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O Demônio e a Megera – Episódio 43 (A primeira noite de Cínthia no paraíso)

Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 3458 palavras
Data: 10/09/2026 09:10:37

André. Nada como chegar a uma cidade estranha e encontrar um rosto familiar e amado. Ainda tento me ver natural e coerente no papel que desempenho na relação de André e Ana Clara, o grande amor da minha vida. O homem que se aproxima de mim e me recebe com um abraço delicioso e um beijo nos lábios, do ponto de vista da plateia, é meu namorado.

- Bem vinda à Cidade Maravilhosa, minha pretinha. Estão todos ansiosos pela sua chegada.

- Não fala assim, que você me deixa nervosa. Eu não tenho vocação para celebridade.

- Por que não aprende a cantar? Porque na arte da representação, o Oscar está esperando por você e pela Megera.

- Nós somos ótimas, né? – reajo, dando uma gargalhada, me lembrando das travessuras que nós duas já aprontamos.

- Vem, meu amor, que nosso motorista está esperando. O Gabriel não pode vir dirigindo porque nós já bebemos todas.

- Nem esperaram por mim?

- A sexta-feira é longa demais. Com essa bagagem toda, teremos que alugar um apartamento só para você.

- Não exagera, Demônio.

- Na verdade, não sou eu que estou exagerando aqui.

- Deixa de ser palhaço.

- Olha a malcriação ou vou ter que castigá-la já em sua primeira noite no Rio de Janeiro – ameaçou o Demônio, me fazendo sentir até um friozinho na barriga.

- Não fala assim, que sua namorada está a perigo. E já soube que agora tem mais uma, né?

- As notícias correm rápido, hein!

- Você e Ana Clara são as duas pessoas mais loucas e maravilhosas que eu já vi. Não me espanta todo mundo querer namorar vocês. Quero saber como você vai dar conta de tantas mulheres.

- Tenho o Gabriel para me ajudar e as próprias lésbicas safadas para se satisfazerem, não é minha lésbica safada?

- Verdade. Saudade da minha rainha.

- Ela fez strogonoff de filé mignon.

- Ai! Agora que minha barriga vai disparar a roncar sem parar.

- A viagem até em casa é de quinze minutos só.

Embarcamos a bagagem em um carro de aplicativo, que era de um amigo do Gabriel, designado para me buscar no aeroporto. Em quinze minutos, como prometido, estávamos estacionando em frente ao prédio de Ayanna e Gabriel.

Meu coração estava batendo descompassado. Eram três pessoas novas em minha vida, em uma cidade estranha, em uma dinâmica que poderia ser qualquer coisa, na véspera de carnaval. Ana e André eram meu porto seguro, mas os demais mexiam com minha curiosidade e outras coisas dentro de mim.

André tocou a campainha e me deparei com uma figura que não conhecia nem de fotos. Era uma loirinha, mais baixa do que eu, olhos azuis. Vestia uma minissaia bem curta e um top, oferecendo a visão de um corpo moldado por anos de atividade física. Tinha a pele branca, mas bem queimada de praia.

- Você é a famosa Cínthia. Prazer, eu sou a Ingrid. Você é mais linda do que eu imaginava.

Nossos olhos demoraram uns nos outros.

- Muito prazer, Ingrid, já ouvi falar de você também. E você é uma princesa.

Abraçamo-nos e demos os tradicionais dois beijinhos, um em cada lado do rosto.

- Minha rainha! – apareceu Ana Clara, vindo da cozinha com um pano de prato na mão, pulando no meu pescoço, o contato com seu corpo me dando aquela deliciosa sensação de estar em casa.

- Eu sou Ay, vossa anfitriã – falou Ay, que vinha atrás de Ana Clara.

Ela tinha um sorriso tão verdadeiro nos lábios, que eu quase derreti.

- Finalmente, a linda e famosa Ayanna ao vivo e a cores. Estou ansiosa para saber quando você vai me bater e fazer xixi em mim – brinquei, fazendo com que todos dessem saborosas risadas.

Não que a ideia de apanhar daquela mulher não fosse sedutora. Linda, para ela, é eufemismo.

- Não acredite em tudo que esses maledicentes falam. Você quer arrumar suas coisas no quarto ou prefere tomar um banho e jantar primeiro?

