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Recém-Solteira e Molhada

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1302 palavras
Data: 10/09/2026 23:01:26

Carla tinha 41 anos. Vinte e um deles casada com o mesmo homem. Vinte e um anos de sexo previsível: luz apagada, ele por cima, cinco minutos de vaivém, um orgasmo tímido dela se tivesse sorte, e depois o silêncio. Quando o divórcio saiu, ela descobriu que o corpo ainda existia — peitos pesados, cintura um pouco mais grossa, boceta que ainda molhava —, mas não fazia ideia do que fazer com ele.

Naquela noite ela estava num bar discreto do Leblon, vestido preto justo demais, sem sutiã, calcinha de renda preta comprada naquela tarde só para se sentir diferente. Bebeu dois copos de vinho tinto e tentou não parecer desesperada. Foi quando ele se aproximou. Alto, uns 38 anos, barba bem feita, ombros largos, olhar direto que varria o corpo dela sem disfarce. Se apresentou como Ricardo.

Conversaram pouco. Ela confessou, a voz um pouco embargada pelo vinho:

— Eu… acabei de me separar. E o meu ex foi o único homem com quem eu transsei na vida.

Ricardo sorriu, sem pena, só interesse puro.

— Sério? Então você ainda não sabe o que é ser bem fodida. Que desperdício.

O peito dela apertou. O útero latejou forte. Ela só balançou a cabeça, o rosto quente.

— Você quer descobrir? — perguntou ele, baixo, quase no ouvido.

— Sim.

Eles não foram para um motel. Foram para o apartamento dele, a poucos quarteirões. No elevador ele já a empurrou contra a parede de espelho, uma mão no pescoço dela, a outra subindo pela coxa. Puxou o vestido para cima, passou os dedos por cima da calcinha molhada e apertou o clitóris com o polegar.

— Porra… você já está encharcada e eu nem te beijei ainda — murmurou ele, a boca colada no pescoço dela. — Essa boceta está pedindo pau, hein?

Carla soltou um gemido baixo, as pernas tremendo. Nunca tinha sido tocada daquele jeito — com pressa, com fome, sem nenhum cuidado.

Dentro do apartamento ele a empurrou contra a porta, ajoelhou na hora e puxou a calcinha para o lado. A língua dele invadiu a boceta dela sem aviso. Quente, grossa, voraz. Ele lambeu dos lábios até o clitóris, chupou com força, depois enfiou a língua dentro dela, fodendo-a com a boca enquanto dois dedos abriam os lábios inchados.

— Porra, que gosto gostoso… — rosnou ele entre uma lambida e outra. — Seu marido nunca te chupou direito, né? Essa boceta tá doida pra gozar.

Carla agarrou os cabelos dele, a cabeça jogada para trás, gemendo alto.

— Ahh… por favor… mais… assim…

Ele chupou o clitóris com força, alternando pressão e sucção, enquanto os dedos entravam e saíam rápido, curvados, batendo no ponto que fazia as pernas dela fraquejarem. Ela gozou em menos de dois minutos, o corpo inteiro se contraindo, o gozo escorrendo pela coxa e molhando a barba dele. Ricardo não parou. Continuou lambendo enquanto ela tremia, engolindo tudo, até ela empurrar a cabeça dele com a mão fraca.

— Chega… eu não aguento…

Ele se levantou, limpou a boca com o dorso da mão e a beijou fundo, empurrando a língua suja de gozo na boca dela.

— Prove. É o seu gosto. Delicioso.

Depois a virou de costas, abaixou a calça e a cueca de uma vez. O pau dele era grosso, veias saltadas, cabeça inchada e brilhante de pré-gozo. Ele esfregou a glande na entrada molhada dela, subiu e desceu, espalhando o lubrificante, e empurrou tudo de uma vez até o fundo.

Carla gritou. Era grosso demais, profundo demais. O ex nunca tinha enchido ela daquele jeito. Ricardo não esperou ela se acostumar. Segurou os quadris com as duas mãos e começou a foder forte, rápidas e profundas, o som molhado de pele batendo em pele enchendo a sala.

— Porra, que boceta apertada… — gemeu ele, a voz rouca. — Tá engolindo meu pau inteiro. Você gosta assim, né? Gosta de apanhar de pau?

