ACONTECIMENTO EM UMA VIAGEM PROBLEMATICA
Estávamos em viagem de retorno para nossa cidade, minha esposa e eu. Havíamos tirado uns dias para descanso e resolvemos ir a um local onde nunca tínhamos ido e por 4 dias apenas curtimos a natureza e o sossego. O acesso para este local é por uma estrada rural e quase não tem transito, um ou dois carros que circulam entre as fazendas velhas da localidade e um pouco afastado de cidades grandes. Era bem aquilo que nós queríamos para poder relaxar um pouco.
Não entrarei em detalhes sobre nossas idades e também nos detalhes físicos, tanto dela como os meus. Só digo que minha esposa é uma mulher branca, 1,62 de altura e magra.
A estrada também não era conservada, havia muitos buracos e algumas partes tinham desvios por quedas de barreira e deslizamentos. Então todo cuidado é pouco.
Já tínhamos andado bastante e se aproximava das 06 da tarde, o dia acabando, o sol se pondo e uma hora a luz do sol incidiu diretamente nos meus olhos ofuscando minha visão e, por não conseguir enxergar acabei atingindo um buraco que fez um estrago numa das rodas dianteiras.
Encostei o carro como deu e fui ver o resultado. Notei um pneu cortado e a roda danificada.
Dei um jeito de substituir o pneu e continuei a dirigir, agora com cuidado redobrado, pois cair em novo buraco poderia ser catastrófico. Quando já estava anoitecendo vi uma pequena borracharia na estrada e resolvi parar para reparar o pneu. Mal sabia que este foi um dos maiores erros que cometi em minha vida.
Ao encostar o carro no pátio desta borracharia, aparece de dentro de um barraco um homem alto, negro e muito forte, com aparência rude o suficiente para assustar minha esposa. Desci do carro e conversei com ele, combinou de trocar o pneu e me vender um usado do mesmo modelo que eu usava. Também ficou de desamassar a roda para que eu pudesse ter um step caso precisasse.
Enquanto se preparava para fazer o serviço ele pediu para que minha esposa descesse do carro por precaução. Estava um tempo fechado e tinha começado a chover e ela então perguntou se podia esperar dentro do barraco para não se molhar, o que ele não se opôs.
Ele acabou de arrumar o pneu, colocou no local onde fica o step e me chamou para fazer o pagamento la dentro do barraco, Nos encaminhamos para lá, um pouco molhados da chuva fina e quando entramos no que seria uma sala eu quase tive um ataque.
Havia alguém além de minha esposa, um rapaz com aparência esquisita e que demonstrava ter algum problema mental, aparentemente na faixa de 24, 25 anos.
Ele mantinha minha esposa sentada num sofá velho e muito sujo. Ele em pé ao lado dela segurando um facão que pelo jeito poderia ser bem letal. Eu gritei para que ele se afastasse dela mas o borracheiro falou:
- É melhor você ficar quieto, a gente não gosta de homem gritando aqui. Fica quieto e ninguém vai machucar ninguém.
Apontou para o sofá e falou para que eu me sentasse e ficasse bem quieto e calado. Fiz o que ele falou por receio de que o rapaz fizesse algo conosco com o imenso facão mateiro que tinha nas mãos. Minha esposa só assustada chorava baixo e tentava se controlar, o que eu julguei ser bem difícil para ela.
- Bão, acho que já sei como é que vou receber pelo conserto, não é toim?
Foi assim que ele se expressou para o rapaz que nesta hora abriu uma gargalhada monstruosa demonstrando toda a sua deficiência. Um medo terrível tomou conta do meu pensamento e ao olhar para minha esposa notei que para ela estava muito pior. Ela já pressentia o que viria a acontecer e só segurou meu braço com tamanha força que seus dedos marcavam meu braço.
Nisto o borracheiro veio até nós e olhando fixamente para minha esposa falou:
- Levanta!
Ela se levantou, ajeito seu vestido e ficou em pé.
- Vem comigo.
Ele disse isto e pegando minha mulher pelo braço a fez acompanhá-lo, quase que a arrastando para um quarto que ficava anexo.
Enfiou minha esposa para dentro do quarto escuro, entrou e fechou a porta.
O tal de “toim” somente ria muito e apontava o facão param mim. Ria tanto que chegava a roncar como um animal.
Logo comecei a ouvir minha esposa tentando se defender do borracheiro.
- Pára. Tira a mão de mim. Não faça isto, por favor.
- Fica quieta sua puta.
Pude ouvir em bom tom que ele a ameaçava e meu coração estava aos pulos, mas nada poderia fazer sem correr o risco de ser atacado.
- Ra ra ra. Ela vai dar para ele hoje..