- Ou prefere jantar e depois tomar banho? Sinta-se em casa, Cínthia – interveio Gabriel vindo da varanda.

Eita, que meu coração quase saiu pela boca. O sujeito conseguia ser ainda mais gato ao vivo. Comecei a acreditar que tinha acabado de entrar, no momento em que passei por aquela porta, numa espécie de conto de fadas, com tanta gente linda. Sendo que todos demonstravam uma alegria genuína de me receber, não sendo diferente com Gabriel, que me abraçou carinhosamente.

- Fique à vontade para fazer o que quiser e sinta-se em casa. Namorada do Demônio e da Megera é nossa namorada também – brincou, fazendo algo vibrar de um jeito gostoso entre minhas coxas.

- Safado! Vai constranger a moça, Gabriel. Vem, Cínthia, não dê ouvidos a esse tarado. Eu e as meninas vamos mostrar seu quarto e como acomodar suas coisas – falou Ay, se apropriando da minha mochila e do meu braço.

Fomos as quatro para o quarto do André e da Ana Clara. Preferi priorizar acomodar e guardar minhas coisas para não alimentar bagunça, no que fui ajudada pelas meninas, num trabalho de equipe impecável.

- Eu prefiro jantar e depois tomar um banho para dormir.

- Dormir? – reagiu Ana Clara, dando uma risadinha, enquanto tirava meu tênis, massageava e beijava meus pés.

- Aqui, meu bem, só se dorme de madrugada – interveio Ay.

Ingrid, a Loirinha, me examinava com curiosidade. Seus olhos tinham um brilho que não os abandonavam. Enquanto Ana Clara massageava meus pés, ela olhava para a cena com uma visível agitação.

A preocupação de Ayanna era me fazer sentir à vontade.

- Vou aquecer e servir o strogonoff para você, pode, Cinthia?

- Obrigada, Ay, eu aceito. Estou morrendo de fome, ainda mais sendo o strogo da Ana Clara.

Depois de jantar e tomar um banho refrescante, me vesti mais à vontade, com um shortinho de algodão e um top, o mais adequado possível para o calor que fazia. A oferta de beleza naquela casa era afrodisíaca. O olhar da loirinha mexia com minha imaginação. A atenção de Ay, minha rival pelo amor de Ana Clara, parecia tudo, menos estar lidando com uma rival. Gabriel filmava meu corpo com pouca discrição, me provocando arrepios.

Já passava de meia-noite quando finalmente me juntei em definitivo aos meus novos e velhos amigos. Ay me serviu um copo de cerveja. Agora, eu estava em casa. Ingrid estava bem à vontade na varanda, sentada no colo do André, que a tratava como um bibelô. Ana Clara estava sentada no colo de Gabriel, volta e meia trocando beijinhos amorosos nos lábios. Percebi que ali não havia percepção de propriedade.

Ay me paparicava mais do que Ana Clara, sempre procurando contato físico comigo, o que, tenho que confessar, era delicioso. Era eu quem a acompanhava à cozinha para pegar tira-gostos e latas de cerveja.

- E aí, gata? Está se sentindo à vontade? – perguntou Ay, numa dessas idas à cozinha, em que a ajudei a fritar pastéis.

- Com você me paparicando assim, não tem como não me sentir.

- Eu quero que você se sinta em casa, Cínthia. Depois que passar o carnaval, vamos aprofundar nossas conversas sobre a “Casa da Megera”. Tenho uma ideia genial aqui, mas vamos guardar isso para a ocasião apropriada. Por ora, vamos curtir o carnaval. Você vai conhecer mais dois casais de amigos nossos e vai adorar.

- Se for como vocês, não tenho dúvida.

- Você é mais bonita ainda pessoalmente.

- Você também. Chega a doer os olhos – brinquei.

- A Megera tem bom gosto para escolher suas namoradas lésbicas – reagiu Ay.

- E ainda pode ter quais ela quiser com aquela beleza e aquela energia maravilhosa.

- É verdade. Sou louca por ela. E pelo Demônio também. Já sinto saudades antes de eles irem embora.

- Eu entendo bem do que você está falando – reagi.

