✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

A primeira miss bumbum vendeu o cu - PARTE 01

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 3279 palavras
Data: 11/09/2026 20:19:33
Assuntos: Heterossexual

O ar da Boate Sampa em Recife estava pesado de fumaça, suor e perfume barato. Luzes vermelhas e roxas cortavam a escuridão enquanto a música batia forte. No palco, Rosana Ferreira — a primeira Miss Bumbum — dançava só de fio dental preto e salto alto. O bumbum enorme, redondo e firme balançava no ritmo, quase hipnótico. Cada rebolada fazia a plateia gritar. Alan, 1,67 m, moreno, parado perto da pista, não tirava os olhos dela.

Quando o show acabou e ela saiu do palco, Alan chamou o garçom.

— Ela faz job? — perguntou baixo, direto.

O garçom olhou de cima a baixo, deu um sorrisinho e sumiu nos bastidores. Voltou uns minutos depois.

— É cara, mano. Se quiser, eu chamo ela pra negociar.

Alan assentiu. Pouco depois Rosana apareceu de mini saia preta bem curta, salto alto e top branco. O bumbum quase estourava o tecido fino da saia. Sentou-se na mesa na frente dele, cruzando as pernas. O cheiro de suor doce e perfume caro veio junto.

— Oi — ela falou, voz baixa, olhando direto nos olhos dele. — O garçom disse que você quer conversar. Sou Rosana. E você?

Alan se inclinou um pouco para frente, a mão apoiada na mesa.

— Alan. Vi o show inteiro. Você dança muito bem… e esse bumbum é um absurdo. Quero saber o que dá pra fazer depois.

Ela sorriu de canto, passando a língua no lábio inferior.

— Depende do que você quer e do quanto tá disposto a pagar. Aqui no sigilo. Me fala o que tem na cabeça…

Alan olhou para o volume das nádegas dela ainda apertadas na mini saia e estendeu a mão sem pedir licença. Passou a palma por cima do tecido, sentindo a maciez e o peso, depois apertou forte, os dedos afundando na carne firme.

— Quanto você tem de bunda de verdade? — perguntou, ainda segurando e apertando.

Rosana soltou um risinho baixo, sem se afastar.

— Cem centímetros. Medido direito.

Alan soltou o bumbum e deslizou a mão para a coxa dela, passando a palma pela parte de fora, sentindo a pele quente e a musculatura marcada sob o tecido fino.

— E de coxa?

Ela olhou para a mão dele ainda em cima da perna dela e respondeu sem pressa:

— Sessenta e cinco.

Alan manteve a mão ali por mais um segundo, apertando de leve a carne da coxa antes de voltar a olhar para o rosto dela.

— Agora me fala o que rola de verdade… Você é liberal no sexo? Curte anal?

Rosana sorriu, os olhos brilhando.

— Eu amo mamar um pau… mas anal não curto muito. Agora, se pagar bem… pode ser.

Ela cruzou as pernas de novo, a mini saia subindo um pouco mais, e esperou a resposta dele.

— Qual o valor? — Alan perguntou direto.

Rosana passou a língua nos lábios, ainda sentindo a mão dele perto da coxa.

— Depende do que a gente for fazer e do tempo. Aqui dentro da boate é uma coisa. Pra sair…

— Quanto pra a gente sair daqui e a taxa? — ele cortou.

Ela pensou um segundo.

— Pra sair, mil e quinhentos a taxa da casa. O resto a gente combina no quarto.

Alan assentiu.

— Só quero anal.

Rosana ergueu uma sobrancelha, surpresa, e deu um sorrisinho.

— Nunca fiz só assim… só anal. Vai ficar mais caro.

— Tudo bem.

Ela olhou pra ele, avaliando.

— Dois mil e quinhentos. Tudo incluso. Quarto, lubrificante, o que precisar.

— Fechado.

Alan se inclinou um pouco mais.

— Sou dotado, tem algum problema pra vc?

Ela inclinou a cabeça, curiosa.

— Quanto dotado?

— Bem acima da média.

Ele pegou a mão dela e colocou em cima da calça, bem no volume. Rosana sentiu o peso e o tamanho sob o tecido. Primeiro alisou devagar, a palma deslizando de cima a baixo. Depois apertou, os dedos tentando envolver o que dava. Percorreu o volume inteiro, sentindo a grossura e o comprimento marcando a calça. Um sorriso safado surgiu no rosto dela.

