A gente foi pra Salvador pra conhecer o Pelourinho, comer acarajé e descansar uma semana. No terceiro dia, a viagem virou uma putaria dos infernos, e eu não estou reclamando nem fodendo.
Prazer, somos o Casal Apimentados. Quem escreve sou eu, a Lúcia. Nomes fictícios, por motivos que qualquer casal liberal entende perfeitamente.
Eu: 1,72 de altura, loira natural, olhos verdes, seios fartos de 42, bumbum grande e umas coxas grossas que o meu marido adora chupar há vinte e três anos. Quarenta e três anos e uma boceta que nunca viu um dia de seca.
Ele, Jorge: negro, 1,85, corpo forte sem ser musculoso, pau de 22cm que me rasga toda noite, mesma idade que eu.
A gente alugou um apartamento no Rio Vermelho, perto da praia e perto de tudo, pra uma semana de julho. Os primeiros dois dias foram exatamente o que a gente planejou. Pelourinho, comida de rua, museu, praia de manhã, sesta de tarde. Turismo de casal cansado que só quer trocar São Paulo por outro cenário por um tempo.
No segundo dia, na praia, a gente conheceu o Ivo e a Renata.
Baianos os dois, moram lá mesmo, foram passar o dia na mesma faixa de areia que a gente. Ele é negro, uns quarenta e seis anos, alto, corpo de quem surfa desde criança, sorriso fácil e uma calma de quem nunca teve pressa na vida. Pelo volume do sunga, dava pra ver que era bem dotado. Ela é morena clara, uns quarenta e dois, cabelo cacheado grande, corpo cheio, seios grandes e bunda arrebitada, e uma risada que dava pra ouvir de longe.
A conversa começou porque o cachorro deles veio correndo até a nossa canga e a Renata veio atrás pedindo desculpa. Ficamos a tarde inteira conversando. Eles perguntaram de onde a gente era, contaram da cidade, indicaram restaurante, comentaram sobre o trânsito, coisa de gente que gosta de receber bem quem visita.
E, no fim da tarde, a Renata falou:
— Vocês têm plano pro sábado?
— Nenhum ainda.
— A gente vai numa reunião de amigos. Bem tranquila, casa de um casal conhecido nosso, todo mundo gente boa. Vocês querem ir?
Eu olhei pro Jorge. O jeito que ela falou "reunião de amigos" tinha um peso que eu conheço bem.
— Que tipo de reunião? — perguntei, direto.
Ela riu, meio pega de surpresa pela pergunta direta.
— Você já entendeu, né?
— Acho que sim.
— É uma casa. Colorida. Bem discreta, bem cuidada, gente boa mesmo. A gente frequenta há uns oito anos.
O Jorge riu também.
— A gente também é do meio. Faz uns nove anos.
A Renata bateu palma, literalmente, ali na areia.
— Eu sabia! Eu falei pro Ivo assim que vocês sentaram.
Trocamos contato, e ela nos passou o endereço e o horário pra sábado à noite.
A casa era em Itapuã, de frente pro mar, dessas grandes, com piscina, quintal cheio de árvore e uma varanda comprida.
Os donos, um casal que eu vou chamar de Marcio e Adriana, receberam a gente na porta com abraço, como se já nos conhecesse há anos, e não é exagero dizer que aquela casa tinha o clima mais acolhedor de qualquer festa que eu já fui. E não era pequena.
Tinha, contando por alto, umas trinta pessoas espalhadas entre a piscina, a varanda e a sala. A maioria baiana, casais de todas as idades, muita risada, muita música, muita comida boa.
O que eu percebi, e percebi rápido, foi uma coisa diferente do que eu conheço em São Paulo. Lá, geralmente, tem uma hora clara em que a festa vira farra: alguém bate na panela, alguém anuncia os quartos. Ali não teve nada disso. A coisa foi acontecendo em camadas, ao longo da noite inteira, e cada canto daquela casa em determinado momento virou uma putaria, sem ninguém decretar nada.
Comecei a noite conversando com a Adriana na cozinha, ajudando a cortar limão, rindo de uma história dela sobre o marido brincando de churrasqueiro profissional sem nenhuma habilidade real. Ela era morena, corpo atlético, seios médios e um bumbum que eu não tirava os olhos.
E, em algum momento, ela encostou a mão no meu ombro e falou:
— Você é muito bonita, sabia?
— Você também.
— A gente pode conversar melhor mais tarde, se você quiser.
Eu disse que sim, óbvio, já sentindo a minha buceta molhando a calcinha.
O Jorge, do outro lado da casa, já estava numa roda com o Ivo e mais uns três homens, discutindo futebol com aquela paixão específica de baiano falando de time.
A virada da noite pra mim aconteceu na piscina, lá pelas onze. Eu estava boiando de costas, olhando o céu, quando a Renata nadou até perto de mim e simplesmente me puxou pra mais perto, sem falar nada antes, e me beijou ali dentro d'água, com o corpo dela colado no meu por baixo da superfície. Suas mãos já iam direto aos meus seios, apertando meus mamilos que endureceram na hora.
