Dio
Algo estava acontecendo comigo, os dedos de Sam estavam fundo no meu canal, era o mais profundo que alguém já havia entrado em mim nesse local, deitados de lado na cama, minha perna jogada sobre seu quadril, minha cabeça afundada nos seus peitos e seus braços fortes meu circulando, o cheiro leve de suor que emanava dele era delicioso e eu não conseguia evitar dar beijos em seu peito, passar a língua por seu mamilo fazendo ele tremer e redobrar os esforços de me penetrar, eu estava melando ao ponto de o entra e sai de seus dedos estar fazendo um barulho molhado obsceno que ecoava pelo quarto. Eu olhei para cima e Sam estava olhando para baixo, nossos olhos se encontraram e ele abaixou a cabeça o suficiente para eu sentir sua respiração quente, sua barba roçando meu rosto. Meu canal foi ficando cada vez mais sensível, os dedos grossos e calejados de Sam me estufando,as vezes curvando em forma de gancho, as vezes abrindo em forma de tesoura para me alargar mais fazendo meu anel queimar num misto de dor e prazer, Sam estava me fudendo no sentido próprio da palavra e ele nem precisava do seu pau gigante (que estava esmagado entre nós dois, quente, pulsando logo abaixo do meu peito, eu só precisava abaixar um pouco a cabeça para beijar e passar a lingua na cabeça dele, mas meus olhos permaneciam presos aos olhos de Sam) pra isso.
Eu comecei a subir a montanha russa, indo cada vez mais alto em direção aos olhos azuis de Sam, meu canal cada vez mais sensível, mais molhado, e eu continuava subindo na montanha russa, o coração batendo mais forte, a respiração mais ofegante até que eu cheguei no topo, meu anel travou ao ponto de Sam não conseguir remover eles mais, os olhos de Sam surpresos sentindo a diferença, eu gritei quando o carrinho despencou do topo, um gemido forte e longe, enquanto meu anel entrava em espasmos e Sam metia mais forte, eu uma onda de vergonha meu anel também explodiu com um barulho molhado alto, esguichando o líquido longe, molhando a mão de Sam enquanto eu tremia em seus braços.
Eric que estava jogando videogame aos pés da cama tirou o olho da tela e olhou para nós ‘O que está acontecendo?’
‘’Eu.. eu acho que ele gozou…’ Disse Sam confuso, ele curvou os dedos dentro de mim e usando como gancho me puxou para longe o suficiente para checar meu pau, que apesar de duro estava quase seco. ‘Mas não foi pela frente?’
Essa puxada me fez descobrir que o orgasmo anal ainda não tinha acabado, meu anel ainda estava hipersensível e o fluxo de liquido não parava.
‘O que???’ Eric saltou na cama ‘Deixa eu ver!’ Ele se colocou de joelhos e abriu mais minha nádega enquanto Sam não parava com o movimento de ida e volta, fazendo meus olhos revirarem. ‘Porra, dá pra ver ele pulsando, mais um pouco e ele corta seus dedos fora.’
Em meu delírio senti Eric colar em minhas costas, seu pau massivo pesando nas minhas costas, seu braço passando pelo meu peito, me ancorando junto a ele.
‘Não tira seus dedos’ ele disse para Sam, mas não acho que Sam tinha a intenção de se remover de mim tão cedo. Ele disse no meu ouvido ‘Então minha putinha teve seu primeiro orgasmo pela cucetinha?’ Eu odiava quando ele me tratava assim, como protesto tive outra contração e meu anel cuspiu mais líquido na mão de Sam e nos dedos de Eric que estavam perigosamente perto. ‘Como recompensa chegou a hora da sua primeira DP’ Senti seu dedo entrando em mim, aproveitando o entra e sai dos dedos de Sam, eu tinha três dedos dentro do meu canal agora enquanto permanecia no estado de orgasmo anal, eu não ia sobreviver a essa sobrecarga, com certeza. Eu conseguia discernir com precisão assustadora qual dedo pertencia a Sam , mais grosso, calejado, mais frio, e qual pertencia a Eric, mais macio e quente.
