Depois do fim de semana do churrasco, já era.
A gente chutou o balde e abriu de vez a porta pra putaria. O Alexandre e eu ficamos pilhados demais na ideia de chamar gente pra fuder.
Primeiro o Alex me obrigou a ir num posto de saúde pra me cadastrar e eu poder pegar prep, aquele remédio pra prevenir hiv. Foi fácil e rápido pra caralho. Aí a gente já começou a fuder geral.
No começo era só mina mesmo. O Alex tinha um monte de amiga safada, e a gente conseguia mais pelo Tinder. Toda quarta e quinta a gente chamava uma garota diferente pra comer.
Mas o Alex queria chamar mlks tbm, e até aquele momento eu só tinha ficado com ele na vida. Mesmo que essa idéia me deixava com mto tesão, e o churrasco me despertou uma vontade do caralho de ficar com outros caras, ficar e fuder com um cara ainda parecia uma coisa meio estranha pra mim.
E outra, eu queria muito que meu primeiro cuzinho de macho fosse do Alex mesmo. Mas isso realmente não rolou.
Então o Alex fez questão de escolher um cara pra eu fuder a primeira vez. O escolhido foi o Guilherme, um dos mlks do time dele. O Alex disse que gostava mto de meter nele e que eu não ia me arrepender.
Eu já conhecia o Gui fazia muito tempo, ele e o Alex são mto amigos. Eles sempre saiam juntos e o Gui colava toda hora aqui na república. Ficavam bebendo, batendo papo e jogando videogame com os outros caras da república. Mas eu nunca tinha trocado muita ideia com ele e nunca tinha reparado muito nele antes do churrasco do rugby.
Ele ainda morava bem perto da gente, só duas quadras de distância, então facilitava bastante.
Mas na real, quando o Alex falou que ia escolher um mlk do time dele pra gente fuder juntos, eu tava esperando que fosse o Felipe ou o Pedro. Depois que conheci aqueles mlks, eu cheguei até a sonhar que tava metendo no rabão deles.
Mesmo assim o rabo do Guilherme também é bem foda, como o de todos os mlks daquele time.
O Gui tem 22 anos, é curitibano e até que se parece um pouco com o Alexandre. O cabelo dele é bem loiro, num low-fade e sempre na régua e bem cuidado. Ele tem olhos castanho claros e uma barba loira linda pra caralho, com pelos super macios.
Os corpos do Gui e do Alex são praticamente idênticos, os dois são wingers, mesma posição no rugby. Só que o Guilherme é um pouco mais peludinho.
Ele se formava no fim daquele ano, então era quase a minha última chance de meter naquele cara.
Lembro que no dia do churrasco o Guilherme era o que tava mais distante de todo mundo e mais próximo da noiva. O Alexandre falava que ele era muito zoeiro e divertido nos churras, mas faltava só alguns meses pra se casar, então ele tava muito mais focado na mina dele. Eu até tinha ajudado o Alex a escolher o terno dele quando ele ainda tava com o braço quebrado, pq ele foi convidado pra ser um dos padrinhos de casamento.
Depois de ver no churrasco que o Gui era um putão fiquei até com dó da mina... e um pouco de dó do próprio Guilherme também, porque dava pra ver que ele gostava pra caralho do time e de fazer putaria.
A gente marcou a nossa foda numa segunda no finzinho de setembro. O Alex e o Gui decidiram faltar no treino do rugby pra gente fuder sem pressa.
Foi um dia chuvoso pra caramba com tempestade e o escambau. O Guilherme chegou antes do Alexandre, ensopado, tremendo de frio.
- Achei que ia morrer no caminho - ele falou, com o sotaque de curitibano dele, batendo o pé na porta pra tirar o excesso de água.
- Entra aí, pô. Vai pegar pneumonia nessa porra - eu respondi, puxando ele pelo braço.
- Não esquenta, sou acostumado com frio. Mas essa chuva aqui de São Paulo é sem noção, piá.
Mandei ele tomar uma ducha quente pra se esquentar e a gente ficou conversando no banheiro. Eu fiquei com tesão muito rápido vendo aquele mlk pelado tomando banho na minha frente. Meu pau ficou muito duro. Até fiquei pensando como que em todo esse tempo eu não tinha reparado como aquele cara é tão gostoso...
