Olá amigos.
Quem leu meu conto anterior sabe que eu fui casado com uma mulher maravilhosa, diga-se de passagem, mas após o ocorrido naquela viagem onde tivemos que arrumar o carro numa borracharia à beira de uma estrada erma, ela mudou completamente e seu comportamento não era como antes. Acabou que ela mesma decidiu se separar de mim e voltou a morar com os pais no Paraná.
Passados 4 anos entrei em outro relacionamento, mas agora apenas morando juntos sem todo o aparato de casamento, festas e estas coisas. Juntamos as escovas de dente como se diz.
Esta mulher com quem me relaciono agora é bem diferente de tudo da minha ex-mulher, mais alta, morena clara, expansiva, extrovertida, culta e até meio maluquinha. Cheia de ideias mas posso garantir que nada do que ela pensa ou faz é com intenção de prejudicar alguém.
Nossa vida sexual é fantástica, posso assim dizer. Nos damos bem tanto na vida em comum como na cama, as mesmas preferências sem nojo ou frescura. Claro que tudo também tem um limite.
Como eu já sentia desejo de ser corno, não muito abertamente já que com minha esposa eu nunca cheguei a falar nada sobre isto e o que ocorreu não foi por nossa vontade, resolvi arriscar com minha agora mulher.
Arrisquei a insinuar durante nossas transas sobre a possibiidade dela transar com outro homem, de ser desejada e coisa e tal. Para minha surpresa ela nunca havia pensado nesta possibilidade e também não era o desejo dela. Do jeito que ela me falou deu para entender só que ela não falou incisivamente e eu notei ali uma brecha para ir tentando convencê-la, quebrar sua resistência.
A cada transa eu repetia minha estratégia. Fantasiava que ela estava com outro cara, dela passando na rua e alguém a observando, mexendo com ela, estas coisas.
Aos poucos via que aos meus toques e sempre falando minhas fantasias, ela acabou se soltando mais. Eu falava dela nos braços de um moreno forte e alto, abraçando e beijando. Ele alisando o corpo dela numa dança frenética e erótica. Isto parecia mexer mais com ela do que sexo com outro cara simplesmente.
Ela não falava nada, somente curtia e eu sentia que ficava mais excitada com meus estímulos e minha fantasia. Eu falava deles dançando num local escuro, beijos na boca, chupadas na orelha e pescoço, mãos percorrendo o corpo, coxas, bunda, barriga, costas e seios. Era eu falar isto e sentia sua bocetinha encharcar enquanto eu chupava ela. Seu gozo estava ficando cada vez mais intenso a cada vez que eu comentava. Então achei que era hora de me insinuar mais, e numa destas comecei a falar,
- Imagina amor, ele agora começa a descer a boca pelo seu pescoço, beijando seu colo, quase nos teus seios. Não seria uma delicia?
- Ai,
Esta foi a resposta dela entrecortada entre um gemido e outro,
Eu afundei minha língua na sua gruta, lambia com força arrancando todo o suco que emanava.
Não seria gostoso ele agora mordendo seus mamilos amor?
- Ahnn,
Ela estava ouvindo, só não respondia. Eu podia jurar que ela estava pensando em algo assim neste momento. Ela só curtia, mas eu queria mais.
- Nossa amor, ele abriu seu vestido, seus seios estão a mostra. Ele pode mamar neles agora? Você deixa?
- Deixo, pode.
Era o que eu queria ouvir, ela se soltou um pouco. Agora era questão de tempo para ela entrar de vez nas minhas fantasias.
- Nossa amor, ele colocou seu seio todo dentro da boca, que delícia. Está gostoso?
- Ai amor, a boca dele, a sua boca, me chupa mais vai. Me faz gozar.
Assim fiz ela gozar, pensando noutro cara lambendo e chupando seus seios, beijando sua boca e pescoço. Não era muito, mas já era um começo.
De outra vez eu cada vez mais atrevido. O ser imaginário que participava de nossas fodas agora também a fazia gozar. Era ele chupando ela quando na verdade era eu. A fez segurar a sua rola cabeçuda, bater punheta nele enquanto ele lambia a bocetinha e o cuzinho. Ela participava mais das fantasias, nem parecia ser a mulher que nunca havia falado nada deste tipo. Numa destas ela engoliu meu pau pensando em outro pau, um imaginário pois não falávamos de alguém, era alguém e pronto. Um moreno alto e forte.