— Isso é de verdade?

Rosana empurrou a mão para dentro da calça dele, envolvendo o pau quente e pesado. Olhou para baixo, fez uma cara de “nossa” e soltou baixo:

— É grande…

Alisou mais por dentro da calça, os dedos subindo e descendo no comprimento, e riu baixinho.

— Vai ser mais caro…

Continuou alisando, o sorriso safado no rosto.

— Não sei se meu cuzinho aguenta isso…

Olhou ao redor da boate, puxou o zíper e abriu a calça dele. Chamou com a cabeça:

— Vem. Senta naquela mesa no canto escuro.

Os dois se levantaram e foram para a mesa mais afastada, na penumbra. Assim que se sentaram, Rosana tirou o pau para fora. Ficou olhando um tempo, a mão ainda envolvendo a grossura. Depois ergueu o olhar para ele.

— Eita que pauzão…

Lambeu os lábios devagar.

— Nunca vi uma rola desse tamanho… meu cuzinho não aguenta isso tudo não…

Olhou de novo para ele, ainda segurando.

— Sei nem quanto te cobrar…

Guardou o pau de volta, fechou a calça e se levantou.

— Paga a taxa da boate e vamos pra um motel que lá conversamos melhor…

Alan pagou os mil e quinhentos da taxa para o garçom. Os dois saíram pela porta dos fundos da boate. Um Uber já estava esperando. Rosana entrou primeiro, a mini saia subindo e mostrando quase tudo. Alan sentou ao lado. O caminho até o motel foi curto e silencioso, só o barulho do carro e o cheiro dela no ar.

Chegaram em um motel discreto, de fachada simples. Alan pagou a diária na recepção. Pegaram a chave do quarto 214 e subiram. Assim que a porta se fechou atrás deles, Rosana tirou o salto, andou até a cama e se sentou na beira, as pernas abertas, a mini saia quase subindo até a virilha.

— Agora a gente conversa de verdade — disse, olhando para ele. — Esse pau não é brincadeira. Eu nunca meti uma rola desse tamanho no cu. Vai doer. Vai precisar de tempo, de muita lubrificação e de paciência.

Ela passou a mão pela própria coxa e continuou:

— O valor que eu falei lá na boate era pra um programa normal. Com isso aqui… eu preciso cobrar mais. Três mil e quinhentos. Duas horas. Se passar disso, a gente combina de novo. E se eu falar pra parar, você para. Combinado?

Rosana ficou olhando para ele, esperando a resposta, já com a mão descendo até a barra da mini saia.

Alan se aproximou e ficou de pé na frente dela.

— Quantos dias você fica em Recife?

— Hoje é quinta. Fico até domingo. Depois volto pra Vitória, no Espírito Santo.

Ele balançou a cabeça.

— Esquece tempo. Eu sou milionário. Vou te pagar dez mil por noite pra você ser só minha. Só o cuzinho. Quero gozar muito na sua boca e na sua cara. Tudo sem limites. E sem você desistir no meio.

Rosana olhou pra ele com cara de puta safada, os lábios entreabertos.

— Dez mil? … Mas isso vai me machucar muito, Alan. Seu pau é grande demais pro meu cu. Vai dilatar, vai doer, vai ficar inchado…

— Por isso que tô pagando dez mil — ele respondeu calmo. — Cada noite. Até domingo. Você aguenta. Eu pago o preço pra usar esse cuzinho do jeito que eu quiser.

Ela ficou em silêncio alguns segundos, mordendo o lábio inferior, os olhos brilhando de tesão e cálculo.

— Dez mil por noite… só anal… gozada na boca e na cara… sem eu poder parar…

Alan assentiu.

Rosana respirou fundo, passou a língua nos lábios e sorriu safada de verdade.

— Tá. Aceito. Mas você vai ter que ir com calma no começo… e me lubrificar muito.

Ela deslizou da beira da cama para o chão, ajoelhou na frente dele, abriu a calça e tirou o pau duro novamente. Envolveu com as duas mãos, olhou pra cima e abriu a boca.

Rosana ficou ajoelhada, segurando o pau grosso com as duas mãos. Olhou para ele um segundo, depois baixou o olhar para a rola bem na sua frente.

