Primos, ambos com 19 anos, um submisso e adora uma foda secreta, hétero que é safado e ama aproveitar as oportunidades, sozinhos vai rolar uma foda na cama, primos que se dão muito bem, até demais, o cuzinho branco vai ficar vermelho de tanto ser socado, um cuzinho lisinho e gostoso... secreto é mais...
A porta do quarto fechou, os primos ficam em silêncio, só a respiração deles. Gabriel sorriu, e se ajoelhou na cama sem que Ygor precisasse pedir. As mãos dele foram direto ao zíper, abaixou a calça do primo devagar, sentindo o volume duro e quente por baixo do tecido. Quando o pau fino e comprido saltou, Gabriel inclinou a cabeça e começou pelas bolas, beijando o saco do primo, a saliva da língua deixava as bolas de Ygor molhadas. Ygor gemeu baixinho, as mãos apertando o lençol, o tesão misturado com arrepios tomava conta dele. Gabriel lambeu de baixo para cima, a saliva dele escorrendo no pau de Ygor, e então engoliu o pau devagar, sentindo a cabeça do cacete deslizar até o fundo da garganta. As mãos de Ygor agarraram o cabelo de Gabriel, empurrando mais fundo, guiando o ritmo que ele queria. Gabriel cuspiu na glande, lambeu de novo, a baba escorrendo. Ygor puxou o pau da boca de Gabriel e virou o primo de quatro na cama.
Gabriel apoiou os joelhos no colchão e empinou a bunda branca e lisa, o rosto afundado no travesseiro. Ygor apertou as nádegas abertas do primo querido, cuspiu no cuzinho e colocou o cacete até a entrada. O pau fino afundou sem pressa, abrindo o lisinho devagar, e Gabriel soltou um gemidinho, as mãos agarrando o lençol com força. Ygor segurou a cintura e socou fundo, as coxas batendo na bunda branca, o som seco de pele com pele. A cada estocada o corpo de Gabriel balançava, o bumbum empinado recebendo o cacete até o talo.
Ygor empurrou o primo de ladinho, feito cachorrinho, erguendo uma perna de Gabriel sobre seu quadril. Socou de novo, as bolas batendo na bunda branca e lisa, e Gabriel riu, uma risada solta e ofegante entre as socadas de Ygor.
— Assim vai acordar a casa inteira, porra — murmurou, mordendo o lábio.
— Deixa a casa acordar, escondido é mais gostoso.
Ygor deitou de costas e puxou Gabriel para o colo. Gabriel ergueu as pernas, colocou nos ombros do primo e foi descendo, sentindo o pau fino e comprido atolar no rabinho, entrando até o fundo. Cavalgou devagar no início, depois Ygor segurou seus quadris e meteu forte de baixo, o pau abrindo o cuzinho vermelho de tanto ser socado. Deitado de lado, Ygor continuou o ritmo rápido e duro, as bolas batendo, e Gabriel ria ofegante, o corpo mole de prazer, o suco da porra escorrendo entre as pernas. Ygor virou Gabriel de quatro novamente.
Ygor encaixou o pau fino e comprido no rabinho aberto e atolou de uma vez, os quadris batendo com força na bunda branca e lisa. Gabriel gemeu alto, o rosto enfiado no travesseiro, as mãos agarrando o lençol. O ritmo veio rápido, socando fundo, o som molhado do cu apertado. Ygor cravou os dedos na cintura do primo e acelerou ainda mais, as bolas batendo em cada socada. O colchão rangia, a cabeceira batia na parede, e ninguém podia ouvir. Era só deles.
Gabriel levou a mão ao próprio pau e começou a se masturbar rápido, no mesmo ritmo das socadas em seu cuzinho. O cacete atolava sem dó e a mão escorregava no pau melado. O corpo estremecia a cada soco, o rabo empinado balançando para trás, buscando mais fundo. — Porra, primo, soca nesse cu — sussurrou, a risada solta cortando o gemido, mordendo o lábio inferior.
Ygor gemia rouco, a respiração funda. Ele jogou o corpo para frente, apoiando-se nas costas de Gabriel, e meteu mais depressa, descontrolado, os músculos da coxa tremendo. — Vou gozar, Gabriel... — avisou. — Vou encher esse rabo de porra, caralho.
As socadas ficaram curtas e violentas. O cacete pulsou dentro do cu apertado e Ygor jorrou, gemendo alto, a porra quente escorrendo para fora com o pau ainda atolado. Ele tirou devagar e o líquido branco desceu pela bunda branca e lisa, escorrendo pelo rabinho vermelho de tanto ser socado. Gabriel soltou o ar, tremendo, e riu ofegante, baixinho, com a porra colando nas nádegas dele. Os dois respiraram pesados no quarto secreto.
Gabriel se deixou cair na cama, de bruços, o rosto afundado no travesseiro. A porra ainda escorria devagar pelo cuzinho vermelho, quente, descendo e pingando no lençol. Ele sentia cada pulsação, o buraco aberto, dolorido, mas satisfeito. Ygor deitou ao lado, respirando fundo, o peito subindo e descendo. Passou a mão devagar na bunda branca e lisa do primo, espalhando a porra sem pressa. Os dois trocaram um sorriso cúmplice, cansados. Ninguém podia saber. — Escondido é mais gostoso — Gabriel sussurrou, rindo baixinho, mordendo o lábio. Ygor riu também, os dedos ainda na carne quente. A porta continuava fechada, tudo ali dentro, só deles.