Quando arrumávamos as travessas para levar, nossos braços se roçaram de um jeito que meu corpo se arrepiou. Ay usava um vestidinho de algodão curto, tipo regata, que realçava seu corpo e a deixava muito sensual. Nossos olhares se cruzaram de um jeito que sugeria coisas que ainda não nos sentíamos à vontade para falar.

A conversa naquela varanda era saborosa, com variedade de temas, e a intimidade era total entre as pessoas. Aos poucos, eu me enturmava, entendendo a dinâmica daquela turma maravilhosa e cheia de senso de humor. Havia, também, o desejo indisfarçado. Em determinado momento, eu já estava sentada no colo do Demônio. Eu numa perna, Ay na outra. A loirinha no colo do Gabriel e Ana Clara comandando as atividades na cozinha. Percebi que Gabriel também paparicava Ingrid, mas seus olhares para mim não escondiam pensamentos perigosos, que eu logo descobriria que nada tinham de perigosos naquela casa, até porque o clima entre Ay e eu parecia evoluir a cada hora que passava.

Ingrid, por sua vez, sempre que falávamos uma com a outra, nossos olhos se demoravam um pouco mais. Dava a impressão de que nos estudávamos, como se tentássemos nos conhecer por dentro. Se eu já não conhecesse a história daquelas pessoas e a minha própria com André e Ana Clara, acharia toda aquela troca de carinhos e de intimidade bem extravagante, mas eu sabia que principalmente entre os dois casais a dinâmica era praticamente de marido e mulher. Eu era a peça que precisava se encaixar, porque Ingrid parecia naturalmente fazer parte da família, como eles diziam. Era a namoradinha de todos e demonstrava uma felicidade que eu gostaria de sentir.

A madrugada terminou, pelo menos para mim, mais em perguntas do que em respostas. Ana Clara já estava agarrada em mim, daquele jeito Ana Clara de ser, quando anunciou que eu dormiria com ela e com o Demônio.

- Mas na próxima noite ela vai dormir comigo – reagiu Ay, fazendo cara de possessiva.

- E comigo também – emendou Ingrid.

- Gente, vocês vão deixar a Cínthia constrangida assim – ponderou Gabriel.

- Na verdade, gato, eu estou é envaidecida – reagi.

- Melhor deixar esse dilema para amanhã. Seria bom começarmos a nos recolher, porque amanhã tem bloco de manhã e eu tenho certeza de que a Cínthia está muito interessada nisso – ponderou o Demônio.

- Bloco, depois praia, depois outro bloco e, de noite, churrasco – reagiu Ay.

- Nossa! Amei a programação – exultei, já ansiosa para chegar o outro dia. Não que esse ainda não tivesse algo a me reservar. Afinal, poderia matar a saudade de dormir com meus amores e confesso que a dinâmica daquela casa já tinha me deixado todinha cheia de tesão.

Antes de ir para o quarto, me despedi de Ay, Ingrid e Gabriel com abraços demorados e cheios de promessa, que deixaram meu corpo todo arrepiado. Já encontrei o Demônio deitado quando fui para o quarto. Estava só de cueca, deitado de costas, enquanto Ana Clara se despia, ficando só de calcinha, exibindo aquela perfeição de seios. Tirei meu shortinho e meu top, ficando só com a calcinha pequenina de rendinha que tinha vestido para eles.

Quando me deitei ao lado de André, Ana Clara já pulou em cima de mim, me tascando um beijo de língua que acendeu tudo em mim que ainda não estava pegando fogo. André a puxou para cima dele mesmo, fazendo o mesmo comigo em seguida, acolhendo as duas fêmeas em seus braços.

Ficamos daquele jeito, trocando carícias e beijos. Minha mão encontrou a de Ana Clara em cima da tora do Demônio, que estava do jeito que as diabas gostam. O Demônio nos envolvia e apalpava nossas bundas oferecidas para aquele colosso de homem, me deixando toda mole e com o tesão aumentando a cada segundo.

Foi quando a tarada da Megera incorporou de vez. Saiu de cima do Demônio e se posicionou ao meu lado novamente, agora de joelhos, atacando minha nuca com aquela boca afrodisíaca, me arrancando um gemido de imediato. Apertei o pau do André com mais urgência, enquanto Ana Clara deslisava sua mão para o meu traseiro, fazendo carícias deliciosas, com os dedinhos se insinuando no meu rego.

