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A Segunda Tentativa

Um conto erótico de Casal Apimentados
Categoria: Heterossexual
Contém 2971 palavras
Data: 01/09/2026 00:50:18

A noite em que a Bruna desistiu, e o fim de semana em que ela não desistiu

Ninguém escreve sobre a vez que dá errado.

A gente vai escrever. Porque foi a vez que deu errado que ensinou tudo o que a gente sabe hoje.

Para quem está chegando agora: prazer, somos o Casal Apimentados.

Vamos nos apresentar como **Jorge** e **Lúcia** — nomes fictícios, por motivos que qualquer casal liberal entende.

Eu, Jorge: negro, 1,85 m, corpo forte sem ser musculoso, 33 anos na época.

Ela, Lúcia: 1,72 m, loira natural, olhos verdes, seios fartos e umas coxas grossas que sempre foram meu ponto fraco. Mesma idade que eu.

Casados havia treze anos quando tudo começou. Nada de liberal, nada de swing, nada de nada — até uma tarde de 2017, numa feira erótica em São Paulo, quando um desconhecido no escuro fez uma pergunta que mudou o rumo do nosso casamento.

A pergunta foi: "com ou sem emoção?". E ela respondeu com emoção.

É por isso que essa frase aparece em todos os nossos contos.

A morena da feira

Voltem ao primeiro conto por um instante.

Naquela tarde na Erotika Fair, a Lúcia levou três amigas do trabalho. Uma delas — a morena, aquela que fazia o pavilhão inteiro virar a cabeça quando passava, casada na época e que foi sem o marido saber — vou chamar de Bruna.

Ela entrou no labirinto escuro antes da gente e saiu igualzinho a nós: vermelha, despenteada, rindo de nervoso.

E passou dois anos sem tocar no assunto.

Nesse meio-tempo, a vida dela desmontou. O casamento acabou — não por causa da feira, que fique claro, acabou pelos motivos tristes e banais de sempre. Foram catorze meses de advogado, mudança de apartamento, guarda compartilhada de dois meninos e uma terapia semanal que ela pagava contando moeda.

Quando ela procurou a Lúcia, tinha trinta e cinco anos, dois filhos e a autoestima no chão do porão.

O pedido

Foi num sábado à tarde, na casa da Bruna, enquanto os meninos estavam com o pai.

A Lúcia me contou depois, palavra por palavra, sentada na beirada da nossa cama, ainda meio abalada.

A Bruna começou perguntando genericamente. Deu voltas. Falou da feira, do labirinto, de "aquele dia". Levou uns quarenta minutos até chegar onde queria chegar, e chegou chorando:

— Lú, faz três anos que ninguém olha para mim.

— Bruna...

— Não é auto-piedade, é dado. Três anos. O Ricardo parou de me olhar muito antes de sair de casa. Eu tenho estria, eu tenho flacidez, eu tive dois filhos, eu tenho trinta e cinco anos e eu não faço ideia de como é ser desejada em 2019.

E aí ela disse o que veio buscar:

— Eu sei que vocês dois são liberais. Eu sei desde a feira. E eu não quero namorado, não quero aplicativo, não quero ser cantada por moleque de vinte e dois anos que some no dia seguinte. Eu quero uma noite com gente que não vai me machucar.

A Lúcia respondeu a única coisa certa a se responder:

— Então a gente vai com muita calma.

O que a gente combinou antes

Aqui eu preciso registrar uma diferença.

Com a Nina, a gente puxou a mão. Com a Bruna, foi ela quem pediu — e, curiosamente, isso exigiu mais cuidado, não menos. Porque uma pessoa que pede uma coisa vinda de um lugar de carência não está necessariamente pedindo o que ela acha que está pedindo.

Foi a Lúcia quem colocou isso na mesa, e colocou na frente da Bruna:

— Bruna, eu preciso que você entenda uma coisa. Uma noite não conserta três anos. Se você está achando que vai sair de lá curada, você vai sair de lá pior.