— Sim… ahh, sim… mais forte…

Ele puxou o vestido para baixo, agarrou um peito pesado e apertou o mamilo entre os dedos enquanto continuava metendo até os ovos baterem na boceta escorrente. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem livres. Ricardo puxou o cabelo dela para trás, forçando-a a arquear a coluna, e meteu ainda mais fundo.

— Fala. Fala o que você quer.

— Quero que você me foda… quero sentir esse pau grosso me abrindo… ahh, por favor, não para…

Ele a puxou até o sofá, a deitou de quatro e entrou de novo, agora segurando o cabelo como rédea. Fodia sem piedade, o pau saindo quase inteiro e entrando de uma vez, o som obsceno de esporrada molhada ecoando. A mão livre dele desceu e começou a esfregar o clitóris inchado dela em círculos rápidos.

— Goza de novo. Quero sentir essa boceta se fechando no meu pau.

Carla gozou pela segunda vez, gritando, o corpo inteiro se contraindo, o gozo escorrendo pelo pau dele e pingando no sofá. Ricardo não parou. Continuou metendo enquanto ela ainda tremia, até ela gemer que estava sensível demais.

— Não… espera… tá demais…

— Cala a boca. Você aguenta. — Ele a virou de barriga para cima, abriu as pernas dela o máximo possível e enfiou de novo, agora olhando nos olhos dela. Cada estocada era profunda, circular, a cabeça do pau batendo no ponto que fazia a visão dela embacar. Ele cuspiu na boca dela e ela engoliu, a língua para fora, pedindo mais.

— Você é uma putinha escondida, né? Vinte e um anos casada e essa boceta é uma vadia. Fala.

— Eu sou… ahh… eu sou uma putinha… fode mais… enche minha boceta…

Ele passou o polegar no clitóris enquanto fodia, esfregando com força. Carla gozou pela terceira vez, quase chorando, o corpo se contorcendo, a boceta apertando o pau dele em espasmos violentos. Ricardo puxou o pau, se ajoelhou sobre o peito dela e meteu a rola na boca dela sem aviso.

— Abre. Engole.

Carla engasgou no primeiro empurrão, mas abriu a garganta, deixando ele foder a boca com a mesma violência. Saliva escorria pelo queixo, lágrimas nos olhos, o nariz colado na base do pau a cada estocada. Ele gemeu baixo, a mão no cabelo dela, e gozou fundo na garganta. Ela engoliu tudo, sentindo o gosto grosso e quente descer, tosse fraca, a boca aberta, a língua ainda lambendo a cabeça do pau enquanto ele tirava.

Ainda não terminaram.

Ele a levou para o quarto, deitou-a de lado, ergueu uma perna e entrou de novo, agora mais devagar, mais fundo, o pau ainda duro. Ficaram assim por um tempo longo, ele fodendo em movimentos lentos e profundos, a mão apertando o peito dela, o polegar brincando com o mamilo endurecido.

— Você sente como eu te encho toda? — perguntou ele, a boca no ouvido dela. — Seu marido nunca te fodeu assim, né? Nunca te encheu de porra…

— Não… nunca… ahh, Ricardo… mais fundo…

Ele a colocou sentada no colo, de costas para ele, e a fez quicar no pau enquanto enfiava dois dedos junto, abrindo ainda mais a boceta já esticada. O som era obsceno — molhado, suculento. Carla gemía alto, a cabeça jogada para trás, os peitos balançando a cada movimento.

— Quero gozar dentro de você — rosnou ele. — Quero encher essa boceta de porra até vazar.

— Faz… goza dentro… me enche…

Quando ele gozou de novo, foi fundo, o corpo tenso, o pau pulsando dentro dela, jatos quentes enchendo-a. Carla sentiu cada um, o esperma escorrendo enquanto ele ainda se mexia, misturando os gozos dos dois. Ela ficou ali, sentada nele, o corpo mole, a boceta latejando, o líquido quente vazando pelas coxas.

Mais tarde, no banheiro, ela se olhou no espelho. Cabelo bagunçado, boca inchada e vermelha, marcas dos dedos nos quadris, esperma ainda escorrendo pela perna interna. Pela primeira vez em mais de duas décadas, ela não se sentia a esposa de ninguém.

Só uma mulher que tinha sido bem fodida — e que já queria mais.

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