André me tomou num beijo cheio de desejo, me fazendo gemer em sua boca, com o corpo todo arrepiado. A boca da Megera atacava minha orelha, meu pescoço e meu ombro, enquanto o contato das suas pernas com as minhas, de um lado, e a do André, do outro, me provocavam arrepios de prazer.

Ana Clara desceu com a boca pelas minhas costas, me dando lambidas e enfiando a mão por dentro da minha calcinha, até chegar à minha buceta, que já latejava de tesão e saudade daqueles carinhos. Eu fiquei deitada de lado quando André abocanhou meus seios e desceu a mão pela minha barriga. Ana Clara puxou minha calcinha para baixo, até o meio das coxas e atacou minha bunda com beijos, mordidinhas e lambidas, enquanto sua mão e a do Demônio se encontravam no meio da minha buceta. Estremeci dos pés a cabeça quando Ana Clara encostou a linguinha na entradinha do meu cu e começou a dar lambidas tão deliciosas, que me deixaram perto de ter um orgasmo.

A Megera lambia meu cu e fustigava minha buceta com os dedos, enquanto o demônio se esbaldava nos meus seios fartos, beijando, lambendo e mamando feito um bezerrinho. Seu dedo massageava meu grelinho, que latejava de tesão, me fazendo gemer baixinho e toda sentida de prazer.

Não aguentei mais. Com os gemidos saindo mais altos e descontrolados, o corpo todo tremendo, tive um orgasmo delicioso, completamente rendida aos carinhos dos meus donos. Foi quando André não me deu tempo para me recuperar e me puxou para sua cintura. Imediatamente, Ana Clara se pôs ao meu lado de joelhos e atacou minha boca com aqueles lábios macios, me levando ao céu, enquanto o Demônio encaixava seu pau em minha buceta.

Soltei um longo suspiro de prazer quando me vi sendo preenchida por aquele pau maravilhoso, que parecia ocupar todos os espaços da minha buceta e do meu ser. Logo, estava todo enterrado dentro de mim, me fazendo rebolar naquela maravilha.

Ana Clara atacou meus seios com a boca e com uma das mãos, enquanto a outra massageava a entradinha do meu ânus, me deixando prestes a enlouquecer de prazer, não demorando para entrar no segundo orgasmo, que me deixou até sem forças, mas os dois não paravam. Pareciam dispostos a recompensar o tempo que fiquei sem aquele prazer, que era uma das melhores coisas que eu tinha na vida.

- Amor, pega o lubrificante, que eu quero comer esse cuzinho vendo essa bunda maravilhosa rebolando para mim – pediu o Demônio à Megera, que prontamente obedeceu.

Só de imaginar aquela tora no meu rabo, já entrei em transe. André ordenou que eu o cavalgasse de costas para ele, enquanto lubrificava meu rabinho faminto. Ana Clara não parava. Ora beijava minha boca, ora atacava meus seios, ora seus dedinhos massageavam meu grelinho sensível com uma habilidade que me deixava a ver estrelinhas.

Foi quando André tirou o pau da minha buceta e ordenou que eu encaixasse meu cuzinho na cabeça daquela tora. Por mais que meu cu já estivesse acostumado com aquela anaconda, sempre era dolorido, mas a dor alimentava meu prazer. Fui deslizando lentamente, controlando a penetração, deixando minha musculatura se acostumar, mas já sentindo um prazer avassalador. Ana Clara, para ajudar, massageava minha buceta, do grelo à entradinha. Sua boquinha castigava meus seios com uma mamada espetacular, que estava me deixando zonza de prazer.

Mesmo entregue aos meus dois namorados, naquele transe em que estava, para me deixar ainda mais desesperada, vieram à minha mente os toques de Ay, os olhos azuis da loirinha se demorando nos meus e os olhares indiscretos e cheios de cobiça de Gabriel para o meu corpo. Aquilo me deixou em um estado tal, que gozei rosnando. Acho que eu rebolava tão descontrolada naquela pau, tendo meu corpo assediado pelos carinhos da Megera, que não consegui controlar os gritos, enquanto André também não controlou seu orgasmo, jorrando seu leite sagrado no fundo do meu rabo, também urrando de prazer.