A Bruna ficou brava. Ficou brava de verdade, com a amiga, por uns dois dias.

Depois ligou e disse que a terapeuta tinha falado exatamente a mesma coisa e que ela odiava as duas.

Combinamos o básico, que é sempre o mesmo:

Ela manda. Se ela parar, para todo mundo, na hora, sem pergunta e sem cara feia. Se ela quiser só olhar, ótimo. Se ela quiser ir embora antes de entrar, ótimo.

Marcamos para um sábado de agosto, no Enigma.

E deu errado.

Noite um: a porta

A gente chegou lá pelas onze e meia.

Ela ficou bem na entrada. Ficou bem no bar. Riu, bebeu, comentou as pessoas com a gente, elogiou o lugar. Durante uma hora e meia, aquilo foi um programa de sábado à noite absolutamente comum entre três adultos.

O problema começou quando a Lúcia beijou ela.

Não teve rejeição. Pelo contrário: a Bruna beijou de volta, e beijou com fome, com a mão na nuca da minha esposa, e eu vi de perto e não vou fingir que não foi uma das coisas mais bonitas que eu já vi.

Foi depois.

Quando as duas se soltaram, a Bruna estava com os olhos vidrados, mas não do jeito bom. Ela olhou em volta, para o salão, para as pessoas — e eu vi a coisa acontecer no rosto dela em tempo real, como uma persiana descendo.

Ela pegou a bolsa.

— Gente, desculpa. Desculpa. Desculpa.

Falou "desculpa" umas seis vezes andando de costas em direção à porta.

Eu vou contar o que a gente fez, porque é a parte útil deste conto.

A gente não insistiu. Nenhum de nós dois falou uma palavra tentando convencer.

A Lúcia pegou a bolsa dela também e falou:

— Tudo bem. Vamos embora.

— Não, gente, fica! Vocês pagaram, fica, eu chamo um carro...

— Bruna. — A Lúcia segurou o braço dela. — A gente veio com você. A gente vai embora com você.

E fomos.

Levamos ela em casa. No caminho, ela chorou no banco de trás e pediu desculpa mais umas vinte vezes, e a Lúcia falou a mesma frase todas as vinte:

— Não tem nada para desculpar.

Deixamos ela na portaria. Ela subiu.

E ficou dois meses sem falar com a gente.

Os dois meses

Foi horrível.

A Bruna sumiu. Respondia mensagem com uma palavra. Cancelou dois almoços. A Lúcia entrou numa espiral de culpa que durou semanas inteiras — achava que tinha estragado uma amizade de sete anos, que tinha empurrado a amiga, que tinha lido errado a situação.

E, para ser honesto, eu também fiquei mal. Fiquei com a imagem daquela mulher andando de costas e falando "desculpa" na cabeça por muito tempo.

A gente não cobrou. Foi a decisão mais difícil e a mais certa: não mandar mensagem falando "precisamos conversar", não forçar, não pedir explicação.

A Lúcia continuou mandando bom dia. Todo dia. Sem cobrar resposta.

No sexagésimo e poucos dia, às duas da manhã de uma terça-feira, chegou um áudio de nove minutos.

O áudio

Eu ouvi junto, no escuro, com a Lúcia deitada do meu lado e o celular entre nós dois.

O resumo, com as palavras dela:

Ela não travou por causa da gente. Travou porque, no meio daquele beijo, ela se viu de fora — e o que ela viu foi "uma mãe de dois filhos numa casa de swing". Foi a frase que ela usou. E a partir daquele segundo, tudo o que ela conseguia pensar era na cara que a sogra faria, na cara que o ex faria, no que o juiz da guarda faria.

Ela disse que não teve vergonha da gente. Teve vergonha de si mesma.

E aí veio o motivo do áudio:

— Eu levei dois meses porque eu precisava chegar na terapia e falar isso em voz alta. E eu falei. E ela me perguntou de quem é essa voz que fala na minha cabeça. E eu descobri que a voz não é minha, Lú. É do Ricardo. Faz doze anos que eu ouço a voz do Ricardo achando que sou eu.