O corpo é mesmo bem parecido com do Alex, mas acho que o Gui tem até mais músculos. As coxas e o rabão dele são bastante musculosos, e tem uma marquinha leve de sol que destaca o volume daquela bunda, foda demais.
A voz dele é gostosa, bem forte, com um jeitão calmo de falar e uma dicção perfeita. Enquanto a gente conversava no banheiro, eu ficava imaginando os gemidos dele, olhando aquela bunda redonda e musculosa, e meu pau já tava a ponto de explodir.
Quando ele saiu do chuveiro só esperei ele se secar e já puxei ele pro beijo.
- Vem cá, seu gostoso do caralho.
Beijo dele é bem mais delicado que do Alex, ele é todo paciente. Usa bastante a língua e faz uns movimentos leves, lambendo meus labios, e metendo devagar a língua pra explorar minha boca.
Parei um pouco pra ver o rosto dele. Olhei a boca vermelha no meio daquela barba loira que tava toda molhada. A carinha de safado, os olhos penetrantes. Caralho, o mlk é lindo. Beijei ele ainda com mais vontade.
Fui passando a mão pelo corpo dele, sentindo as curvas, os músculos.
A pele dele é tão macia que minha mão deslizava.
A gente foi indo pro quarto, se beijando, e deitamos na cama. Nenhum momento tiramos a boca um do outro.
Depois desci pelo pescoço, sentindo ele se arrepiando todo, fui lambendo o peitoral musculoso dele inteiro e chupei os mamilos. Ele já tava respirando pesado, senti a pica dele durona encostada no meu corpo.
Fui descendo mais, lambendo cada pedacinho da barriga dele, e meti o pau dele na boca. Mamei ele por um tempão. É um cacetão grosso, mas cabia inteiro na boca, devia ter uns 17 cm. Mamei com muita vontade, engolindo tudo até o saco. É bom demais mamar aquele pau. Tem a medida certa pra não ficar sem ar toda hora, então quase não tirei a boca dele.
- Puta merda... que boca gostosa - ele gemia baixo, segurando minha cabeça com as duas mãos, as palavras saindo pausadas. - Assim mesmo, não para não.
Pô, fiquei até orgulhoso que o cara tava curtindo mto o meu boquete.
O Alexandre chegou encharcado também, ele só tirou a roupa molhada e já veio curtir com a gente.
- Porra, começaram sem mim? Que viadagem é essa? - ele falou se aproximando da cama.
- A gente tá só esquentando, piá. Chega aí. - o Gui falou soltando minha cabeça.
A gente se beijou os três, em pé, e nossos paus duros ficaram batendo uns nos outros.
Depois o Alexandre sentou na cama e o Guilherme ajoelhou na frente dele e começou a mamar aquele pauzão com muita vontade. O Gui conseguia engolir até o talo, babava em tudo, enfiava fundo na garganta de uma forma que eu nunca tinha conseguido.
Caralho, aquilo ali era uma aula de como chupar pica. Fiquei batendo punheta vendo aquele mlkão engolindo a rola inteira do Alex.
Cada vez mais fui me tocando de como o Gui é lindo mesmo. E a barba deixava ele com uma cara de machão, de viking. Ver aquele cara macho pra caralho chupando o pauzão inteiro do Alex com tanta facilidade me deixou louco.
Fiquei do lado do Alex com a pica pulsando e ele me mamou gostoso, engolia tudo mesmo. Caralho, o mlk manjava muito. Ele enfiava meu pau na garganta e massageava com a língua, chupava devagar, degustando cada pedaço da minha pica.
- Vai mlk... isso tá bom demais...
Ele ficou revezando no meu pau e no do Alex por um tempão. Nesse ponto a gente já tava com os corpos muito quentes. Os vidros das janelas tavam até embaçados de tão quente que a gente tava.
Eu tive que sair da frente do Gui porque eu tava quase gozando e queria aproveitar mais.
Fiquei só olhando aqueles dois mlks gostosos se curtindo. Os dois bem branquinhos, o Alex um pouco mais bronzeado que o Gui. Mas os rabos grandões bem brancos nos dois. Tava mto foda ver eles.
Eles começaram a se beijar e se lamber inteiros, uma pegação lenta e gostosa pra caralho. Se chupavam e lambiam inteiros mesmo, cada cantinho do corpo, literalmente da cabeça aos pés, sem pressa nenhuma. Aproveitavam tudo. Até o suvaco um do outro eles lambiam com vontade.
