✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Pai e filho se reencontram e se tornam amantes | Capítulo 3: A comemoração

Um conto erótico de SmokeBear
Categoria: Gay
Contém 2526 palavras
Data: 10/09/2026 14:23:26

As semanas seguintes passaram rapidamente e de forma um pouco atropelada. As coisas estavam difíceis no meu trabalho e, como Renato pegou o ritmo rápido, logo estava assumindo muitos projetos. Meu filho claramente era muito bom no que fazia e, pelo jeito, gostava de trabalhar duro como o pai! Ouvi-lo contar sobre seu trabalho me deixava cheio de orgulho e até meio bobo.

Infelizmente, tudo isso contribuiu para que ficássemos pouco tempo juntos durante aquelas semanas. Em algumas noites, Renato chegava tarde, tomava banho, jantava e se trancava no quarto para rever algum projeto ou estudar alguma nova técnica que o ajudasse a elaborar soluções mais interessantes e inovadoras. Ele estava fazendo amigos no escritório e na cidade e acabava passando algum tempo com eles também.

Logo, sem que percebêssemos por conta da rotina corrida, meu filhote completou um mês morando em São Paulo comigo. Quando me dei conta, sugeri que comemorássemos, mas estávamos muito ocupados. Combinamos de sair para jantar no final de semana — coisa que, curiosamente, não havíamos feito ainda. Todo o tempo que passávamos juntos era em casa ou na academia.

No sábado daquela semana, nos arrumamos para que eu o levasse ao meu restaurante preferido. Ele vestia uma jaqueta jeans clara e uma calça chino preta enquanto eu vestia uma calça de sarja preta e minha fiel jaqueta de couro.

— Caramba, pai, que jaqueta linda, hein? Porra, meu velho sabe se vestir muito bem!

— Ah, por que a surpresa?? Só porque eu sou velho tenho que andar por aí de casaquinho de lã, é?

— Claro que não, pai — respondeu, rindo — E nem velho você é, né? Mas fica de olho, senão qualquer hora dessas eu roubo essa jaqueta!

— Ué, pode usar quando quiser. Tomando cuidado, tudo bem — respondi, piscando e afagando seus cabelos, como tinha me acostumado a fazer.

No restaurante, sentados um de frente para o outro, pedimos uma entrada e em seguida cada um escolheu seu prato. Harmonizamos com uma garrafa de vinho que ao longo da noite viraria duas. Conversamos a respeito do último mês, mas desta vez não apenas sobre trabalho. Eu queria ter certeza de que ele estava se sentindo em casa, e se também sentia que estávamos nos reconectando depois de todo aquele tempo.

— Ah, pai, está sendo incrível, de verdade. Eu me sinto super à vontade com você, sua casa é muito confortável… Te confesso que também fiquei preocupado se essa dinâmica funcionaria… Afinal, quando vivemos juntos, eu era um moleque. Nossas vidas mudaram muito, então é como se eu estivesse te conhecendo de novo.

— Fico feliz, filho — respondi, aliviado — Gosto muito da sua companhia, sinto que nos reaproximamos com facilidade e estou muito contente de poder te ajudar nessa nova etapa. E muito orgulhoso do meu filhote, demais!

— Obrigado, pai — ele respondeu, de um jeito terno, quase ruborizando — Eu não estou te atrapalhando não, né?

— Atrapalhando?? De jeito nenhum, filho! Eu disse ou fiz algo que te levasse a pensar isso?

— Ah, sei lá. Eu sei que você está solteiro, e tal, mas nunca vi você levando ninguém pra casa… Fico com medo de estar sendo um empata-foda!

Rimos muito e muito alto, com certeza influenciados pela quantidade de vinho. Eu levei minha mão até seus cabelos e disse:

— Filho, nesse momento eu não estou saindo com ninguém. E nem é minha prioridade. As coisas devem continuar complicadas no trabalho por pelo menos mais alguns meses. Eu realmente estou feliz de poder dividir minha casa e um pouco da minha vida com meu filhote. Você não está atrapalhando nada. Muito pelo contrário: se não fosse sua companhia, talvez eu estivesse surtando!

