O Muro dos Segredos: Noite de Prazer Anônimo
Asha Club. O nome já me causava um arrepiar na nuca, misturado com uma dose de tesão que eu não admitia pra mim mesma. Eu, Lúcia, 43 anos, loira natural de olhos verdes, seios fartos que jorravam pelo decote e umas coxas grossas que faziam meu marido Jorge perder o juízo há vinte e três anos. Ele, meu negrão de 1,85, corpo forte que me dominava toda noite, mesmo depois de tanto tempo juntos.
A gente já tinha vivido muita coisa nesse mundo liberal, mas aquele muro... aquilo era outro nível.
A entrada da Asha Club era discreta, quase secreta. Dentro, a recepcionista passou as regras com uma seriedade que me deixou molhada na hora. "Ninguém ultrapassa a parede. Camisinha sempre. Três batidas e acabou." Anotei mentalmente, sentindo a baba já escorrendo pela minha calcinha.
A cabine era pequena, iluminada por uma luz vermelha que deixava tudo ainda mais depravado. Na minha frente, o muro com dois buracos - um na altura da minha bucetinha, outro mais alto, na altura do meu rosto. Sentei no banco, espalhando as pernas, sentindo o ar frio no meu grelinho já molhado. O coração batia forte, mas não de medo. Era pura vontade.
TOC, TOC.
A batida veio do outro lado. Meu corpo inteiro estremeceu. Bati de volta, um só toque, o sinal de "vem pra cima de mim".
Primeiro veio uma mão. Grande, com dedos longos. Eu me aproximei, toquei nela. A mão virou, entrelaçou os dedos nos meus, um gesto quase romântico que me fez rir internamente. Que merda, eu estava ali pra foder, não pra namorar.
A mão sumiu. E então veio o que eu queria. Um pau duro, já de camisinha, atravessou o buraco mais baixo. Grosso, com veios saltados. Eu me agachei, alinhando minha xereca com aquele pedaço de carne anônima.
"Enfia até o fundo, seu filho da puta," eu murmurei, sabendo que ele não ouviria, mas não importava.
Ele empurrou devagar. Eu senti a cabeça do pau abrindo meu grelo molhado, entrando centímetro por cento. Quando bateu no fundo, eu gritei. Ele começou a bombear, devagar no começo, depois mais rápido. Cada estocada me fazia perder mais o controle.
Enquanto ele me fodia pelo buraco de baixo, outra coisa apareceu no de cima. Um pau duro, menor que o primeiro, mas igualmente grosso. Eu não pensei duas vezes. Abri a boca e engoli aquela rola até as bolas. .
Fiquei ali, sendo usada pelos dois lados, uma mulher sanduíche de pau anônimo. O de baixo me pegava com força, batendo nas minhas nádegas cada vez que enterrava a rola. O de cima segurava minha cabeça, fodendo minha boca com vontade.
"Engole tudo, sua vadia," eu imaginava que ele dizia, mesmo sem ouvir.
Eu gozei primeira vez com o pau do meio da cara. O corpo inteiro tremeu, um gemido longo escapou da minha garganta apesar de estar com a boca cheia. Os caras não pararam. Continuaram me usando, me esticando, me enchendo até eu não aguentar mais.
A segunda vez que eu gozei, foi quando o de baixo apertou meu clitóris com os dedos enquanto me fodia. Eu bati três vezes na parede, o sinal de acabou. Ambos sumiram rápido, deixando meus buracos vazios e pulando.
Fiquei um minuto recuperando o fôlego, a perna tremendo. Mas eu queria mais.
TOC, TOC.
Nova batida. Bati de volta. Dessa vez, só um pau apareceu no buraco de baixo. Mas que pau! Maior que os anteriores, quase do tamanho do meu antebraço. Eu ri, uma risada safada. "Vamos ver se aguento esse, caralho."
Me agachei, espalhando bem as pernas. Ele entrou de uma vez só, me rasgando pelo meio. Gritei alto, dessa vez de dor e prazer misturados. Ele não teve piedade. Fodeu como um animal, me batendo, me puxando pelos cabelos (mesmo sem ver meu rosto).
Enquanto ele me destruía por baixo, um rosto apareceu no buraco de cima. Mulher. Morena, olhos amendoados, sorriso safado. "Quer chupar, gata?" ela perguntou, a voz rouca de tanto fumar.
"Traga essa buceta pra cá, sua putinha," eu respondi, a voz igualmente rouca.
Ela se ajoelhou do outro lado, passou a xereca pelo buraco. Eu não pensei duas vezes. Mordi aquele grelinho, chupei com vontade, senti o gosto dela na minha língua. Era doce, salgado, o gosto de mulher excitada. Ela gemeu do outro lado, se esfregando na minha boca.
Fiquei ali, sendo fodida por um pau anônimo gigante enquanto chupava uma xereca igualmente anônima. O caralho do lado de baixo me batia com tanta força que eu sabia que ia ficar marcada. E eu amava isso.
"Vem, desgraça, enche essa buceta de porra," eu gritei, sentindo o orgasmo se aproximando.
Ela veio primeiro. A morena do outro lado gemeu alto, encheu minha boca de porra. Eu engoli tudo, sentindo o gosto dela escorrer pela minha garganta. Isso me levou ao limite. Eu gozei de novo, dessa vez tão forte que minhas pernas falharam.
O homem do outro lado não parou. Ele continuou me fodendo, mesmo depois que eu já tinha gozado duas vezes. "Para, por favor," eu pedi, batendo na parede. Ele não obedeceu. Eu bati de novo, mais forte. "CARALHO, PARA!"
Só então ele parou, tirou o pau e sumiu. Eu fiquei ali, exausta, a xereca latejando, o rosto molhado da porra da mulher.
Quando saí da cabine, quarenta minutos depois, Jorge estava me esperando. Ele se levantou, veio até mim. "E então, gata? Valeu a pena?"
Eu encarei ele, tentando ler alguma coisa no rosto dele. "Foi você em algum momento?"
Ele deu aquele sorriso torto que eu conheço desde os nossos vinte anos. "Acho que essa pergunta não tem resposta, Lú."
Eu bati no braço dele, rindo. "Seu filho da puta, você vai me deixar louca."
"É esse o objetivo, amor. É esse o objetivo."
A gente ficou mais um pouco na casa, bebendo, conversando. Mas eu não conseguia pensar em mais nada. Só naqueles paus anônimos, naquela xereca anônima. E se um deles tinha sido o Jorge? Se eu tinha chupado a rola do meu próprio marido sem saber?
No carro, na volta, eu não conseguia parar de olhar pra ele. "Você vai ficar tentando adivinhar a noite inteira," ele falou, sem tirar os olhos do trânsito.
"Vou."
"Bom."
Chegamos em casa e ele me jogou na cama antes mesmo da porta fechar. Me rasgou a roupa, entrou em mim sem camisinha - ele nunca usa comigo, nunca usou - e me fodeu com uma raiva que eu não sentia há anos. Cada estocada era uma pergunta: foi você? Cada gemido meu era uma resposta: não importa, porque eu sou sua puta de qualquer jeito.
Ele me comeu em todas as posições, me encheu de porra, me fez gozar mais vezes do que consigo contar. E quando terminamos, exaustos, ele deitou ao meu lado.
"Ainda pensando naquilo?" ele perguntou.
"Sempre vou pensar," eu respondi, a voz fraca.
Ele riu, aquele riso que eu amo. "E é isso que te mantém excitada.
Se você chegou até aqui, obrigada por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.
Casal Apimentados
