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Nem o ar, nem o mar, conseguiu apagar - Parte 20

Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Heterossexual
Contém 2892 palavras
Data: 02/09/2026 00:11:08
Última revisão: 02/09/2026 10:55:31

Kelly se despediu formalmente e olhou o marido que também a observava em silêncio. Ela se sentiu fraca, feia, cansada. Procurou o peito dele, e foi recebida com um abraço e uma frase derradeira:

- É melhor assim.

A porta estava aberta e Kelly ainda titubeava em atravessá-la. Tinha medo de estar caindo numa armadilha do próprio coração. Tinha medo de ir e não voltar. Mas, pela primeira vez desde o retorno de Chuck, sabia que não estaria mentindo, e pretendia honrar essa confiança. Conseguiria?

[CONTINUANDO]

O encontro aconteceu na sala de estar, exatamente no horário combinado. Katie estava na escola. A casa parecia maior e mais silenciosa do que o normal. Jerry e Kelly aguardavam sentados, lado a lado. Após minutos em que a tensão parecia ditar a regra daquela conversa, ouviram o som da campainha. Kelly olhou para Jerry, os lábios apertados, tensos:

- Acho que ele chegou.

Jerry não respondeu, nem gesticulou, nada. Apenas se levantou e foi em silêncio até a porta, abrindo-a. Chuck o cumprimentou com um meneio de cabeça contido. Jerry, por sua vez, esticou a mão. Os dois homens se cumprimentaram com um aperto de mão breve, formal demais para o que seria tratado. Kelly esperava de pé perto do sofá, as mãos entrelaçadas na frente do corpo, o rosto vermelho.

Chuck entrou e parou a alguns passos dela, não ousando se aproximar mais. Sorriu. Ela também. Jerry, que vinha logo atrás, apenas observava. O ar ficou imediatamente pesado.

Kelly foi a primeira a falar, convidando Chuck a se sentar no sofá a sua frente, indicado com um movimento de mão. A voz estava baixa, mas firme o suficiente para não tremer:

- Obrigada por vir, Chuck. Eu… A gente precisava conversar um assunto delicado, os três, juntos.

Chuck apenas anuiu com um discreto movimento de cabeça, encarando-a atento, sem saber o que esperar:

- Jerry teve uma ideia. Ele... me fez uma proposta. E eu acho justo que você ouça também. Afinal, ela te envolve.

- A mim!?

- Sim.

Jerry, que em pé estava, em pé permaneceu, posicionando-se perto da lareira apagada, com os braços cruzados. Chuck observava em silêncio do sofá, a postura rígida. Kelly ficou no sofá em frente a Chuck, perto o suficiente para ser ouvida e sentida, longe o necessário para não causar nenhum constrangimento. Era impossível isso não ser causado naquela noite, e todos logo saberiam disso.

Ela explicou tudo com cuidado, sem enfeites. Falou da espera pelo exame de DNA, da dúvida que corroía os três, da sensação que Jerry confessou de estar segurando-a à força, e da proposta: enquanto aguardavam o resultado, ela teria liberdade para se encontrar com Chuck alguns dias na semana, de forma discreta, apenas no horário escolar de Katie, e sempre com total transparência. Explicou também as poucas regras sobre o que poderia ou não acontecer entre eles.

O silêncio que se seguiu foi constrangedor. Chuck, boquiaberto e de olhos arregalados, olhou rapidamente de Kelly para Jerry, como se procurasse a armadilha escondida atrás das palavras:

- Você está falando sério? - Perguntou, a voz rouca, desconfiada.

Jerry respondeu antes que Kelly pudesse:

- Está! Não é generosidade, Chuck. É só… exaustão. Não quero mais ficar no meio de ninguém. Se ela precisa de você para ser feliz, que seja. Eu prefiro que ela descubra o que ainda sente sem mentiras do que continuar vivendo com a dúvida de que sou só a segunda opção, ou pior, a opção mais segura e menos emocionante.

- Jerry, por favor! – Resmungou Kelly, a face roxa: - Você não é, nem nunca foi minha segunda opção. Eu te amo.

- Eu acredito que você me ame, Kelly. Mas se eu fosse a sua primeira opção, não haveria dúvida alguma em relação ao Chuck.

Chuck, que o olhava nesse momento, passou a mão pelo rosto. Estava visivelmente desconfortável. As orelhas avermelharam:

- Isso é… loucura, gente! Eu... juro que não esperava por isso. Pensei que quisessem tratar de alguma coisa relacionada a gravidez. Mas isso!? Isso nunca me passou pela cabeça. – Ele suspirou, mordeu os lábios e encarou Kelly: - Eu preciso de alguns dias para pensar. Não posso, nem consigo responder agora.

Jerry assentiu. Kelly assentiu. E ainda respondeu:

- Tudo bem. A gente espera.

Dois dias depois, Chuck ligou. A voz ainda carregava hesitação, mas a resposta veio clara:

- Eu aceito. Apesar de achar tudo loucura, eu aceito. Mesmo com as condições que vocês colocaram, eu aceito. Só não sei onde isso vai dar…

Os primeiros encontros foram exatamente como Kelly temia e, ao mesmo tempo, como esperava: tímidos, quase inocentes. Eles se viram três vezes naquela primeira semana, sempre no apartamento de Chuck, sempre entre as nove da manhã e as duas da tarde. Conversavam sobre o passado, sobre a ilha, sobre os quatro anos de silêncio, sobre a gravidez e o medo do resultado do DNA. Sentavam-se em poltronas separadas. As mãos às vezes se tocavam por acaso ao passar um copo de água e os dois se afastavam como adolescentes pegos em flagrante. Houve um momento em que Chuck enxugou uma lágrima do rosto dela com o polegar e depois retirou a mão como se tivesse tocado em fogo. Kelly riu, nervosa, e mudou de assunto.