‘O primeiro orgasmo do meu pequeno’ Eric levou a mão até o meu pescoço me segurando firme e depositou um beijo cruel no canto da minha boca ‘Mais uma conquista, você já chegou tão longe, eu tô tão orgulhoso de você’ Suas palavras estavam cheios de uma mistura de carinho, crueldade e ameaça, com Eric essas linhas eram sempre muito confusas. ‘Olha pro seu macho’ firme ele virou meu rosto em direção a Sam que me olhava intensamente, eu não conseguia dizer se ele estava incomodado com a situação ou mergulhado em um tesão enorme. ‘Você hoje está com três dedos socados no seu rabo, e esse putão começou isso’
Eu estava confuso de onde ele queria chegar.
‘Dizem que ele é o cara mais gostoso da cidade, tirando eu, lógico, você também acha?’ Eu olhei Sam, o rosto pálido, os cabelos negros lustrosos agora desgrenhados de passar o dia na cama, os olhos azuis agora mais escuros que o normal, as pupilas dilatadas, a boca fina oculta pela barba curta bem feita que não conseguia esconder o maxilar e o queixo bem feito embaixo dela, aquela boca me atormentava, como eu queria beijar sua boca, ao mesmo tempo que eu tinha medo de mergulhar nela e nunca mais voltar. ‘É, você concorda que ele é bonitão né?’ Eu acenei a cabeça olhando fixamente para Sam, seus olhos tremulando por um segundo. ‘Diz pra ele. Em voz alta.’
‘Dio, você não precisa..’ A voz de Sam estava rouca, embargada.
‘Você.. você é lindo Sam, eu nunca conheci alguém tão bonito quanto você’ eu levei a mão até seu rosto e acariciei sua face, minha mão raspando sua barba áspera, ele fechou os olhos pressionando contra minha mão ao mesmo tempo que Eric sugou o lóbulo da minha orelha e chupou forte, me fazendo revirar os olhos e gemer.
‘Tudo que esse safado quer é socar o pau dele bem fundo no seu rabo, ele tem te treinado por meses com o proposito único de passar o resto da vida dele te enchendo de porra’ Sam fechou a cara para Eric.’Toda noite enquanto você dorme ele te usa como depósito, ele quer te viciar nele, o que você acha?’ Eu olhei para Sam confuso e ele me olhava amedrontado agora. ‘Eu vou te dizer como você tem que sentir em relação a isso..’ em nenhum momento dessa conversa escrota os dois pararam com o vai e volta dos dedos dele no meu anel.
‘Agradece ele..’ eu olhei assustado para Eric, mas com a mão no meu pescoço ainda ele virou meu rosto de volta pra Sam ‘Isso mesmo, agradece ele por estar te usando como depósito, por estar te preparando pra virar esposinha dele’ Quando ele falou essas palavras meu corpo respondeu e Sam sentiu nos seus dedos. eu e Sam, não como amigos, não como irmãos, mas como…
‘O-obrigado Sam.’
‘Obrigado pelo que?’ incentivou Eric
‘Obrigado por g-gozar dentro de mim’ isso era humilhante, mas ao mesmo tempo necessário, eu não entendia onde o Eric queria chegar, mas como toda loucura que ele fazia eu sabia que tinha um propósito, Eric era maluco, mas um louco que eu aprendi a confiar minha vida desde que éramos duas crianças.
‘Agradece ele por te viciar nele.’
‘Eu já estou’ eu não tirei os olhos de Sam, mesmo com Eric chupando minha orelha e meus pescoço, mesmo com os dois tendo aumentado a velocidade dos dedos que me penetravam. ‘Eu to viciado em você desde que nasci, no seu cheiro, na sua voz, no jeito que você me olha, obrigado por me ajudar colocando uma parte de você dentro de mim todo dia’ Sam respirou fundo e senti seu corpo relaxando, lágrimas escorriam do seu rosto, então eu percebi que ele ainda carregava uma culpa desde o incidente na enfermaria, eu deveria ter percebido que ele precisava disso, ele precisava ouvir isso, mas Eric percebeu, percebeu que Sam tinha a mania de guardar a culpa das coisas e alimentar ela na cabeça silenciosamente, sofrendo no escuro.
