Aviso: Este é o vigésimo quinto capítulo da saga Putty de Karola...
Antes de prosseguir, leia o Capítulo 24: As Lágrimas da Pôia!
Já passava do meio-dia quando Margot decidiu que era hora de levar Putty para seu apartamento em Gozópolis. Mary e Joan se ofereceram para levá-las na caminhonete velha da fazenda, mas Putty balançou a cabeça com um sorriso.
— Não precisa, eu consigo ir correndo e saltando com a Margot no colo. Vai ser mais rápido e divertido.
Ao ouvir isso, Margot não pensou duas vezes: deu um pulinho e se jogou nos braços fortes da alienígena, envolvendo o pescoço dela com os braços.
— Então me carrega, Super Putty!
Mary e Joan se entreolharam, tentando segurar o riso.
Margot franziu a testa:
— Que foi?
As duas responderam juntas, dando risadinhas cúmplices:
— Naaada...
Para que a alienígena não chamasse muita atenção na cidade, Pôia tinha preparado um presente: um vestidinho azul clarinho, simples, mas bonito, com decote sutil e saia na altura das coxas. Putty largou Margot no chão, vestiu e girou devagar.
— Eu comprei essa roupinha na cidade com a ajuda da Margot... Espero que goste... — disse Pôia, tímida.
Putty abriu um sorriso enorme e abraçou a empregadinha:
— Eu adorei! É lindo! Vou usar como meu tesouro!
Com Margot novamente em seus braços, Putty disparou pela estrada, saltando telhados e atravessando campos com facilidade. O vento fazia o vestidinho azul esvoaçar, revelando as coxas firmes da alienígena.
Chegando ao apartamento, Margot pegou a chave embaixo do tapetinho de boas-vindas.
Putty ergueu uma sobrancelha:
— Não é um pouco perigoso deixar a chave em um lugar tão fácil de pegar?
Margot deu de ombros, sorrindo com ar de sabedoria:
— É justamente por ser tão óbvio que ninguém vai imaginar que uma repórter inteligente como eu faria algo tão desleixado.
Putty sussurrou para si mesma enquanto entravam:
— Não sei se isso é inteligente demais ou uma burrice completa...
O apartamento era uma zona de guerra absoluta: embalagens de pizza espalhadas pelo chão, roupas jogadas em todos os cantos, pilhas de jornais, cadernos e papéis amassados cobrindo quase todas as superfícies.
Putty olhou ao redor e pensou, rindo por dentro:
— A Pôia tá fudida quando vier fazer a faxina, tadinha...
Margot apontou rapidamente:
— Banheiro ali, quarto ali, cozinha ali. Pode se servir com o que tiver na geladeira.
Putty abriu a geladeira e foi atingida por um cheiro podre insuportável. A comida toda mofada, leite azedo, restos de comida estragada... Ela deu um passo para trás e vomitou violentamente no chão, um jato grosso e ácido.
— Puta merda! Mas nem enfiar a cara dentro do cu cagado de uma vaca é tão fedido quanto isso aqui!
Margot parou ao lado dela, coçando a cabeça:
— É... Talvez a gente precise pedir uma pizza, acho que não dá pra comer isso aí não...
Putty, ainda babando um resto de vômito:
— Você acha...?
De repente, uma voz veio da porta aberta, que elas tinham esquecido de fechar:
— Margot? É você?
A repórter e a alienígena se viraram. Paradas na entrada estavam duas mulheres.
Kristy era uma visão delicada: a pele clara quase de porcelana, cabelos pretos longos e sedosos escorrendo até os seios, olhos castanhos grandes e expressivos, narizinho pequeno e arrebitado, a boca carnuda naturalmente rosada. Usava um vestidinho bege clarinho com decote sutil e sapatinhos infantis.
Mackenzie, ao lado dela, era o oposto em energia: sardenta, um sorriso largo que mostrava os dentes e gengivas, cabelos loiros dourados alisados na altura do pescoço com uma franja lateral caindo no rosto. Corpo curvilíneo e atlético, vestia uma blusinha justa vermelha com decote generoso, saia longa preta e tamancos meia pata de salto alto.
Margot abriu um sorriso enorme:
— Kris! Macky! Que saudade de vocês!
As três se abraçaram no meio da sala, dando pulinhos e gritinhos de alegria. Putty pigarreou no canto. Margot percebeu e riu.