O rapaz ria da situação e sabia que o borracheira faria com minha esposa. Isto me fez pensar que talvez não fosse incomum isto ali. Mas o que mais me deixava perplexo e que ninguém denunciou.
- Por favor, me deixa ir embora.
Ouvi minha mulher chorando e também pude ouvir barulho de tecido sendo rasgado. Creio que ele brutalmente arrancou a roupa dela. Imaginei a cena e minha sensação no momento era somente de ódio e impotência.
Novamente ouvi minha mulher implorar para que ele a deixasse ir e ele falou para ela.
Faz o que eu quero senão o toim mata seu marido com o facão.
Ela continuava dizendo não e ele falou de novo.
Agora segura meu pau e alisa ele com carinho. Não vá fazer nada senão já sabe.
Minha mulher chorava baixo e pude ouvir ele dizer.
- Mãozinha de donzela, macia, isto segura ele, bate bem gostoso para ficar duro.
- Você tá gostando né piranha? Aposto que nunca pegou num pau tão grande.
- Responde piranha, tá gostando do meu pauzão?
- Estou, estou sim.
Eu tinha certeza que ela falava isto para que ele não ficar enfurecido, mas não escondo que fiquei com dúvida no tom de voz dela.
- Tá ficando duro piranha, já pegou num pau grande assim?
- Responde.
- Tá muito duro.
- Nunca vi um pau grande assim.
- É o maior pau que já pegou piranha?
- É sim.
- Então seu marido tem pau pequeno. O dele é igual ao meu?
- Não, o pau do meu marido é bem menor que o seu.
- Quer chupar meu cacete não quer piranha.
- Não. Por favor.
- Chupa piranha.
- Vai logo, segura meu pau e enfia ele na sua boca. Seja boazinha pro seu marido não sofrer.
Nisto eu pude ouvir que ela começava a chupar o pau do borracheiro. Pelo que eu sabia ela nunca teria feito isto antes em outro homem. Praticamente eu a fiz chupar um pau pela primeira vez, até pela falta de jeito.
Conseguia ouvir ela engolindo o cacete do borracheiro, só imaginando a cena e sem a menor condição de revidar. Os barulhos de algo molhando a boca de minha mulher eram nítidos e ouvia os grunhidos do borracheiro com o prazer que ela causava nele. Não nego que inconscientemente senti meu próprio pau dando sinal de vida, mas era totalmente involuntário. Eu olhei para o demente que segurava o facão e ele, além de dar suas risadas medonhas agora tinha a mão no próprio pau por cima da bermuda imunda.
Não sei quanto tempo havia passado até que ouvi ele pegando minha esposa e jogando ela em cima de algum móvel, creio que uma cama talvez.
- Nossa. Você tem a boceta peladinha. Ela vai levar um pau de verdade agora.
- Não por favor, eu não vou suportar ele não.
Até estranhei a fala dela, era com se ela daria para ele se fosse um pau menor.
Nisto ouvi ele grunhir de novo e ela pedindo novamente.
- Me larga por favor, já não ficou satisfeito com o que eu fiz?
- Cala a boca e abre a porra das pernas piranha.
Nisto ouvi o ruído da cama rangendo e ela pedindo.
- Por favor, não me machuque.
- Você vai gostar piranha, toda piranha gosta de pau grande.
- Ai, Ai. Devagar por favor.
Ele ria e dava para ouvir o rangido da cama com ele tentando penetrar minha esposa.
Do meu lado o maldito demente começou a falar:
- Rã, rã. Ele vai comer ela agora, vai meter nela.
Falava isto e balançando o facão na minha direção. Juro que pensei eu tentar atacar e tomar o facão, mas como ele era muito forte e por ter deficiência, julguei que seria impossível e para não tornar mais trágico que já estava, voltei a quietar.
- Aiii. Tá doendo, mete devagar, por favor. Tira vai. Tá me machucando.
- Cala a boca. Já já você acostuma e vai gostar.
- Tá doendo muito, seu pau é muito grande para mim. Por favor, tá machucando.
Nisto ouço barulho de beijo. Ele estava beijando minha esposa o que me fez pensar que estava comendo minha mulher na posição de papai-mamãe. A posição que ela mais gosta de transar.
- Me beija direito piranha. Abre a boca para eu te beijar enquanto eu meto nesta bocetinha apertada.
- Tá gostando de meter comigo piranha?
- Responde piranha. Tá gostando?
- Estou. Estou.
- Fala mais alto para seu marido ouvir.
- Estou, Estou sim.
- Tá ouvindo sua mulher? Ela tá gostando.
Entre os rangidos da cama, os gemidos de minha mulher, os grunhidos indecifráveis do borracheiro e as gargalhadas do rapaz ao meu lado, via o tempo passar e resolvi deixar acontecer para que não piorasse ainda mais. Até confesso que já pensei em ser corno, mas nunca em uma situação tão inesperada assim.