Foi um beijo longo, e a água deixava tudo mais lento, mais suave, e eu me agarrei nela e a gente ficou boiando junto por um tempo bom, só se beijando, enquanto o resto da festa continuava do lado de fora, ignorando completamente a gente ou fingindo que ignorava.
Saímos da piscina molhadas, ela me levou por uma porta lateral até um quarto no fundo da casa, e a gente terminou o que tinha começado ali, deitada numa cama grande com o barulho da festa entrando abafado pela janela.
Ela me despiu ainda molhada, rindo da situação, e desceu por mim devagar, com a boca gelada da piscina descongelando aos poucos com o calor do meu corpo, o que foi uma sensação que eu nunca tinha sentido e que eu recomendo pra qualquer um. Aquela língua danada sabia o que fazia, chupando meu clitóris, mordiscando minhas grandes labras, enfiando a língua fundo na minha buceta já escorrendo.
— Que buceta gostosa, Lúcia — ela falou, sorrindo, com o rosto todo molhado do meu mel.
Ela me comeu com uma maestria que só mulher tem, me fazendo gozar duas vezes antes de eu conseguir reagir. Quando eu finalmente me recuperei, a virei e joguei na cama, abri suas pernas e vi aquela buceta linda, toda pelada, já brilhando de tesão. Mergulhei nela com fome, chupando, lambendo, enfiando a língua fundo, sentindo o gosto dela enquanto ela gemia alto, puxando meu cabelo.
— Chupa mais, sua loira gostosa! Mete a língua toda!
Eu obedeci, sentindo o corpo dela tremer quando ela gozou na minha boca. A gente ficou ali um bom tempo só se chupando, até ouvir barulho na porta. Era o Marcio, o dono da casa, com seu pau já duro, fora do short.
— Posso entrar nessa festa? — ele perguntou, sorrindo.
Renata fez sinal com a cabeça, e ele se aproximou da cama. Eu me virei pra ele e peguei naquela pica, grossa e rosada, uns 20cm. Abri a boca e comecei a chupar, enquanto Renata ficava me lambendo por trás. Marcio gemia alto, segurando minha cabeça, fudendo minha boca com força.
— Que boca boa, sua safada! Chupa esse pau!
Ele me fez engolir tudo, até as bolas, enquanto Renata metia dois dedos na minha buceta e outro no meu cuzinho. Eu gozei de novo, sentindo o corpo todo tremer.
— Vamos te arrombar toda hoje, Lúcia — Renata sussurrou no meu ouvido.
Marcio me puxou pelos cabelos e me deitou de costas na cama. Renata subiu no meu rosto, esfregando aquela buceta molhada na minha boca.
— Chupa, loirinha! Chupa a buceta da Renata enquanto o Marcio te fode!
Eu abri a boca e comecei a chupar com vontade, sentindo o gosto dela enquanto Marcio enfiava aquele pau grosso na minha buceta de uma vez só. Gemi alto com a buceta da Renata tampando meu som.
— Que buceta apertada! Caralho! — Marcio gritou, batendo as bolas no meu cuzinho.
Ele fodia com força, pegando no meu pescoço enquanto eu chupava a Renata. Ela balançava os quadris na minha cara, gozando na minha boca pela segunda vez.
— Engole tudo, sua putinha! Engole o mel da Renata!
Eu engoli tudo, sentindo o escorregar quente descer pela minha garganta. Marcio então me virou de quatro, e Renata se deitou na minha frente.
— Agora o Jorge vai te comer no cuzinho, Lúcia. E eu vou te ver gozando com dois paus dentro.
Olhei pra porta e vi meu marido parado ali, completamente nu, com aquele pau duro de 22cm. Ele sorriu pra mim.
— Pronta pra levar no cu, amor?
Eu só balancei a cabeça, já ofegante. Jorge se aproximou e começou a lamber meu cuzinho, preparando com saliva enquanto Marcio continuava fudendo minha buceta. Era uma sensação incrível, dois homens ao mesmo tempo.
Quando Jorge começou a enfiar o pau no meu cu, senti uma dor gostosa que me fez gemer alto. Ele foi devagar, até ficar todo dentro.
— Caralho, que cuzinho apertado! — ele gemeu. — Ainda bem que só eu fodo esse cu.
Eles começaram a foder em ritmo, um entrando enquanto o outro saía. Renata ficou embaixo de mim, chupando meus seios, mordiscando os mamilos.
— Olha pra mim, Lúcia — ela pediu. — Olha nos meus olhos enquanto esses dois homens te arrombam.
Eu olhei nos olhos dela e gozei de novo, dessa vez com tanta força que senti a buceta pulsar, apertando o pau do Marcio.
— A safada gozou! — ele gritou, acelerando o ritmo. — Vamos encher essa porra de porra!
Jorge aumentou a força também, batendo forte no meu cuzinho. Sentia cada centímetro daquele pau rasgando meu cu.