Resolvi um dia perguntar:
- Quer outro macho te comendo gostoso amor?
- Ai amor, não sei. Acho que não.
Epa, sinal de aviso. A resposta não era uma fantasia.
Comecei novamente, e agora com os mesmos estímulos, ele dançando e beijando, chupando seus seios, fazendo-a pegar no pau dele e chupar ele num 69 incrível, quando na verdade erámos somente ela e eu. De repente eu disparo de novo, tá gostoso o pau dele amor?
- Muito gostoso amor, que pau gostoso. Falava isto e continua a lamber a cabeça da minha rola.
- Então amor, acho que você quer dar para ele não quer?
- Quero.
- Sério, você quer mesmo dar para ele?
- Sim, quero sim amor.
- Você quer dar para outro homem meu amor?
- Quero dar sim.
A fiz gozar logo em seguida e para minha total surpresa ela chupou meu pau com tanta vontade que acabei gozando parte na boca dela e parte no rosto. Ela não gosta mas não parou quando eu falei que ia gozar.
Na noite seguinte, deitados na cama resolvi tocar no assunto da noite anterior. Perguntei se ela estava se sentindo a vontade com o que vinha acontecendo entre nós e ela disse que achava tudo gostoso, muito diferente para ela mas que ela estava curtindo. Nesta hora resolvi perguntar algo a ela que seria, ou o fim de nossas fantasias ou o início de uma vida sexual totalmente liberal.
- Então amor, você curte pensar em outro cara te comendo?
- Até que sim, quando a gente está transando é gostoso pensar nisto. Por quê?
- É porque eu acho que você quer transar com outro cara talvez. Ou conhecer novas pessoas sei lá. O que você me diz?
- Nossa amor, acho que não. Não tenho coragem para fazer isto. Uma coisa é falar outra é fazer.
Eu não podia perder o fio da conversa e então resolvi uma abordagem bem mais amena.
- Só me diz uma coisa, pensar em outro homem acho que você anda pensando, pelo menos quando estamos na cama correto?
- Sim. Isto ai você já sabia né? De tanto você ficar falando acabei me envolvendo nas suas loucuras. Mas disto dai até eu ir para a cama com outro homem é uma coisa muito diferente.
- Certo, mas vamos imaginar o seguinte. A gente não precisa ir pra cama com outro cara, ou melhor, você não precisa transar com outro. A gente pode fazer uma insinuação mais para apimentar nossa vida do que ser realmente muito liberal. O que acha?
- Não entendi bem o que você está dizendo. Como assim insinuar?
- Seria tipo a gente sair de casa para aqueles bares onde ficam muitos solteiros. Você precisa estar sexy, pois vai se exibir a eles, bem insinuante, sexy porém com moderação. Entende?
- Entendi, é o que eles falam está na pista dando mole. Mas só que você vai estar lá né? Não quero ser abordada por alguém e ficar em situação constrangedora.
- Isto, claro. É mais para que você se sinta desejada por outros homens. Aposto que isto vai deixar a gente bem acesos quando voltarmos para casa.
- E se por acaso alguém me abordar, o que eu faço?
- finja que não sabe do que ele está falando e que você está acompanhada. Também precisa exibir sua aliança para que eles saibam que você é casada.
- Nossa. Isto pode dar muito errado. Não sei não, nunca fui tão atirada em nada.
- Calma, a gente vai devagar, observa bem o movimento e quem está lá. Se caso acharmos que pode ser perigoso, a gente simplesmente vai embora.
- Bom vou pensar nisto tá bom?
Passaram duas semanas e não fiquei insistindo com ela sobre o assunto. Continuamos a transar com nossas fantasias, agora não só minha diferentemente que agora o moreno virtual fodia minha mulher toda noite, ela agora aceitava imaginar ele enfiando o grosso caralho nela, lógico que era eu com meu não tanto grosso pau. Mas na cabeça dela era um moreno alto e forte que a fodia. Eu adorava toda transa nossa. A minha fantasia inicial de ser corno com minha primeira mulher aconteceu de forma não desejada. Desta vez não, estava acontecendo lentamente, porém imaginada pelos dois. Numa destas transas, assim que estávamos deitados já para dormir eu resolvi perguntar sobre o nosso plano.