Dava pra ver que os dois se curtiam muito, e tinham muito tesão um no outro também. Porra, eu tava me segurando pra não gozar só de ver aqueles mlks se amassando com tanta vontade.
Eles ficaram com os corpos inteiros brilhando, não sei se de suor ou de saliva.
E aí o Gui voltou a mamar o Alex, aquela mamada concentrada, dedicada.
O Alex deu um toque na coxa do Gui e ele entendeu na hora. O mlk foi pra cama sem tirar a pica do Alex da boca. Os dois ficaram se mamando, o Alex por baixo e o Gui por cima. Fiquei um tempo só batendo punheta de leve, tentando acalmar minha pica e vendo eles se deliciando no 69.
Depois levantei as pernas do Alex e fiquei ali ajoelhado no chão, na beira da cama, lambendo o saco e o cuzinho dele enquanto o Gui mamava gostoso a pica dele. Aí subi na cama e fiquei atrás do Gui, vendo ele de quatro levando a mamada do Alex.
Chupei o saco dele, beijei a coxa, a bunda. Abri aquele rabo redondo e firme com as duas mãos. Caralho, que cuzinho lindo o Gui tem. Enfiei a língua no cuzinho rosado e peludinho dele com tanta fome que eu quase tava enfiando minha cara inteira dentro dele. Era quente e apertadinho.
O Gui se empolgou com minha língua e começou a rebolar, bombando mais forte na boca do Alex, e aí o Alex começou a socar sem dó na boca dele tbm. O Gui aguentou sem reclamar.
Os dois ficaram fudendo a boca um do outro sem tirar a pica de dentro por um tempão, e o cuzinho do Gui ficava piscando forte na minha língua. Chupei tanto aquele cu que ficou tão molhado que meu rosto escorregava muito fácil naquele rabo. Depois enfiei um dedo, depois dois, abrindo ele devagar. O Gui rebolava pra trás, como se tivesse pedindo mais.
Cuspi na mão, passei no meu pau inteiro e fui batendo a pica com força naquele rabão de jogador de rugby dele.
- Ô, mlk... - a voz grossa gemendo enquanto eu roçava minha pica no cuzinho dele.
- Vc aguenta, Gui? - perguntei, segurando a cintura dele.
- Aguenta sim - o Alex respondeu por ele. - Esse puto aguenta mais que muita mina por aí.
Encaixei na portinha do cu e fui entrando. Quente, apertado, pulsando em volta da minha rola. Meti facinho até o talo, senti minhas bolas tocando nas dele.
Porra… meu primeiro cu de macho. A sensação foi absurda.
Comecei a estocar, segurando a cintura dele. O cheiro de sexo foi tomando conta do quarto. E os gemidos do Guilherme eram exatamente como eu imaginava. Uns gemidões grossos e fortes, parecia um viking gemendo mesmo.
O Alex continuava embaixo do Gui, na mesma posição do 69. Ele voltou a mamar o pau do Gui e enfiou o dele de novo na boca do amigo. A cada metida funda minha, o Gui engasgava no pau do Alex e o cu dele piscava forte na minha pica.
Gozei logo, enchi o cu dele de leite quente. Eu nunca tinha gozado tão rápido assim antes.
- Po, irmão... tu me fez gozar rápido pra caralho - eu falei, ofegante. O Gui murmurou algo mas num entendi nada, ainda tava com a pica inteira do Alex na boca.
- Lógico, primeira vez comendo cu de macho. Ainda mais o cu desse mlk. - o Alex respondeu dando uma risada.
Nem tirei o pau. Continuei metendo devagar, sentindo minha porra escorrer pelo cu do Guilherme. Ele ainda engolia o pau do Alex até o fundo e cada engasgada na pica do Alex fazia o cu do Gui apertar forte em volta do meu pau. Aquilo foi me deixando duro pra caralho de novo.
Fui metendo a segunda vez mais forte que antes. Os gemidos do Gui tavam intensos, e foi me deixando louco.
Eu tive que desacelerar nas metidas pra não gozar denovo, e mesmo assim tava foda de segurar. A gente fudeu tanto que eu sentia que a gente tava fervendo. Nem parecia que tava fazendo tanto frio naquele dia.