Enquanto dizia essas palavras, eu alternava os cafunés no cabelo com carinhos em sua barba. Não era a primeira vez que eu tocava nela, mas foi a primeira vez que ele respondeu daquela forma: esfregando o rosto na minha mão enquanto me olhava como um filhotinho de cachorro olha seu dono.

De repente, Renato pegou minha mão que estava livre e a apertou.

— Obrigado, pai. De verdade. Te amo muito!

— Também te amo demais, meu filho.

Parei de fazer carinho na sua barba e ele continuou segurando minha outra mão enquanto eu perguntava:

— E você? Já teve tempo de sair com alguém em São Paulo?

— Ah… — começou ele, ficando ainda mais vermelho do que o vinho o havia deixado — Outro dia encontrei uma galera que conheci pelo Instagram e dei uns beijinhos aqui e ali... Mas só.

— Algum coroa? — perguntei, rindo.

— Não dessa vez… — respondeu, olhando para baixo e soltando minha mão — Aliás, pai, obrigado por não encanar com o lance de eu ser gay, viu?

— E eu encanaria porque, filhote?

— Ah, sei lá. Já ouvi tantas histórias de pais que não aceitam, tantas violências… Dá até medo. Eu imaginei que minha mãe já tivesse te contado, mas, como nunca falamos a respeito, eu não sabia o que esperar. Vai que você era contra, sei lá.

— Filho, não há nada de errado nisso. Ninguém tem nada a ver com a sua sexualidade, só você. A única coisa que me faria ficar contra você é, sei lá, se você estivesse cometendo crimes…

Rimos mais e pensei que talvez fosse a oportunidade perfeita para sair do armário da bissexualidade para meu filho. Mas fomos interrompidos pelo garçom finalmente trazendo a conta. Ia ter que ficar pra outra hora.

Fumamos um cigarro enquanto esperávamos o carro de aplicativo e, ao chegarmos em casa, sugeri que abríssemos mais um vinho e fumássemos um charuto. Havia algum tempo que não fazíamos juntos aquele ritual que tinha nos aproximado ainda mais.

Meu filho concordou e deixou transparecer uma grande excitação enquanto eu caminhava em direção ao umidor. Imaginei que já estava sentindo tesão e ficando de pau duro só de pensar no charuto. Quando abri o umidor, eu entendi o motivo: ele havia reabastecido meu estoque com vários charutos de marcas que sabia que eu gostava!

— Surpresaaa!! — ele gritou, rindo.

— Filhooo! Você começou a trabalhar agora, não é pra ficar gastando dinheiro assim!

— Ah, pai… — Ele se aproximou e colocou seus braços sobre meus ombros — Eu quis fazer um agrado pro meu paizão, oras! E não é como se eu não fosse aproveitar também! — Ele riu, me abraçando de vez.

Quando me soltou, o segurei pelos ombros e dei repetidos beijos em seu rosto. Primeiro em uma bochecha. Depois em outra. Ele sorria com os olhos apertadinhos.

— Você é o melhor filho do mundo! Te amo, filhote!

— Também te amo, paizão — respondeu corado, rindo, ainda com os olhos apertadinhos. Era tanta fofura que me dava vontade de apertá-lo e beijá-lo ainda mais!

Fomos para o sofá com nossas taças de vinho e um charuto cada um. Fizemos um calmo ritual para acendê-los e logo estávamos dando nossas já tradicionais longas tragadas. O tempo na cidade estava frio mas, dentro de casa, e muito provavelmente por conta do álcool, sentíamos calor. Fomos aos poucos tirando jaquetas, calças, camisetas e claramente nenhum dos dois estava sóbrio o suficiente para ir a seu quarto trocar de roupa. Inevitavelmente, logo os dois estavam no sofá, apenas de cueca — algo que nunca tinha acontecido.

Apesar de já termos feito aquele ritual algumas vezes, dessa vez Renato se sentiu à vontade para mostrar algo que gostava de fazer e nunca havíamos praticado juntos. Ele deixou o charuto de lado e acendeu um cigarro e, então, revezou tragadas em um e no outro. Eu ri, achando fofo como éramos parecidos em nosso tesão por fumaça, e acendi dois cigarros ao mesmo tempo, o que deixou meu filho quase perplexo. Contei a ele que, apesar de não fazer isso na frente de outras pessoas por mera convenção social, eu adorava fumar dois cigarros juntos. Ele soltou uma risada gostosa e fofa, enquanto dava mais uma longa tragada em seu charuto.

