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A colega puta da Agrishow - Reencontro em Ribeirão Preto

Um conto erótico de Marcos Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 1888 palavras
Data: 11/09/2026 16:25:10

Olá, leitores(as)! Reencontros sempre trazem alegriasFui a trabalho para Ribeirão Preto, em São Paulo, com origem na criação de gado e participação importante na produção cafeeira, atualmente famosa pela Agrishow, a maior feira do agro da América Latina. A cidade é gigante, bem construída e desenvolvida.

Desembarquei no aeroporto e o motorista me levou para a feira. Ao longo do dia realizamos diversos negócios na área da aviação agrícola, principalmente drones, a nova fronteira do agronegócio. Cansado, devido ao calor do dia, perguntei ao motorista se ainda existia o famoso e tradicional chopp Pinguim.

— Existe sim senhor!

— Pode me levar ao hotel, por favor? Preciso de um banho - disse, e informei o endereço a ele.

Fiz o check-in, peguei a chave digital e subi pelo elevador até o quarto. Entrei, tirei a roupa suada do dia e entrei no chuveiro. A água morna sob pressão fez uma espécie de massagem, deixando-me renovado. Desci ao saguão, deixei a cartão do quarto no balcão e pedi informações sobre o Pinguim.

— O senhor pode virar à esquerda e vai caminhar quase duas quadras. Só atravessar a praça.

Agradeci e caminhei até o local indicado. Entrei, sentei-me na área externa, para poder admirar o espaço e ver a movimentação de pessoas. A temperatura estava agradável. O garçom trouxe o cardápio. Escolhi bolinhos de bacalhau e um chopp tradicional. Fiquei admirando a arquitetura do Theatro Pedro II, o terceiro maior teatro de ópera do país, inaugurado ema pessoa aproximou-se da mesa, tirando-me do devaneio. Olhei para cima, esperando ser o garçom. Mas era uma mulher loira, alta, magra, seios avantajados saltando pelo decote do vestido escuro. Estranhei e fiquei sem reação.

— Oiiii, boa noitee - disse ela com voz sexy, sentando-se à mesa. Achei que era pegadinha.

— Oi, boa noite, moça - respondi, educadamente.

— É claro que você não se lembra de mim, né Marcos - disse ela, provocativa.

Eu gelei quando ela me chamou pelo nome. Olhei detalhadamente, rebuscando minha memória. Agora ela não parecia uma estranha, mas a lembrança era nebulosa.

— Peço desculpas, mas estou na dúvida. Talvez da escola... - falei, com vergonha.

— É que as mulheres mudam bastante. Eu coloquei silicone, mudei o cabelo, fiz alguns procedimentos estéticos. Já você continua igual, só perdeu uma parte do telhado, hehehe - ela riu, referindo-se à minha falta de cabelos — Sou a Duda.

— Ah!!! Sim, estudamos juntos no último ano do ensino médio!

Levantei-me e cumprimentei-a com um beijo em seu rosto, voltando-me a sentar.

— É verdade que não éramos íntimos, embora sentássemos lado a lado na sala. A gente era dos que mais perguntavam e estávamos em todos os plantões de dúvidas - disse eu.

— Ainda está com a memória boa... - disse Duda, rindo gostoso.

O garçom chegou com meu chopp e os bolinhos de bacalhau.

— Servida? Está com alguém?

— Obrigada - disse Duda, pegando um bolinho — eu havia combinado com uma colega, mas ela me disse que não poderia vir mais. Eu estava saindo quando te vi. Ainda bem que sou observadora e tenho boa memória - completou, rindo.

Pedimos uma costelinha defumada com mandioca e mais um chopp cada um. Era quase 23 horas quando chamei o garçom e pedi a conta. Quando ele retornou Duda pegou a comanda e pagou, antes que eu pudesse protestar. O garçom sorriu e nós saímos.

— Está de carro? - perguntou Duda.

— A pé, estou no hotel Alvarinho, perto daqui.

— A essa hora caminhar é dar chance pro bandido. Vou te levar, vamos.

Entrei no SUV dela e fomos conversando. Vi que a viagem estava demorando mais do que cinco minutos e eu já estava perdido.

— Duda, você sabe mesmo onde é?

— Claro que sei! Moro aqui há anos! - respondeu, embicando o carro em uma entrada de garagem. Claramente não era o hotel.

— Mas não é aqui o meu hotel, Duda.

