Olá, sou Mara, 42 anos, casada com Mateus, 47 anos, moradores de uma pequena cidade do interior de SP.
Já vivemos várias aventuras, mas sempre procurando uma nova a cada semana, foi então que naquele dia, Mateus resolveu surpreender. Havíamos ido no final de semana há uma festa, onde havia um grupo de pagode, e falei que um dos integrantes do grupo havia me chamado a atenção, um moreno, forte, com uma aparência muito bonita. Ele ouviu e ficou calado.
A noite chegou, me arrumei, colocando uma minissaia preta e um top dourado. Uma minúscula calcinha preta.
A campainha tocou pouco depois das oito.
Meu marido estava com um sorriso discreto, um olhar demorado para mim, como se estivesse esperando para ver minha reação.
Quando abri a porta, era o moreno do pagode, eu não acreditava! Então Mateus nos apresentou, era Oton, eram amigos do futebol e eu não sabia.
— Entre. Hoje nós vamos conversar bastante, disse Mateus.
Sentei-me no sofá, meu marido pegou umas cervejas e sentou ao meu lado, e Oton a nossa frente. A conversa começou descontraída, mas logo percebi que ele fazia questão de me colocar no centro da atenção.
— Você está linda hoje — disse ele, olhando para mim.
Agradeci, um pouco sem graça.
Então ele olhou para o amigo.
— Eu sempre digo que ela é ainda mais bonita pessoalmente.
O amigo sorriu e concordou. O olhar dele permaneceu em mim por alguns segundos a mais do que seria considerado casual.
Meu coração acelerou.
Meu marido percebeu.
Em vez de demonstrar ciúme, aproximou-se ainda mais de mim.
— Gosto quando percebem aquilo que eu vejo todos os dias.
A frase mudou completamente o clima.
Começamos a conversar sobre relacionamentos, desejos e fantasias. A cada assunto, meu marido fazia pequenas provocações, sempre observando minha reação.
— Aposto que você nunca imaginou que ela pudesse ficar tão tímida — brincou ele.
— Talvez ela não esteja tão tímida assim — respondeu o amigo.
Olhei para os dois e sorri.
Aquela resposta fez meu marido rir.
Ele segurou minha mão e sussurrou:
— Acho que você está gostando de ser admirada.
Não respondi.
Apenas sustentei o olhar dele.
E naquele silêncio, os três entenderam exatamente o que estava acontecendo.
A noite continuou entre provocações cada vez mais ousadas, aproximações discretas e olhares que diziam muito mais do que qualquer palavra.
Meu marido parecia completamente seguro da situação. E quanto mais percebia que eu estava gostando daquela atenção, mais ele brincava com a situação.
Naquela noite, descobri que havia algo especialmente intenso em ser desejada diante de alguém — e, principalmente, em perceber que meu próprio marido queria assistir àquela fantasia acontecer.
E nenhum dos três parecia com pressa de terminar aquela noite.
Eu tentava prestar atenção à conversa, mas minha mente já não estava realmente ali.
Havia alguma coisa naquela situação que despertava uma parte de mim que eu normalmente escondia até de mim mesma.
Eu gostava de perceber o olhar dele.
Não era apenas vaidade. Era a sensação de ser desejada sem precisar fazer nada para provocar aquilo. E, mais surpreendente ainda, eu gostava de saber que meu marido estava percebendo tudo.
Uma parte de mim queria baixar os olhos, fingir que não notava.
Outra queria sustentar aquele olhar por mais alguns segundos.
Talvez fosse justamente essa contradição que tornasse tudo tão intenso.
Eu me perguntava o que meu marido sentia ao me ver naquela situação. Será que ele também sentia orgulho? Curiosidade? Um pequeno ciúme que transformava a fantasia em algo ainda mais carregado?
Quando ele apertou minha mão, entendi que estava lendo meus pensamentos.
Sorri para ele.
Naquele instante, percebi que meu desejo não estava apenas no amigo. Estava também na cumplicidade entre nós dois — naquele segredo compartilhado, naquela sensação de que estávamos atravessando juntos uma fronteira que antes existia apenas na imaginação.
Eu queria continuar sendo observada.
Queria descobrir até onde minha coragem iria.
Queria ver o quanto meu marido permitiria que aquela fantasia crescesse antes de me perguntar se eu realmente queria continuar.
E, acima de tudo, queria descobrir uma versão de mim mesma que sempre estivera escondida atrás da mulher comportada que eu costumava mostrar ao mundo.
Naquela noite, pela primeira vez, não tive vergonha de admitir para mim mesma:
eu gostava daquela atenção.