Quando senti que não tinha mais jeito, já bem perto de gozar, tirei o pau do cu do Gui. Não queria gozar ainda, queria aproveitar mais. Troquei com o Alex, que já foi metendo a cara no rabo do Gui, chupando o cuzão dele e metendo forte a língua.
- Agora é minha vez, seu putão. - o Alex falou, já mirando o pauzão na portinha do cu dele.
- Vem, piá. Mete gostoso.
O Alex encaixou a cabeça daquele pauzão grosso e enterrou tudo de uma vez. O Guilherme soltou um gemido longo. O Alex segurava as nádegas abertas pra eu ver o pau sumindo e voltando, todo coberto com minha porra. A metida do Alex era forte, cuzão do Gui tava até mais vermelhinho, fazia bico quando o pau ia pra trás quase saindo.
- Porra, Alex! - ele gritou meio choroso, as mãos agarrando o lençol.
- Cala essa boca, a galera da república vai ouvir assim - o Alex respondeu, aumentando o ritmo.
Fiquei de frente pro Guilherme metendo minha pica na boca dele, tentando abafar os gemidos. Meu saco ficava batendo forte no queixo dele.
Aquelas coxas grossas de rugby do Alex batendo no rabão de rugby do Gui faziam um barulho muito foda ecoar no quarto. O Gui babava tanto com meu pau na garganta que a cama ficou com uma poça de saliva.
- Vai, vai, soca tudo nesse cu - eu incentivava, vendo o Alex arregaçando ele.
- Caralho véi, eu amo esse seu cu, mlk... - o Alex mandou, sem perder o ritmo.
Depois de umas bombadas o Alex enterrou no cu do Gui até o saco e gozou com força, enchendo o Guilherme ainda mais de porra.
Pô, eu ainda não tinha visto o Alex gozar daquele jeito. Ele gemia alto pra caralho e teve um monte de espamos enquanto gozava. Ele adorava mesmo meter no cu daquele mlk.
O Alex continuou metendo, mais devagar, o pau ainda parecia durão.
O Gui rebolava gostoso no Alex, a bunda musculosa dele contraia tanto que eu imaginava a pressão que tava fazendo naquela pica. O Alex deitou em cima do Gui, que tava de quatro, e abraçou forte ele.
- Esse cu é meu, irmão. Sem viadagem. Num te largo mais, pqp. - ele falou, respirando pesado, socando devagar e sentindo as reboladas do Gui. A cada estocada o Alex urrava alto, revirando os olhos.
- Teu nada, tu vai dividir comigo - eu respondi, minha pica tava latejando pra caralho querendo entrar no Gui denovo.
- Tá bom, tá bom... é nosso.
O Alex deitou na cama com o pau pra cima latejando, tava todo melecado com a porra que tava dentro do Gui.
O Gui sentou devagar nele, engolindo aqueles 21cm inteiro. Descia gemendo alto com aquela voz grossa e gostosa.
Passei bastante cuspe no meu pau deixando bem meladão. O Gui deu uma empinada na bunda de leve com o pau inteiro do Alex dentro. Empurrei devagar dentro do Gui. Senti a resistência do cu dele e o pau duraço do Alex roçando no meu. As costas dele contraiam com força, fazendo os musculos saltarem. Ele tava tenso.
O Gui respirou fundo, relaxou e eu fui entrando, o cu dele foi alargando devagarzinho, pulsava muito forte.
- Caralho, piá! - ele gemeu de dor, apertando os olhos. - Tá doendo pra caralho, tira, tira!
- Aguenta, Gui... aguenta ae na moral - o Alex sussurrou no ouvido dele. - Tu já aguentou coisa pior.
Porra, tava apertado pra caralho, quente, pulsando muito.
Quando meu pau entrou todo fiquei parado um tempo. Os dois paus inteiros dentro dele. O Gui tava fazendo careta, mas aguentando firme.
- Olha pra mim, Gui - o Alex puxou o rosto dele. - A gente vai devagar. Confia.
- Tô confiando... é que tá muito...
O Gui gemia sem parar, de prazer, de dor. Mas o tesão devia ser maior, pq o pau dele tava bem duro e babando pra caralho no tanquinho do Alex.
A gente começou a meter. Devagar no começo, sincronizado. Eu abraçando com o braço o peitoral do Gui e o Alex segurava a bunda dele com as duas mãos, abrindo as nádegas.
Os paus ficaram roçando um no outro. Deslizavam fundo e quase saíam juntos, latejando um contra o outro dentro daquele cu quente.
