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Caos, Carne e Conexão: A Orgia na Casa do Robson

Um conto erótico de Casal Apimentados
Categoria: Grupal
Contém 1547 palavras
Data: 02/09/2026 00:07:45

Eles chamavam de social.

De social aquilo não tinha absolutamente nada, e eu descobri isso mais ou menos quando vi um casal transando em pé na área de serviço enquanto eu procurava gelo.

Prazer, somos o Casal Apimentados. Quem escreve sou eu, a Lúcia. Nomes fictícios, por motivos que qualquer casal liberal entende.

Eu: 1,72 de altura, loira natural, olhos verdes, seios fartos e umas coxas grossas que o meu marido elogia há vinte e três anos. Quarenta e três anos.

Ele, Jorge: negro, 1,85, corpo forte sem ser musculoso, mesma idade que eu.

A gente conheceu o Robson e a Sheila num site, o D4 Swing, uns meses antes. Eles mandaram mensagem elogiando o nosso perfil, a gente respondeu, trocamos foto, conversamos umas três semanas antes de marcar qualquer coisa.

O Robson é negro, uns quarenta e cinco, altão, careca, com uma barriguinha de quem gosta de cerveja e nenhuma vergonha dela. A Sheila é ruiva, branquíssima, uns quarenta, cheia de sarda no ombro e com a voz mais alta daquela casa.

Eles moram numa casa em Guarulhos, dessas de rua sem saída, com garagem pra três carros, quintal grande, churrasqueira, piscina e um som que o Robson faz questão de mostrar pra todo mundo que chega.

E eles adoram receber. É o barato deles. Fazem umas seis, sete festas por ano, e as festas são famosas naquela região.

A gente foi num sábado de novembro, e naquele dia tinha vinte e duas pessoas na casa.

Chegamos às nove da noite com uma garrafa de vinho e um pote de salada de maionese, porque a Sheila avisou no grupo que era pra levar alguma coisa, e eu, que fui criada no interior, não sei chegar em casa de ninguém de mão vazia.

As primeiras duas horas foram churrasco.

Só isso. Churrasco de sábado. O Robson na churrasqueira com o avental, discutindo ponto de picanha com dois caras, a Sheila gritando de dentro da cozinha, gente de sunga na piscina, um pessoal jogando conversa fora na varanda, uma caixa de som tocando pagode.

Se alguém entrasse ali por engano às dez da noite, ia achar que era aniversário de criança sem as crianças.

E, olha, eu preciso dizer uma coisa: tinha gente muito bonita naquela casa.

Não bonito de academia, não bonito de foto. Bonito de gente adulta bem resolvida. Homem de quarenta com camisa aberta e barriga de cerveja rindo alto. Mulher de cinquenta de biquíni sem se preocupar com nada. Uma menina de trinta e poucos com uma tatuagem enorme nas costas que passou a noite descalça.

Eu tinha ido de vestido curto e chinelo, e quando eu vi o Jorge sem camisa na beirada da piscina conversando com o Robson, eu já sabia que aquela noite ia ser longa.

A virada aconteceu por volta das onze e meia, e aconteceu do jeito que sempre acontece: sem aviso.

A Sheila subiu no banquinho da cozinha e deu o sinal. Naquele instante, a atmosfera da casa mudou. O cheiro de churrasco foi substituído pelo cheiro de excitação, e o som do pagode virou trilha sonora para o início de uma carnificina erótica.

Eu comecei no sofá da sala com o Wagner. Ele era um homem imenso, com mãos que pareciam feitas para dominar. Quando ele me beijou, não foi um beijo de "social"; foi um beijo de quem queria me comer viva. Ele me jogou naquele sofá com uma força que me tirou o fôlego, e antes que eu pudesse processar, ele já estava arrancando a alça do meu vestido.

O Wagner desceu a boca por mim com uma voracidade animal. Ele abriu minhas pernas com força e mergulhou o rosto na minha vulva, que já estava encharcada de tesão. A língua dele era grossa, quente, e trabalhava o meu clitóris com uma precisão torturante. Eu sentia o hálito dele, o calor do corpo dele contra o meu, e a total indiferença das pessoas ao redor, que transformavam nossa transa em um espetáculo público.

— Puta que pariu, Wagner! — eu gritei, agarrando a almofada do sofá enquanto ele sugava meu clitóris com força.

Eu gozei ali mesmo, em um espasmo violento que fez meu corpo inteiro tremer. Foi um orgasmo sujo, barulhento, daqueles que deixam a gente sem rumo. E o melhor de tudo? O Jorge estava do outro lado da sala, com aquela morena de branco montada nele, olhando para mim com um sorriso malicioso, vendo cada centímetro do meu prazer ser extraído por aquele homem.

Depois, eu subi. O corredor de cima era um campo de batalha de carne. Portas abertas, gemidos ecoando pelas paredes, corpos nus se chocando em cada canto.

Eu vi cenas que me deixaram em estado de choque erótico: um grupo de quatro pessoas num quarto, onde dois homens fodaçavam a mesma mulher enquanto um terceiro sugava os seios dela com força. Vi a Sheila, a dona da casa, deitada de costas, com o Robson e mais um cara alternando estocadas profundas nela, enquanto ela gritava ordens, comandando aquele caos com a voz alta que ela tinha. Era uma sinfonia de fluidos: sêmen escorrendo por coxas, lubrificantes misturados ao suor e o som rítmico de peles batendo com violência.