Ela sentou-se na cama, pensativamente me observou por algum tempo e disse.
- Olha, eu nunca fui vagabunda e não pretendo ser. Acho que isto pode sair fora de controle. Você tem ideia de onde isto pode parar? Está pronto para tudo isto? Eu não sei. Não vou dizer que não pensei e que a ideia me excita, mas...
- Mas?
- Tenho medo de que nós não fiquemos só nisto, acaba como um vício. E se eu começar a me interessar? Onde vamos chegar?
- Vamos fazer assim. Vamos uma vez num bar em outra cidade aqui perto, a gente procura, pesquisa até encontrar um local legal. Vamos avaliar como as pessoas lá se portam. Tentamos uma vez, e caso não saia como esperamos a gente para com isto. O que acha da minha ideia.
- Tá bom, mas vou fazer isto mais por você do que por mim. A gente é de carne lembra-se?
- Posso te garantir que por mim tudo é válido. Eu me garanto. E vou sempre te proteger e te apoiar.
Falei isto por que já tinha passado por algo antes e tinha sobrevivido. Foi difícil como aconteceu. Agora sabendo que ela até pode sair com outro e eu curtindo é muito diferente. Só que não disse nada disto a ela, ela nunca soube o ocorrido na borracharia.
Como nós dois concordamos começamos a procurar um local que a gente pudesse iniciar a nossa aventura. Apesar de querermos, tínhamos receio de que algo fugisse do nosso desejo e pudesse acabar em notícia policial. Ficamos mais de um mês nesta busca e nunca que entrávamos um local legal. Até que um dia um amigo meu me contou de um lugar onde tem de tudo, restaurante, bar, churrascaria, boite com pista de dança. Ficava um pouco longe mas concordamos que assim era até melhor já que não queríamos nos expor na nossa cidade.
Escolhemos uma sexta-feira para nosso passeio, arrumamos umas malas para uma pequena viagem, já que pretendíamos ficar na sexta e talvez no sábado também. Tudo ia depender.
Quando chegamos a esta cidade, a primeira coisa foi procurar um hotel e nos preparar para a noite. Eu havia acordado que se caso ela não se sentisse a vontade ou insegura o plano acabaria alí. Notei que ela estava excitada com a ideia tanto quanto apreensiva. Eu, por outro lado, me sentia bem. Até um pouco eufórico para ser sincero. Na minha cabeça, via a cena dela com outro na cama, já assim mesmo. Mas como ela disse, uma coisa é fantasiar.
Ela se aprontou, arrumou o cabelo, fez um belo rabo, preso bem no alto da cabeça, isto deixava seu belo e longo pescoço bem a mostra. Maquiada com cuidado, nada muito exagerado, enfiado dentro de um vestido curto preto muito sexy colado ao seu corpo esguio. Um baita decote que deixava boa parte dos seios à mostra. Minha gata estava muito gostosa não tinha como não ser notada.
Chegamos ao local e ficamos analisando a entrada. Era um local bonito com um belo jardim e então estacionei o carro e resolvemos entrar. Fomos recebidos por um garçom que nos indicou o local, bem vazio por sinal já que chegamos mais cedo. Isto tinha um propósito.
Escolhi uma mesa que ficava bem na entrada do local, a minha intenção era que minha mulher fosse notada logo que alguém entrasse, pois teria que passar em frente a nossa mesa. Puxei uma cadeira para ela e esta estava virada para a entrada e bem a vista sem que a mesa estive entre minha mulher e os olhos de quem passasse. Ela já notou minha intenção e me disse se não era melhor irmos com cuidado? Eu respondi que ela ficasse tranquila, caso algo a aborrecesse poderíamos até mudar de mesa.