— Olha o que eu tô fazendo… a Miss Bumbum ajoelhada no chão de motel, segurando essa porra…

Ela parou, puxou a cabeça um pouco para trás e ficou só olhando o pau de perto, a respiração quente batendo nele. Passou o polegar pela glande, espalhando a gota de pré-gozo.

— Dez mil por noite só pro cuzinho. Eu nunca imaginei que ia vender meu cu tão caro.

Ela deu uma lambida lenta na cabeça, depois parou de novo e continuou falando, a voz baixa e suja:

— Mas olha o tamanho disso… eu vou ter que abrir esse buraquinho bem devagar. Vai doer, vai arder, vai ficar aberto e molenga depois que você acabar de usar. E eu vou deixar. Porque você tá pagando.

Rosana abriu a boca e engoliu só a cabeça, chupando forte por alguns segundos, a língua girando em volta. Depois tirou, um fio de saliva escorrendo do lábio até o pau.

— Eu vou engolir essa porra até o fundo da garganta, vou babar, vou sujar a cara…

Ela voltou a chupar, dessa vez mais fundo, a boca esticando, fazendo barulho molhado. Manteve por um tempo, a mão massageando o que não entrava, depois puxou de novo e continuou falando com a voz rouca:

— E quando você quiser gozar eu abro a boca e tomo tudo, ou você jorra na minha cara que eu nem limpo. Pode cuspir, pode bater, pode enfiar com força quando eu estiver gemendo de dor. Eu não vou pedir pra parar. Você comprou meu cu até domingo.

Rosana engoliu o pau de novo, agora mais fundo ainda, quase engasgando. A saliva escorria pelos cantos da boca, pingando nos seios e no chão. Ela chupava devagar, depois rápido, a cabeça balançando, os olhos marejados. Parou mais uma vez, ofegante, a boca brilhante de saliva, e falou olhando para cima:

— Pode usar, esticar, arrombar, gozar quantas vezes quiser dentro, fora, na boca, no rosto… eu sou sua puta de cuzinho agora. Só não esquece de lubrificar bem, porque essa rola não entra fácil no meu cu apertado… mas vai entrar. Vai entrar tudo.

Ela abriu a boca de novo e voltou a chupar com vontade. A mão direita apertava a base, a esquerda subia e descia no que sobrava. A boca fazia barulho molhado e nojento a cada descida. Rosana babava sem vergonha, a saliva escorrendo pelo pau, pelas bolas, pingando no chão. Às vezes ela tirava só para passar a língua devagar da base até a ponta, depois engolia de novo até a garganta apertar. Os olhos ficavam semicerrados de tesão e esforço. De vez em quando ela gemia com a boca cheia, o som abafado e sujo. Continuou assim por vários minutos, chupando fundo, babando, massageando, parando só o suficiente para respirar e voltar a engolir aquela rola como se fosse a única coisa que importasse no momento.

Alan agarrou o cabelo dela e puxou a cabeça para trás, afastando a boca do pau. Rosana olhou para cima ofegante, a boca ainda brilhando de saliva.

— Sobe na cama. Fica de quatro e empina esse rabo.

Ela obedeceu na hora. Subiu na cama de quatro, ajoelhou, abaixou o peito e empinou o bumbum alto, a mini saia já subida até a cintura. O cuzinho apertado ficou exposto entre as nádegas grandes e firmes.

Alan pegou o lubrificante, passou bastante no pau e no cu dela. Posicionou a cabeça grossa na entrada e, sem avisar, empurrou com força até enfiar quase metade.

Rosana gritou alto, a voz rachando:

— AAAAAHHH! PORRA!

Ele não falou nada. Ficou parado lá dentro, só a metade enterrada, segurando o quadril dela.

Rosana ofegava forte, a voz tremendo de dor e reclamação:

— Essa rola é grossa demais… tá dilacerando meu cu… ai, ai, ai… tá arrebentando…

Ela gemeu alto, o corpo tremendo.

— Já entrou tudo?

— Menos da metade — Alan respondeu seco.

Rosana abriu os olhos arregalados, a voz saindo num fio:

— Menos da metade?! É grossa demais… qual o tamanho do teu pau?

— Vinte e nove centímetros.

