Olá, leitores(as)! Reencontros sempre trazem alegriasFui a trabalho para Ribeirão Preto, em São Paulo, com origem na criação de gado e participação importante na produção cafeeira, atualmente famosa pela Agrishow, a maior feira do agro da América Latina. A cidade é gigante, bem construída e desenvolvida.
Desembarquei no aeroporto e o motorista me levou para a feira. Ao longo do dia realizamos diversos negócios na área da aviação agrícola, principalmente drones, a nova fronteira do agronegócio. Cansado, devido ao calor do dia, perguntei ao motorista se ainda existia o famoso e tradicional chopp Pinguim.
— Existe sim senhor!
— Pode me levar ao hotel, por favor? Preciso de um banho - disse, e informei o endereço a ele.
Fiz o check-in, peguei a chave digital e subi pelo elevador até o quarto. Entrei, tirei a roupa suada do dia e entrei no chuveiro. A água morna sob pressão fez uma espécie de massagem, deixando-me renovado. Desci ao saguão, deixei a cartão do quarto no balcão e pedi informações sobre o Pinguim.
— O senhor pode virar à esquerda e vai caminhar quase duas quadras. Só atravessar a praça.
Agradeci e caminhei até o local indicado. Entrei, sentei-me na área externa, para poder admirar o espaço e ver a movimentação de pessoas. A temperatura estava agradável. O garçom trouxe o cardápio. Escolhi bolinhos de bacalhau e um chopp tradicional. Fiquei admirando a arquitetura do Theatro Pedro II, o terceiro maior teatro de ópera do país, inaugurado ema pessoa aproximou-se da mesa, tirando-me do devaneio. Olhei para cima, esperando ser o garçom. Mas era uma mulher loira, alta, magra, seios avantajados saltando pelo decote do vestido escuro. Estranhei e fiquei sem reação.
— Oiiii, boa noitee - disse ela com voz sexy, sentando-se à mesa. Achei que era pegadinha.
— Oi, boa noite, moça - respondi, educadamente.
— É claro que você não se lembra de mim, né Marcos - disse ela, provocativa.
Eu gelei quando ela me chamou pelo nome. Olhei detalhadamente, rebuscando minha memória. Agora ela não parecia uma estranha, mas a lembrança era nebulosa.
— Peço desculpas, mas estou na dúvida. Talvez da escola... - falei, com vergonha.
— É que as mulheres mudam bastante. Eu coloquei silicone, mudei o cabelo, fiz alguns procedimentos estéticos. Já você continua igual, só perdeu uma parte do telhado, hehehe - ela riu, referindo-se à minha falta de cabelos — Sou a Duda.
— Ah!!! Sim, estudamos juntos no último ano do ensino médio!
Levantei-me e cumprimentei-a com um beijo em seu rosto, voltando-me a sentar.
— É verdade que não éramos íntimos, embora sentássemos lado a lado na sala. A gente era dos que mais perguntavam e estávamos em todos os plantões de dúvidas - disse eu.
— Ainda está com a memória boa... - disse Duda, rindo gostoso.
O garçom chegou com meu chopp e os bolinhos de bacalhau.
— Servida? Está com alguém?
— Obrigada - disse Duda, pegando um bolinho — eu havia combinado com uma colega, mas ela me disse que não poderia vir mais. Eu estava saindo quando te vi. Ainda bem que sou observadora e tenho boa memória - completou, rindo.
Pedimos uma costelinha defumada com mandioca e mais um chopp cada um. Era quase 23 horas quando chamei o garçom e pedi a conta. Quando ele retornou Duda pegou a comanda e pagou, antes que eu pudesse protestar. O garçom sorriu e nós saímos.
— Está de carro? - perguntou Duda.
— A pé, estou no hotel Alvarinho, perto daqui.
— A essa hora caminhar é dar chance pro bandido. Vou te levar, vamos.
Entrei no SUV dela e fomos conversando. Vi que a viagem estava demorando mais do que cinco minutos e eu já estava perdido.
— Duda, você sabe mesmo onde é?
— Claro que sei! Moro aqui há anos! - respondeu, embicando o carro em uma entrada de garagem. Claramente não era o hotel.
— Mas não é aqui o meu hotel, Duda.