A noite foi passando e as pessoas começaram a chegar, logo o ambiente estaria bem repleto de pessoas sem companhia, era um bar realmente de solteiros. Nisto acaba entrando um cara e notei que algo diferente aconteceu só de olhar nos olhos dela. Ela estava com olhos bem abertos e com ar de surpresa. Olhei disfarçadamente para não chamar a atenção e me deparo com um cara alto, moreno, muito forte sem ser demasiadamente musculoso enfiado numa roupa social que parece ter sido costurada sobre o corpo dele. Tipo o cara boa pinta que falavam antigamente. Notei que minha mulher fez ligação com o ser imaginário que andava fodendo ela em nossas fantasias, pois era mais ou menos isto que a gente imaginava. Ela rapidamente virou o rosto para meu lado tirando os olhos do rapaz tentando disfarçar sua admiração. Assim que o cara passou eu olhei de relance e vi que ele olhou diretamente para ela, afinal não tinha como não notar. Só um ser que não tem predileção por mulher não olharia. No instante seguinte que ele passou entrando mais ao fundo do bar eu chamei a atenção de minha mulher.
- Ele olhou para você, você notou?
- Não, não reparei. Olhou mesmo?
- Sim. Olhou bem no seu decote, eu reparei de relance, não quis olhar diretamente para não assustar ninguém. Ele te chamou a atenção não foi?
- Sim, chamou sim. Não sei por que parece com ele.
- Ele quem meu amor? O cara de nossa fantasia?
- Exatamente.
- Você acha que teria coragem de se insinuar para ele, discretamente.
- Ai amor, não me tenta tá? Isto pode sair de controle.
- Seja você mesma, faça o que sentir vontade e que você fique confortável. Não quero que faça algo forçado. Faça somente se realmente quiser. Você quer?
- Ai, não sei não. Tenho medo de tudo, você sabe. Por acaso ele olhou para minha mão? Viu minha aliança?
- Não sei. Isto faz diferença?
- Lógico que faz. Ele pode ficar receoso de se aproximar, sei lá.
- Então tire a aliança ué. Afinal aqui não vi ninguém que eu conheça, estamos bem longe de casa.
- Tá maluco, o que eles vão pensar?
- Ué? Pensar o quê se não conhecem a gente? Vamos minha gata, se solta, aproveite a noite. Esta pode ser a nossa noite. Tome um pouco de vinho, vai acabar te acalmando.
Minha mulher tomou uma, duas taças de vinho rosé. É o preferido dela. Ficamos na mesa mais um tempo, agora com um pouco de silêncio, eu imaginando como fazer minha mulher ir sozinha ao banheiro não sem antes passar perto do candidato a flerte. Neste momento ela disse:
- Preciso ir ao toalete, você me acompanha?
- Não, quero que vá sozinha, vá esplendorosamente ao banheiro, passeie antes pelo local, se exiba para os machos daqui, de preferência do bonitão que te deixou encabulada.
Ela me olhou com um olhar de reprovação e se enchendo de coragem, levantou, arrumou seu curto vestido que exibia suas coxas e elegantemente se dirigiu o salão. Os saltos da sandália que ela calçava fazia arrebitar a bunda ao andar, causando um leve rebolar sexy e, se tem uma coisa que minha mulher sabe é andar de salto alto. Fiquei observando de longe com um canto de olho, não queria que ficassem com a impressão de que estava de sentinela. Vi quando ela passou por um grupo de pessoas conversando. Vários homens a notaram e ficaram olhando ela passar, mas a pessoa que mais a encarou e a comeu com os olhos foi outra mulher. Isto me deixou intrigado.
Ela andou pelo salão, sem a aliança na mão esquerda, mas fez questão de colocar na mão direita. Até que ela localizou nossa presa. Ao se aproximar dele, ele olhou para ela e ela foi conversar com ele algo. Fiquei admirado pela façanha dela, não imaginava isto. Logo após ela falar algo próximo ao ouvido dele ele a acompanhou até um local, na verdade o banheiro. Ele voltou de lá sozinho e se juntou aos amigos. Aí notei que estavam falando dela. Uns rindo pra ele. Eu até imaginei a conversa, chamando-o de garanhão e coisa e tal. Sei bem como pensam os homens. Logo após minha mulher sair do banheiro e novamente passar em frente ao grupo, para e em frente ao nosso amigo começa a conversar de novo. Ele estende a mão direita em cumprimento a ela e aí ele nota a aliança no dedo da mão dela. Faz um comentário e depois trocam os famosos 3 beijinhos, acho que como se cumprimentando pela primeira vez. A presa caiu na armadilha, mas agora já não sei mais quem é a caça e quem é o caçador. Ela sai de lá acenando para ele e vem ao meu encontro.
- Nossa, ele deu foi em cima de você não foi?