Quando voltava para casa, Kelly fazia questão de ligar para Jerry, contando que já havia chegado:

- Só conversamos. Sobre o passado. Sobre o bebê. Nada mais.

- E como foi?

- Normal, Jerry. Eu realmente não sei o que você poderia esperar que eu te contasse.

- É. Nem eu.

Em outras vezes, quando já estava em casa e ela voltava a tocar em algum assunto conversado, Jerry apenas ouvia, assentia, e guardava o alívio e a dor no mesmo compartimento.

Na segunda semana, algo começou a mudar. Kelly chegou dos encontros com os olhos mais vivos, a pele mais corada. À noite, no quarto, ela buscava Jerry com uma urgência que ele não via há tempos. Na terceira noite daquela semana, durante um sexo já intenso, ela se virou de quatro, olhou por cima do ombro e implorou com a voz rouca:

- Quero você aqui… atrás. Todo.

Jerry hesitou, se assombrou mesmo. Aquilo era raro entre eles. Mas a forma como ela o olhava não deixava espaço para recusa. Ele a preparou com cuidado, usou lubrificante, entrou devagar, e ela gemeu alto, enterrando o rosto no travesseiro. Foi profundo, intenso, desesperado. Não demorou muito e ela começou a tremer, perdida em sensações. Jerry veio pouco tempo depois. Quando terminaram, ainda ofegantes, Jerry traçou círculos nas costas dela e perguntou, baixo:

- O que está acontecendo com você?

Kelly demorou a responder, ainda perdida nas respirações descompassadas. Escondeu o rosto no peito dele antes de responder:

- Hormônios. Deve ser a gravidez… Você lembra como eu era na gravidez da Katie, né? Está mexendo com tudo.

Mas o silêncio que se seguiu e a forma como ela apertou os braços em volta dele deixaram uma possível verdade subentendida: os encontros com Chuck estavam despertando algo, e esse algo estava transbordando para a cama do casal. Ainda se ali ficasse, Jerry não tinha motivos para reclamar. Mas seu medo era justamente se o transbordamento se desse no apartamento de Chuck. E com isso, ele ainda não sabia como lidar.

Alguns dias depois, Kelly faria nova visita a Chuck. Jerry notou a diferença antes mesmo de sair de casa. Kelly se arrumava no banheiro enquanto ele colocava sua gravata. Notou que o sutiã dela era um transparente, de renda preta, tão ousado que ela só o usava em dias fora do habitual. A calcinha combinava, mínimo, preta, transparente. Atrás só três discretos fios a mantinham presa à cintura, pois na bunda desaparecia. O vestido que ela separara sobre a cama, era um belo florido de tons azuis, mas curto e bastante justo, marcava suas curvas com uma clareza quase declaratória de suas intenções. Jerry raramente a via se arrumar tanto em manhãs de semana:

- Vai sair? – Ele perguntou, a voz levemente trêmula.

- Vou encontrar o Chuck. Vamos almoçar juntos.

Jerry notou que o batom que ela escolhera era mais escuro que o que costumava usar. Mas pior foi seu olhar, distante, preocupado, levemente culpado. Ele sentiu o estômago pesar. A imagem se formou completa e cruel: ela estava se preparando para se entregar a Chuck. E seria naquele mesmo dia. Ele quase desistiu e só não o fez porque Katie irrompeu em sua suíte, lembrando-o de que tinha aula.

Kelly beijou a filha e por um instante a olhou de uma forma diferente. Então, murmurou um “até mais” para ela e para Jerry sem conseguir olhar nos olhos dele, e saiu.

No consultório, Jerry não conseguiu atender. Cancelou os pacientes da manhã com a secretária, alegando uma enxaqueca. Ficou sentado na cadeira olhando a parede em branco. A certeza de que, naquele momento, a mulher que ele amava estava se despindo para outro homem quebrou alguma coisa definitivamente dentro dele. E então ele decidiu: iria para casa, faria as malas e terminaria o casamento. Descobrira, enfim, que não conseguiria suportar aquela situação.

O céu, que pela manhã estava limpo, fechou de repente. A chuva começou fina e logo se transformou em temporal. Jerry dirigiu mesmo assim. Entrou metade do carro na garagem, subiu direto para o quarto e abriu o armário. Puxou a mala grande. Começou a dobrar camisas com movimentos mecânicos, o rosto fechado, a mandíbula travada. A sensação de derrota o dominava.

Enquanto isso, do outro lado da cidade, Kelly e Chuck estavam no apartamento dele. Havia uma tábua de frios sobre a mesa, uma garrafa de vinho pela metade e risadas ecoando de alguma lembrança compartilhada do passado. Chuck notou a mudança nela no mesmo instante em que ela tirou o casaco. O vestido, a forma como o cabelo caía solto, o olhar que demorava um segundo a mais no dele:

- Você está diferente hoje... – Murmurou o óbvio.