O transe era tamanho, que puxei Ana Clara e a agarrei contra o peito, afundando minha cabeça em seu ombro, tremendo toda como uma batedeira elétrica.

- Caralho, vocês querem acabar comigo já no primeiro dia? – resmunguei nos braços da Megera, ainda sentindo o pau do Demônio, que amolecia lentamente, quase que sem vontade, dentro do meu cu.

- Se for de prazer... – ela respondeu, beijando minha testa de um jeito protetor, acariciando meu couro cabeludo com aquelas mãos mágicas, me deixando toda mole.

- É por isso que eu te amo – respondi.

- Eu também te amo, minha putinha safada – reagiu, me abraçando gostoso.

Quando o pau do André finalmente saiu de dentro do meu cu, puxei Ana Clara para cima de mim, deitada de costas na cama.

André, ao mesmo tempo, se levantou, dizendo que ia tomar banho, o que eu entendi como um banho e uma cerveja.

- Posso te pedir uma coisa, minha gatinha mais linda do mundo e senhora da minha vida?

- Falando assim, eu faço qualquer coisa.

- Eu tô toda sensível. Me domina. Faz sua escrava de gato e sapato. Me usa até me enlouquecer.

Nem precisei pedir duas vezes e Ana Clara já estava posicionada sobre mim.

- Seu pedido é uma ordem, minha putinha submissa. Abre essa boquinha safada para mim, piranha.

Só de a ouvir falar daquele jeito, meu corpo todo se retesou de prazer antevendo as delícias que me esperavam.

Ana Clara se debruçou sobre o meu rosto e cuspiu dentro da minha boca, fazendo todo o meu corpo se arrepiar e estremecer de prazer. Na sequência, deu dois tabefes no meu rosto, me deixando mole de tanto tesão.

- Gosta de apanhar, escrava patética?

- Aaaaainnnnn, Aaaanaaaa, não fala assim – choraminguei.

Mais dois tabefes, um em cada lado do rosto, me fazendo até fechar os olhos.

Ana Clara se sentou em minha barriga e colocou as solas dos dois pés no meu rosto.

- Lambe os pés da sua dona.

- Imediatamente me pus a lamber, beijar e cheiras aqueles pés divinos.

Ana Clara tirou a calcinha e esfregou no meu nariz, primeiro com as mãos, depois com os pés. Aquilo estava uma delícia. É difícil explicar o prazer que é para um ser humano pode sentir o cheiro do sexo da Megera com sua calcinha no nariz e poder, ao mesmo tempo, adorar seus pés.

- Está gostando de cheirar a calcinha da sua dona, escrava obediente?

Balancei a cabeça que sim, lambendo a sola do seu pé, quase entrando em transe, o cheiro da sua calcinha entrando no fundo da minha mente. Puta delícia dos infernos aquilo!

Depois de me enlouquecer bastante com aquela tortura maravilhosa, Ana Clara partiu para o golpe de misericórdia, subindo no meu rosto com aquela buceta ensopada, que seus fluidos logo deslizavam pelo meu queixo. Sem piedade, como se eu quisesse alguma, se sentou no meu rosto e começou a esfregar aquela maravilha nele. Eu só me entreguei aquele delírio, colocando minha linguinha para fora para lhe dar mais prazer, mas já sem nem sequer conseguir movimentá-la, de tão dominada que eu estava.

Depois de alguns minutos, percebi que Ana Clara entrou em orgasmo, se esfregando com mais força, depois travando, tremendo e gemendo alto. Fazer minha senhora gozar era uma sensação maravilhosa, que fazia minha bucetinha latejar. Após se recuperar, sem me libertar, inverteu o lado, fazendo com que meu nariz quase ficasse enterrado no seu cuzinho, me fazendo tentar respirar e gemer com a boca, praticamente dentro da sua buceta.

