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A Noite em que Experimentei Mulher

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Lésbicas
Contém 885 palavras
Data: 11/09/2026 22:19:12

Andrea tinha quarenta anos e o corpo ainda firme, seios pesados de mulher madura, cintura marcada, coxas grossas e uma buceta que só conhecera um único pau na vida: o do ex-marido. Vinte anos de casamento monótono, sempre as mesmas posições, sempre ele por cima, sempre rápido. Depois da separação, o silêncio da casa vazia a deixava molhada à noite, os dedos tentando preencher o que ele nunca soubera tocar de verdade.

Camila era a esposa do melhor amigo do ex. E, ironicamente, a ex-namorada dele também. Uma mulher de trinta e oito anos, cabelos pretos lisos até a cintura, boca carnuda, seios altos e uma bunda redonda que balançava quando ela andava. Elas se viam nas reuniões sociais, nos churrascos, nas festas de fim de ano. Olhares longos demais. Toques “acidentais” na hora de servir a bebida. Camila sempre sorrindo com aquele ar de quem sabia exatamente o que Andrea escondia entre as pernas.

A noite aconteceu numa sexta. O ex estava viajando. O marido de Camila também. Camila apareceu no apartamento de Andrea com uma garrafa de vinho e um vestido curto preto que mal cobria a bunda.

— Vim ver como você está — disse, entrando sem pedir licença.

Beberam. Conversaram pouco. Andrea sentia o cheiro do perfume de Camila subindo pela pele, quente, quase doce. Quando Camila se inclinou para encher o copo, o decote abriu e Andrea viu os mamilos escuros marcados no tecido fino.

Camila não esperou mais.

Levantou, pegou o rosto de Andrea com as duas mãos e beijou sua boca com língua quente e agressiva. Andrea tremeu, mas abriu os lábios. O gosto de vinho e saliva misturado a fez gemer baixo. Camila empurrou a língua fundo, chupando a dela, mordendo o lábio inferior até doer gostoso.

— Você nunca chupou uma buceta, né? — sussurrou Camila contra a boca dela. — Nunca sentiu uma língua de mulher te lamber até tremer.

Andrea balançou a cabeça, já sem fôlego.

Camila a puxou para o sofá, ajoelhou entre as pernas dela e puxou o vestido para cima. Andrea usava uma calcinha de renda preta. Camila passou o nariz pelo tecido molhado, inspirou fundo e gemeu.

— Tá pingando só de beijo. Que putinha reprimida.

Rasgou a calcinha de lado. A língua quente e larga de Camila bateu direto no clitóris inchado de Andrea. Andrea gritou, as coxas se abrindo sozinhas. Camila chupou o clitóris inteiro para dentro da boca, sugando forte, a língua vibrando em círculos rápidos enquanto dois dedos grossos entravam na buceta apertada e virgem de outras mulheres.

— Meu Deus… Camila… porra…

Camila lambeu de baixo pra cima, da entrada até o clitóris, engolindo o mel que escorria. Depois enfiou a língua inteira dentro da buceta de Andrea, fudendo-a com a boca, enquanto o polegar esfregava o clitóris sem parar. Andrea gozou pela primeira vez naquela noite em menos de dois minutos, o corpo inteiro se contorcendo, a buceta pulsando na boca de Camila, esguichando um pouco de líquido quente que Camila bebeu com vontade.

Mas não parou.

Camila se levantou, tirou o vestido de uma vez só. Estava nua por baixo. Seios firmes, mamilos escuros e duros, a buceta depilada, os lábios grossos já brilhando de molhado. Subiu no sofá, ajoelhou por cima do rosto de Andrea e sentou.

— Agora você vai aprender a comer.

Andrea abriu a boca por instinto. O gosto era diferente de tudo: salgado, doce, quente. Camila esfregou a buceta molhada na boca e no nariz dela, gemendo alto.

— Chupa. Usa a língua. Enfia.

Andrea lambeu. Primeiro insegura, depois faminta. Abriu os lábios de Camila com os dedos e chupou o clitóris inchado, sentindo-o latejar na língua. Camila gemeu e sentou com mais força, fodendo a cara de Andrea, esfregando a buceta molhada em toda a boca dela. Andrea enfiou a língua o mais fundo que conseguiu, enquanto dois dedos de Camila puxavam seus cabelos.

Camila gozou na boca dela, tremendo, o líquido escorrendo pelo queixo de Andrea. Quando desceu, as duas se beijaram com a boca suja uma da outra, lambendo o mel misturado.

Camila deitou Andrea de quatro no sofá. Passou a língua da buceta até o cu, chupando o buraquinho apertado enquanto dedos grossos entravam e saíam da buceta. Depois virou Andrea de costas, abriu as pernas dela o máximo possível e encaixou a própria buceta na de Andrea, esfregando clitóris com clitóris, molhado contra molhado, o atrito quente e escorregadio fazendo um barulho obsceno.

— Sente como a gente se fode, puta — rosnou Camila, rebolando forte. — Sua buceta nunca foi tão molhada pro seu marido.

Andrea gozou de novo, gritando, as unhas cravadas nas costas de Camila. Camila não parou. Continuou esfregando até gozar também, o corpo inteiro tremendo em cima do dela.

Depois ainda usaram os dedos, a boca, a língua no cu de Andrea pela primeira vez. Camila enfiou a língua no cu dela enquanto esfregava o clitóris com a mão, fazendo Andrea gozar de novo, mais forte, quase chorando de prazer.

Quando acabaram, estavam suadas, molhadas, o sofá manchado. Camila lambeu os dedos e sorriu.

— Isso foi só o começo. Amanhã eu trago o vibrador grande. Quero te ver gozar engasgando nele.

Andrea, ainda ofegante, com a buceta latejando e o gosto de Camila na boca, só conseguiu acenar.

Pela primeira vez na vida, ela não queria que a noite acabasse.

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