‘Diz pra ele, diz tudo.’ Eu olhei pra Eric implorando com os olhos
‘Por favor Eric...’ Ele me calou com um beijo, forte, possessivo.
‘Ele não sabe, ele precisa saber, meu pequeno’
‘Eu preciso saber o quê?’
Eu e Sam tínhamos uma relação estranha, olhando com o conhecimento de hoje eu percebo que sempre fomos atraídos um pelo outro, mais do que isso, éramos absolutamente maravilhados um pelo outro ao ponto da imobilidade, se não fosse Eric agir como catalisador de algo entre nós é provável que Sam e eu ficássemos no campo platônico pelo resto da vida.
Eu puxei Sam para mais perto de mim pela cabeça enquanto Eric largava meu pescoço por tempo o suficiente para puxar com força Sam, me prensando entre os dois, um pau gigante nas costas e outro na barriga.
‘Eu te amo Sam. eu sempre te amei.’ Eu falei baixinho, os olhos de Sam estavam enormes, ele parecia ter esquecido de respirar
‘É? Você ama ele mesmo? Ama o suficiente para deixar ele colocar esse monstro que ele tem entre as pernas dentro de você quando chegar a hora?’ Ao ser mencionado eu senti o pau de Sam pulsar violentamente entre nós.
‘É o que eu mais quero, me entregar completamente a você, Sam’ então virei a cabeça para Eric, chupando seu lábio inferior ‘Me prepara Eric, me transforma na cuceta pessoal de vocês, enfia outro dedo em mim.’
‘AI CARALHO, SEU SAFADO!’ Senti seu pau vibrar nas minhas costas e o líquido quente me banhando enquanto ele fincava mais um dedo em mim.
Mas enquanto Eric ainda se recuperava do seu orgasmo eu fui puxado, virado de costas para a cama e Sam ajoelhou entre minhas pernas, com um olhar selvagem ele puxou meus joelho contra meu peito me abrindo, senti a cabeçona de seu pau encostar em meu anel decidida e ele se debruçou sobre mim soltando minhas pernas que automaticamente entrelaçaram em sua cintura.
Eu estava tremendo, esse era o momento, Sam iria me penetrar, ele iria tomar pra si meu corpo e minha alma de vez, e considerando o tamanho do porrete que ele carregava entre as pernas, talvez minha vida também, os mais de quarenta centímetros que separaram seu quadril do meu foram o suficiente para deixar sua cabeça na altura dos meus peitos, pela primeira vez eu olhava ele de cima para baixo, seus olhos procuravam o meu, implorando. veio a primeira estocada que penetrou a ponta da cabeça do pau dele no meu anel, na segunda eu senti uma pressão imensa em todo o meu traseiro, como quando você pressiona um folha de papel em um só ponto tentando rasgar ela, era isso que ele estava tentando, me rasgar? Na terceira estocada ele revirou os olhos e gozou dentro de mim, como sempre seu pau só tinha me aberto o suficiente para depositar sua carga dentro. Enquanto ele urrava eu salpiquei sua face de beijos, agradecendo ele.
Já faziam algumas horas que eu Sam ainda estávamos na mesma posição, algo parecido com missionário, a cabeça gigante de seu pau massivo ainda entalado na entrada do meu anel, somente a pontinha tinha conseguido penetrar e estávamos em uma batalha ferrenha para saber quem conseguia fazer o outro gozar mais vezes, as maçãs do rosto vermelho e os olhos quase fechados demonstraram à exaustão após três gozadas, seu pau estava praticamente todo melado com meu lubrificante natural depois de esguichar nele umas seis vezes.