A Megera voltou a rebocar e quicar no meu rosto sem dó. Às vezes, me deixava recuperar o fôlego, mas voltava a me martirizar, me deixando ao ponto de enlouquecer de tanto prazer. Eu já estava em outra dimensão quando ouvi Ana Clara mandar alguém lamber minha buceta. Logo senti um movimento entre as minhas pernas, que foram arqueadas por duas mãos femininas. Uma língua atacou o interior das minhas coxas com lambidas deliciosas, que chegaram à minha virilha e logo estavam contornando meus lábios e tocando meu grelinho, me levando a ter tremedeiras. A mão acariciava minhas coxas, enquanto a língua me devorava a buceta cada vez mais faminta, entrando no meu buraco, sugando meu grelo e me fazendo ter um quarto orgasmo tão violento que eu desmaiei por algum tempo.

Quando voltei a mim, a loirinha estava de quatro na cama, gemendo ruidosamente, levando pica do Demônio. Subentendi que era ela a língua faminta que havia me levado aquele orgasmo descomunal, além, claro, de estar sendo totalmente dominada pela minha senhora. Eu já estava tão destruída, de tanto gozar, que só fiquei admirando a cena, mas os olhos de Ingrid mais uma vez estavam nos meus e, dessa vez, não saíram mais.

Só sei que apaguei ao som dos gemidos de Ingrid, que soavam como música de ninar nos meus ouvidos, com o cheiro da buceta da Ana Clara impregnado no meu rosto, com a certeza de que a ideia de paraíso era algo muito próximo do que estava vivendo.

Continua...

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Foto de perfil de Theodor e AlineTheodor e AlineContos: 60Seguidores: 46Seguindo: 40Mensagem Para comprar nosso livro, 570 páginas de contos inéditos, ou ler gratuitamente pelo Kindle, acesse: https://shre.ink/ContosEroticosdeTheodoreAlineVl01

Comentários

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Esse conto é 100% autoral e exclusivo para a Casa dos Contos.

Para comprar nosso livro, 570 páginas de contos inéditos, ou ler gratuitamente pelo Kindle, acesse: https://shre.ink/ContosEroticosdeTheodoreAlineVl01 Agradecemos pela companhia e pelos comentários.

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Gostei

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Desculpem a demora!!

Capitulo maravilhoso e...interessante!!

Começamos bem lento, bem calmo! Não canso de admirar como vcs conseguem controlar o timing de tudo....sensacional!!

E a Ingrid hein!! Ta se lambuzando!! hahaha

Capitulo preparatória para finalmente vermos a Gangue unida!!

Frase honrosa pq é muito romântica e da minha Megerinha!!

"- Seu pedido é uma ordem, minha putinha submissa. Abre essa boquinha safada para mim, piranha."

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Tão fofa, ela. rs

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Adorei a entrada dela no conto!!

Ela já está uma taradinha!!!

Cinthia chegando bem timida! Achei fantastico!

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Rapaz, eu já participei de algumas festinhas animadas. Em algumas, eu era o único homem para um monte de mulher. Mulher é altamente adaptável, como diz um amigo meu. O que eu já vi uma fazendo com a outra daria material para uma enciclopédia de sexo. Teve uma festa que era um trem de mulheres (10) em fila chupando umas às outras... A maioria queria ser submissa e tinham duas que gostavam de mandar.

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To aqui mais ainda não consegui ler!!

Mas o livro é mais que recomendado!!

Inté a hora que der moçada, hoje o dia ta tensoooo!!! hahaha

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Está trabalhando muito! Isso não é saudável!

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Trabalho no setor Petroquímico e ta uma zona sem tamanho!

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Ela chegou!!! 021 nunca mais será o mesmo!!

Excelente episódio, T&A!

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Mal chegou, Cínthia já começou a queda de braço com Ana Clara pelo papel de escrava submissa da relação. Cínthia faturou o primeiro round, com direito a ganhar um oral faminto da loirinha do Frozen e, de quebra, levou pica do Demônio nos dois buracos. Fora os flertes com a Ay. A mulher chegou fincando a bandeira no alto do Monte Castelo. rs

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"- E comigo também – emendou Ingrid."

Vcs criaram um MONSTRO fofinho!!!! hahahaha

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Aos leitores, recomendo o livro! Muito bom mesmo! Vários personagens e histórias que vão fazer valer muito a pena!

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