— Claro que não, aqui é minha casa. Vai ficar aqui hoje - respondeu, enquanto descia para o seu subsolo de garagem. Ela estacionou o veículo com maestria. Subimos até o 18° andar e saímos em um hall com detalhes em madeira e mármore. Ela abriu a porta e ingressei no apartamento. A sala era integrada à varanda gourmet, o que dava uma sensação de amplitude ao espaço moderno. Ela deixou as coisas em cima da mesa da sala.
— Vem, por aqui - e me guiou até a suíte. As janela abertas deixavam passar uma corrente de vento fresco, então a temperatura estava bem agradável. Mas ela fechou a porta e ligou o ar condicionado.
— Tira a roupa, vai tomar um banho.
Eu tirei tudo, entrei no banheiro e encostei a porta. Duda era meu objeto de desejo na escola. Mas nunca tive a oportunidade de sair com ela na época. Primeiro que eu não podia, devido às restrições religiosas e de minha mãe, mas ela também era muito recatada e fechada. Apesar de tudo, ficava claro naquela época que éramos loucos um pelo outro, mas nunca passou disso. A gente mal se falava fora da sala. E agora eu estava ali em sua suíte, tirando a cueca. E nem toalha tinha pedido!
Abri o chuveiro e entrei debaixo da água morna. Não demorou e ela entrou no banheiro.
— Nem esperou por mim!
Olhei para ela e fiquei pasmo: corpo definido, peitão siliconado, gostosa. Meu pau endureceu na hora! Ela entrou no box.
— Sabia que esperei anos por isso? Sou solteira e ainda penso em nós! - e me beijou apaixonadamente.
Eu correspondi, sentindo o sabor de seus lábios rosados. Segurei seu pescoço e apertei sua bunda, trazendo-a para mim, fazendo meu membro rígido roçar sua buceta com pelinhos loiros. Nos entregamos à paixão! Ela desligou a água, abaixou-se e sugou meu pau, fazendo um boquete intenso, sugando forte meu membro e quase me fazendo gozar. Puxei seus cabelos e ela gemeu gostoso. Trouxe-a para cima e retomamos o banho.
Duda me esfregava, sentindo meu corpo. Depois foi minha vez: passei as mãos pelos peitões, pela barriga definida, pelo meio das coxas, e cheguei na buceta, enterrando meus dedos, o que a fez dar um gritinho. Saímos do banho e fomos para cama, ainda úmidos devido à pressa.
Eu me deitei sobre a cama queen. Ela praticamente se jogou por cima de mim, me beijando, beijando meu peito e sugando meu pau duro novamente, me arrancando gemidos de prazer intenso. Ela parou, ajoelhou-se sobre a cama e sentou em minha pica, iniciando um rebolado misturado com movimentos de vai e vem para frente e para trás. Ela estava louca de tesão! Eu nem acreditava que estávamos transando. Tantos anos de espera traziam um sentimento de urgência em matar aquela sede!
Duda parou a movimentação, saiu de cima e se deitou. Acho que ela tinha se cansado! Não dei tempo a ela. Virei-a de bruços e enterrei meu pau em sua buceta. Ela gemia alto, empinando o quadril para facilitar a movimentação rápida e ritmada, nossos corpos se chocando com violência. Parei de penetrá-la e virei-a de frente, trazendo-a para a beira da cama. Abri suas pernas brancas e firmes e passei a provocar a buceta dela, lambendo em volta, até que a chupei gostoso, dando atenção ao clitóris. Ela gemeu alto e se contorceu. Aproveitei e enterrei dois dedos, fazendo o movimento de "vem cá", fazendo-a gozar intensamente.
— Puta que pariu! Caralho, que bom! - gritou Duda.
Virei-a de lado, chupei seu cuzinho e enterrei o pau de uma vez na buceta dela. Eu metia forte, massageando o anel rosado, encharcado com seu suco. Enfiei o dedão e ela gemeu, empurrando o quadril. Entendi o recado. Tirei o pau melado da buceta e apontei na porta proibida de muitas mulheres. Mas a dela estava aberta, piscando, pedindo para entrar. Encostei a chapeleta e empurrei porta adentro. Ela gritou:
— Vai! Fode esse cu gostoso!
