado mais de uma vez nas calças. Andressa, quarenta e cinco, peitos grandes e naturais que quase saltavam dos decotes, bunda larga e pesada, boca carnuda, sempre de vestido justo e perfume forte que invadia o ambiente. Os quatro se davam bem demais, bebiam juntos, riam, às vezes ficavam até tarde conversando sobre tudo… menos sobre sexo. Até aquela noite.

Andrea ligou para Andressa no dia seguinte. A conversa foi direta, sem rodeios.

— Andressa… a gente quer trocar. Eu e o Marcelo. Vocês topam?

Andressa riu no telefone, uma risada rouca e molhada:

— Porra, finalmente. A gente topa. Mas só se tiver coca boa e bastante álcool. Sem frescura, sem drama. Eu quero ver o Marcelo me comendo e quero chupar essa sua buceta enquanto o Leonardo te fode.

— Combinado — respondeu Andrea, a voz já embargada de tesão.

No sábado, a casa de Marcelo e Andrea estava impecável. Mesa posta, vinhos abertos, uísque no bar, gelo, limão, e, dentro de uma caixinha de madeira no escritório, um envelope branco com cerca de quatro gramas de cocaína bem cortada. Marcelo tinha conseguido com um conhecido. Andrea preparou a mesa, escolheu um vestido preto curto, sem sutiã, os peitos pesados balançando livres, calcinha de renda preta que mal cobria a buceta. Marcelo vestia uma camisa social aberta no peito e calça confortável que já marcava o volume.

Leonardo e Andressa chegaram às oito. Beijos no rosto demorados, abraços apertados demais. Andressa já vinha com o vestido vermelho decotado até quase o umbigo, o tecido esticado nos peitos, sem sutiã também. Leonardo trouxe uma garrafa de uísque caro e um sorriso safado.

— Chegamos prontos pra putaria — disse Leonardo, beijando Andrea na boca de leve, só de provocação.

Em menos de meia hora a conversa estava solta, as risadas mais altas, as mãos já tocando com mais liberdade. Marcelo serviu o primeiro whisky. Depois o segundo. Andrea abriu o vinho. Quando a conversa escorregou para sexo, Andressa olhou direto para Marcelo e disse, a voz baixa e suja:

— Como é que vocês ainda trepam depois de tanto tempo? O Marcelo ainda come essa buceta com vontade?

Andrea riu, mordeu o lábio e respondeu:

— Come. Mas a gente quer mais. Quer ver o pau dele entrando em você. Quer ver o Leonardo me fodendo enquanto eu chupo você.

Leonardo bateu o copo na mesa e falou:

— Então para de conversa fiada e traz a porra da coca.

Andrea levantou, foi até o escritório e voltou com a caixinha. Colocou no meio da mesa de centro.

— Então vamos.

Leonardo abriu o envelope, espalhou a poeira branca no espelho que Andrea trouxe, cortou quatro linhas longas e grossas com o cartão de crédito. Andressa se inclinou primeiro, enfiou o canudo improvisado na narina e puxou fundo, os peitos quase caindo do vestido. O corpo dela tremeu leve.

— Porra… que coca boa — murmurou ela, limpando o nariz. — Agora o Marcelo.

Marcelo fez a dele. Depois Leonardo. Andrea por último. A coca subiu rápida, seca, aguda. O coração acelerou. A boca ficou seca. O tesão veio junto, quente, sujo, urgente.

Mais whisky. Mais linhas. As mãos começaram a vagar. Andressa passou a mão pela coxa de Marcelo por baixo da mesa, apertando o pau já duro.

— Tá duro pra caralho… quer meter em mim, Marcelo?

— Quero — respondeu ele, a voz rouca.

Do outro lado, Leonardo se aproximou de Andrea e beijou o pescoço dela, mordendo de leve.

— Posso chupar essa buceta aqui mesmo?

Andrea gemeu e respondeu:

— Pode. Chupa. Quero sentir sua língua enquanto eu vejo ele comendo a Andressa.

Leonardo puxou Andrea para o sofá, levantou o vestido dela até a cintura e puxou a calcinha preta de lado. A buceta já estava inchada e molhada. Ele enterrou a cara nela, chupando o clitóris com força, enfiando a língua fundo. Andrea soltou um gemido alto, abriu as pernas e segurou a cabeça dele.