Kelly não negou. Eles seguiram conversando. Aliás, mais se olhavam, se analisavam, do que conversavam. O vinho ajudou a soltar o que a conversa não conseguia. Em determinado momento, Chuck não resistiu e se aproximou, tocando o rosto dela. Kelly não se afastou. Ao contrário, o encarou, esperou, desejou. E um beijo aconteceu. Começou contido e logo se aprofundou. As mãos buscaram o corpo um do outro. As respirações se misturaram.

Foram tateando as paredes na direção do quarto, despindo-se mutuamente pelo caminho, sem pressa, mas sem hesitação. Quando ficaram nus, Chuck a deitou na cama, beijou o pescoço, os seios, a barriga ainda plana, e se posicionou entre as pernas dela. A glande já deslizava úmida contra a entrada, fazendo Kelly suspirar profundamente. Entretanto, quando ele posicionou junto à entrada de sua vagina, Kelly colocou as duas mãos no peito dele e o segurou, suavemente, mas com firmeza:

- Para, Chuck. Por favor. Para.

Chuck congelou imediatamente. O olhar era de confusão, tensão, tesão:

- O que foi? Fiz algo errado?

Kelly estava ofegante, os olhos cheios, mas agora desviados do olhar dele:

- Eu não posso. Eu pensei que pudesse… pensei que quisesse... – Ela suspirou novamente: - Mas não posso. Eu te amo, Chuck. Eu sei disso. Eu sinto. Mas eu amo o Jerry também e também a vida que a gente construiu juntos. A Katie... A minha família... Eu não posso fazer isso com ele. Não é certo. Quero envelhecer com ele. Eu não consigo te dar o que você merece. Não mais. Me desculpa.

O pau de Chuck sentiu o baque antes dele próprio. Ele ficou em silêncio, um longo e constrangedor silêncio. Depois se afastou dela, sentando-se na beira da cama, o rosto baixo. Kelly começou a se vestir com as mãos trêmulas. Antes de sair, tocou o ombro dele:

- Desculpa.

Ele apenas assentiu, sem conseguir olhar para ela.

Kelly seguiu pelo corredor pegando o restante de suas roupas. Então, desceu as escadas vendo a chuva torrencial lá fora. Entrou no carro encharcada. Seguiu diretamente para casa. Mas poucos quarteirões antes de chegar, o motor engasgou e morreu. Ela tentou ligar três vezes. Nada. Abandonou o veículo, fechou a porta e continuou a pé, a água escorrendo pelo cabelo, pelo vestido colado ao corpo, pelos sapatos encharcados. Quando virou a esquina, viu o carro de Jerry estacionado meio dentro da garagem. O coração disparou, não de medo, mas sim pela decisão tomada.

Entrou pela porta da frente, deixando poças no chão. Não viu o marido de imediato. Seguiu pelo corredor escadas chamando o nome dele. Encontrou-o no quarto, de costas, dobrando uma calça dentro da mala aberta:

- Jerry…

Ele se virou. O rosto estava cansado, os olhos vermelhos. Viu o estado dela, encharcada, tremendo, a maquiagem escorrida, e a expressão endureceu ainda mais:

- O que é isso? – Ela perguntou, apontando para a mala.

- Eu não consigo... - Disse ele, a voz baixa e rouca: - Eu não consigo viver sabendo que você ainda o ama e foi lá se entregar a ele de novo. Eu pensei que conseguisse. Eu... Eu tentei. Eu abri a porra da porta, mas eu não consigo.

Kelly deu um passo à frente, a água escorrendo pelo vestido e formando uma poça a seus pés:

- Eu não me entreguei. Eu fui. Eu quase… quase fiz. Eu estava na cama com ele, pelados os dois. Ele ia… Mas eu pedi para parar. Eu não consegui. Porque no momento em que senti o calor do corpo dele, eu só consegui pensar em você, na Katie, na vida que a gente tem. E eu decidi te escolher, hoje e para sempre. – Então, ela deu uma risada jovial, genuína: - Daí, eu voltei. Meu carro enguiçou perto daqui e tive que vir andando na chuva. Mas eu voltei.

Jerry ficou parado, a calça ainda nas mãos. O silêncio foi longo. Ele olhava nos olhos úmidos dela, procurando alguma falha, alguma mentira. Mas só viu determinação e algo que ele já esquecera há tempos: determinação e escolha. Ele então empurrou a mala para o lado com um gesto brusco. E atravessou o quarto em dois passos, puxando-a para si com força, como quem agarra a única coisa que ainda faz sentido. O beijo foi molhado de chuva e lágrimas, desesperado e aliviador ao mesmo tempo. As mãos dele abriram o vestido encharcado com dificuldade, o tecido colando na pele arrepiada dela. Ela arrebentou os botões da camisa dele, desabotoando a calça com raiva. Roupas caíram no chão molhado formando um monte escuro.

Eles tropeçaram até a cama. Mas Jerry a deitou com cuidado, como se ela fosse ao mesmo tempo frágil e forte ao mesmo tempo. Beijou cada centímetro de pele fria e úmida: a testa, as pálpebras, a boca, o queixo, o pescoço, o vale entre os seios, obviamente os seios, o ventre onde o segredo ainda crescia em silêncio. Desceu até entre as coxas e a lambeu com uma fome devota, a língua traçando círculos lentos e depois rápidos, chupando o clitóris até Kelly arquear as costas e gemer o nome dele como uma prece. Quando ela estava no limite, ele subiu o corpo e entrou nela de uma vez, fundo, completo, os olhos nos olhos:

- Eu te amo. – Repetiu ela, a cada estocada: - Eu te escolho. Só você.