— Claro que não, aqui é minha casa. Vai ficar aqui hoje - respondeu, enquanto descia para o seu subsolo de garagem. Ela estacionou o veículo com maestria. Subimos até o 18° andar e saímos em um hall com detalhes em madeira e mármore. Ela abriu a porta e ingressei no apartamento. A sala era integrada à varanda gourmet, o que dava uma sensação de amplitude ao espaço moderno. Ela deixou as coisas em cima da mesa da sala.

— Vem, por aqui - e me guiou até a suíte. As janela abertas deixavam passar uma corrente de vento fresco, então a temperatura estava bem agradável. Mas ela fechou a porta e ligou o ar condicionado.

— Tira a roupa, vai tomar um banho.

Eu tirei tudo, entrei no banheiro e encostei a porta. Duda era meu objeto de desejo na escola. Mas nunca tive a oportunidade de sair com ela na época. Primeiro que eu não podia, devido às restrições religiosas e de minha mãe, mas ela também era muito recatada e fechada. Apesar de tudo, ficava claro naquela época que éramos loucos um pelo outro, mas nunca passou disso. A gente mal se falava fora da sala. E agora eu estava ali em sua suíte, tirando a cueca. E nem toalha tinha pedido!

Abri o chuveiro e entrei debaixo da água morna. Não demorou e ela entrou no banheiro.

— Nem esperou por mim!

Olhei para ela e fiquei pasmo: corpo definido, peitão siliconado, gostosa. Meu pau endureceu na hora! Ela entrou no box.

— Sabia que esperei anos por isso? Sou solteira e ainda penso em nós! - e me beijou apaixonadamente.

Eu correspondi, sentindo o sabor de seus lábios rosados. Segurei seu pescoço e apertei sua bunda, trazendo-a para mim, fazendo meu membro rígido roçar sua buceta com pelinhos loiros. Nos entregamos à paixão! Ela desligou a água, abaixou-se e sugou meu pau, fazendo um boquete intenso, sugando forte meu membro e quase me fazendo gozar. Puxei seus cabelos e ela gemeu gostoso. Trouxe-a para cima e retomamos o banho.

Duda me esfregava, sentindo meu corpo. Depois foi minha vez: passei as mãos pelos peitões, pela barriga definida, pelo meio das coxas, e cheguei na buceta, enterrando meus dedos, o que a fez dar um gritinho. Saímos do banho e fomos para cama, ainda úmidos devido à pressa.

Eu me deitei sobre a cama queen. Ela praticamente se jogou por cima de mim, me beijando, beijando meu peito e sugando meu pau duro novamente, me arrancando gemidos de prazer intenso. Ela parou, ajoelhou-se sobre a cama e sentou em minha pica, iniciando um rebolado misturado com movimentos de vai e vem para frente e para trás. Ela estava louca de tesão! Eu nem acreditava que estávamos transando. Tantos anos de espera traziam um sentimento de urgência em matar aquela sede!

Duda parou a movimentação, saiu de cima e se deitou. Acho que ela tinha se cansado! Não dei tempo a ela. Virei-a de bruços e enterrei meu pau em sua buceta. Ela gemia alto, empinando o quadril para facilitar a movimentação rápida e ritmada, nossos corpos se chocando com violência. Parei de penetrá-la e virei-a de frente, trazendo-a para a beira da cama. Abri suas pernas brancas e firmes e passei a provocar a buceta dela, lambendo em volta, até que a chupei gostoso, dando atenção ao clitóris. Ela gemeu alto e se contorceu. Aproveitei e enterrei dois dedos, fazendo o movimento de "vem cá", fazendo-a gozar intensamente.

— Puta que pariu! Caralho, que bom! - gritou Duda.

Virei-a de lado, chupei seu cuzinho e enterrei o pau de uma vez na buceta dela. Eu metia forte, massageando o anel rosado, encharcado com seu suco. Enfiei o dedão e ela gemeu, empurrando o quadril. Entendi o recado. Tirei o pau melado da buceta e apontei na porta proibida de muitas mulheres. Mas a dela estava aberta, piscando, pedindo para entrar. Encostei a chapeleta e empurrei porta adentro. Ela gritou:

— Vai! Fode esse cu gostoso!

— Caralho, você é muito puta!