Pausa longa no áudio. Barulho de fungada.

— Em novembro os meninos vão para a casa do pai um fim de semana inteiro. Eu quero tentar de novo. E dessa vez eu não quero casa de swing, eu não quero gente olhando, eu não quero salão nenhum. Eu quero só vocês dois.

A Lúcia respondeu com um áudio de quatro segundos:

— A gente aluga uma casa na praia.

Novembro, Guarujá

Alugamos um sobrado simples em Pernambuco, dois quartos, uma varanda de frente para o mar e nada de especial.

Chegamos sexta à noite. E não aconteceu absolutamente nada na sexta.

Isso foi de propósito.

Fizemos macarrão, tomamos vinho, jogamos truco, dormimos cada um no seu quarto. A Bruna acordou no sábado às nove, com cara de quem dormiu doze horas seguidas pela primeira vez em três anos, e ficou uma hora na varanda tomando café sozinha, olhando o mar.

Passamos o sábado na praia como três amigos. Sol, cerveja, protetor, castelo de areia idiota, uma discussão séria sobre a qualidade do pastel do quiosque.

E foi vendo ela naquele biquíni, rindo, molhada, sem armadura nenhuma, que eu entendi por que a primeira tentativa tinha falhado: a gente tinha começado pelo fim.

Sábado à noite

Jantamos no sobrado mesmo. Peixe queimado, vinho barato, música no celular.

Lá pelas onze, a Bruna encheu a taça, olhou para nós dois do outro lado da mesa e falou, com uma calma que ela não tinha em agosto:

— Eu quero. Agora eu quero.

A Lúcia perguntou mesmo assim:

— Tem certeza?

E a Bruna respondeu:

— Com emoção.

As duas caíram na gargalhada, e eu fiquei perdido até a Lúcia me explicar que tinha ensinado a frase para ela na praia, à tarde, enquanto eu estava comprando cerveja.

O quarto

Foi lento. Foi a coisa mais lenta desta série inteira, e foi de propósito.

A Lúcia levou ela pelo quarto de casal, sentou na beirada da cama e puxou a Bruna para ficar de pé na frente dela. Não beijou de cara. Ficou com as mãos na cintura dela, olhando para cima, por um tempo que pareceu longo demais.

E aí falou:

— Vou tirar sua roupa. Se você cruzar os braços, eu paro.

A Bruna riu, nervosa.

— Você me conhece bem demais.

O vestido saiu por cima da cabeça.

E ela cruzou os braços.

A Lúcia não parou de verdade — parou as mãos, mas ficou ali, sentada, esperando, olhando para ela. Uns dez segundos de silêncio absoluto no quarto.

— Bruna. Descruza.

— Lú, eu tenho estria.

— Eu sei. Eu já vi. Descruza.

Ela descruzou.

E aí a minha esposa fez a coisa que decidiu aquela noite inteira: em vez de subir para o rosto, ela beijou a barriga dela. Beijou exatamente onde a Bruna estava escondendo. Ficou ali um tempo, com as duas mãos no quadril dela, a boca naquele lugar que aquela mulher odiava havia oito anos.

A Bruna começou a chorar de pé, no meio do quarto. Mas não era um choro de tristeza; era a válvula de escape de anos de repressão. A Lúcia, sentindo a entrega, não parou. Ela deslizou as mãos pelas coxas da Bruna, subindo com calma, e começou a beijar cada centímetro daquela pele que a Bruna tanto odiava. Lúcia beijou as estrias, beijou a flacidez suave do ventre, transformando cada marca de maternidade em um ponto de prazer.

— Você é perfeita, Bruna. Você é deliciosa — sussurrou Lúcia, antes de deslizar a boca para baixo, mergulhando entre as pernas dela.