- Amor, desculpa, acho que passei da conta não é?
- Não, não. Está tudo bem, só me conta o que conversaram.
- Bom. Está preparado?
- Pode falar, não foi para isto que viemos até aqui? Conta vai.
- Tá bom. Fiz como você falou. Fiquei rodando pelo ambiente, ouvi alguns elogios e tal, sabe como é né? Aí, quando o vi, resolvi passar perto para ver a reação. Ele olhou para mim dos pés à cabeça. Ele olhou bem no fundo dos meus olhos e eu gelei para ser sincera. Deu até medo. Mas naturalmente eu disse oi, me fala, por favor, onde é que fica o toalete? Eu não sei, pois nunca vim aqui. Ai ele disse que se eu quisesse me levaria até lá. Eu aceitei mas depois pensei e se ele tentar me agarrar?
- O que ele fez?
- Olha, na verdade não fez nada de mais. Apenas me levou até a porta do banheiro feminino e perguntou se eu queria que ele esperasse por mim. Eu disse que não seria necessário e que ele tinha sido muito gentil. Agradeci e ele pegou minha mão e deu beijo nela, olhando para mim com um olhar meio que faminto se consegue entender.
- Sério? Ele fez isto?
- Sério, eu fiquei assustada mas não nego que gostei. Ai quando saí do banheiro resolvi passar lá de novo, eu tinha que saber se ele realmente estava flertando. Passei e agradeci pela gentileza dele ao me mostrar o banheiro. Ai começamos a conversar, acho que você percebeu.
- Sim, notei que ficaram um tempinho conversando. Posso saber o que falaram?
- Bom. Ele perguntou se eu estava sozinha ali, por que tinha notado que eu estava numa mesa na entrada que tinha um homem sentado lá. Eu disse que era meu noivo mas que você não quis se levantar da mesa pois tinha machucado o pé num jogo de futebol e estava meio dolorido. Ele disse que havia notado a aliança na minha mão e que era uma pena.
“Se você não fosse noiva ou não estivesse acompanhada eu te convidaria para tomar um drink comigo.”
- Foi isto que ele me falou. Aí eu disse que infelizmente não dava mas que foi um prazer conhece-lo. Foi ai que então nós demos os 3 beijos habituais no rosto e ele falou no meu ouvido.
“Seu noivo é um cara de excelente bom gosto. A noiva ele é muito gata.”
Eu agradeci o elogio e voltei para cá.
- Nossa, o cara não perdeu tempo hein? E você? Gostou da experiência?
- Ai amor, estou toda trêmula, não sei o que dizer, não sei o que pensar sabe?
- Como disse, seja você mesma? Desejou beijar ele na boca?
- Ué, não nego que ele é um gato. Tive sim vontade viu?
- Quer fazer?
- Tá louco né? Aqui? Todo mundo vendo, eu de aliança e acompanhada de você? O que eles vão pensar? E o que ele vai pensar.
- Vamos dar um tempo, esperar uns minutos, depois você retorna ao banheiro, mas passe lá perto dele. Seja insinuante, dê um oi de novo. Vamos ver o que ele faz. Caso aconteça algo e você se sentir a vontade, deixe rolar.
- Você diz beijar ele?
- Como eu disse antes, seja você mesma.
Passados alguns momentos ela se levanta novamente e no mesmo ritual passa em frente a ele que a olha profundamente. Os olhos dele não saiam do decote dela, ai ela conversa com ele alguma coisa e se dirige ao banheiro. Não se passaram nem 3 minutos e ele também vai rumo aos banheiros. Eu me inquietei neste momento, não sei qual seria a intenção dele, mas considerando que ele até aquele momento foi gentil julguei que ela não corria riscos.
Comecei a olhar o relógio, pois desta vez eles demoravam bastante. Já tinha uns 10 minutos que ele havia se dirigido ao banheiro e nem ele ou ela havia retornado de lá. Algo estava rolando. Passados mais uns 5 ou 6 minutos, peguei o celular e enviei uma mensagem para ela perguntando se estava tudo bem. Ela não respondeu...