Kelly puxou sua boca e trançou as pernas em volta da cintura dele. Unhas passaram a arranhar suas costas, respondendo com o corpo inteiro. Eles se moveram como se tentassem fundir pele, osso e memória. Ele a virou de lado, depois de quatro, depois a colocou por cima, deixando que ela ditasse o ritmo enquanto ele beijava os seios e sugava os mamilos.

Ela se oferecia cada vez mais, o corpo reagindo, mais aberto, mais entregue. Novamente, ela se posicionou de quatro. Ele a preparou com a língua e com os dedos, e a tomou por trás com uma lentidão devocional. Logo, o peito colava às costas dela, a boca no ouvido sussurrando que ela era dele novamente, que era para sempre.

O orgasmo veio em ondas, primeiro nela, longo e tremido. Depois nele, profundo, derramado dentro dela enquanto os braços a apertavam como se pudessem impedir o mundo de existir do lado de fora. Ficaram unidos por longos minutos, a respiração aos poucos se acalmando, a chuva batendo na janela como um aplauso distante daquele momento de reconciliação tão aguardado.

Depois, ainda enlaçados, Jerry beijou seu ombro e falou contra a pele:

- Preciso manter a porta aberta ainda?

Kelly deu um sorriso para ninguém e respondeu:

- Não. Agora eu sei quem eu quero.

- Então, a partir de agora a gente fecha ela. Juntos.

Kelly assentiu, lágrimas agora se misturando ao resto da chuva que ainda escorria do cabelo:

- Juntos... - Repetiu ela, voz baixa: - Mas... o bebê?

- Vamos fazer o que a Laura orientou e não nos preocuparmos antes do tempo. O importante é que agora estamos juntos.

Kelly puxou os braços dele entre seus seios e ficou olhando para a parede. Jerry encaixou-se atrás dela e ficou sentindo o perfume de seu xampu.

Do lado de fora, a tempestade continuava.

Do lado de dentro, pela primeira vez em muitos meses, o silêncio não era ameaça. Era apenas dois corpos que tinham se reencontrado de novo. E agora se prepararam para lutar juntos.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Este conto recebeu 54 estrelas.
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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 408Seguidores: 787Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Quanto ao casal... Ótimo em se encontrarem e se escolherem...

MAS... Deu Dó do Chuck...

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O Chuck nem deveria ter aparecido porque quando ele soube que a antiga namorada já tinha ele como morto e que ela já tinha se casado com família formada nem deveria ter aparecido. O caso da Kelly com o Jerry já é prego batido e ponta virada.

Não tenho um mínimo de dó do Chuck, ele é aquele que nós chamamos de empata fhoda. Ele que vá procurar outra pessoa e deixe a antiga namorada em PAZ com sua família.

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Achei muito interessante esses dois últimos capítulos, alguma simbologia nas palavras durante o sexo do casal nos capítulos 19 e 20:

Capítulo 19 - Jerry fala para Kelly

- Eu te amo. - Murmurou contra a boca dela: - Eu te quero. Sempre. Só você.

Capítulo 20 - Kelly fala para Jerry

- Eu te amo. – Repetiu ela, a cada estocada: - Eu te escolho. Só você.

Acho que seria essa resposta que ele esperava dela, ele deixou claro que era exclusivo dela, e agora ela respondeu na mesma moeda.

Outra situação que contou pontos para o casal foi a cumplicidade em resolverem juntos os problemas que vierem.

"- Preciso manter a porta aberta ainda?

Kelly deu um sorriso para ninguém e respondeu:

- Não. Agora eu sei quem eu quero.

- Então, a partir de agora a gente fecha ela. Juntos."

Mas seria o final perfeito, porém o conto é de conflito emocional, portanto devem surgir mais problemas. A paternidade da criança... se for dele, o Chuck não vai abrir mão da criança, nem o Jerry vai querer criar e acho que nem a Kelly deixaria o filho ir com o Chuck. Vai ser lenha. Bora esperar.

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Há tb uma situação... o Jwrry não consegue aceitar que ela "ama o Chuck". Ela afirmou para o Chuck que o ama. O casal de autores sabe que é difícil conviver com esse tipo de situação. E olha que no caso dos autores era apenas uma "paixão" e já deu o que todos nós sabemos, imagine sentir "amor"... o trem não é pra amador...

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Jerry aceitou as traições muito facil, essa escolha da Kelly não limpa o caráter e a honestidade dela, e ele embora perdoando vai sempre lembrar que foi traído, e isso pra quem não tem vocação de corno, deve doer pra caralho, e dificilmente será esquecida.

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Só de ter aceitado ir se encontrar com o bola de vôlei foi outra traição.

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Que isso, dodinha... A proposta veio do Jerry. Foi desespero mas foi algo que ele mesmo engendrou... Foi uma jogada madura mas desesperada

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No fundo eu até acho que o Dodinha não está de todo errado, pois a impressão que eu tenho, é de que no fundo o Jerry fez a proposta querendo que a Kelly não aceitasse de jeito nenhum, seria uma armadilha velada.

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Acho que estão parcialmente certos e o texto corrobora isso.

Ele não fez com essa intenção consciente. Mas quando ele quebra, ele mesmo diz que não ia aguentar. Vocês estão certos, foi uma armadilha mas não intencional

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Meus manos Sensa e Mhcmmnopqrstuvxz

Já se perguntaram se a esposa não tivesse uma filha com o esposo não iria deixar o esposo pra viver com o bola de vôlei ?

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Provavelmente sim, mas tudo isso agora fica nas teorias passadas o que importa agora é daqui pra frente e eu penso o seguinte.

Coitado do BA pois ficou 4 anos na merda da ilha quando voltou viu que já tinha sobrado e resolve ir embora, deixar tudo para trás e recomeçar. Mas ai chamam ele e abrem uma porta para ele entrarem quando ele põe o pé pra dentro batem com a porta na cara dele. Meus amigos eu sei que não fizeram isso de propósito mas foi uma maldade terrível com alguém que passou pelo que ele passou.

Agora qual será a reação dele?

Vai ficar calado de boa e aceitar isso tudo?

E se a filha for dele?

Esse cara sim, tem tudo para ficar biruta.

Quanto ao Jerry ele jogou alto e ganhou, com gol nos acréscimos mas ganhou e pelo andar da carruagem mesmo que o filho venha a ser do BA ele parece que vai assumir.

🌟🌟🌟

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Mas só que ela tem essa Filha, não é hipótese, não é sonho, não é possibilidade é fruto de uma amor cândido que se tornou pleno com o nascimento dessa Filha do casal, então não é uma hipótese a ser considerada.

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Talvez sim, talvez não... De verdade, acho que a confusão seria maior mas não seria algo tipo "chegou e perdeu"

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Sera mano Mhcmm ?

Pensa bem , veja oque ela disse pro bola de vôlei.

A filha pesa em sua decisão

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Pior se não pesasse na decisão, faria da Kelly uma vaca 🐄 sem coração, uma mãe que não liga para o bem estar da própria filha.

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Mas aí tem outra parada que você não tá levando em consideracao: nós não temos o dado de como era a vida do Jerry e da Kelly antes da Katie... Não dá pra avaliar por isso. E se fossem aventureiros? E se fossem hedonista? Ou voyeurs... Há possibilidades demais pra chutar algumas coisas... Essa, pra mim, é uma delas.

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A Kelly ficou grávida meses depois do Chuck desparecer, com o BA era vida monogâmica, Certinha dentro das quatro linhas, só que o BA viajava muito a trabalho ...

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Só tenho uma coisa a dizer.

Lembro que o terapeuta de Chuck fez de tudo para que ele saísse dessa situação, onde ele já pensava em se matar.

O terapia senhor do outro casal citado disse que conversou com "todas" as partes envolvidas no caso dele.

E a terapeuta desse casal Kelly e Jerry não se preocupou com a situação de Chuck nessa proposta que ela "afiancou".

Boa noite amigos e inté!

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Exatamente, falei sobre isso hoje já, a Dra. Sardentinha só se preocupou com seu dois pacientes numa equação com três elementos, BA ficou de fora, não somou, não dividiu, não multiplicou, não subtraiu, ficou um zero a esquerda até o final e só foi descartado no final, como você e Kiquinho queriam, era melhor para ele, que não tivesse aceitado a proposta kkkkkkkll

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Era óbvio que ele não deveria ter aceitado meu Presidente.

Mas vamos aguardar.

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Mas para se proteger e não consertar a burrada do Jerry, aguardando na disciplina

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Outra coisa...

Eu nao costumo acreditar muito nos spoiler do Mark, pois eu tenho a sensação de que ele muda muito o rumo da história.

Mas se considerar que no capitulo da traição a resposta estaria na descrição do ato sexual segundo o Mark, eu penso em uma nova questão.

Foi mostrado nesse capitulo que a Kelly sentia muito tesao nos encontros com o Chuck, tanto é que o desempenho sexual do casal mudou pra melhor.

Após a traicao a Kelly se quer deu tempo para o Chuck conversar, foi como se o orgasmo tivesse resolvido a questao.

Sera que esse amor ou paixão que a Kelly acha que tem pelo Chuck, não seria apenas uma química sexual ?

Acredito que seja completamente possivel se amar uma pessoa, mas ter química sexual com outra.

Apesar da nossa sociedade querer juntar sexo e amor em uma mesma pessoa, eu acredito que dá pra amar muito uma pessoa, porem ter uma trepada maguinifica com outra pessoa.

Nao sei se consegui me fazer entender, mas seria algo como "amor e romance é uma coisa, sexo e química sexual é outra. As vezes se tem um sexo muito bom com uma pessoa que na verdade voce nao ame, e tem sexo mais ou menos com o amor da sua vida"

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Só um adendo, Osório... Ele cita que na gravidez da Katie ficou igual... Então agora não sabemos se é a gravidez ou se é o Chuck. Em que pese que desde que eles voltaram a se relacionar, a coisa tá pegando fogo

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Estou falando disso OsorioHorse, só que eu estou chamando de Amor Passional pelo Chuck, pois é mais que uma simples química sexual, até porque a transa traidora deles foi meio barro e tijolo, já com Jerry é um Amor Familiar, menos intenso, porém é pleno. Qual amor é mais poderoso, o Amor Intenso ou o Amor Pleno?

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Esquece a pergunta que te fiz com um trecho da transa deles. Vc ja respondeu.

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Menos intenso depois dos últimos dois episódios? A coisa funciona pra eles. Eu acho que o lance Kelly/Chuck é ela se sentir jovem, reviver uma época menos complicada, mais livre... Sei lá... Apesar dela falar que o sexo com Chuck era intenso e pipipi popopo, a transa dela com o Jerry nesse e no capítulo anterior foram bem viscerais e também românticas.