— Jesus… eu não vou conseguir sentar amanhã…

Alan empurrou mais uns centímetros de uma vez.

Rosana urrou alto, o grito saindo rasgado:

— CALMA! TIRA QUE EU VOU CAGAR!

Ele não se mexeu, continuou empurrando devagar.

Ela gritou de novo, quase chorando:

— Misericórdia, por favor… tira que eu vou no banheiro cagar e volto!

Alan ainda não tirou.

Rosana gritou desesperada:

— TIRA! TIRA LOGO!

Ele puxou o pau para fora de uma vez. Rosana saltou da cama cambaleando, as pernas trêmulas, a mão na bunda, e correu direto para o banheiro, batendo a porta com força.

O barulho da descarga ecoou alguns minutos depois. Depois veio o som do chuveiro ligado. Ela demorou. Quando voltou, o cabelo molhado, enrolada numa toalha, o rosto ainda vermelho, parou na porta do banheiro e olhou para ele.

— Porra, Alan… essa porra quase me fez cagar na cama de verdade…

Rosana deixou a toalha cair no chão. Ficou nua na frente dele, o bumbum ainda avermelhado e um pouco aberto. Sem dizer mais nada, voltou para a cama, subiu de quatro de novo e empinou o rabo alto, abrindo as nádegas com as próprias mãos.

— Vai… mete de novo. Mas vai devagar dessa vez.

Alan se posicionou atrás dela, passou mais lubrificante no pau e no cuzinho dilatado. Encostou a cabeça grossa na entrada e empurrou devagar. A ponta abriu o buraco de novo. Rosana mordeu o travesseiro e gemeu alto quando a grossura começou a entrar.

Ele foi avançando centímetro por centímetro. A metade entrou de novo. Rosana tremia, o cu apertando forte em volta do pau.

— Ai… tá grosso demais… tá abrindo tudo…

Alan segurou o quadril dela com as duas mãos e começou a meter. Primeiro curto e lento, só a metade. O pau grosso entrava e saía fazendo o cu dela fazer barulho molhado de lubrificante. Rosana gemia sem parar, a voz abafada no travesseiro.

Ele aumentou a força. Empurrava mais fundo a cada estocada. O pau foi entrando além da metade. Rosana gritou de novo, o corpo inteiro trêmulo.

— Porra… tá entrando mais… tá arrebentando meu cu…

Alan continuou metendo, agora com mais ritmo. O pau grosso sumia quase inteiro dentro do cuzinho dela a cada empurrão. O bumbum grande balançava a cada estocada. Rosana choramingava de dor e tesão misturados, os dedos apertando o lençol.

— Tá tudo dentro…? — ela perguntou ofegante.

— Quase — ele respondeu, e deu uma estocada forte até o fundo.

Rosana urrou alto, a voz rachando. O cu dela tremia apertado em volta da base do pau. Alan começou a foder de verdade, estocadas longas e profundas, o pau saindo quase inteiro e enterrando de novo até as bolas. O barulho molhado enchía o quarto. Rosana gemia sem controle, a baba escorrendo pelo canto da boca, o corpo balançando para frente e para trás a cada soco no cu.

— Usa… usa esse cu… é teu… — ela falava entre gemidos, a voz quebrada.

Alan fodeu o cu dela com força por vários minutos. As estocadas eram profundas e ritmadas, o pau grosso abrindo o buraco a cada investida. Rosana gemia alto, o rosto enterrado no travesseiro, o bumbum tremendo. O lubrificante escorria pelas coxas dela misturado com o suor.

De repente ele puxou o pau para fora. Rosana soltou um gemido de alívio e dor ao mesmo tempo. Alan se sentou na beira da cama e apontou para o chão na frente dele.

— Ajoelha. Abre a boca.

Rosana desceu da cama cambaleando, as pernas ainda fracas. Ajoelhou na frente dele, o cu ainda aberto e vermelho. Abriu a boca sem precisar de ordem.

Alan enfiou o pau na boca dela de uma vez. Rosana engasgou, mas não recuou. Ele segurou a cabeça dela e começou a meter na garganta, usando a boca como tinha usado o cu. A saliva escorria em quantidade, pingando no peito e no chão. Rosana chupava bagunçada, os olhos marejados, a respiração ofegante pelo nariz.

