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Flagrei meu pai e meu amigo Lucão (PARTE 5)

Um conto erótico de Junior
Categoria: Gay
Contém 1325 palavras
Data: 10/09/2026 02:17:03
Última revisão: 13/09/2026 17:08:54
Assuntos: bebado, Festa, Filho, Gay, Lésbicas, Pai

No sábado o time fez churrasco na casa do zagueiro. Meu pai não ia perder. Lucão também não. Eu fui de motorista porque os dois já tinham combinado de beber.

O quintal estava cheio. Cerveja no isopor, fumaça de picanha, rádio alto. Lucão chegou de short branco justo e camiseta do time. Em dez minutos já tinha uma loira grudada nele. Cabelo longo, short curto, rindo de tudo que ele falava. Ele passava a mão na cintura dela na frente de todo mundo.

Meu pai viu. Disfarçou. Pegou outra cerveja, riu alto com o pessoal, mas o olho voltava. Toda vez que a mão do Lucão descia um pouco mais nas costas dela, meu velho apertava a lata.

Eu vi.

— Essa aí é nova? — meu pai perguntou, fingindo desinteresse.

— Conheci agora. Tá afim.

— Cuidado pra não virar pai cedo, moleque.

Lucão riu e puxou a loira pra perto.

— Relaxa, tio. Hoje é só brincadeira.

Meu pai sorriu torto e virou o rosto.

No meio da festa Lucão sumiu com ela. Foram pro lado do muro, atrás do barracão. Meu pai ficou na mesa, já mais vermelho, já mais mole da cachaça. Ficava olhando o corredor. Toda vez que alguém passava, ele endireitava o corpo.

Vinte minutos depois Lucão voltou sozinho. Short aberto na frente. O botão solto, o zíper descendo sozinho, a cueca cinza aparecendo. O pau pesado, marcado, ainda meio duro. A loira não voltou.

O goleiro gritou:

— Porra, Lucão, voltou com a jiboia pra fora, hein? A menina não deu conta?

Todo mundo riu. Meu pai riu também. Mas o riso saiu curto. Ele olhou o short aberto, olhou a marca, e bebeu o resto da lata de uma vez.

— Fecha essa porra, safado — meu pai falou, tentando soar brincalhão. — Vai assustar as mulher.

Lucão ajeitou o short sem pressa, o pau ainda evidente.

— Assustou não. Só não gozei. Ficou pela metade.

Meu pai virou o rosto de novo. Eu vi o maxilar dele travar.

Na volta eu dirigi. Os dois no banco de trás, já pesados de álcool. Meu pai no canto da janela, Lucão no meio. A rua escura, o rádio baixo.

Pelo retrovisor eu vi a mão do Lucão descer. Primeiro no joelho do meu pai. Depois na coxa. Ficou lá. Dedo grosso apertando a carne por cima da bermuda. Meu pai não tirou. Só abriu um pouco a perna, como se fosse ajeitar o corpo, e deixou.

Ninguém falou nada o caminho inteiro.

Em casa Lucão caiu no sofá de cueca. