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Psicologia do corno: transformando o inevitável em prazer – Parte 5

Da série Contos Avulsos
Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 2743 palavras
Data: 11/09/2026 02:59:00
Última revisão: 11/09/2026 09:25:09

A verdade é que, contra toda a lógica, ou não, aquela conversa incomum tinha criado uma atmosfera de erotismo quase insuportável. Aconteceu sem que percebêssemos. Sentir em meus dedos aquela umidade tão familiar na buceta de Morgana me deixou com a convicção de que eu só havia acabado de libertar em minha futura esposa aquela que é a essência de toda mulher. Agora, ela se sentia livre para ser o que toda mulher é: chifradeira.

O mais estranho é que aquilo não me deixou aborrecido. Ao contrário, fui acometido de uma fome incontrolável de devorar aquela mulher, no que parecia ser plenamente correspondido, a julgar pela forma como nos atracamos já ali, no sofá da sala. Afundei meu rosto em seu pescoço, ela afundou no meu. Ficamos naquela disputa de qual pescoço ganhava mais beijos, lambidas, cheiradas e chupões.

A respiração de Morgana tinha um volume acima do que era conhecido quando ficava excitada. Aliás, a minha também. Nem sei como me livrei de seu sutiã. Talvez ela o tenha tirado, talvez eu, talvez os dois juntos, sei lá. Só sei que abocanhei seus seios com uma fome danada. Ao mesmo tempo, levei minha mão ao meio das suas coxas e passei a bolinar sua buceta até com certo excesso de intensidade.

- A-le-xaaaaaaannnnnn....aaaaaannnnnnhhh, caraaaaalhooooo – exclamou, tentando apertar minha mão entre as coxas.

Invadi sua calcinha e senti que sua buceta parecia um lago. Seus suspiros e gemidos se tornaram descompassados e altos. Além de lamber e sugar um de seus seios com uma gula insana, minha outra mão espremia o outro, fazendo Morgana se contorcer toda e choramingar.

- Ai, eu vou gozar. Eu vou, ai, Alexandre, tá me fazendo. Aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh. Meu Deeeeeeeeeeeeuuuuuuuuuuuuussssssssssss.

Enquanto Morgana se desfalecia naquele orgasmo barulhento, absurdamente ofegante, desci minha boca pela sua barriga, lambendo e beijando, enquanto puxava sua calcinha para baixo com uma pressa que não era minha.

Não dei muito tempo para que se recuperasse do orgasmo e já estava ajoelhado no chão, entre suas pernas, cujos pés coloquei para cima do assento do sofá, deixando-a toda arreganhada. Aquele cheiro de buceta pedindo pica me deixou enlouquecido e a ataquei com lambidas famintas, fazendo com que Morgana soltasse uma sequência de gritinhos de aflição. Então, enfiei minha língua em seu buraquinho, estimulando suas paredes vaginais, sorvendo seus sucos e ainda estimulando seu grelinho com os dedos.

- Meu Deus, Alexandre, você quer me enlouquecer. Ai, meu Deus, vou gozar de novo, amor. Você vai acabar comiiiiiiigoooooooo. Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh, pooooorrrraaaaaaaaaa!

Ainda suguei seu grelinho para deixar a coitada mais louca. Que ela ficasse sabendo, afinal, que, em que pese a inevitabilidade do chifre, eu não seria corno por não ser capaz de matar minha mulher de tanto gozar.

Quando saí de entre suas pernas, Morgana desabou deitada no sofá, mas não tive dó.

- Fique de quatro para mim, sua adúltera!

- Eu não sou adúltera!

- É sim!

- Você é que é corno – choramingou, ainda tentando se recuperar do segundo orgasmo.

- Não sou, não. Corno é quem consente.

- Você não só consentiu, como pediu para ser.

- Você está interpretando as coisas errado – protestei.

- Não estou, não. Você que tem fantasia de corno e está me obrigando a te chifrar.

- Eu não posso te obrigar a fazer o que faz parte da sua natureza.

- Não faz, não.

- Faz, sim.

- Eu não sou adúltera.

- É sim.

- E você é corno.

- Não sou.

- Então me fode, corno manso – provocou, já de quatro, com aquele rabo maravilhoso todo empinado para mim.

- Empina mais essa bunda, adúltera chifradeira – reagi, enterrando meu pau com uma estocada forte naquela buceta enxarcada e deliciosa de tão quentinha e aconchegante.

- Aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiieeeeeeeee!

- Isso é para você aprender que a traição não compensa – sentenciei.

- Mas eu não te traí, seu maluco! Aaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiii, caralho! Tá me arrombando, seu corno.

- Eu não sou corno.

- Aaaaaaaaaaiiiiiiii, porra. Vai me deixar toda esfolada.

Eu segurava Morgana firme pela cintura e dava estocadas fortes e profundas em sua buceta.

- Poooooorrrrraaaaaaaaaaaaa, me fode mais, caralho. Me fode, acaba comigo, meu Deus do céu.

- Isso, sua adúltera, se acaba de gozar no pau do seu macho – provoquei.

- Eu não sou adúltera. Eu não te chifrei.

- Mas vai chifrar.

- Porque você tem tesão de corno.

- Não tenho, não!

- Tem sim! Onde já se viu um homem com um pau desses querer ser corno? – provocou com a voz saindo descontroladamente alta, tamanha era sua excitação.

- Já falei que eu não quero ser corno! Eu já te expliquei.

- Mas não me convenceu. Tem tesão de corno, sim.

- Não tenho!

- Tem!

- Vou gozar, porra! – avisei, já não mais conseguindo controlar a onda que parecia vir de algum lugar dentro de mim que eu nunca tinha acessado.

- Eu também, caralho! Tá vindo de novo. Afunda esse caralho na minha buceta. Me mata, corno desgraçado!

- Eu já falei que não sou corno, sua adúltera! Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhh. Caaaaaaaraaaaaaaaalhooooooooooo

- E eu não sou, não sou, ad, adu... aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh! Que isso meu Deus?

Despejei um Oceano Pacífico de porra no fundo da buceta de Morgana, cujo corpo tremia inteiro, com o suor inundando seu dorso, fazendo sua pele brilhar.

Ainda fiquei encaixado nela um tempo, esperando meus batimentos cardíacos e minha respiração normalizarem. Morgana ainda empurrava a bunda para trás, rebolando e gemendo baixinho.

Quando finalmente meu pau, já mole, escapou de dentro de sua buceta, Morgana fez um movimento ágil, girando e pulando em cima de mim, atacando minha boca com voracidade, me invadindo com sua língua e esfregando seu corpo no meu freneticamente. Eu, que ainda estava com as pernas bambas depois daquele orgasmo devastador, quase perdi o equilíbrio. Por pouco, não fomos parar os dois no chão.

Fomos para o chuveiro nos beijando sem parar. O nosso sexo fora quente desde a primeira vez, mas o que aconteceu naquela noite excedeu em muito o padrão médio de nossas trepadas. A madrugada entre nós foi selvagem. Eu chupei, lambi e beijei Morgana da cabeça aos pés. Ela fez o mesmo comigo dos pés à cabeça. Trepamos em todas as posições já concebidas pela espécie humana.

Comi o cu da minha futura esposa com ela sentada no me colo, rebolando aquele rabo magnífico, perguntando se, quando fosse me fazer de corno, eu queria que ela fizesse do mesmo jeito com o comedor. Respondi a ela que não sou diretor de filme pornô, que não queria ver nada, muito menos dirigir a cena, que só estaria presente porque ela estava me obrigando.

- Se você tem direito de me obrigar a te cornear, eu tenho direito de exigir que você esteja presente – provocou.

- Mas eu não estou te obrigando a nada. Só quero salvar nosso casamento.

- Eu também não estou te obrigando a nada. Só quero salvar nosso casamento com você presente e já te expliquei por que.

- Tá bom! Então, continua rebolando essa bunda adúltera no meu pau, que está uma delícia de ver e sentir.

- Minha bunda não é adúltera. Ela nunca te chifrou.

- Mas vai.

- E você vai ser corno.

- Sempre fui mesmo.

- Tadinho do corninho traumatizado! – provocou.

- Não brinque com coisa séria!

- Desculpa, amor. Ai meu cu, porra! Que delícia esse pauzão me preenchendo toda.

A pior coisa que pode acontecer a um homem é a esperança de não ser corno. É quase como a esperança de ganhar na Mega Sena. A chance, se você apostar em um bilhete com 20 números preenchidos, é de 1 em 1.300 e o preço da aposta para ter essa probabilidade remota, que é a melhor possível, é de mais de R$ 230 mil.

Isso, em outras palavras, significa dizer que um homem que acredita que é possível namorar, noivar ou casar sem levar chifres é um lunático. É muito mais sensato pegar esse dinheiro e investir no Tesouro Direto, o que dá, atualmente, um rendimento de R$ 33.350,00 ao ano. O que equivale a ganhar R$ 2.780,00 por mês sem precisar fazer nada.

A minha teoria, portanto, é de que acreditar que é possível se livrar da peruca de touro só traz frustração,

sofrimento e desentendimentos no relacionamento. No final, seremos chifrudos do mesmo jeito. Então, se a curra é inevitável, relaxa e goza.

- Mas nesse caso, amor, você está querendo precipitar a curra. Sinal de que você quer mesmo é ser currado.

- Não quero, não.

Essa discussão começou uma semana depois daquela noite insana no meu apartamento. Estávamos tão apaixonados, curtindo nossos planos para o futuro, que até nos esquecemos daquele assunto estrategicamente tão importante. Não porque estivéssemos fugindo dele. Não porque não reconhecêssemos nele a devida importância, tanto que naquela sexta-feira voltou à pauta do dia.

- Quer, sim.

- Não quero, amor. Só não quero alimentar a esperança vã de não passar por algo que passarei mais dia, menos dia.

- Tá bom. Vou fingir que acredito.

- Não começa, Morgana.

- Tá. Quem vai ser o Ricardão, então?

- Não sei. Alguém desconhecido. Não quero que ninguém conhecido saiba que eu vou ser corno.

- Pode ser um garoto de programa. Um com o pau bem grande.

- Por que tem que ser com o pau bem grande?

- Porque todo corno gosta de ver a mulher dando para um cara dotado.

- Mas eu não sou esse tipo de corno. Não tenho essas fantasias.

- Tem, sim. Mas tudo bem se você não se importa com o tamanho do pau do macho que vai comer sua futura esposa.

- Não fala assim, Morgana.

- Falo, sim. Ele não vai me comer? Qual é o problema de dizer que ele vai me comer?

- Você está me provocando.

- Não estou. Só tô falando a verdade. Você é um corno muito estranho.

- E o que você entende de cornos? – protestei.

- Todo mundo entende de corno, amor. Sonho de corno é ver a mulher entrar na rola de um dotadão.

- Eu não tenho sonho de ser corno, amor.

- Tem, sim!

- Não tenho. Você é que morre de vontade de sentar na rola gigante.

- Não morro, não.

- Então, vamos parar com essa discussão inútil, Morgana, e vamos traçar uma estratégia para encontrar a pessoa certa.

- Pode ser um garoto de programa que não tenha um pau enorme. Está bom para você?

- Não, acho que um garoto de programa fica uma coisa muito impessoal.

- Mas não é para ser?

- Não concordo. Fica uma coisa muito artificial. Nem vai parecer traição.

- Mas não é traição, Alexandre. Você já viu duas pessoas combinarem de uma trair a outra? Aí não é traição, é conluio.

- Tá, mas tem que ser um chifre de verdade, não pode ser com um profissional. Tem que ser alguém para quem você queira dar.

- E se eu não quiser dar para ninguém?

- Toda mulher quer dar para alguém, Morgana.

- Sim, e eu quero dar para você.

- Ai, Morgana, assim você está dificultando as coisas. Eu não conto. Você vai me trair comigo mesmo?

- Você pode fingir que é outra pessoa.

- Aí seria faz de conta, Morgana. Tem que ser um chifre de verdade.

- Tá vendo como você tem fantasia de corno?

- Não tenho!

- Tem, sim!

Tínhamos discussões parecidas com essa a cada sete dias e terminávamos nos engalfinhando na cama. Até que decidimos que Morgana entraria em um site de encontros para encontrar seu Ricardão, alguém que lhe despertasse a vontade de dar. Eu só conheceria meu algoz no dia do encontro. Assim, tiraríamos de uma vez aquele peso de nossas costas e ele ficaria em definitivo na minha cabeça.

Depois de duas semanas, Morgana finalmente fez o anúncio que me arrancou uma tremedeira dos pés à cabeça.

- Amor, excelente notícia: encontrei o Ricardão perfeito.

- Encontrou é? – reagi com um sorriso que devia passar muito longe de chegar aos olhos.

- Ele é alto, bonitão, forte e tem um pau de respeito, que eu fiquei até com água na boca.

- É negão?

- Não, é loiro dos olhos azuis e ele falou que eu sou uma delícia, que está doido para ter esse encontro e falou que o corno pode assistir.

- Ele me chamou de corno? – perguntei com cara de contrariedade.

O cara nem me conhece e já vem de abuso? Eu hein!

- Ele não usou essa palavra, mas e se usasse? Você é o único corno que quer ser corno mas não quer ser chamado de corno.

- Porque eu não quero ser corno.

- Quer, sim, Alexandre. Você tem tesão de corno.

- Não tenho, droga.

- Tem sim?

- Peraí! Como é que você sabe que ele tem um pau de responsa?

- Porque ele mostrou para mim.

Ao mesmo tempo que uma onda de calor de ciúme quase me incendiou por dentro, meu pau reagiu. O bom e velho dilema do corno principiante.

- Como assim? Já está nessas intimidades todas?

- Caramba, Alexandre, deixa de ser chato. Se eu vou dar para o cara, nada mais natural que um conceda intimidades ao outro. Eu não sou atriz pornô. Não vou chegar lá no quarto e transar com um desconhecido e achar a coisa mais maravilhosa do mundo. Eu preciso primeiro dar mole para ele. Hoje em dia, as pessoas checam o produto online antes de marcar o encontro.

- E você também mandou fotos da sua perereca para ele?

- Claro que mandei, não é Alexandre?

Eu estava prestes a vomitar com aquela conversa. Meu estômago dava cambalhotas dentro da barriga e minha cabeça chegava a rodar. Minha futura esposa trocando nudes com um desconhecido, com quem me colocaria um par de chifres na cabeça e eu ainda teria que assistir àquela desgraça. A que ponto pode chegar um ser humano para salvar um casamento que nem aconteceu ainda.

- Fiz várias fotos sensuais para ele, mas sem mostrar o rosto, claro. Ele falou que eu sou muito gostosa.

- Nisso, eu sou obrigado a concordar com ele.

- O que você acha de marcar para esse final de semana?

- E...e...e... esse? Esse fim de semana mesmo? Mas já é quarta-feira.

- Amorzinho, o bode na sala, você se esqueceu? Nós temos que tirá-lo de lá o quanto antes, não é o que você quer? O que mais a gente tem a esperar?

- É...é que...

- É que nada, Alexandre. Está arrependido? Quer desistir? Então, fala logo, porque eu estou perto de ficar irritada com essa história. Você acha que é fácil arrumar um comedor adequado e conseguir ficar com vontade de dar para ele?

- Você tá com vontade, amor?

- Claro, Alexandre, meu Deus do céu! Para dar para alguém, é preciso estar com vontade. Você não falou que tinha que ser um chifre de verdade, com alguém para quem eu realmente queira dar?

- Tá, marca nesse final de semana e seja o que Deus quiser.

- Você tá tenso, amorzinho?

- Claro que estou, não é Morgana? Eu vou ser corneado e ainda vou ser obrigado a assistir. Qual homem não ficaria tenso?

- Amor, não se esqueça de que você tem o poder de parar tudo a qualquer momento se estiver se sentindo insuportavelmente incomodado. Pense nisso como se fosse uma injeção. É uma agulha entrando em você e te espetando. Depois fica um pouquinho dolorido, mas logo passa e você fica imune à dor de corno e não correrá mais o risco de se tornar um corno esperançoso.

- Muito engraçado, Morgana. Você adora brincar com coisa séria. Mas a verdade é que você tem razão. Vamos tomar logo essa injeção de Benzetacil.

- Benzetacil, amor? Escolheu logo a injeção mais dolorosa?

- Mas a injeção é dolorosa, Morgana.

- Tá, amor. Então toma no bumbum, que dói menos, porque tem mais carne.

- Além de corno, ainda vou ter que tomar na bunda? Vai me esculachar mesmo, Morgana?

- Só quis ajudar, amorzinho.

- Adúltera compreensiva.

- Corno estressado – revidou.

A verdade é que nas noites subsequentes eu não consegui dormir. Primeiro, por causa da expectativa e

do terror que me causava a iminência de ver a mulher que eu amava peladona, levando vara de um loiro saradão e dotado. Segundo, porque Morgana cismou de me negar sexo até o dia D, alegando que precisava acumular tesão para ficar com mais vontade ainda de dar para o loirão. E, além disso, mulheres que vão trair, segundo ela, não ficam se pegando com o marido nas vésperas do chifre.

E a jurisprudência fala, no caso, que é melhor não perder tempo discutindo com a Morgana. Raio de mulherzinha tinhosa e metódica aquela, meu Deus!

Continua...

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Comentários

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O cara é doido

Quer ser corno pra provar que todo homem é corno

Kkkkkk

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Foto de perfil de Theodor e Aline

E que toda mulher é chifradeira. rs

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Foto de perfil de Theodor e Aline

Como alguém falou num desses episódios, parafraseando Milan Kundera: "a inevitável cornitude do ser"

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O Corninho Manso mais inconformadinho que eu já vi na minha vida, a inconformidade me comove de uma maneira absurda, a Morgana e6uma Mulher Má, fazendo o Alexandre sofrer em bicas de vontade por semanas, dá logo uma conformidade ao Cara. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Simplesmente fantástico!!

Sem duvidas a sequencia de "diálogos" mais gostosa e maluca que ja li aqui!

"Respondi a ela que não sou diretor de filme pornô, que não queria ver nada, muito menos dirigir a cena, que só estaria presente porque ela estava me obrigando."

PS.: Qual o parentesco da Morgana com a Megerinha???

"- Aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiieeeeeeeee!"

kkkkkkkkkkkkkkk

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Será que são parentes. Além do grito de guerra (aaaaaaiiiiieeeeeee!), tem o sarcasmo, reparou? rs

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Ela judiou do Alexandre!! hahahaha

Tudo foi Fantático!!!

"- Já falei que eu não quero ser corno! Eu já te expliquei.

- Mas não me convenceu. Tem tesão de corno, sim.

- Não tenho!

- Tem!"

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Morgana é simplesmente encantadora!

E Alexandre é magnifico! Sua forma de "pensar" é surreal!! hahaha

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