A Bruna soltou um grito abafado, as mãos agarrando a cabeceira da cama com força. Lúcia usou a língua com uma lentidão torturante, provocando, circulando o clitóris antes de sugá-lo com força. O som era úmido, visceral. A Bruna arqueou as costas, os seios balançando, enquanto a Lúcia a levava ao limite. Quando o orgasmo veio, foi devastador. A Bruna gozou alto, o corpo inteiro tremendo em espasmos, a vagina contraindo-se contra a língua de Lúcia em ondas de puro alívio e êxtase.

Foi então que ela me chamou. "Jorge".

Eu levantei da cadeira e me aproximei. O ar no quarto estava denso, carregado de eletricidade e cheiro de sexo. Eu a deitei na cama com delicadeza, mas com a firmeza de quem sabe que ela precisava ser possuída. A Lúcia não se afastou; ela se posicionou atrás da Bruna, colando seu corpo nu nas costas dela, beijando seu pescoço e sussurrando obscenidades que alimentavam o fogo.

Eu comecei com a boca. Desci lentamente, provando a pele salgada do mar, beijando seus mamilos rígidos e descendo até encontrar sua intimidade, ainda pulsante do orgasmo anterior. A Bruna soltou um gemido rouco, as mãos enterradas no meu cabelo, me puxando para mais perto.

Quando eu finalmente entrei nela, fiz isso com uma lentidão quase sagrada. Senti a pressão quente de sua vagina me acolhendo, um aperto que denunciava o quanto ela desejava aquilo. A Bruna prendeu a respiração por três segundos, os olhos fixos nos meus, e então soltou tudo em um suspiro longo.

— Meu Deus... Jorge... — ela gemeu.

O ritmo começou lento, cada estocada era um reconhecimento. Eu sentia o corpo da Lúcia vibrando contra as costas da Bruna, as mãos da minha esposa explorando os seios da amiga, apertando-os com voracidade enquanto eu preenchia a Bruna por completo. O som da carne batendo contra a carne começou a ecoar no quarto, ritmado com o som das ondas lá fora.

A Bruna não conseguia mais se conter. Ela abriu as pernas ao máximo, convidando-me a ir mais fundo. Eu mudei o ângulo, elevando o quadril dela, e comecei a bombear com força bruta. Ela gritava, a voz solta, sem medo de quem pudesse ouvir. Era o som de uma mulher que estava recuperando sua própria pele.

Lúcia, vendo a intensidade, virou a Bruna de lado, criando um emaranhado de pernas e braços. Enquanto eu continuava a possuí-la, Lúcia mergulhou o rosto entre as coxas da Bruna, estimulando seu clitóris com a língua no exato momento em que eu atingia o fundo de sua vagina.

A Bruna entrou em colapso. Foi um orgasmo múltiplo, violento e libertador. Ela gritou meu nome e o da Lúcia, o corpo sacudindo sob nós dois, inundando-me com seu gozo enquanto eu disparava meu sêmen dentro dela com força total, sentindo cada pulsação de seu interior me apertando.

Mas a noite não acabou ali.

A Lúcia, com aquele olhar de quem quer mais, puxou a Bruna para cima dela. A luz do abajur continuava acesa, iluminando cada detalhe. A Bruna, agora completamente liberta da vergonha, montou na minha esposa. Eu fiquei atrás, observando a cena hipnotizante: a morena, com seus seios balançando e a pele brilhando de suor, cavalgando a loira com uma intensidade selvagem.

Bruna olhou para mim por cima do ombro, um sorriso malicioso nos lábios, enquanto gemia alto, sentindo a Lúcia preenchê-la com os dedos e com a língua. Ela não escondia nada; as estrias, as curvas, o desejo — tudo estava ali, exposto e glorificado.

Terminamos a noite exaustos, com os corpos colados e a respiração pesada. A Bruna dormiu entre nós dois, com a cabeça no meu peito e a mão da Lúcia em sua cintura.

