No começo dos meus vinte anos, namorei um cara chamado Pedro. Ele era respeitoso, educado, nada do tipo cara problema que eu costumava atrair. Logo percebi que ele era sério demais pra mim.
Eu tinha criado algumas regras pra mim mesma: nada de sexo no primeiro encontro. No segundo, só beijos e toques. No terceiro, talvez uma punheta. No quarto, um boquete. E só no quinto encontro é que não havia limites. Nunca consegui seguir essas regras, exceto com Pedro.
No segundo encontro, estávamos no carro dele fazendo quando coloquei a mão na calça dele. Gostei do que senti: tamanho bom, merecia um terceiro encontro. Sem paciência, puxei o pau dele pra fora.
Foi quando ele me interrompeu e disse que tinha algo importante pra me contar.
— Sério? Tô masturbando seu pau e você quer conversar? — perguntei, incrédula.
Ele, sem graça, confessou: era virgem.
— O quê?! Sério?! — não acreditei. Pensei que fosse jogo pra me levar pra cama. Mas ele era tão tímido, talvez fosse verdade. Devo ter reagido mal, porque ele imediatamente ficou mole. Pedi desculpas e o encontro acabou ali.
No dia seguinte, liguei pra minha amiga Júlia. Contei tudo. Rimos bastante, mas ela me fez pensar.
— Imagina ser a primeira garota com quem ele transa. Você vai ser "a única" pra sempre. Mesmo quando ele casar, quando tiver quarenta anos, quando estiver velho e relembrando, vai ser você.
Aquilo me marcou. Ser a primeira dele, a garota que ele nunca esqueceria. Júlia e eu até criamos um termo: "Garoto Virgem".
Ela sugeriu um boquete em três, eu, ela e Pedro. Mas pensei melhor: se Júlia estivesse lá, ele ia lembrar dela, não de mim. Júlia era loira, gostosa, magnética. Não, Pedro tinha que ser só meu.
Semanas se passaram. Eu estava sem sexo, e só pensava em tirar a virgindade dele. Me masturbava cada vez mais, imaginando como seria.
Finalmente, planejei um fim de semana em Caldas Novas, um lugar romântico, perfeito pra isso.
Comprei uma lingerie nova: curta, transparente, decotada. Pouco deixava pra imaginação.
A viagem foi cheia de tensão sexual. Chegamos num motel barato, "Motel Paraíso". Pedro queria começar na hora, mas eu o segurei. Ia ser uma sedução lenta.
Fomos jantar, sem álcool. Queria que ele lembrasse de tudo.
De volta ao quarto, sentamos na cama e começamos a beijar. Quando esquentou, mandei ele ficar nu e deitar. Fui pro banheiro e vesti a lingerie. Saí devagar, dei uma volta na cama pra ele ver tudo.
Apaguei as luzes, mas deixei clarinho o suficiente pra ele enxergar cada detalhe.
O pau dele estava duro, levantando o lençol como uma tenda. Vi que ele tinha aparado os pelos pubianos. Que fofo.
Puxei o lençol, entrei na cama e segurei o pau dele. Senti o sangue pulsando. Sua virgindade estava na minha mão.
Comecei a masturbá-lo devagar, consciente de que ele podia gozar rápido. Ele respirava ofegante. Eu estava no controle, e adorava.
Decidi dar o primeiro boquete antes que ele explodisse. Beijei, lambi, explorei os testículos dele com os dedos. Coloquei a ponta do pau na boca e comecei a subir e descer, devagar, pegando mais a cada vez. Ele estava indo bem.
Aumentei o ritmo, chupando e masturbando com força. Desci, chupando e lambendo os testículos. Coloquei um na boca enquanto masturbava rápido.
Eu estava molhada, com tesão. Queria que ele gozasse na minha boca, queria engolir a primeira gozada dele. Era parte do plano.
Mas ele não gozava! Por mais que eu tentasse, nada.
Confusa, decidi que era hora de tirar a virgindade dele de vez. Tirei a lingerie, fiquei nua. Decidi: sem camisinha. Queria que ele sentisse tudo, queria sentir o gozo dele dentro de mim.
Montei nele, devagar, sentindo cada centímetro do pau entrando em mim. Eu estava encharcada. Ele agarrou meus seios, apertando os mamilos endurecidos.
— Ah, caralho, que isso é bom... — gemi, descendo sobre ele.
Comecei a cavalgar, devagar. Não queria que ele gozasse rápido. Mas a sensação de finalmente estar tirando a virgindade dele foi demais. Mal tinha entrado quando gozei pela primeira vez. Tremi, me contorci, cavalguei mais rápido.
Ele enfiava fundo, puxava meus mamilos. Eu gemia alto.
— Isso... não para... — sussurrei, liberando toda a frustração sexual acumulada.
Continuei cavalgando. Ele segurava meus quadris, me jogando pra baixo no pau dele. Eu rebolava com violência, tão forte que achei que algo ia quebrar: a cama ou o pau dele.
Mas ele ainda não gozava! Gozei de novo, ainda mais forte que a primeira. Espasmos violentos, gemidos altos. Nos meus vinte anos, era raro eu gozar. Ter dois orgasmos seguidos foi inédito.
Foi quando me toquei: se ele era virgem mesmo, por que não gozava ainda?
Parei, confusa, talvez até brava.
— Você disse que era virgem. Por que não tá gozando? — exigi.
Ele pediu desculpas, explicou que estava acostumado a se masturbar, e aquilo era diferente. Diferente, mas bom.
Olhei no rosto dele e acreditei. Era verdade.
Depois de uns beijos e abraços, voltei ao trabalho. Fiz um boquete longo. Pedi que ele masturbasse o próprio pau enquanto eu chupava e mexia nos testículos. Com a ajuda dele, finalmente gozou na minha boca.
Sucesso! Engoli tudo, limpei cada gota. Queria que o primeiro boquete dele fosse inesquecível, um padrão que nenhuma outra mulher superaria.
Quando recuperou, entrou em mim de quatro, me olhando enquanto entrava devagar. Começamos a nos mover em ritmo. Eu pedia pra ele foder mais forte. Quando estava perto, disse:
— Goza dentro de mim. Quero sentir seu gozo quente lá dentro.
Ele gozou forte e rápido. Gritei "sim, caralho, sim" enquanto ele me enchia com seu gozo virgem.
Ele me fez trabalhar, mas a virgindade dele finalmente era minha. Eu estava mais emocionada que ele. Sempre seria "A Única".
Aquele fim de semana, transamos 22 vezes. Sim, contei. Éramos como recém-casados. Pedro não se cansava, e eu nunca recusava. Ele nunca me esqueceria.
Quando cheguei em casa domingo à noite, andava com as pernas abertas de tão dolorida. Exausta, mas realizada. Mal esperei pra contar pra Júlia.
Fiquei viciada naquela sensação de poder, controle, adrenalina. A antecipação, o orgasmo épico, o prazer psicológico de saber que era especial pra alguém.
Queria fazer de novo. Queria outro garoto virgem.