Esse jogo de Sam me deixava louco e acabava por apertar cada um dos meus botões, sua face estava encostada na minha, meu rosto vermelho dos lados de tanto ser raspado por sua barba, seus lábios estavam em todos os locais, depositando beijos na minha testa, na minha bochecha, no meu pescoço, exceto onde eu queria, meus lábios ainda continuavam virgens de Sam, em todos os sentidos. Ele ao mesmo tempo que me recusava tudo ele se entregava completamente a mim, eu era o foco total dele, ao mesmo tempo que ele se recusava a me deixar chupa-lo ele estava com a cabeça de seu pau abrindo meu cu a força como um pé de cabra a horas depositando sua semente em mim como um maníaco. Isso me deixava confuso para um caralho e tão sensível que só de sentir seu hálito, um roçar de lábios eu me contorcia e esguichava em seu pau como uma fonte.
Eu e Sam nos amávamos, eu acho que nunca tive dúvidas disso, mas ao redor desse amor havia o medo, esse amor era tão grande que ia acabar nos consumindo completamente. Então apesar de estamos sempre gravitando ao redor um do outro sempre tinha um com a mão no peito do outro mantendo uma distância segura.
Pelo canto de olho eu observei Eric indo de um lado para outro no quarto, isso me intrigava. Eric deveria estar no treino de futebol, eu sabia que eles tinham concentração essa tarde e noite, mas ali estava ele ao redor, pouco interagia com a gente, parecia desinteressado, mexendo em algo aleatório aqui e ali no quarto, mas nada com Eric era por acaso, não é?
Sam suspirou e eu desviei minha atenção pra ele.
‘Tá cansado?’ eu perguntei preocupado
‘Nem perto, eu posso passar horas aqui’ Como se ele não tivesse a horas ali já. ‘Só que eu acho que preciso ir ao banheiro dar uma mijada.’
‘Oh, ok, eu acho que vou aproveitar para tomar um banho e fazer um lanche, tenho também que...’
‘Não.’ Sam me interrompeu. ‘Você se importa em ficar aqui, nessa posição, até eu voltar?’
Ele então esclareceu, timidamente. ‘Eu gosto dessa posição, gosto de olhar no seu rosto’ e ficou me olhando com expectativa, esperando minha resposta
‘Ok.. eu gosto de olhar para seu rosto também Sam’ Ele abriu um sorriso mostrando seus dentes brancos por detrás da barba, meu anel deu uma contraída ao redor da cabeça do seu pau, tirando um gemido de nós dois. Depois de alguns segundos ele suspirou mais uma vez desapontado. ‘Agora eu realmente tenho que ir, não dá pra segurar mais’
Nos preparamos para nos desconectar quando uma mão pesada pousou nas costas de Sam, prendendo ele no local. Eric estava ao lado da cama, olhando para nós de cima para baixo. Ambos olhamos para ele.
‘Pode ir.’ ele falou friamente.
‘Sim cara, eu vou no banheiro, tô precisando mesmo mijar’ Sam respondeu meio irritado.
‘Você já está onde precisa estar, é só fazer aí mesmo.’
Sam e eu baixamos os olhos e olhamos para o ponto onde seu pau se conectava em mim.
Não.
Ambos encaramos Eric, indignados.
‘Eu não vou mijar nele, você tá maluco?’
A mão de Eric continuou firme nas costas de Sam, ele não mudou nem um pouco a expressão. ‘Lembra do vídeo que eu te mostrei? Todo fluido corporal de alguém com a síndrome cavalar ajuda a amadurecer alguém com a síndrome de cuceta.’ como ficamos em silêncio olhando para ele, Eric repetiu. “TODO fluido corporal”
Sam pensou um pouco, então olhou para mim, derrotado.
‘Não, não, Sam, você não pode fazer isso’ Sam fechou os olhos e inclinou um pouco a cabeça pro lado, eu reconhecia aquela expressão, eu via ela constantemente no banheiro pela manhã. Eu lembrava dele no chuveiro encostando a mão na parede, inclinando a cabeça pro lado e gemendo alto enquanto segurava o pau, apontando para o ralo o máximo que podia.
Sam estava prestes a mijar.
Mas ele não estava no banheiro, a cabeça do seu pau estava conectada ao meu cu.
Eu comecei a entrar em pânico e tentei afastar Sam pelo peito, mas ele segurou meus braços e prendeu eles acima da minha cabeça, seu corpo começou a travar, os músculos do seu abdômen ficaram rígidos.