O mlk tava tremendo, todo arrepiado, gemendo alto pra caralho, com tesão, mas ainda com dor. Dava pra ver na cara dele. Eu tinha ctza que a república inteira tava escutando, mas taquei um foda-se. Só tampei a boca dele com a mão e fui metendo.
Ele ficou tentando sair dos nossos paus. Sorte que minha pica e do Alex são grandes, se não tinha saído.
- Fica quieto aí, porra - eu falei, abraçando ele forte por trás.
Aumentamos o ritmo, agora enquanto um metia fundo o outro fazia o movimento contrário. Aquilo foi foda. Eu sentia o pau do Alex latejando forte contra o meu.
- Vai, Gui, quica na gente - eu pedi.
- Tu aguenta, porra - o Alex gemia quase implorando.
Ele se soltou mais e foi engolindo nossos paus com aquele rabão num vai e vem controlado, rebolando sem pressa. Fiquei olhando aquela bunda branquinha contraindo os musculos e aquele cu rosa engolindo nossos paus. Via minha pica e do Alex completamente meladas de porra espumada.
O Alex queria meter mais forte, eu também. A gente começou a estocar fundo naquele cu gostoso e quentinho com toda força que a gente tinha. Senti a pica do Alex latejando pra caralho. O mlk se segurava pra não gritar, pedindo pra tirar.
- Tá doendo mto, piá!
- Aguenta mais um pouco, Gui. Goza com a gente.
Eu joguei ele pra frente e o Alex ficou beijando ele na boca, abafando os gritos e gemidos altos, enquanto eu continuava metendo forte vendo meu pau fudendo aquele cu peludo.
Eu não aguentei. Meti o pau inteiro e gozei no fundão.
- Toma, irmão... toma, toma porra! - eu gemi.
O Alex gozou logo depois.
- Isso... caralho... - ele gemeu baixinho.
A gente só parou de bombar quando o Gui gozou também. Os jatos dele acertaram o peito do Alex.
Quando o Alex tirou o pau, a nossa porra escorreu junto com a espuma das outras leitadas, descendo pelas bolas do Gui e sujando a pentelhada do Alex e o lençol.
O Guilherme que tava sentado no Alex só desabou no peito dele, todo mole, com o rabão lustrado de suor. O cuzão dele completamente aberto, bem rosa, piscando e soltando muita porra.
A gente ficou ali um tempão, um em cima do outro, os três muito ofegantes.
- Vocês dois são uns tarados do caralho - o Gui falou, ainda com olhos fechados, respirando forte.
- E tu é um putão que adora ser arregaçado, né seu fdp? - o Alex respondeu, dando um tapa gostoso na bunda dele.
- É, mas não espalha. Tenho uma reputação pra manter.
- Reputação de quê, véi? Teu rabo roda o time inteiro! - o Alex zuou.
- Ahhh, cala a boca! - o Gui respondeu corando as bochechas e os dois ficaram rindo e se beijaram.
Depois que o Guilherme foi embora, eu e o Alex ficamos um tempão quietos, só jogados na cama.
Aquela foda tinha sido intensa pra caralho. Bem mais que com a Karina ou qualquer outra mina que a gente tinha comido juntos. E eu queria gozar mais umas duas vezes no cu do Guilherme.
Porra, meu primeiro cuzinho de macho. Não imaginava que ia ser tão gostoso assim. Eu não queria admitir pro Alex, mas aquele cu foi melhor que fuder qualquer outra mina.
- Valeu, irmão - eu falei pro Alex, ainda olhando pro teto. Ainda meio sem acreditar no que tinha rolado.
- Te falei, porra. O Gui é foda.
Depois do Gui eu meio que viciei. Cu de macho é uma parada diferente. Toda hora eu lembrava daquele cuzinho engolidor de pica do Gui.
Aí a gente começou a se organizar pra fazer putaria. A gente se empolgou tanto que era quase todo dia. Do final de setembro até comecinho de dezembro a gente chamava algum cara ou alguma mina pra eu e Alex fuder ou ia na casa deles. Era tipo lei.
A gente via se algum amigo ou amiga do Alex podia ou a gente partia pro Tinder, Grindr ou Hornet.
No fim a gente comia muuuito mais mlk do que mina, eu viciei mesmo em cu de macho. Era um, dois caras, às vezes três ou até mais por dia. Sempre mlks diferentes. Se pá a gente meteu no cu de todo mundo aqui das redondezas.