- Vou fazer você gozar no meu pau piranha. Quer gozar no meu pau?
- Responde piranha, quer gozar no meu pau.
- Quero.
- Quer gozar no meu pau piranha, quer muito.
- Sim, quero muito gozar no seu pau.
- Tá gostando do meu cacete? Ele já ta todo dentro da sua boceta. Tá gostoso?
- Sim.
- Tá gostoso?
- Está sim.
Era o diálogo dos dois, eu ouvia claramente agora que a boceta dela recebia o pau do borracheiro todo e que estava muito molhada, pelo barulho da foda. Ora ou outra saia ar de dentro dela e ele ria.
- Sua boceta tá peidando no meu pau. Ela já aguentou ele todo. Acho que ela tá gostando de levar cacete grande de nego. Ela tá gostando?
- Sim. Está gostando do seu cacete grande.
Ela respondeu desta vez sem que ele insistisse. Minha cabeça não sabia o que pensar. Se ela mentia para agradar ou se de fato aquilo acabou a fazendo sentir algo, prazer sei lá.
Mais minutos se passam e só ouvia o som do cacete dele martelando minha mulher até que para minha total surpresa ela começa a gemer.
- Ai, ai, ai.
- Vou acabar com sua boceta, sua piranha mimada.
- Ai, ai, ai.
- goza no meu pau piranha. Goza vai.
- Ai, ai, ai, vai, vai.
Ouço o barulho dele acelerando a foda e ela pelo jeito acabou gozando.
- Ta gozando né piranha.
- Ai, ai.
- Goza no pau do negão. Sei que você tá gostando.
- Não está gostando?
- Sim. Continua, mete mais.
Agora eu tinha certeza, ela estava curtindo apesar de tudo.
Cheguei a imaginar, será que ela não tinha assim uma fantasia um fetiche? Nós nunca tínhamos falado sobre isto. Então, para mim, era tudo uma surpresa. Os acontecimentos iam caindo na minha frente e eu nem mais sabia o que pensar. Ouvir sua mulher gozar com um desconhecido, numa situação perigosa para não dizer de sequestro talvez. Era algo inimaginável para mim.
- Vou gozar na sua boceta piranha. Vou gozar.
- Não, por favor. Não quero engravidar.
- Cala a boca. Vou gozar. uuuuuuh.
Ouvi calado que outro homem acabara de inseminar minha mulher só esperando que ela não esteja fértil.
Passado uns minutos a porta do quarto se abre, vem o borracheiro pelado na frente. Um pau monstruoso entre as pernas, meio mole e respingando líquidos, creio que mistura de sua porra com os sucos da minha esposa. Atrás dele, ela de mão dada com ele, o vestido rasgado mal tapava seu corpo. Sem a calcinha e sem o soutien. Ela com o rosto rubro. Resultado da transa “forçada” por qual foi obrigada. Seu semblante não demonstrava tristeza , uma apatia sombria era o que me parecia.
- Vai, senta no sofá.
Ela veio e sentou no sofá, mas não próxima de mim. Imagino que deveria estar envergonhada com tudo isto e nem tampouco eu esbocei reação de me aproximar dela.
Ela quieta com os joelhos colados somente olhava para o borracheiro e seu descomunal cacete. Eu observava a cena e incrédulo pensava como ela tão pequena foi capaz de aguentar aquilo tudo. E mais, gozou com ele metendo forte.
- Vem cá toim, mostra o seu pau para ela agora.
Eu tentei me levantar para evitar algo aberrador, mas fui dissuadido já que o borracheiro tomou o facão das mãos do toim e o segurava na minha direção.
Minha esposa quieta ficou observando o rapaz se aproximar, tirar sua bermuda e mostrar um pau grande e grosso, mas bem menor que o pau do borracheiro.
Ele ficou com a boca aberta, ria como um porco roncando e aproximando o cacete da minha esposa. Ela olhava para o pau dele e encarava o borracheiro.
- Pega no pau do toim. Pega piranha.
Minha mulher nem olha para mim, somente faz o que ele manda e segura o pau do toim com a mão esquerda, a direita ela ajeita seus cabelos. No que ela levanta o braço para ajeitar os cabelos, seu vestido rasgado se abre e expõe os médios seios firmes. Ela nem se importa e continua segurando o pau do rapaz.
Ele continua roncando com um animal, seu pau já completamente duro, uma cabeçorra horrorosa e reluzente. Minha mulher somente aperta o pau dele.
- Vai, bate uma punheta pro toim, ele gosta.
- Rã, rã, bate punheta no meu pau.
Minha mulher resignada, segura o pau do rapaz, começa a movimentar e o rapaz se movimenta a cada irrumada da mão de minha mulher. Ela com a outra mão acaba segurando o saco do rapaz que chega a estremecer com o contato.