Os dois estavam praticamente escorregando no sofá, de tão bêbados. De repente, meu filho foi caindo para meu lado e acabou deitando no meu braço. Puxei-o mais próximo de mim para que ficássemos mais confortáveis, o que fez com ele apoiasse suas costas em meu peito. Com meu braço mais livre, posicionei-o de forma que conseguisse usar minha mão para fazer carinho em sua barriguinha peluda, enquanto ele fazia o mesmo na minha coxa.

Sem querer novamente culpar o álcool, mas já culpando, naquela noite eu encarei aquilo como uma mera troca de carinhos entre um pai e um filho que estavam se reconectando. Ainda que apoiado em meu peito estivesse um ursinho jovem, peludo, gostoso, que fumava um charuto como o mais alfa dos machos, ele era, acima de tudo, meu filho, a pessoa a quem eu tinha dado a vida e assistido crescer.

Geralmente, estes nossos rituais eram marcados pelo silêncio — exceto por aquela ocasião em que ele fumou seu primeiro Asylum e conversamos abertamente sobre nosso fetiche em comum. Desta vez, porém, o vinho deixou meu filho muito verbal. Ele gemia, dizia “caralho!”, “porra!” e, então, entre uma longa tragada e outra no charuto, falou:

— Caralho, pai, puta que pariu. Tô morrendo de tesão, meu pau tá duraço. Puta que pariu, como é bom fumar.

— É bom demais, filho. Meu pau também, tá igual uma pedra.

Completamente inebriado, eu só conseguia me divertir e aproveitar aquele momento. Então, algo aconteceu que me despertou do transe. Ao me ouvir falar sobre o estado do meu pau, Renato moveu a mão que estava em minha coxa e alisou toda a extensão dele.

— Caralho, pai! Que cacete duro!

Foi como se eu levasse um choque e minha reação automática foi dizer “peraí, né filho??”, o que o fez tirar a mão imediatamente. Aos poucos, ele foi se movimentando para se afastar de mim. Eu disse que não precisava, pedi que ficasse, mas ele foi se justificando dizendo que estava muito bêbado e precisava se deitar. Os charutos estavam acabando mesmo e a terceira garrafa de vinho já estava seca. Fiquei um pouco na sala fumando um último cigarro e então fui para meu quarto.

No caminho, passei na frente do quarto do meu filho, que estava com a porta fechada. Ouvi um barulho e parei para ouvir melhor o que era — fiquei com medo que estivesse passando mal. Meu filho gemia, freneticamente. Grudei meu ouvido na porta e ouvi mais um barulho, que era claramente sua mão cheia de lubrificante friccionando seu pau. Meu filho estava batendo punheta e isso fez com que eu retomasse todo meu tesão. Entrei no meu quarto e fiz o mesmo.

No dia seguinte, acordei com ressaca e todo esporrado. Sem parar pra pensar no que tinha acontecido, fui direto para o banheiro e tomei um bom banho. A porta do quarto de Renato estava fechada, portanto imaginei que ainda estivesse dormindo. Ao chegar na cozinha para fazer um café, encontrei meu filho sentado em um dos bancos do balcão da cozinha. Notei que ele estava com os olhos marejados.

— Filho? O que aconteceu? Você está bem??

— Pai, acho que a gente precisa conversar.

Sentei-me no sofá e fiquei esperando que ele fizesse o mesmo, mas ele preferiu ficar em pé, parado na minha frente.

— Pai, não quero que você ache que eu sou mal agradecido, nem nada... Mas acho que tá na hora de eu arrumar meu canto.

Um arrepio frio correu minha espinha. Eu sabia que uma hora ou outra isso ia acontecer, mas não achei que seria tão rápido. Acabávamos de comemorar apenas um mês de sua chegada na cidade.

— Mas filho, conversamos tanto sobre isso ontem… Eu te disse que estou feliz com sua companhia, você disse que se sente à vontade aqui… Eu entendo que você queira ter um espaço só pra você, mas não é um pouco cedo?

— Talvez… Mas eu realmente acho que, depois de ontem, é melhor cada um ter seu espaço.