— Ah sim... Esta é Putty, uma amiga que me salvou quando fui sequestrada. Essas aqui são Kristy e Mackenzie, duas colegas de trabalho no Gozo...
Mackenzie interrompeu, com os olhos arregalados:
— Ela te salvou do quê? Sequestro???
Margot começou a explicar:
— Ah, é... Eu fui pega quando tava fuçando na Alexa Corp e me amarraram num quartinho. Fui torturada por uns dias, até que a Putty me encontrou e libertou. Aí passei uns tempos na fazenda com ela.
Kristy sentou numa cadeira, chocada:
— Nossa... Por isso que você sumiu por semanas?
Margot continuou:
— Sim, mas a gente precisou sair de lá porque descobriram que a Putty é uma ali...
Putty rapidamente tapou a boca de Margot com a mão.
Mackenzie inclinou a cabeça:
— Descobriram que ela é uma o quê?
Putty completou, tentando disfarçar:
— Uma aliteração... Eu sou uma aliteração!
Kristy franziu a testa:
— Mas isso não faz sentido nenhum...
Putty deu de ombros:
— Bom, aí você tem que perguntar pra Alexa... Ela que é a doida!
Kristy levantou da cadeira, olhando ao redor da bagunça:
— Mas então... Isso tá uma zona, não acha? Que tal a gente te dar uma ajudinha pra arrumar um pouco, já que estamos aqui?
Mackenzie ia reclamar, mas Margot aceitou na hora:
— Claro! O que seria de mim sem vocês duas?
As quatro começaram a limpar. Depois de quase uma hora jogando lixo fora, dobrando roupas e organizando papéis, Putty ouviu sons estranhos vindo do quarto. Foi até lá na ponta dos pés e parou na porta, observando em silêncio.
Kristy e Mackenzie estavam abraçadas na cama, se beijando gulosamente. Mackenzie enfiava as mãos por baixo do vestidinho de Kristy, apertando os seios médios e firmes. Os mamilos dela endureceram e logo começaram a vazar leite, molhando o tecido. Mackenzie levantou a blusinha e abocanhou um mamilo, mamando com fome, gemendo enquanto engolia o leite quentinho e doce.
De repente, Margot apareceu atrás de Putty, sem perceber nada:
— Gente, olha o que eu achei ali no meio da bagunça, uma foto de... OPA! Olha só a putaria rolando sem me avisarem!
Kristy e Mackenzie levaram um susto e se soltaram rápido. Putty cruzou os braços, fingindo indignação.
— Ué, por que pararam?
Margot riu e pulou na cama:
— Suas bobas, não precisam ficar com vergonha da Putty... Ela é provavelmente mais tarada que nós três juntas!
E bateu no colchão:
— Que tal uma festinha de boas-vindas, pra comemorar meu retorno?
Kristy e Mackenzie hesitaram por um segundo, mas Putty pulou na cama também, puxando as duas pelos braços.
— Vamos logo, gente! Quero ver se o pessoal da cidade é capaz de me impressionar!
Todas se despiram rapidamente. Margot se enfiou entre as pernas de Mackenzie, chupando a buceta melada com vontade, recebendo gozo cremoso na boca.
Putty viu o seio de Kristy melado de leite e não resistiu: caiu de boca, sugando o mamilo com avidez. O leite docinho encheu sua boca, delicioso.
— Mmm... que gostoso... — murmurou Putty, lambendo o líquido branco que escorria.
Mackenzie se contorcia de tesão enquanto Margot a chupava e, sem querer, esbarrou um pé na cara de Putty.
A alienígena sorriu:
— Calma, já entendi... Se quer tanto assim que eu chupe seu pé, era só pedir.
Mackenzie ia explicar que tinha sido sem querer, mas Putty já enfiou metade do pé dela na boca, esfregando a língua quente pelas solas suadas e chupando os dedinhos com gosto.
— Foi sem querer, eu não te chutei de propós... AHHHHH!!! Caralho, meu pé... A tua língua... Que gostoso!
Putty chupava devagar, enfiando o pé mais fundo, sentindo os dedinhos de Mackenzie mexendo na garganta. A língua dela deslizava entre cada dedo, lambendo o suor salgado acumulado, sugando o calcanhar com fome.
Mackenzie arqueava as costas, gemendo alto:
— Porra... nunca imaginei que era tão bom... chupa mais forte... enfia até o fundo... sim, assim!