— Isso… chupa essa puta… mete a língua… mais fundo…

Enquanto isso, Marcelo puxou Andressa para o colo. O vestido vermelho subiu. Ela não usava calcinha. A buceta estava pingando, os lábios inchados e escuros. Marcelo passou dois dedos entre eles, sentiu o calor, o líquido escorrendo.

— Tá molhada pra caralho…

— Enfia os dedos — mandou Andressa, rebolando no colo dele. — Assim. Fundo. Curva. Acha meu ponto.

Ele enfiou dois dedos, depois três, curvou, procurou. Andressa gemeu no ouvido dele, a voz suja:

— Isso… fode minha buceta com os dedos… mais forte… quero gozar na sua mão…

Andrea olhava tudo enquanto Leonardo chupava ela sem piedade. Ela puxou o cabelo de Leonardo e falou, a voz quebrada:

— Olha pra ele… olha o Marcelo dedando a Andressa… porra, que tesão…

Mais coca. Linhas na mesa de centro agora, entre copos e cinzeiros. Cada um puxava quando queria. O coração batia forte. A pele ardia. O desejo era quase doloroso.

Andrea se ajoelhou no chão, abriu a calça de Leonardo e tirou o pau duro, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Enfiou na boca sem cerimônia, engolindo até a base, babando, olhando para Marcelo enquanto chupava.

— Chupa esse pau, puta — falou Leonardo, segurando a cabeça dela. — Engole tudo. Quero ver você engasgando.

Marcelo empurrou Andressa para o sofá, ajoelhou na frente dela, abriu as pernas e enterrou a língua na buceta. Andressa gritou, puxou o cabelo dele, empurrou a cara contra a buceta.

— Chupa essa porra… mais forte… mete a língua… chupa meu clitóris… assim… porra, Marcelo…

Ele chupava, chupava, chupava, enquanto enfiava três dedos. Andressa gozou rápido, as coxas tremendo, o líquido escorrendo pela boca dele, molhando o sofá.

— Gozei… porra, gozei na sua boca…

Marcelo se levantou, tirou a calça, o pau latejando, grosso e pesado. Andressa se virou de quatro no sofá, a bunda alta e larga, a buceta aberta e pingando.

— Mete — pediu ela, olhando por cima do ombro. — Mete esse pau fundo. Quero sentir até o fundo.

Marcelo enfiou de uma vez, até o fundo. O gemido dela foi alto, rouco, quase um grito. Ele fodeu forte, segurando os quadris largos, batendo a pélvis na bunda dela com estalos molhados e sujos.

— Isso… fode… mais forte… bate nessa bunda… — Andressa gemía sem parar. — Olha pra Andrea… olha ela chupando o pau do Leonardo enquanto você me come…

Do lado, Leonardo tinha colocado Andrea de quatro também, no tapete. Entrava e saía com força, a mão no cabelo dela puxando a cabeça para trás. Andrea olhava para o marido enquanto era comida, a boca aberta, gemendo alto:

— Mais forte… fode essa puta… olha pra ele te comendo… Marcelo, olha o pau do Leonardo saindo todo molhado da minha buceta…

Marcelo acelerou, fodendo Andressa com força. Ela empurrava a bunda para trás, pedindo mais.

— Mais fundo… arrebenta essa buceta… quero gozar de novo…

Leonardo puxou o pau da boca de Andrea, passou na cara dela, esfregou nos lábios, depois voltou a enfiar fundo. Andrea gozou gritando, o corpo inteiro tremendo, a buceta contraindo no pau de Leonardo, o líquido escorrendo pelas coxas.

— Tô gozando… porra… tô gozando no pau dele…

Trocaram. Sem palavras longas, só comandos sujos. Leonardo puxou Andressa e a colocou de quatro de novo.

— Agora eu te como — disse ele. — Enquanto o Marcelo fode a Andrea.

Marcelo se sentou no sofá e Andrea montou nele, de frente, enfiando o pau do marido na buceta molhada e quente. Ela rebolava devagar no começo, depois rápido, os peitos grandes balançando na cara de Marcelo.