Mais uns instantes e lá vem o nosso amigo sozinho. Dava para ver que seu semblante havia mudado. O filho da puta deu um pega nela, com certeza. Mais uns dois ou três minutos e aparece minha mulher, disfarçada de noiva. Ela estava normal, mas dava pra notar que tentava disfarçar algo. Ao chegar a nossa mesa ficou calada, como se nada houvesse acontecido.
- Desta vez você se superou. Disse isto com um sorriso malicioso, sem, contudo julgá-la. Afinal, tudo começou comigo.
- Nem te conto. Eu nem sei como tive coragem do que fiz. Acho que você não vai me perdoar amor. Passei do limite.
- Bom. Para lhe perdoar você precisa se confessar. Quer ir para o hotel agora e lá a gente conversa?
- Não dá. Ele está me esperando para conversar, me convidou para um drink e pediu para eu lhe dar uma desculpa. Acho que não preciso te dar uma desculpa né?
- E o que você respondeu para ele? Vai até ele conversar.
- Vou sim, só um pouco tá bom?
- Ok, só que antes quero os detalhes do que rolou lá perto dos banheiros. Vai me contar.
- Tá bem, vou contar, foi nosso trato né? Mas já vou adiantar. Eu te avisei que poderia sair de controle não foi?
- O que rolou lá? Me conta.
- Bom quando eu saí do banheiro, ele estava lá me esperando, ficamos conversando e quando não tinha ninguém no corredor, ele vinha até perto de mim e ficava falando coisas tipo, muito linda, gata e que meu decote era arrasador. Eu agradecia os elogios dele tentando me controlar. Uma hora ele segurou minha mão e disse:
“Será que esta noivinha linda não me daria um beijo na boca?”
- Sério? E o que você fez?
- Dei um selinho nele. Ai ele me puxou e pousou os lábios sobre os meus. Acabamos trocando um beijo de língua bem quente. Desculpa, acabou rolando amor.
Na hora tive dois sentimentos, um de tesão e outro de ciúmes. Acho que os dois do mesmo tamanho. O ciúmes eu até estava controlando, o tesão não.
- Foi só um beijo? Foi tudo.
- Bom, não. A gente se beijou para valer sabe, ele também enfiou a mão no meu decote e alisou meus seios. Acho que eu não deveria ter feito isto amor.
- Tá. Agora tá feito. E como você se sentiu.
- Amor, me perdoa, estou excitada. Juro que foi algo que eu mesma não esperava.
- Tudo bem. Tudo bem, vamos esfriar a cabeça tá bom?
- Só espero que você esteja curtindo tudo isto. Ele não falou nada a respeito de você estar acompanhada?
- Disse sim. Ele perguntou se eu não me preocupo em beijar outro homem com meu noivo perto.
- E o que você disse?
- Me preocupo sim. Tenho medo dele me flagrar. Ele riu disto e falou.
“Estou te esperando numa mesa lá no fundo do bar, onde tem um jardim. Lá a gente pode conversar mais a vontade.”
- Falou isto e foi pra lá, eu disse que viria até aqui na mesa ver com você se eu podia. Ele disse para eu inventar uma desculpa para você e que você voltaria logo. Logico que não preciso de desculpa amor, mas quero saber o que você acha, o que devo fazer.
- Como eu disse, seja você mesma. Diga que me falou que está passando mal e vai ao banheiro. E se ele quiser transar com você? Você quer isto também?
- Você sabe como eu sou, não preciso te dizer. Só vou dizer uma coisa, não vou dar para ele hoje.
Isto soou nos meus ouvidos como um alerta, não vou dar para ele hoje. Mas possivelmente pode dar algum dia. Ela terminou esta frase, tomou mais uma taça de vinho e se encaminhou para o jardim, de onde eu estava não tinha visão nenhuma dos 2. Agora era totalmente por conta dela. Fiquei só na mesa por uma hora pelo menos. Quando vi ela estava retornando, e pouco depois ele se juntou com sua turma novamente. Ela se sentou perto de mim, calada, olhos virados para o infinito.
- Suponho que deva ter rolado um senhor amasso no jardim. Eu ficaria satisfeito de saber como foi caso queira me contar.
- Nossa amor, até parece que está com raiva. Se alguém tem culpa do que aconteceu hoje, este culpado é você. Não se esqueça. Eu sabia que não devia ter feito isto.
- Calma meu amor, está tudo bem. Só quero saber se você se sente bem, e se gostou da experiência. Me conte por favor.