— Vou gozar no seu cu, amor! — ele avisou.
— Eu também na buceta! — Marcio gritou.
Eles gozaram quase juntos, sentindo o calor do esperma escorrendo dentro de mim. Quando eles saíram, eu caí na cama, exausta mas satisfeita.
Renata me beijou, passando a língua pelo meu rosto todo suado.
— Descansou um pouco? Porque a noite tá só começando.
Eu sorri, já sentindo o tesão subir de novo. Fui até a varanda e vi que a putaria estava geral. Na rede, duas mulheres se chupavam enquanto um homem fodia uma delas por trás. No sofá da sala, uma roda de três homens com uma mulher no meio, levando pau em todas as posições imagináveis.
Vi o Jorge na piscina com a Adriana e mais duas mulheres. Ele estava de pé, com a Adriana chupando seu pau enquanto as outras duas se beijavam e passavam as mãos pelo corpo dele.
Fui até lá e entrei na água. Jorge me beijou, passando a mão pelos meus seios.
— Curtindo a festa, amor?
— Curtindo pra caralho! E você?
Ele sorriu. — Nunca tanto.
A Adriana parou de chupar e me olhou.
— Vem cá, loirinha. Deixa eu provar essa buceta que o Jorge tanto elogia.
Ela me levou até a borda da piscina, me deitou de costas e mergulhou entre minhas pernas. Que língua maravilhosa! Ela chupava meu clitóris, enfiava a língua na minha buceta, lammia meu cuzinho. As outras duas mulheres se aproximaram, uma começou a chupar meus seios e a outra me beijou.
Jorge ficou me observando, já duro de novo. Ele se aproximou e enfiou o pau na boca da mulher que me beijava, enquanto a outra se ajoelhou e começou a lamber o cu da Adriana. Era uma orgia doida, ninguém sabia quem era quem, só importava o prazer.
A Adriana me fez gozar de novo, dessa vez com a boca toda molhada do meu mel. Quando ela levantou o rosto, sorriu.
— Agora sua vez de me chupar, loirinha.
Ela se sentou na borda da piscina, abriu as pernas e eu mergulhei de cabeça, chupando aquela buceta deliciosa enquanto Jorge fodia meu cuzinho mais uma vez. A noite toda foi assim, uma putaria sem fim, trocando de parceiros, provando todos os sabores, sentindo todos os prazeres.
Perto das quatro da manhã, a festa já tinha diminuído bastante, e eu encontrei o Jorge sentado na beira da piscina, com os pés na água, sozinho, olhando pro céu.
Sentei do lado dele.
— Cansado?
— Muito. Feliz, mas muito.
Ficamos ali quietos um tempo, ouvindo o resto da festa lá dentro, mais baixo agora, quase um sussurro.
E aí ele me puxou pra perto e a gente ficou ali, na beira daquela piscina, só se beijando devagar, depois de uma noite inteira dividida com outras pessoas, guardando aquele fim pra nós dois.
Fomos pra um dos quartos vazios, um dos menores da casa, e transamos devagar, com a exaustão boa de quem já viveu demais numa noite só, sem pressa nenhuma de chegar em lugar nenhum.
Ele me deitou naquela cama e ficou olhando pra mim por um tempo, do jeito que ele faz, antes de fazer qualquer coisa.
— Foi uma noite e tanto — ele falou.
— Foi.
— E ainda tem duas horas até o sol nascer.
E a gente usou aquelas duas horas inteiras, devagar, com a testa colada, sem desviar o olho, do mesmo jeito que a gente sempre termina, não importa quanta gente tenha passado pela noite antes.
Ele entrou em mim olhando pra minha cara, e eu já não tinha mais força pra nada além de sentir, e foi exatamente disso que eu precisava depois de tanta coisa.
Eu gozei com ele baixinho, sem escândalo nenhum dessa vez, só um suspiro longo e as mãos apertando as costas dele.
E ele veio logo depois, com a cabeça enterrada no meu pescoço, e a gente ficou ali abraçado até o sol começar a clarear a janela.
Saímos daquela casa quase sete da manhã, com o Ivo e a Renata nos dando carona de volta pro Rio Vermelho, os quatro conversando bobagem no carro como se a noite anterior tivesse sido só um jantar qualquer.
Passamos os quatro dias seguintes daquela viagem entre praia, comida e mais dois encontros menores com o Ivo e a Renata, sempre leves, sempre sem pressa.
E, no último dia, na despedida no aeroporto, a Renata me abraçou forte e falou:
— Vocês voltam pra Salvador.
— A gente volta.
— E, quando voltarem, a casa do Marcio e da Adriana está sempre de porta aberta.
Voltamos, sim. Duas vezes desde então.
E aquela primeira noite em Itapuã continua sendo, até hoje, uma das madrugadas mais intensas da nossa vida inteira, guardada com carinho ao lado de todas as outras que a gente já contou aqui.
Se você chegou até aqui, obrigada por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.
Casal Apimentados