Kristy, excitada com a cena, pegou o outro pé de Mackenzie e abocanhou também, dançando a língua pela sola macia e chupando os dedinhos um por um. Os pés de Mackenzie estavam quentes, suados e com um cheiro natural forte que deixava as duas loucas.
Kristy murmurava, lambendo entre os dedos:
— Olha só como ela tá molhada... Tá sentindo minha língua, Macky? Tá gostoso?
Mackenzie gritava de prazer, com a voz rouca:
— Tá gostoso demais, caralho! Não parem... chupem meus dedos... lambam entre eles... ahhh, porra, eu vou gozar!
O tesão foi tão forte que Mackenzie gozou violentamente, jorrando gozo e mijo quente na boca de Margot, que bebeu tudo gorgolejando e gemendo.
Kristy, vendo Putty engolir o pé até o calcanhar, tentou imitar. Enfiou os dedos de Mackenzie mais fundo na garganta... e acabou vomitando um jato forte e ácido direto no pé da amiga e nas costas de Margot, que ainda estava de quatro.
Putty largou o pé, colou a boca na de Kristy e começou a beber o vômito direto da fonte. Kristy arregalou os olhos, assustada, tentando se afastar, mas Putty segurou sua cabeça com firmeza, engolindo tudo.
Percebendo que Kristy ainda não estava acostumada com aquilo, Putty decidiu parar. Virou-se para a bunda empinada de Margot, enfiou o rosto entre as nádegas e despejou todo o vômito dentro do cu dela.
Margot largou a buceta de Mackenzie e deu um grito rouco de prazer:
— CARALHO!!! Você tá vomitando dentro do meu cu! Porra, tô sentindo os jatos enchendo as minhas tripas!
Kristy e Mackenzie ficaram olhando, boquiabertas. Kristy cobriu a boca com as mãos, espantada. Mackenzie, porém, começou a se empolgar.
— Porra, tu é muito louca mesmo! Adorei essa ideia! Vomita no meu cu também?
Putty sorriu, ainda com o rosto enfiado na bunda de Margot:
— Tenho uma ideia melhor...
Ela abriu as pernas, puxou Mackenzie pela nuca e posicionou o rosto sardento bem no seu cu.
— Abre a boca, que agora tu vai descobrir o que é gostoso de verdade!
Mackenzie, excitada e com o coração disparado, abriu a boca bem grande, colocando a língua para fora. Putty soltou uma avalanche de diarreia quente, pastosa e abundante, direto na garganta dela. O jato grosso e marrom-claro enchia a boca de Mackenzie em golfadas pesadas, escorrendo pelos cantos dos lábios.
— Engole tudo, sua loira deliciosa... sente o calor da minha merda descendo pela tua garganta... — gemeu Putty, controlando o fluxo para não ser violento demais.
Mackenzie engolia com ruídos molhados e obscenos, os olhos revirando de prazer, saboreando aquela bosta fedida. O catarro escorria do nariz dela em fios grossos e viscosos, misturando-se à diarreia dentro da própria boca e criando uma pasta nojenta e deliciosa que ela chupava com gosto, mastigando levemente antes de engolir.
— Mmmph... tá tão quente... tão pastosa... continua... me enche mais... — murmurou Mackenzie, com a voz abafada pelo cu de Putty, enquanto lambia o orifício entre uma golfada e outra.
Kristy observava tudo de boca aberta, sem acreditar. Margot se aproximou, limpando o vômito do rosto dela com lambidinhas carinhosas.
— É lindo, né? Quer experimentar?
Kristy gaguejou, vermelha:
— Eu... sim... quero dizer... acho que... não... mas... não sei... é nojento, mas... parece gostoso também...
Margot acariciou o rosto dela com carinho:
— Não precisa ter pressa. Quando se sentir mais à vontade, é só pedir que a gente caga em você também.
Putty parou o fluxo anal para não afogar Mackenzie. A loira sardenta ficou estirada na cama, com diarreia escorrendo da boca e do cu, tremendo em espasmos de prazer, o catarro grosso ainda vazando do nariz.
Putty a sentou, segurou seu rosto e começou a chupar o ranho viscoso, puxando os fios grossos de dentro das narinas com a língua.
— E então? O que achou?
Mackenzie, ainda atordoada, babando merda e catarro, sorriu:
— Acho que quero isso todo dia no café da manhã a partir de agora...
Continua...