Ela começou a falar que ele disse o nome dele, Ronaldo. Ficaram conversando, ora ele segurava a mão dela, ora punha a mão na perna, alisando do joelho até quase embaixo do vestido. Começou a desfiar um rosário de acontecimentos, parecia meio empolgada sei lá.
- Bom amor, a gente conversou muito, demos uns abraços, uns beijos, sempre quando não tinha ninguém olhando. Ele novamente alisou meus seios, apertava um e depois o outro. Eu deixei pois estava muito gostoso. Ele lambeu minhas orelhas, meu pescoço e chegou a dar beijos no meu colo, quase lambendo meus seios. Sabe, nesta hora eu pensava na nossa fantasia. Estava meio parecido. Uma hora ele pegou minha mão direita, alisou a aliança e a colocou sobre o colo dele, me fez apertar o pinto dele por cima da roupa. Eu fiquei muito excitada amor, ele também. Não passamos disto juro.
A gente conversou, ele me perguntou o que ia fazer amanhã a noite e eu disse que não sabia. Ele me passou o número dele e me pediu para ligar. Eu falei que ligaria de todo jeito, mas não dei certeza se ia sair ou não.
- Agora quero saber se você me perdoa amor. Não foi nada disto que nós combinamos.
- Não preciso te perdoar. Foi maravilhoso ver e ouvir tudo isto, vamos embora pro hotel.
Quando chegamos no hotel tudo vinha a minha mente, imaginando aquele cara apertando minha esposa, chupando a língua dela, ela com mão no cacete dele sob as roupas. Entramos debaixo da ducha e nos lavando mutuamente, alí mesmo chupei o grelinho dela. Ela estava muito excitada e mesmo embaixo da ducha gozou com minha chupada.
Fomos para a cama e continuei a explorar o corpo dela, agora fantasiando o Ronaldo com ela.
- Ele tá beijando sua boca amor, tá gostoso.
- Tá amor, ele beija gostoso demais.
- Ele tá apertando seus seios amor?
- aham, que delícia amor.
- Deixa ele mamar seus seios, morder seus mamilos.
- Deixo amor, ai que delicia Ronaldo.
- Nossa amor, como é o cacete dele, deu para perceber?
- É grande amor, e bem grosso também. Não deixei ele por pra fora, mas deu para ver que é grandão.
- Imagina ele beijando sua barriguinha agora, alisando sua bocetinha.
- Delícia amor, ele com dois dedos na minha boceta. Me deixa louca Ronaldo.
Minha mulher estava em transe, imaginava o amigo novo como se ele estivesse com ele e não eu. Com a fala dela percebi que no amasso ele manipulou a boceta dela.
- Conta amor, o Ronaldo mexeu na sua bocetinha.
- Sim. Abriu minhas pernas e enfiou a mão na minha calcinha amor, não consegui aguentar e deixei.
- Gozou com os dedos dele.
- Gozei.
Ao falar isto ela começou a gemer e rebolar na minha boca, tratei de enfiar meus dedos na sua boceta e concentrar minha boca no seu grelinho saliente. Ela rebolava de olhos fechados e num movimento rápido começou a gozar.
- Ai Ronaldo, vou gozar, vou gozar.
Gozou tanto que escorria seu meu pelas coxas e molhava o lençol.
Eu de pau duro abri suas pernas, enfiei meu cacete em sua boceta encharcada e perguntava para ela:
- Quer levar a pica do Ronaldo amor?
- Quero amor, me fode gostoso.
- Você vai ligar para ele amanhã amor?
- Vou amor, você deixa?
- Deixo. Você quer dar para ele?
- Quero, quero muito dar para ele.
Ao falar isto notei que ela novamente começou a gemer alto e gozou de novo. Agora ficou paralisada na cama. Pelo jeito apagou.
Ao que ela retornou do abismo orgástico, me encarou e disse.
- Nossa amor, foi a melhor transa nossa, você estava demais hoje.
- E você também minha gatinha safada. E será que amanhã esta gatinha vai querer ir em frente com o que começamos?
- Talvez amor, vamos deixar isto para amanhã.
Com esta conversa, fomos dormir. Um novo dia, um novo sábado e talvez um novo macho para ela. Só o tempo dirá. O que acontecer fica para o próximo conto.