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Nao acho que a química sexual ou o tesao em uma pessoa seja amor. É apenas vontade sexual.

Como eu disse, pra mim.pode acontecer de se amar uma pessoa (como Kelly ama o Jerry sendo ele o homem pra vida dela) e amar fazer sexo com outra pessoa que nao necessariamente é a pessoa que voce quer morar junto, casar, ter filhos e etc. É apenas uma pessoa que faz um bom sexo.

Talvez esse fator sexual pode ser, segundo essa minha teoria,.O que esta fazendo a Kelly ter dúvida. Onde ela acredita ser amor é apenas tesao e bom sexo.

Tradicionalmente somos ensinados que devemos ter tesao e bom sexo com a pessoa que amamos, mas sabemos que na vida real a coisa é mais complexa que isso.

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Ela sentia e sente muito amor pelo Chuck, eles ficaram juntos e moraram juntos por vários anos, se amavam com intensidade, o que atrapalhava era o Chuck ser Workaholic, então não pode ser resumido a tesão e sexo bom, havia um história muito linda entre os Kelly e Chuck para ser resumida em tesão e sexo, se não me engano, você disse que tinha assistido ao filme, se for verdade é por esse motivo que eu acho que você está com essa percepção, Kelly e Chuck tinham problemas no relacionamento mas sempre se amaram com profundidade, então tudo isso volta em um estalo. É complicado.

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Sobre a escrita desse capítulo

Achei o capitulo corrido. Poderia ter entrado mais nos diálogos entre a Kelly e o Chuck e trabalhado mais com as dúvidas usando o ponto de vista dela.

Agora minha impressão sobre essa relação dela com o Chuck:

Kelly não é uma adolescente ou jovem adulta descobrindo a vida, é uma mulher experiente, que ja sofreu a dor da perda duas vezes, que formou uma família, que sabe a diferença do certo e do errado, e completamente capaz de entender a diferença do que é paixão e do que é amor.

Acho eu que no mundo real, em uma única conversa honesta, sem culpa, sem omissão, sem o peso de tudo que ela estava carregando, sabendo que o Jerry estava ciente, ela conseguiria diferenciar o que sente de fato pelo Chuck.

Em uma única conversa honesta e aberta ela conseguiria decifrar quem ela foi, quem ela se tornou e o que ela quer para o futuro e avaliar quem o Chuck era, o que ele passou e quem ele veio a ser.

Uma única conversa séria o suficiente para uma mulher como a Kelly entender o que precisava entender para se decidir.

Sobre o ato sexual.

O Sexo nesse ponto nao seria necessario para Kelly se decidir. Acho até que se consumado seria pior pra ela mesmo.

Vamos aguardar os próximos capítulos.

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Concordo com tudo, mas temos que levar em conta que o que a Kelly está vivendo é totalmente surreal, além da compreensão já estabelecida , então a experiência ajuda, mas não prepara para uma situação que envolve sentimentos e emoções tão irracionais, lembrando que ela já tinha feito a escolha, mesmo sendo parcialmente honesta em seus sentimentos, foi o Jerry que bagunçou tudo com a proposta sem propósito.

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O Jwrry ofereceu essa tal de "porta aberta" para ele ter certeza o que a Kelly escolheria. Porém a porta estava aberta ate um certo "tanto".

Quando Jerry percebeu que ela havia escolhido se relacionar sexualmente com o Chuck, Jerry decidiu tambem terminar de vez o casamento.

Jerry deu a corda, ficou a cargo da Kelly decidir se se enforcaria ou não.

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Me interessou. Concordo com Osório.

Kelly poderia ter resolvido tudo em uma conversa e fim de papo e fim de conto.

Mas parece novela antiga da Globo. Kelly só está enchendo linguiça e se arrastando demais.

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O conto necessariamente nao precisaria acabar ai. Ate pq tem a questao do filho.

Mas acho que criar um capitulo de conversas profundas e senti.enros intensos, seguindo a linha dos capítulos dos piscicologos, entre Chuck e Kelly seria interessante.

Poderíamos entender melhor o que a Kelly sente, entender a visão do Chuck, e perceber se o "amor" que a Kelly sente ou acha que sente é o mesmo que o Chuck sente.

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Exatamente, a situação da Kelly não e simplista, é cruel a decisão dela, pois a sua decisão causaria grande dor e sofrimento para alguém que ela ama muito, nem o Jerry e tão pouco o Chuck merece essa dor e esse sofrimento, é a escolha de Sofia, não tem como ser justa, sendo assim, para uma pessoa com amor no coração e empática a decisão não é tão simples é quase um dilema Existencial, pois é o Passado Vívido versus um Presente Concreto para um futuro incerto, qual escolha ela não perderia parte de si mesmo?

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"Kelly soltou um gemido baixo, jogando a cabeça para trás, enquanto enterrava os dedos no cabelo dele. Aquilo até podia parecer amor, mas não era, era instinto primitivo. Não havia delicadeza, apenas uma necessidade crua de se reencontrar, se entender."

O que vc entende disso?

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Quem disse que o Amor Familiar não tem Safadeza e Tesão, sou a prova viva que tem. Kkkkkkkkk

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Mark deu um puta spoiler nos comentários do outro capitulo dizendo que as coisas iam piorar muito, pelo decorrer deste a unica forma de piorar muito é o filho ser do Chuck ...

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O ato de Jerry foi imprudente, concordo, mas uma puta demostração de amor pela esposa. Mark é um romântico, não ia deixar tal ato de amor se perder. Ótima história.

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Um ato de amor desesperado, mas não deixa de ser um puta ato de amor, concordo contigo.

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Rapaz, apesar de ter virado piada nacional, a frase que melhor ilustra o amor é "o amor é uma dor"

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Tem quem fale que o amor é para os Idiotas ficarem ainda mais Idiotas,

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Só que ainda acho que o ba não e tão bonzinho assim aí da acho que ele vai aprontar alguma coisa e bem feito pra ele voltou viu que a mulher já tinha outra família e até uma filha deveria ter se afastado ninguém tem o direito de entrar no meio de nenhuma família

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Este capítulo foi o que mas me surpreendeu,a decisão da Kelly foi não foi surpresa,foi a verdade o presente,o marido a filha a vida o futuro,como digo passado e algo que deve ficar p traz.parabens marck

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Espero que o Chuck veja toda essa situação como forma de libertação pra ele também, busque recomeçar com outro amor (Quem sabe a dona do seu último pacote entregue, se não me engano, a Bettina).

Talvez com um laço ainda com a Kelly, se o filho for dele.

Nesse capítulo fiquei feliz, pois o amor de família prevaleceu entre o casal. Agora vem a pergunta. Agora, Jerry sabendo que a Kelly o escolheu, será que se o filho for do Naufrago, o Jerry criará?

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O aprendiz de corno manso, foi salvo pela atitude e resistência da esposa. Até quando ela vai resistir?? Será que o boi manso vai insistir??? Será que ele vai desistir do projeto Cuckold????? Veremos nos próximos capítulos...

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Será que agora o “bicho” pega ???

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Parece que Kelly consertou a sua burrada e de quebra consertou a burrada do Jerry, só temo pela sanidade do Chuck, essa falsa oportunidade que lhe foi irresponsavelmente oferecida pode deixa-lo numa hecatombe emocional sem parâmetros, qualquer ser humano normal surtaria, vamos ver o que a Dra. Sardentinha vai achar em saber que, em prol da "sanidade" dos pacientes dela, a desastrosa abordagem terapêutica poderá causar um colapso emocional em outro ser Humano que estava envolvido nessa perigosa equação emocional, no qual ela usou somente dois elementos para solucionar, desprezando totalmente o terceiro. Sensacional, nesse segundo Round o Amor Familiar venceu com folga, mas a luta ainda não acabou ao meu ver, ainda haverá mais um Round decisivo, pois a porta foi fechada, mas as janelas ficaram abertas.

Eita conto bom da Porra.

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Não vi Kelly consertar nada. Jerry pior do que estava e Chuck virou o ponto de interrogação.

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Coé, Ram... É o primeiro acerto da Kelly no conto! Consertar que o sensa diz é quanto a questão da "proposta" ela dizer pro Chuck que não precisa disso pra saber que ama e quer ficar com o marido de forma tão resoluta, acerta muita coisa entre eles.

Por outro lado, a preocupação do sensatez é esperada mas não acho que se concretize. Chuck é um sobrevivente e do pior tipo, daquele que sobrevive sozinho. Ele já tava pronto pra ir embora e tinha aceitado o distanciamento. Agora vai ser um retrabalho do caralho...

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Amigo Big M, eu vi aqui Kelly escolher Jerry, Katie e sua vida. O amor por Chuck permanece intacto. Se ela tivesse se vestido e conversado com ele, com calma teria sido diferente. Ela saiu correndo ao invés disso.

Jerry quando notou que Kelly dessa vez se vestiu para "matar", ele quebrou, já foi fazer as malas, provando que ele já passou dos limites.

E Chuck, Kelly seu a ele o que eles mais queria, uma chance onde eles puderam se reconectar e isso foi tirado dele de forma brusca.

O que eu quis dizer que nada foi resolvido é que a situação continua muito frágil ainda.

E estou gostando muito do conto.

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Acho que é uma situação similar de um outro conto que eu li. Kelly não "finalizou" com Chuck.

E sendo assim, Chuck também não teve esse desfecho.

E Jerry agora pensa que tudo se resolveu. Mas na menor situação de anormalidade Jerry aguenta?

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Isso foi um ato romântico e licença literária mas ela terminou sim com o Chuck. Ela falou, pela primeira vez, de maneira resoluta sobre quem ela queria.

Jerry quebrou como todos nós esperávamos que ele fosse quebrar. Mas a quebra veio com uma cola definitiva. Foi uma cena fofinha, Po.

Nunca houve garantia de nada. Dizer que foi tirado de forma abrupta é dizer que eles estavam pra voltar ou coisa parecida e isso nada mais era do que uma possibilidade

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Sim, foi romântico e a cena foi fofinha.

Mas agora eu vou esperar para ver como esse elefante vai andar dentro dessa lojinha de cristais.

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Como eu falei em metáfora, realmente ela terminou com o Chuck, fechou a Porta definitivamente, mas a situação da proposta sem propósito escalonou tanto a situação que as janelas ficaram abertas e o Chuck pode se aproveitar e entrar novamente na vida da Kelly por esse caminho. Cabe a Kelly fechar todas essa janelas que se escancaram para o Chuck durante essas duas semanas.

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Vou ser sincero com vc! Estou vendo tudo de fora agora. Aconteceu igual a Luma e Cortez. Por enquanto perdi a empatia pelos personagens.