— Chupa meus peitos — mandou ela. — Morde o bico… isso…

Leonardo entrava em Andressa por trás, fundo, a mão no pescoço dela. Andressa olhava para Marcelo e dizia, com a voz quebrada e suja:

— Tá gostoso ver o teu marido me comendo? Olha o pau dele saindo todo molhado da minha buceta… olha como ele me fode… porra, Marcelo, você come bem pra caralho…

Mais coca. Agora nas gengivas, no peito, no pau. Leonardo passou uma linha no pau e Andressa chupou, o pó misturado com saliva e pré-gozo, a língua branca.

— Que delícia… — murmurou ela. — Agora você, Andrea.

Marcelo fez o mesmo com Andrea. A língua dela ficou branca, o olhar vidrado, a boca faminta.

Andrea desceu do colo de Marcelo, se ajoelhou entre as pernas de Andressa e começou a chupar a buceta dela enquanto Leonardo continuava fodendo. Marcelo ficou atrás de Andrea, abriu a bunda dela e enfiou o pau no cu, devagar no começo, depois fundo. Andrea gritou no meio das pernas de Andressa, o corpo tremento.

— Porra… no cu… tá fundo… continua… fode meu cu…

Andressa puxava o cabelo de Andrea, empurrava a cara contra a buceta, gozando na boca dela.

— Chupa… chupa enquanto ele te fode no cu… goza na minha buceta…

Os quatro no chão agora. Corpos suados, cheiro de sexo, álcool e coca. Leonardo deitado, Andressa montada nele, rebolando pesado. Andrea sentada no rosto de Leonardo, a buceta sendo chupada com voracidade. Marcelo atrás de Andressa, enfiando o pau nela junto com o de Leonardo, dois paus esticando a buceta dela até o limite.

Andressa gritava, os olhos revirando, a boca aberta, saliva escorrendo:

— Dois paus… porra… dois paus na minha buceta… mais… enfia mais… arrebenta…

Marcelo e Leonardo empurravam juntos, o atrito quente, apertado, molhado, os paus esfregando um no outro dentro dela. Andressa gozou tão forte que esguichou, o líquido molhando os dois paus e a barriga de Leonardo.

— Tô gozando… esguichando… porra…

Trocaram de novo. Andrea de quatro, Leonardo no cu dela, Marcelo na boca.

— Engole meu pau enquanto ele te fode no cu — mandava Marcelo. — Mais fundo… engasga…

Depois Andressa de quatro, Marcelo no cu, Leonardo na buceta. As duas mulheres se beijavam enquanto eram fodidas, trocando saliva, gemendo uma na boca da outra.

— Beija minha boca enquanto eles nos comem — dizia Andrea. — Quero sentir seu gosto…

Dedos nos peitos, unhas nas costas, palmadas fortes nas bundas. Mais linhas. Mais whisky direto da garrafa.

Marcelo gozou primeiro dentro do cu de Andressa, empurrando fundo, gemendo baixo e sujo:

— Vou gozar… no seu cu… toma…

Leonardo puxou o pau da buceta de Andrea e gozou na cara dela e de Andressa, que se beijavam lambendo o porra uma da outra, a língua suja, o branco escorrendo pelo queixo.

— Chupa o porra dela — mandava Leonardo. — Limpa a cara da puta…

Andrea gozou de novo com os dedos de Leonardo na buceta e a língua de Andressa no clitóris, o corpo inteiro tremendo, gemendo sem parar:

— Mais… não para… tô gozando de novo…

Andressa gozou mais uma vez, o corpo inteiro tremendo, a voz falhando, o líquido escorrendo pelas coxas.

Eles ficaram ali no chão, suados, ofegantes, o coração ainda acelerado pela coca. Alguém acendeu um cigarro. Alguém abriu outra garrafa. As mãos ainda se tocavam, preguiçosas, sujas de porra e saliva.

Andrea olhou para Marcelo, o cabelo colado na testa, a boca inchada de tanto chupar, e sorriu, a voz rouca:

— A gente faz de novo. Agora. Quero mais.

Marcelo só assentiu, o pau já começando a endurecer de novo. Leonardo já estava passando a mão na coxa de Andrea de novo, os dedos subindo.

— Eu também quero mais — disse ele. — Quero gozar de novo nessa boca.

Andressa se aproximou de Marcelo, mordeu o lóbulo da orelha dele e sussurrou:

— Me come de novo. Quero sentir seu pau no cu outra vez. E quero que a Andrea chupe enquanto você me fode.

A noite ainda era longa. E a putaria só estava começando

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