Sou Dany, tenho 21 anos e desde de muito jovem sempre tive desejo por homens e nunca escondi esses desejos!
Quando completei maior idade euzinha ja estava rodada na pika dos marmanjos.
Comecei a trabalhar em algumas fábricas, não me acertava e fui indo de emprego em emprego até chegar numa fábrica de colchões, claro que não foi para testar colchões, mas colchão para dormir nos intervalos é que não faltava.
Eu gostava quando tinha que fazer horas extras noturnas, que já tinha colchão para dormir e pegar no trabalho no outro dia!
Mas falando em sexo nesta época eu estava numa penúria de dar dó, não aparecia nenhum macho pra saborear o meu cúzinho e a punheta tava me matando, pois eu não gostava de me masturbar, sempre gostei de chegar ao orgasmo durante o ato sexual, sentido a penetração profunda de um macho gostoso, que pegasse a minha bunda (116 cm de quadril) com força e me penetrase com desejo enquanto eu rebolo gostoso pra ai então gozar gostoso com o leitinho quente do cumedor explodindo no cúzinho!
Nessa empresa a maior parte dos funcionários todos se tratavam por apelido, e não demorou muito para que os mais capiciosos observando meus contornos corporais me colocaram o apelido de Banjo! Ai já da pra entender que já tinha alguém desejando o parquinho de diversão!
Entre eles tinha um rapaz negro que eles chamavam de Cavalo.
Eu nunca gostei de por apelido, e nem de chamar alguém por apelido.
E não tinha noção porque o chamavam assim e nem perguntei! Porém descobri de maneira dolorosa o grande motivo.
Certo dia em que teria que fazer horas extras um colega Luis me chamou de canto e disse hoje teu dupla de horas extras é o Cavalo e ele disse que hoje ele te pega!
Como assim me pega, eu não fiz nada pra ele, vai fazer oque?
Luiz não disse nada, saiu dando risada.
No turo extra ficavam apenas dois funcionários dentro da empresa e os seguranças ficavam no lado de fora!
Então estariamos a sós!
O turno extra terminou as 23 hs e tudo transcorreu normal com o trabalho, nossos assuntos eram somente profissionais!
Então após o trabalho me dirigi ao vestiário para tomar um banho e trocar de roupa para dormir.
Um bom chuveiro, com bastante água quente e eu ali, todo ensaboado massagendo o meu corpo e me bulinando!
Então entrou no vestiário meu colega o Cavalo e eu de costas não fiquei olhando quando ele tirou a roupa, quando me deparo com ele em outro chuveiro próximo se ensaboando e masurpando o seu belo kct, não sei que tamanho tinha, mas era grande, cabeçudo e grosso, acho que deveria ter quase uns 30 cm.
Olhei e não me michei pra porcaria, ele me olhava e balançava aquele pikão na minha direção, passei a língua no canto da bouca e me escorrei na parede, virei a minha raba na direção dele ensaboando o cúzinho com vontade, e não teve perda de tempo!
O Cavalinho foi logo me montando, me agarrou pelos quadris e foi me penetrando aquela pika monstra cú a dentro!
Fui sentando de mancinho, rebolando gostosinho e aquela pikona foi entrando no meu cú, o Cavalinho era um macho tarimbado em cumer cú, tinha noção do tamanho do kct que tinha.
Sabia usar a ferramenta e num upa e upa e o cavalinho já tinha me penetrado toda aquela tora, e num frenesi de rebola e mete, mete e mete e logo ele me fez ver todas as estrelas da via lactea, e se havia alguma prega no meu cú saiu dependurada na cabeça do caralho do Cavalhinho.
Amante incansável, macho fudedor que gosta de cumer cú de homem.
Me abriu as pregas deixando meu cúzinho cheio de leitinho!
Agora cavalinho é meu dupla de horas extras, e amigo inseparável.
No outro dia Luiz me pergunta então como foi ontem, o Cavalo te pegou?
E se pegou, me deu um pau que eu to gozando até agora!
Não brinca louca!
Tu aguentou aquilo tudo?
Hooooo!
Como diz a formiguinha, sofri mas fui feliz!
Agora ele virou meu maridinho e eu fui da penúria a luxúria!