E gostava ainda mais de saber que meu marido sabia disso.
Eu sentia que alguma coisa havia mudado.
A conversa continuava, mas para mim as palavras pareciam chegar mais devagar. Eu estava consciente de cada olhar, de cada sorriso e, principalmente, da presença do meu marido ao meu lado.
"Por que estou gostando tanto disso?"
A pergunta apareceu na minha cabeça e me deixou ainda mais inquieta.
Eu poderia simplesmente mudar de assunto. Poderia levantar, buscar alguma coisa na cozinha, quebrar aquela tensão.
Mas não queria.
Quando olhei para meu marido, encontrei nos olhos dele uma pergunta silenciosa.
— Está tudo bem? — perguntou baixinho.
Assenti.
— Mais do que bem.
Ele sorriu.
O amigo percebeu a troca de olhares entre nós e ficou em silêncio por alguns segundos.
— Parece que vocês dois já conversaram muito sobre isso — comentou.
Meu marido respondeu tranquilamente:
— Algumas fantasias a gente demora para admitir até para quem ama.
Meu coração disparou.
"Então era isso. Ele também havia imaginado essa situação."
Olhei para ele, tentando descobrir até onde aquela fantasia existia na cabeça dele.
— E você? — perguntei.
— Eu o quê?
— O que está sentindo agora?
Ele demorou um instante antes de responder.
— Estou gostando de ver você descobrindo que pode ser desejada e continuar sendo exatamente você.
A resposta me desarmou.
Não era apenas sobre o amigo.
Era sobre nós.
Sobre confiança. Sobre curiosidade. Sobre aquela sensação estranha de dividir um segredo que, até aquela noite, existia apenas entre pensamentos.
O amigo então falou:
— Acho que o mais interessante é que ela parece estar tentando decidir se deve ficar tímida ou assumir que está gostando.
Sorri.
— Talvez eu já tenha decidido.
Meu marido apertou minha mão.
E naquele pequeno gesto entendi que não precisava dizer mais nada.
Os três permaneceram em silêncio por alguns segundos.
Um silêncio carregado de possibilidades.
Eu sabia que aquela noite mudaria alguma coisa entre nós. Talvez não soubéssemos ainda exatamente o quê.
Mas, naquele momento, senti necessidade de descobrir imediatamente.
Eu me levantei e me sentei ao lado de Oton, coloquei minha mão em cima de sua calça e comecei a apalpar o grande volume, mas não tirava os olhos de Mateus. Fui desabotoando a calça dele e abaixei o zíper, puxando um pouco a cueca, um monstro de um cacete negro, grosso e cabeçudo pulou para fora.
Comecei a massagear aquele cacetão que já estava babando, escorrendo em minhas mãos. Mateus estava com seus olhos vidrados em mim, me debricei e comecei a lamber aquela cabeça, sentindo o gosto e o cheiro delicioso. Oton, levantou minha minissaia e começou a apertar com força minha bunda, que delícia.
Me levantei e tirei toda minha roupa, meu corpo moreno, bundão grande e redondo, os seios médios com as auréilas escuras e os bicos bem pontudos, aquele belo capô de fusca e a buceta depilada, Oton ficou parado me olhando e pedi para os dois também fazerem o mesmo. Minha buceta estava pingando de tesão, então me virei de costas para o Oton e fui sentando, encaixando aquele cacetão monstro em mim, enquanto olhava diretamente nos olhos de Mateus. Quando peguei em sua mão, puxei ele para perto e comecei a chupar seu cacete, enquanto Oton se deliciava dentro de minha buceta.
Me virei e subi em cima de Oton, encaixando novamente aquela delícia em mim e pedi para Mateus se deliciar com meu cuzinho. Que maravilha estar naquele momento fazendo uma DP que me fez gozar como uma louca.
Mateus me puxou de cima de Oton e me colocou de quatro no sofá, me pedindo para abrir bem minha bunda. Então falou para Oton se divertir com meu cú! Não precisou falar duas vezes. Aquilo entrou tirando tudo quanto era pregas, no início doeu pra caramba, pois era muito grosso e grande o cacete de Oton, mas depois, foi só aproveitar.
Que noite maravilhosa passamos os três juntos, Mateus e Oton se divertiram comigo e eu com cada um deles. Passamos momentos especiais, e quando Oton foi sair para ir embora, eu o acompanhei até a porta totalmente nua, dando um beijo maravilhoso em sua boca.
Ao voltar para cama, agradeci muito Mateus por me fazer feliz e viver um casamento maravilhoso e especial. Como eu sou realizada.