Naquela noite no Guarujá, nós não fizemos apenas sexo. Nós fizemos uma cirurgia de autoestima usando a luxúria como bisturi. E quando a Bruna acordou no domingo e disse que "tinha esquecido que era uma pessoa", ela não falava apenas do prazer, mas daquela sensação divina de ser vista, desejada e possuída exatamente como ela era.

A luz

Teve um momento, mais tarde, que eu preciso contar.

Ela pediu para apagar o abajur.

A Lúcia falou:

— Não.

— Lú...

— Não. Hoje não. Você vai fazer isso com a luz acesa e amanhã você vai lembrar que fez.

E ela fez.

A segunda vez foi com a Lúcia, e foi mais solta, mais brincalhona, com as duas rindo entre uma coisa e outra. A Bruna, que tinha entrado naquele quarto com os braços cruzados, terminou a noite por cima da minha esposa, de costas para mim, com a luz acesa, sem esconder absolutamente nada de ninguém.

Eu fiquei olhando aquilo e pensei numa coisa idiota: era isso que ela veio buscar. Não era sexo. Era ser vista.

Domingo de manhã

Acordamos os três na mesma cama, o que não estava no roteiro e que aconteceu naturalmente.

A Bruna acordou primeiro. Quando eu abri os olhos, ela estava na varanda, de camiseta minha e nada por baixo, com uma caneca de café, olhando o mar.

Fui até lá. Ela não olhou para mim, só falou:

— Eu tinha esquecido que eu sou uma pessoa.

Ficamos ali em silêncio uns dez minutos, os dois, olhando o mar. A Lúcia apareceu depois com mais café e sentou no chão da varanda, encostada na perna dela.

E ninguém falou de sexo. A gente falou de escola dos meninos, de plano de saúde, de uma vaga que abriu no time da Lúcia.

Voltamos para São Paulo às quatro da tarde, com cheiro de sal e uma sacola de pastel frio.

Epílogo

A Bruna saiu com a gente mais duas vezes naquele ano, e uma delas foi no Enigma — a mesma casa onde ela tinha andado de costas em direção à porta. Dessa vez ela ficou até as quatro da manhã.

Hoje ela está num relacionamento aberto com um cara que a Lúcia aprovou depois de uma entrevista de três horas. Os meninos estão grandes. Ela mudou de emprego, ganha bem melhor e não conta moeda para pagar terapia.

E, todo mês de novembro, ela manda a mesma mensagem para a Lúcia. Sempre a mesma. Sem contexto nenhum:

"obrigada por não ter desistido de mim naqueles dois meses"

Se você é um casal pensando em levar alguém pela primeira vez, é isso que a gente tem para dizer, e não é sobre técnica nem sobre casa nem sobre quarto:

A pessoa pode desistir na porta. E, se desistir, o que você faz nos dois meses seguintes vale mais do que tudo o que aconteceria naquela noite.

A gente não desistiu dela. Foi só isso que a gente fez de certo.

Casal Apimentados

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Foto de perfil de Apimentados Apimentados Contos: 16Seguidores: 7Seguindo: 0Mensagem Casal de São Paulo que adora novas amizades 🌶️

Comentários

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Bom dia casal apimentados

Vcs já viraram minha leitura diária

E parabéns por mais um texto riquíssimo em detalhes e ensinamento.

Realmente vcs são diferentes de muitos casais e histórias que já li aqui .

Que sorte da Bruna ter amigos como vcs realmente não e fácil curar feridas na alma ideias que pessoas implantam na mente colocando a alto estima lá embaixo .

Vcs foram muito humanos com ela dando todo o suporte e respeitando o tempo dela sem forças a nada .

Tudo super natural com química e tesão

Mas uma vez parabéns vcs arrasam

Ansioso pro próximo já

Um abraço pra vcs casal apimentados

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Tratamos muito bem nossas amizades rsrsrs, que bom que gostou do conto, falando nela, saudades daquela delicia.

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Isto sim é amizade kkk

Cumplicidade e confiança e respeito acima de tudo .

Vcs são demais

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