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Mamei três ajudantes debochados (Parte 2)

Um conto erótico de Mineiro
Categoria: Gay
Contém 997 palavras
Data: 01/09/2026 22:58:01

Oi, gente. E vamos à segunda e última parte desse conto.

Depois de perder a cueca e levar gozada de três safados, descobri que o que havia acontecido no meu apartamento chegou aos ouvidos do Sr. Abreu.

Abreu é um homem de 56 anos de idade, estatura média, com barriguinha de cerveja e braços fortes. Ele usa boné e tem um bigode tipo Super Mario.

Quando me sentei para tomar café, ele me olhou com um olhar meio malicioso, de quem já sabia do ocorrido. Quando olhei para o fundo da lanchonete, vi o Carlos sentado e mexendo no celular.

Voltei o olhar para o Sr. Abreu. Ele me olhou com cara de safado e perguntou:

— Esses moleques são fodas, né?

Fiquei calado, pois já imaginava que eles haviam contado o que houve ao Abreu.

Respondi, desviando o olhar:

— Sim, eles são.

— Que bom. Se precisar, eles estão sempre por aqui, e eu também — falou isso pegando na sua mala por cima da calça.

Meu coração disparou. Sabia que aqueles moleques tinham dito algo.

Meu pau subiu na mesma hora, pois o Abreu tinha um ar de macho dominador. Fiquei com aquela imagem na cabeça por dias, até que resolvi arrumar uma desculpa para levar o Abreu até o meu apartamento.

Desci para tomar um café e dei logo de cara com ele. Procurei pelos moleques, mas só vi o Carlos, que nem fez questão de olhar na minha cara. Cheguei no Abreu e perguntei se ele podia me ajudar com a troca de uma porta sanfonada por uma de madeira. Ele prontamente disse:

— Vamos lá ver isso já.

Em menos de 10 minutos, estávamos na minha sala. Ao entrar, ele me perguntou:

— Foi aqui que você perdeu uma cueca, né?

Eu respondi:

— Como assim?

Abreu respondeu:

— Eu sei que aqueles moleques te pegaram de jeito e, pelo visto, você nem reclamou. Deve ter gostado.

Eu me calei. Abreu já estava de pau duro. Pensei: quer saber, foda-se!

Entrei na onda dele e disse:

— Sim, eles me pegaram de jeito. Perdi até uma cueca.

Na mesma hora, Abreu abriu o zíper da calça e pôs para fora uma rola grossa. Não era muito grande, mas bem grossa e cabeçuda. As bolas eram grandes e dava para ver uma do ladinho da outra.

Eu disse:

— Guarda isso.

Ele se aproximou dizendo:

— Guarda na sua boca, bebê.

Fiquei com medo, mas ajoelhei, senti o cheiro da cabeça e coloquei só ela na boca. Abreu segurou a minha cabeça e forçou a rola para dentro. Engoli e ele ia e voltava.

— Porra, que delícia, hein? Boca quentinha a sua.

Ele se clinou para a frente, passou as mãos pelas minhas costas e chegou na minha bunda. Tirou o meu shorts e me deixou só de cueca. Em seguida, colocou a mão dentro novamente e, com o dedo indicador, começou a dedar meu cu.

— Rapaz, você tem un rabo grande, hein?!

Ele voltou à posição, olhou na minha cara e perguntou:

— Como você perdeu a cueca? Fiquei curioso para saber.

Tirei a rola da boca e disse:

— Puxaram e rasgaram.

Abreu começou a rir e perguntou:

— Fizeram cuecão? — disparou a rir e me mandou voltar a mamar.

Em seguida, voltou a dizer que minha bunda era grande e gostosa. Sem perder tempo, repetiu o que os moleques fizeram. Segurou minha cueca e foi subindo ela, só que dessa vez bem devagar. Eu sentia a cueca entrando no meu rego, mas não reclamei.

Ele olhou e disse:

— Você fica lindo de calcinha.

Seguiu puxando até que soltei um gemido.

— Tá gostando, né?

E puxou com mais força. Eu gemia mais ainda.

— Que puta safada, tem tesão em levar cuecão, né, seu nerd?

A cueca estava tão esticada que ele enrolou a parte de trás na mão e estourou a costura. Lá se vai mais uma cueca.

Ele olhou para baixo e viu minha rola pequena e dura, com minhas bolas enormes.

— O que não tem de pau tem de bolas, né? — disse isso batendo levemente com o pé no meu saco.

Abreu se afastou, sentou no sofá e pediu que eu me deitasse nas pernas dele com a bunda para cima e as pernas afastadas.

Ele perguntou:

— Gosta de levar uns tapas?

Eu respondi:

— Não muito fortes.

Ele começou a alisar minha bunda e dava uns tapinhas leves. Escorregava a mão pelo meio da minha bunda e pegava nas minhas bolas, depois no meu pau, que estava muito duro.

Ele segurava meu pinto com uma mão e dava umas risadinhas:

— Um homem desse tamanho quase sem pau é porque nasceu para servir mesmo.

Mesmo com essa humilhação, meu tesão só aumentava.

Ele continuava passando os dedos na cabecinha da minha rola e dando umas apertadas no meu saco, me fazendo gemer.

Nisso, coloquei a mão para trás para tentar pegar o pau dele, mas ele não deixou.

— Calma, safado, deixa eu brindar com você.

Ele segurava minhas bolas e dizia que meu saco era desproporcional demais com o tamanho da minha piroquinha.

Ele molhou a mão e começou a me punhetar com os dedos. Em menos de um minuto, gozei no sofá.

Vendo aquilo, ele começou a bater uma para ele, que logo gozou litros nas minhas costas. Passou a mão no gozo dele e levou até minhas bolas e meu pau. Era muita porra! Ele lambuzava a mão e passava no meu saco e na rola. Percebi que ele estava adorando ver meu pintinho e minhas bolas melados com o gozo dele.

A mão dele escorregava, ia e voltava. Meu pau começou a ficar duro de novo. Percebendo isso, ele mandou eu levantar, vestiu a calça e se despediu de mim:

— Putão, se precisar de algo, sabe onde eu tô.

Fechei a porta e deitei no sofá, em cima da minha porra. Fiquei com aquilo na cabeça, já imaginando quem mais saberia dessa situação. Porque se os moleques contaram para ele, quem mais poderia saber que ali morava um nerd submisso?

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