No meio daquela loucura, eu encontrei o Jorge. Ele estava suado, com os olhos brilhando de tesão, exalando aquele cheiro de homem que acabou de foder. A gente se beijou ali mesmo, no corredor, um beijo com gosto de outras pessoas, com gosto de aventura e perigo.

Mas a verdadeira magia aconteceu no final.

Quando finalmente encontramos aquele quarto de hóspede, com a bicicleta ergométrica servindo de cabide e o edredom xadrez gasto, o mundo lá fora desapareceu.

Ele me jogou naquela cama de solteiro apertada. Não houve preliminares lentas; houve fome. Ele rasgou o que restava do meu vestido e me deixou nua, expondo meus seios fartos e minhas coxas grossas sob a luz fraca do quarto. Jorge me olhou com uma possessividade que me fez molhar instantaneamente.

— Você é minha, Lúcia. Só minha — ele rosnou, antes de mergulhar a boca entre as minhas pernas.

Meu marido fode com a boca melhor do que qualquer um. Ele usou a língua para me levar ao limite, sugando cada dobra da minha intimidade até que eu estivesse implorando por ele. Eu mordia o edredom para não gritar, sentindo meu clitóris pulsar sob a pressão da língua dele.

Quando ele finalmente subiu, ele não entrou devagar. Ele me abriu com força e me preencheu de uma vez só, com uma estocada bruta que me fez soltar um gemido rouco. A cama de solteiro era pequena demais para nós dois, o que tornava tudo mais intenso. Estávamos apertados, pele com pele, suor com suor.

Ele me fodaçava com um ritmo frenético, os olhos cravados nos meus. A cada estocada, eu sentia o pau dele batendo no fundo do meu útero, preenchendo cada espaço vazio. Era um sexo visceral, chulo, sem frescuras.

— Fode mais forte, Jorge! Me quebra inteira! — eu gritava no ouvido dele.

Nós dois atingimos o ápice juntos, em uma explosão de prazer que pareceu parar o tempo. Eu senti as paredes da minha vagina contraírem violentamente enquanto ele disparava sua porra quente dentro de mim, em jatos poderosos que inundaram meu interior. Foi um orgasmo devastador, que nos deixou exaustos e trêmulos, abraçados naquele edredom xadrez, enquanto o som da orgia continuava ecoando no corredor.

Saímos daquela casa com o corpo marcado, a alma lavada e um pote de picanha na mão.

No carro, enquanto o sol nascia na Dutra, eu olhei para o Jorge e sorri. A casa do Robson tinha tudo: drama, alergia a látex, crises de ciúme e muita porra escorrendo por todo lado. Mas, acima de tudo, tinha a prova de que não importa quanta carne exista em uma festa, não existe nada mais excitante do que saber que, no fim da noite, é o pau do seu marido que você quer sentir dentro de você.

Teve gente linda. Teve muito sexo, mais do que em qualquer festa que eu já fui. Teve gente descobrindo alergia aos quarenta e um anos. Teve um homem gritando com a esposa num corredor. Teve uma mulher apagada numa cadeira de varanda por causa de uma menina de vinte e oito anos.

E o Jorge, que estava dirigindo, falou:

— Foi uma boa festa.

— Foi?

— Foi. Teve tudo o que uma festa de gente de verdade tem.

E ele estava certo.

Porque isso aqui não é um mundo de gente perfeita que não sente nada. É gente casada, com filho, com hipoteca e com insegurança, tentando fazer uma coisa difícil.

Uns conseguem. Outros não.

O que separa uma noite boa de uma noite ruim não é o tesão de ninguém. É a conversa que o casal teve antes de sair de casa.

A gente teve a nossa em 2017, numa mesa de cozinha, chorando os dois.

Por isso a gente ainda está aqui.

Se você chegou até aqui, obrigada por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.

Casal Apimentados

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Foto de perfil de Apimentados Apimentados Contos: 18Seguidores: 8Seguindo: 0Mensagem Casal de São Paulo que adora novas amizades 🌶️

Comentários

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O conto foi incrível, mas até me emocionei com a parte que relata "Mas, acima de tudo, tinha a prova de que não importa quanta carne exista em uma festa, não existe nada mais excitante do que saber que, no fim da noite, é o pau do seu marido que você quer sentir dentro de você."... É exatamente assim que eu penso e sinto!!

Parabéns para o casal e já sou seguidora

Bjss

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Bom dia Mel, é exatamente isso, mesmo estando com outras pessoas no final é o meu marido que eu amo é com ele que vivemos essas aventuras, as aventuras são do casal e a cumplicidade é tudo. Fico muito feliz que você tenha se tornado nossa seguidora. Bjus da Lú🌶️

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Vcs me deixaram curioso para ver vcs fotos etc .

Vcs tem alguma rede social que posso achar vcs e matar a curiosidade?

Se não quiser falar de boa respeito a vontade de vcs !

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Já está querendo estragar a magia ?rsrsrs. A graça é você imaginar como somos. Bjus no cantinho da boca.

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Desculpa ..

De maneira nenhum quero estragar a magia .

Só curiosidade que aparece com a cada história lida ..

Desculpa não quis parecer invasivo ok

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Eita que festa completa hein

Gente bonita carne e barracos e muito suor e sexo

Realmente tenho aprendido nos contos de vcs que sair da fantasia e ir para o real tem que ter muito diálogo confiança e regras básicas para não colocar tudo a perder e ser uma experiência ruim .

Parabéns mais uma vez pelo texto

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Bom dia SP.ZS, ficamos super felizes que nossas histórias e vivências está servindo de algo bom, confiança é tudo no relacionamento e é inegociável.

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