Eric ajoelhou ao lado da cama e colocou a cabeça sob os braços cruzados, como quem assiste tv. ‘Eric, por favor, para ele. Isso não é legal cara.’
Ele passou a mão pelo meu cabelo. ‘É pro seu bem, seu corpo vai absorver e amadurecer mais rápido.’
‘MEU BEM É O CARALHO, VOCÊS SÓ QUEREM ME COMER MAIS DEPRESSA, TIRA ELE DE CIMA DE MIM ERIC! SAM, SAI AGORA!’ Eu entrei em pânico e comecei a meter o pé nos flancos de Sam, tentando tirar ele de cima de mim.
‘Se você continuar, você vai machucar ele sério…’ Eric me avisou. Eu parei de chutar ele imediatamente. Sam me olhava com uma expressão meio dor, meio concentração para mijar. Eu tinha chutado ele na barriga, decidi mudar de tática.
‘Desculpa Sam, eu não queria te machucar.’ eu apoiei o calcanhar em suas costas de novo, liberando minhas mãos eu apoiei no ombro dele e passei pelo rosto dele eu deixei minha voz suave e baixa, para convencer a montanha de músculos sobre mim, já que força não ia adiantar.
‘Você precisa sair tá? Você não pode fazer isso Sam.’
‘Você pode sair agora, o Eric não tá te segurando’ então Eric olhou curioso para Sam, que o ignorou completamente.
Comecei a sentir o pau pressionado contra mim vibrar. ‘Não Samuel, eu não quero, sai de cima de mim, por favor!’ lágrimas estavam escorrendo do meu rosto agora.
O som veio do fundo da garganta de Sam, como um motor se aproximando, aumentando, seu pau ficou mais macio e pulsou uma, duas, três vezes e eu senti o jato me atravessar por dentro, me queimando por onde passava.
‘Aaaaaaaaaahhhhh’ era o gemido de alivio de Sam enquanto eu estava soluçando de olhos fechados sob ele balançando a cabeça de um lado para outro, minhas mãos cravadas em seu bíceps.
‘Caralho, que tesão’ Eric sussurrou baixinho do nosso lado.
Eu olhei para ele, indignado e com raiva.
‘Eu te odeio Eric, você nunca mais vai tocar em mim.’
‘Não sou eu que estou mijando dentro de você... Ainda.’ Eric atirou de volta, então se levantou e colocou sua vasilha de água ao lado da cama. ’Eu estou atrasado pro treino, preciso ir. Bebe isso Sam, e continua até eu voltar.’
‘Seu monstro!’ Eu berrei pra Eric que me deu o dedo de costas, saindo do quarto batendo a porta e trancando ela atrás de si.
‘Pode parar Sam, ele saiu.’ eu falei esperançosamente para Sam, alisando seu rosto, tentando tirar ele do transe.
O jato contínuo dentro de mim aumentou, minha mente cruel me lembrou que ele passava vários minutos mijando pela manhã, só que agora eu era o vaso dele. Meu rosto pegou fogo, quanta humilhação.
Era muito estranho sentir o jato quente dentro de mim, como algo que não pertencia ali dentro, me causando uma febre artificial interna, e aquela agonia de estar ficando cada vez mais preenchido.
‘Muito cheio Samuel, eu vou explodir.’
Perdido no momento Sam estava sem palavras, me arrepiava ele estar sentindo tesão com isso.
Eu estava subitamente muito cansado, sonolento, procurando algum tipo de abrigo e conforto do que eu estava sentindo puxei Sam para perto de mim pelos ombros, ele abaixou o tronco se apoiando nos cotovelos para não me esmagar, minha barriga cheia era pressionada entre nós dois, meu pau sendo pressionado de todos os lados e depois de ter sido maltratado e negligenciado por horas acabou derramando porra entre nós dois, selando minha humilhação total, Sam afundou a cabeça no travesseiro gemendo no meu ouvido ainda enquanto eu beijava seu trapézio procurando conforto no meu algoz, por que era a única presença quente perto de mim.
‘Por que você fez isso, Sam?’