Não acho que eu possa ser um bom debatedor mais.

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Sei lá, vejo diferente, não vejo nenhuma faceta similar para fazer uma analogia com Luma e Cortez, pois entre eles nunca houve amor de verdade, agora nesse conto estamos vendo o amor em sua essência, em profundidade e pluralidade e talvez vejamos ainda uma forma alternativa para que esses amores tão profundos, sofridos e resilientes possam conviver em harmonia sem que aja contragostos em todos os amados amantes.

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Eu te entendo... Eu havia perdido a empatia mas a Kelly recuperou a de ambos.

Jerry tomou uma atitude desesperada embasado no medo e buscando resposta. Foi validado por quem deveria ter censurado e isso ganhou uma força que o cara não podia lidar. E a Kelly aceitou também sabem que nem ele e nem ela podiam lidar. Mas ela entendeu o que o Jerry queria e tentou POR ele.

Kelly teve aquilo que Jerry lhe ofereceu. Uma escolha. Uma chance de descobrir o que queria. Bicho... Ele liberou ela a custa de si próprio mas com a esperança de não perdê-la. Ela usufruiu dessa liberdade e desço riu que não precisava de todos esse tempo e nem de mais ninguém além do marido. Ela fechou a porta com força e com certeza, que o Jerry abriu por medo e desespero.

Depois de tantos episódios eles finalmente parecem um casal de verdade. E mesmo o rastro de destruicao que ficou pelo caminho, será encarado pelos dois como unidade e não mais com divisão. Recuperei minha fé neles. E tô feliz com isso... Rsrs

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Bom dia Fechamento, minha preocupação se baseia em que apesar do Chuck realmente ser um sobrevivente, a resiliência dele foi mais física, lembre que ele tentou se matar na Ilha e está tendo pensamentos nesse sentido agora também, na Ilha ele tinha a esperança de ter a Kelly de volta, isso o manteve vivo, mas agora, apesar da Kelly ter sido "liberada" pelo Marido em Bandeja de Ouro, a própria Kelly colocou um fim na "Esperança de Vida" dele desde a Ilha, isso é impactante emocionalmente e psicologicamente, o Chuck não é uma Rocha Firme psicologicamente, então eu realmente temo pelo Chuck, não foi tratado psicoemocionalmemte como deveria ser tratado, toda a preocupação, condencendencia e empatia do casal pelo o que Chuck passou , lá no início, agora foi jogada totalmente no Lixo pelo Casal.

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Conversamos ontem sobre esse aspecto psicológico de Chuck, sobre a falta de importância dado a ele psicologicamente nesse triangulo.

Agora é aguardar para ver se ele sai inteiro ou não disso tudo.

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Sinceramente, acho que o que vai quebrar ele nem é tanto a liberação. Foi o fato dele ter conseguido se livrar e ambos, Jerry e Kelly o arrastaram de volta. Não acho que vá haver nada drástico agora principalmente porque o filho pode ser dele...

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Faltam três meses para saber a paternidade, é um tempo longo demais para uma angústia de derrota total. Passaram mel na boca de um Urso Faminto e deram as costas, as consequências serão imprevisíveis.

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Eu ainda acho que a gente tá piorando a coisa muito mais do que realmente é. De verdade, até acho que ele vai dar uma surtada mas não pra cima deles e nem tentar se matar. Por mais estupido que seja, o Wilson não deixaria ele se matar... Rsrs

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Bom dia meu Querido Embaixador, gostaria de explicar meu ponto:

Qual foi a Burrada da Kelly?

R. - Ter traído a confiança e jogado a dignidade do Jerry no poço em ter transado com Chuck em uma traição sórdida.

Como ela consertou a burrada dela?

R. - Ter se recusado a transar com o Chuck mesmo estando totalmente liberada pelo Marido, fazendo a escolha pelo Amor Familiar sem testar mais nada.

Qual foi a Burrada do Jerry?

R. - Não acreditar que o amor de Família é tão ou mais forte que qualquer outro.

Como a Kelly consertou a Burrada do Jerry?

R. - Mostrando e provando inequivocamente, apesar da proposta sem propósito, que o Amor Familiar da Kelly , que o Jerry está incluso como arrimo, é muito maior que o Amor Passional que ela sente pelo Chuck.

Chuck foi realmente deixado de lado nessa Equação Amorosa, mas deste a elaboração dessa equação, ele foi incluído na proposta inadivertidamente e aceitou porque naquele momento ele aceitaria QUALQUER coisa vindo da Kelly sem pensar e analisar as possíveis consequências negativas, a Dra. Sardentinha tem responsabilidade nisso.

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Eu entendi meu caro Presidente!!

Vamos ver o que ver o que vai rolar.

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Esse foi o melhor final que o Mark fez na minha humilde opinião. Não tinha mais sentido esse envolvimento emocional da Kelly com o Chukc, esse passado deveria ser enterrado pois não havia possibilidade dessa união dar certo, a Kelly e o Jerry já estavam com a família formada com uma base sólida de cumplicidade e amor 💘 portanto não 👎 havia possibilidade do Chuck chegar nessa altura do campeonato e destruir essa união.

Para mim foi a capítulo que me deixou torcendo para que o Kelly não se tornasse em mais um corno manso. Mark está de parabéns. 👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏

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Eu indo dormir e leio uma pedrada dessas!! Que cena linda!!! E foi o primeiro eute amo sincero e feliz dela desde que começou a série!!!!

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