A gente mamava, chupava cu, metia um de cada vez, fazia rebolar no pau do outro, comia de tudo quanto é jeito. Era gostoso pra caralho, ainda mais quando o mlk aguentava levar DP. Era meio difícil e atrapalhado de fazer, mas sentir a pica do Alex esfregando na minha dentro de um cuzão era foda demais, a gente sempre gozava junto assim.
Depois que os caras ou as minas iam embora, eu e o Alex ainda se mamava gostoso. Aquele 69 chupando o pau e cu um do outro, lento, punhetando devagar até gozar de novo, um enchendo a boca do outro de leite quente. Dormíamos colados, peito no peito, pau mole melado, e o quarto cheirando a porra e suor.
Se dependesse só de mim e do Alex, e a gente não tivesse faculdade, estágio e treino pra ir, acho que a gente passava o dia inteiro se mamando e fudendo mlks.
A gente também colava numas festas de putaria, e umas duas vezes no mês a gente ia na Chilli Pepper ou na Dedalos, que são duas saunas só pra caras aqui de São Paulo.
Sim, a gente tava aproveitando pra caralho e fudendo mto, mto, mto mesmo. E o melhor é que se acontecesse alguma coisa a gente conseguia fácil remédio com nossos amigos da farmácia ou da medicina.
O Gui veio mais outras vezes. Como ele morava perto era moleza, só precisava ser em dia que ele não ia ver a noiva. A gente começou a ter uma amizade mais forte, e aí ele até me deu convite pro casamento dele e me convidou pra despedida de solteiro.
Além dele, do time de rugby, também fudi algumas vezes o Caique e o Leandro. Era gostoso pra caralho com eles também. O Leandro aguentava levar rola por muito tempo, e o Caique chupava cu pra caralho.
Mas o Gui era foda, num tem jeito, ele era um dos melhores. A gente sempre preferia meter no cu daquele viking lindo e safado do que qualquer outra pessoa. Se ele tivesse livre a gente cancelava qualquer rolê pra estar com ele.
Bons tempos aqueles.
Ele dava pra caralho pra gente, inclusive rolando DP. Às vezes a gente chamava outros caras só pra ficar assistindo o Gui metendo neles. Depois a gente leitava os caras e, quando eles iam embora, a gente se curtia junto até dormir.
Às vezes eu gozava só de ver o Alex e o Gui fudendo. Era um tesão fudido. Eles fudiam tão gostoso e se pegavam com tanta vontade que eu acabava viajando em várias ideias.
Minha cabeça ia longe. Dava até vontade de abrir a bunda e deixar eles me comerem. E por mais que eu tentasse não pensar muito nisso, às vezes eu pensava de verdade.
Ficava ali vendo eles fodendo sem parar, gozando e continuando a meter. Os mlks eram viciados em fuder, e eu tava ficando igual.
Toda hora eu acabava tentando imaginar que foda que deviam ser os rolês do time de rugby… Já tinha passado mais de três meses e eu ainda não tinha conseguido ir em mais nenhum churras deles. Só aquele em que as minas estavam junto. Nos finais de semana eu sempre tinha algum compromisso com a família e nunca dava pra ir. Acabava só ficando na vontade, imaginando o que eu tava perdendo.
O Alex contava tudo que acontecia nos churras que eu não conseguia colar e eu só ficava com raiva de não ter conseguido ir.
- Na moral, irmão, tu não sabe o que perdeu...
- Puta que pariu, Alex! Para de me deixar com inveja, caralho!
- Então cola no próximo, ué. Para de arrumar desculpa.
- Não é desculpa...
- Sem viadagem, véi, mas no próximo rolê tu vai junto comigo. Nem que eu tenha que te dopar e te carregar!
- Dessa vez eu vou. Juro.
- Vai ter que ir mesmo, mlk. Vai ser o último do ano, tá ligado? Uma galera lá vai se formar e não voltam mais ano que vem. Aliás, vai ser o último churras do Gui.. não vai perder essa hein?
Porra, aquilo me baqueou de verdade. Eu fiquei deitado na cama, olhando pro teto, e só conseguia pensar que dessa vez eu não podia furar de jeito nenhum.
Eu já tava decidido, ia colar lá de qualquer jeito e foda-se tudo.