- Xiiiiiiii, mão dela é gostosa.
Ele diz isto ao mesmo tempo que seu pau fica mais grosso ainda. Começa a dar sinais de um pré-gozo, eliminando liquido seminal, encharcando a mão de minha mulher. Aquele barulhinho de punheta em pau molhado.
- Ta gostando de bater pro toim né piranha? Responde.
- Estou sim.
Ela fala isto e não sei onde ela arrumou coragem. Fecha os olhos, puxa o rapaz pelo pau fazendo se aproximar do rosto dela. Pega o cacete dele e fica esfregando no rosto. Eu perplexo com a cena, nunca imaginaria que ela faria isto. Ela fica esfregando o cacete, passa no rosto, nas bochechas, esfrega no nariz e cheira o cacete dele. Nesta hora meu pau me denuncia, duro dentro de minhas roupas.
De repente ela beija a cabeça do caralho do moreno demente. Ele resfolega e rosna como um porco ao beijo na cabeça do seu pau.
Ela fica beijando e lambendo o caralho ainda batendo punheta. Nisto ela pega o pau com as duas mãos, segura bem em frente ao seu rosto, acelera a punheta e enfia o cacete na boca.
Não sabia o que dizer, somente mais uma surpresa para mim. Ela agora enfia e tira da boca o grosso pau do demente. Ele tremendo ao ser chupado, agora por uma mulher que fazia aquilo sem ser forçada, afinal ninguém mandou.
Ela fica chupando ele por um bom tempo e de repente para, tira o pau da boca. Se levanta do sofá e retira os trapos em que seu vestido foi transformado. Totalmente nua, pega o pau do rapaz e esfrega no corpo. De frente para ele esfrega o cacete dele na barriga e na virilha. Ela de olhos fechados se ajoelha no sofá, exibindo a bunda e a boceta para o rapaz. Ele sem acreditar, se aproxima dela, meio sem saber o que fazer. Ela então consegue pegar seu pau e o guia em direção a sua boceta, agora alargada por ter sido fodida pelo borracheiro. Fica esfregando o pau na boceta que ainda escorre porra do borracheiro.
O Rapaz não se contendo enfia sem dó o pau todo de uma vez. Ela só solta um gemido abafado. Enfia a cara no encosto do sofá sujo e aceita mais um homem estranho metendo em sua boceta.
Eu assistia aquilo incapaz de raciocinar, só assistia.
O rapaz não tinha experiência, e como um cão metia muito depressa. Dava para ver seu pau grosso alargando o canal vaginal de minha mulher que somente gemia baixo. Ele então segura ela pela cintura e rindo desconcertantemente fala.
- Rã, vou esporrar nela tá?
- Vai toim, enche ela de porra.
E com gritos mais parecidos com um animal, ele treme empurrando tudo que consegue dentro de minha mulher, despeja seu sêmen dentro dela também.
Ele retira o pau de dentro da boceta de minha esposa e fica olhando abismado para o buraco aberto, escorrendo um rio de porra. A dele misturada com a porra do borracheiro.
Nisto, acabado a transa o borracheiro fala. Não vou cobrar o serviço. Me paga só o pneu e o conserto da roda. É quinhentos reais.
Eu assustado, peguei meu talão de cheques, preenchi e passei para ele.
Peguei minha mulher pela mão e sai arrastando ela daquele local, antes que eles pudessem mudar de ideia. Entramos no carro e saímos dali apressados, foi quando nos demos conta que ela estava nua, Abri a mala tirei umas roupas e a fiz vestir. Ela estava como em um transe, não falava nada, não chorava, não reclamava, somente calada.
Quando chegamos à rodovia principal entramos em uma cidade e fomos para um hotel. Minha mulher tomou banho por mais de uma hora. Perguntei se queria ir ao hospital e ela disse que não precisava. Sai e fui até uma delegacia porém como era domingo e tarde da noite, não havia ninguém para me atender.
Chegando ao hotel, conversei com ela que mal respondia as minhas perguntas. Falei que não consegui dar queixa e ela disse. Esquece isto, não aconteceu nada. Soluçando, ela se deitou de lado e dormiu.
Hoje, passados muitos anos do acontecido eu ainda não consegui esquecer. Nós nunca mais voltamos a falar deste assunto. Ficou no esquecimento.
Noto porém que minha mulher sexualmente mudou depois daquela época. Quando transamos ela passou a me chupar com muito sofreguidão. Antes era como se fizesse aquilo sem querer, depois me chupava com muito mais intensidade, tal qual a chupada que ela deu no pau do demente naquele barraco.
Este fato mudou nossa vida e, como eu havia dito que cheguei a pensar em ser corno, acabou acontecendo, mesmo não tenho planejado.