Dei um tapa da bunda dela, deixando uma marca vermelha. Ela soltou um grito e eu comecei o vai e vem intenso sem aviso. Essa mulher gemia, gritava, rebolava no meu pau, deixando o quarto com mais cheiro de tesão e aumentando nosso prazer. Suávamos, nossos corpos brilhavam. Eu apertava a bunda dela enquanto malhava meu pau cu adentro. Ela contraía a musculatura, fazendo com que ficasse ainda mais apertado. Abri a perna dela e massageava seu grelo entumecido. Ela tremeu e gozou, perdendo o controle do corpo, chacoalhando toda. Eu não aguentei mais e jorrei porra dentro do cu dela.

— GOZEI! CARALHO, DUDA!!

— PUTA QUE PARIU, QUE HOMEM GOSTOSO!

Deitamos sobre os lençóis desarrumados, corpos molhados mas satisfeitos, cheios de dopamina, endorfinas e sei lá mais quais hormônios.

Duda me puxou para cima dela, e nos beijamos intensamente. Meu pau amolecido quis reagir, mas ficou mole do jeito em que estava.

Fomos para um banho rápido. Nos lavamos nos acariciando e nos beijando. Peguei a toalha felpuda, sequei-me e a aguardei na cama, enquanto ela secava os cabelos loiros.

Ela saiu do banheiro peladinha. Que corpo! Deitou-se ao meu lado, puxou o edredom e adormecemos após colocarmos um horário para despertar.

Acordei com um som de telefone tocando. Era o despertador dela. Olhei a hora: 5:00. Eu estava com bastante sono e virei-me para o lado. Ela foi ao banheiro e saiu do quarto. Levantei-me e fui usar o sanitário. Após me aliviar voltei ao quarto e ela estava lá, deitada, e o edredom tinha sumido.

— Vem, me fode gostoso!

Meu pau endureceu e eu me deitei sobre ela, beijando-a intensamente. Sem aviso, empurrei meu pau contra a entrada de sua buceta e meti rápido e forte. Ela gozou e fechou as pernas, de prazer, obrigando-me a parar.

— Fica de quatro pra mim, sua puta!

Ela desceu da cama e empinou o rabo. Que bunda! Definida, meio arredondada, firme. Não resisti: chupei aquela buceta e o cuzinho rosa, arrancando gemidos. Enterrei meu pau naquela caverna convidativa. "FAP, FAP, FAP, FAP". A buceta estava encharcada, pingava fluido lubrificante no chão. Meu saco batia em sua pélvis, fazendo-me sentir prazer nas bolas.

Parei de comê-la, e, com as mãos, usei seus fluidos para lubrificar o cu dela. Coloquei a cabeça e empurrei lentamente, fazendo-a sentir cada centímetro de prazer que eu lhe proporcionava, preenchendo-a. Deixei-a no controle, e ela rebolou gostoso, entrando e saindo, remexendo como se estivesse ouvindo uma música eletrônica. Eu não estava aguentando mais!

— Duda! Bebe meu leite! Vou gozar!

Saí de dentro dela. Ela se virou, engoliu meu pau e mamou gostoso por alguns segundos, sentindo o sabor do seu próprio cu misturado ao sabor do meu pau melado de seus fluidos. Gozei fartamente!

— AHHHH, CARAAALHOOO!!!! - gritei, enchendo sua boca de porra grossa.

Duda engasgou, se levantou e me beijou, compartilhando comigo o meu próprio leite!

— Puta que pariu, Marcos! Por que a gente não transou antes?! Que homem! Que PAU!!! QUE LEITE!!!

Fomos para o banho, onde nos acariciamos.

Nos vestimos e fomos para a cozinha. Ela passou um café gourmet de marca famosa, colocou algumas frutas sobre a mesa, pão de forma e frios. Fiz torradas e tomei uma xícara daquele líquido precioso.

Ela deixou-me no hotel e foi para seu trabalho. Eu subi, troquei de roupa e fui para a Agrishow para mais um dia de negócios na aviação. Durante a semana da feira voltei outras vezes na casa dela e transamos muitoNão se esqueça de deixar sua classificação, clique nas estrelas. Obrigado pela leitura!

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Foto de perfil genéricaMarcos Paulista Contos: 55Seguidores: 27Seguindo: 1Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar, trazendo seus desejos para os contos, a fim de elaborá-los e dissipá-los de sua mente.

Comentários

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Parabéns, acompanho suas aventuras, com uma escrita muito bem feita, sem erros, estimulando nossa imaginação. Parabéns.

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