— Caralho, você é muito puta!
Dei um tapa da bunda dela, deixando uma marca vermelha. Ela soltou um grito e eu comecei o vai e vem intenso sem aviso. Essa mulher gemia, gritava, rebolava no meu pau, deixando o quarto com mais cheiro de tesão e aumentando nosso prazer. Suávamos, nossos corpos brilhavam. Eu apertava a bunda dela enquanto malhava meu pau cu adentro. Ela contraía a musculatura, fazendo com que ficasse ainda mais apertado. Abri a perna dela e massageava seu grelo entumecido. Ela tremeu e gozou, perdendo o controle do corpo, chacoalhando toda. Eu não aguentei mais e jorrei porra dentro do cu dela.
— GOZEI! CARALHO, DUDA!!
— PUTA QUE PARIU, QUE HOMEM GOSTOSO!
Deitamos sobre os lençóis desarrumados, corpos molhados mas satisfeitos, cheios de dopamina, endorfinas e sei lá mais quais hormônios.
Duda me puxou para cima dela, e nos beijamos intensamente. Meu pau amolecido quis reagir, mas ficou mole do jeito em que estava.
Fomos para um banho rápido. Nos lavamos nos acariciando e nos beijando. Peguei a toalha felpuda, sequei-me e a aguardei na cama, enquanto ela secava os cabelos loiros.
Ela saiu do banheiro peladinha. Que corpo! Deitou-se ao meu lado, puxou o edredom e adormecemos após colocarmos um horário para despertar.
Acordei com um som de telefone tocando. Era o despertador dela. Olhei a hora: 5:00. Eu estava com bastante sono e virei-me para o lado. Ela foi ao banheiro e saiu do quarto. Levantei-me e fui usar o sanitário. Após me aliviar voltei ao quarto e ela estava lá, deitada, e o edredom tinha sumido.
— Vem, me fode gostoso!
Meu pau endureceu e eu me deitei sobre ela, beijando-a intensamente. Sem aviso, empurrei meu pau contra a entrada de sua buceta e meti rápido e forte. Ela gozou e fechou as pernas, de prazer, obrigando-me a parar.
— Fica de quatro pra mim, sua puta!
Ela desceu da cama e empinou o rabo. Que bunda! Definida, meio arredondada, firme. Não resisti: chupei aquela buceta e o cuzinho rosa, arrancando gemidos. Enterrei meu pau naquela caverna convidativa. "FAP, FAP, FAP, FAP". A buceta estava encharcada, pingava fluido lubrificante no chão. Meu saco batia em sua pélvis, fazendo-me sentir prazer nas bolas.
Parei de comê-la, e, com as mãos, usei seus fluidos para lubrificar o cu dela. Coloquei a cabeça e empurrei lentamente, fazendo-a sentir cada centímetro de prazer que eu lhe proporcionava, preenchendo-a. Deixei-a no controle, e ela rebolou gostoso, entrando e saindo, remexendo como se estivesse ouvindo uma música eletrônica. Eu não estava aguentando mais!
— Duda! Bebe meu leite! Vou gozar!
Saí de dentro dela. Ela se virou, engoliu meu pau e mamou gostoso por alguns segundos, sentindo o sabor do seu próprio cu misturado ao sabor do meu pau melado de seus fluidos. Gozei fartamente!
— AHHHH, CARAAALHOOO!!!! - gritei, enchendo sua boca de porra grossa.
Duda engasgou, se levantou e me beijou, compartilhando comigo o meu próprio leite!
— Puta que pariu, Marcos! Por que a gente não transou antes?! Que homem! Que PAU!!! QUE LEITE!!!
Fomos para o banho, onde nos acariciamos.
Nos vestimos e fomos para a cozinha. Ela passou um café gourmet de marca famosa, colocou algumas frutas sobre a mesa, pão de forma e frios. Fiz torradas e tomei uma xícara daquele líquido precioso.
Ela deixou-me no hotel e foi para seu trabalho. Eu subi, troquei de roupa e fui para a Agrishow para mais um dia de negócios na aviação. Durante a semana da feira voltei outras vezes na casa dela e transamos muitoNão se esqueça de deixar sua classificação, clique nas estrelas. Obrigado pela leitura!