Um rápido flashback correu pela minha cabeça. Os dois seminus no sofá, os corpos se tocando, as mãos alisando os corpos, a mão de meu filho percorrendo a extensão do meu cacete duro… Eu devia ter evitado. Minha obrigação como pai era me manter são e evitar que os carinhos tivessem ido para um lado sexual. Voltei rapidamente à realidade quando notei lágrimas correndo pelo rosto de meu filho. Por um momento, ele deixou de ser o homem que eu abrigava em casa e voltou a ser aquele menino franzino e delicado, pedindo ajuda depois de ter tropeçado correndo pela casa e batido o queixo no degrau da escada.

Tentando evitar que meus olhos também começassem a derramar lágrimas, puxei Renato pela mão e pedi que se sentasse em meu colo. “Ah, pai, nada a ver, né?”. Insisti e, relutantemente, ele se sentou. Pedi desculpas pelo ocorrido, falei que não devíamos ter bebido tanto e cruzado certas linhas. Talvez fosse melhor fumarmos charutos separadamente a partir daquele momento, já que sabíamos o que aquilo nos causava. Reforcei minha vontade de me reaproximar e fiz questão de reafirmar como eu estava feliz. Se ele quisesse buscar um lugar para si, tudo bem. Mas que nos desse a oportunidade de consertar o que havia acontecido na noite passada. Eu estava morrendo de medo de perder meu menino de novo.

— Eu também não quero te perder de novo, pai. Essas semanas foram muito felizes. E acho que isso também é o problema, de certa forma.

— Como assim, filho? Me conta, se abre pro seu pai.

— Não, você vai me odiar…

— Por quê? Você está cometendo algum crime?

— Hum… de certa forma…

— Vai, filho, por favor. Confia em mim…

— Pai… Como eu te disse, depois de tanto tempo separados, somos outras pessoas. São outras vidas. É como se eu estivesse te conhecendo de novo… E acho que nesse processo…

Meu filho soluçava enquanto tentava achar as palavras. E eu não estava preparado para o que ouvi:

— Pai, acho que nesse processo… Eu me apaixonei por você.

Renato virou o rosto, sem conseguir me encarar. Eu continuei olhando para ele e não estava perplexo, nem assustado. Muito pelo contrário. Ouvir aquilo era o que faltava para que muitas peças se encaixassem e eu finalmente entendesse o que estava acontecendo dentro de mim. Todo aquele carinho que eu tinha pelo meu filho eu tinha também por um dos homens mais lindos, inteligentes, interessantes e gostosos que conheci na vida. Eu tinha orgulho do meu filho. Tinha tesão por esse homem. Amava meu filho incondicionalmente. Queria que esse homem fosse meu. Protegeria meu filho a vida toda, para que nada nem ninguém lhe fizesse mal. Tinha vontade de foder aquele homem, arregaçar seu cu e enchê-lo com minha porra quente enquanto ele gemia de prazer.

Meu filho e esse homem eram a mesma pessoa.

Delicadamente, peguei o queixo de meu filho com as pontas dos dedos e o movi para que seu rosto ficasse de frente ao meu. Alisando aquela barba macia que eu admirava, olhei fundo em seus olhos lacrimosos e dei um selinho em sua boca. Vendo seu olhar de surpresa, dei outro. Em seguida, outro mais forte, que ele correspondeu.

— Te amo muito, meu filho.

— Também te amo muito, meu pai.

Nos abraçamos enquanto nossas bocas se encontravam e nossas línguas se tocavam pela primeira vez.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 29 estrelas.
Incentive SmokeBear a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaSmokeBearContos: 10Seguidores: 14Seguindo: 3Mensagem Urso maduro, fumante, amante de ursinhos jovens maiores de idade

Comentários

Foto de perfil genérica

me chame 4,1,9,9,5,9,1,1,6,8,4 vc vai gozar gostoso me assistindo, tenho packs para todos os bolsos, inclusive BBC, anal, oral, DP, de tudo um pouco, além disso estou produzindo um book de incesto rs fiz um insta para vcs tammyfelixx

0 0
Foto de perfil genérica

Gosta de torturar seus leitores né safado!? O pau já mão e o conto acaba rsrsrs! Muito bom! Já estou esperando o próximo capítulo de pau duro kkk.

0 0
Foto de perfil genérica

Hehehe se prepara pra bater bastante punheta no próximo!

0 0