Ele meteu mais algumas vezes fundo e depois tirou o pau da boca. Segurou a base com a mão e começou a gozar.

O primeiro jato saiu forte e grosso, acertando direto na língua e no fundo da garganta de Rosana. Ela engoliu o que pôde. O segundo jato veio logo em seguida, ainda mais forte, cobrindo a língua e escorrendo pelos cantos da boca. Alan continuou gozando. Jatos grossos e brancos saíam sem parar, cobrindo a boca, o queixo, as bochechas e o nariz dela. Rosana manteve a boca aberta, a língua para fora, recebendo tudo. O gozo escorria pelo rosto, pingando nos seios e caindo no chão. Alan ainda espremeu os últimos jatos na língua dela, cobrindo completamente a cara.

Quando parou, Rosana estava com o rosto inteiro branco de porra. Os olhos semicerrados, a boca aberta, a língua ainda para fora coberta de gozo. Ela engoliu o que tinha na boca e ficou ajoelhada, respirando pesado, o rosto sujo e brilhante.

Rosana passou a língua pelos lábios, limpando um pouco do gozo, e olhou para cima com um sorriso safado e cansado.

— Nossa… você goza muito. Nunca vi tanta porra saindo de um pau. Encheu minha cara toda. Tá escorrendo até no peito. Tá no cabelo, no olho, no nariz…

Ela passou dois dedos pelo queixo e chupou o gozo, fazendo careta misturada de nojo e tesão.

— Meu cu tá latejando forte. Tá aberto pra caralho… não, tá aberto demais. Sinto o ar entrando. Tá pingando lubrificante e um pouco da sua porra também. Quando eu apertei o cu agora, doeu. Achei que ia rachar de verdade quando você meteu tudo.

Ela riu baixo, a voz rouca e envergonhada.

— Eu tô com vergonha de mim mesma. A Miss Bumbum ajoelhada no chão com a cara toda branca de porra e o cu arrombado. E o pior é que eu tô molhada ainda. Meu corpo não sabe se quer mais ou se quer fugir.

Alan ficou olhando ela ajoelhada, o rosto sujo.

— Amanhã você aguenta de novo?

Rosana limpou um pouco mais o gozo com os dedos e chupou de novo.

— Se você pagar os dez mil… eu aguento. Mas vai doer mais ainda. Esse pau deixa a gente mole por dias. Eu vou sentir quando sentar, quando andar, quando dançar no palco amanhã. Cada passo vai lembrar que você meteu até o fundo.

Ela se levantou devagar, as pernas trêmulas, e andou até a pia do banheiro mancando levemente. Cada passo fazia o cu dela latejar. Limpou o rosto com uma toalha molhada, mas deixou um pouco de gozo no queixo de propósito.

— Me leva pro hotel onde eu tô hospedada. Não quero pegar Uber sozinha com o cu nesse estado.

Alan se vestiu. Rosana colocou de novo a mini saia e o top, sem calcinha. Os dois desceram e pegaram um carro.

No caminho, ela falava baixo, olhando pela janela, mexendo o corpo de um lado pro outro tentando achar uma posição que doesse menos:

— Você realmente vai me esperar amanhã na frente da boate? Depois do show?

— Vou. Dez mil por noite. Até domingo.

Rosana sorriu de lado, ainda sentindo o cu aberto a cada solavanco do carro.

— Me passa teu número. Eu te mando mensagem quando estiver saindo do camarim.

Eles trocaram os telefones. Alan salvou o dela como “Rosana – cu”. Ela salvou o dele como “Alan 29cm”.

Quando chegaram no hotel dela, Rosana desceu do carro com dificuldade, andando devagar, as pernas um pouco abertas. Parou na calçada, olhou para ele pela janela e falou baixo:

— Amanhã à noite… o cuzinho é teu de novo. Mas leva mais lubrificante. Muito mais. Porque depois de hoje eu tô com medo de rachar de verdade.

Ela virou e entrou no hotel, cada passo um lembrete dolorido do que tinha acabado de acontecer com o cu dela.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 45 estrelas.
Incentive Analisador de casadas a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaAnalisador de casadasContos: 64Seguidores: 58Seguindo: 0Mensagem

Comentários

Listas em que este conto está presente

Ler depois.
Ler depois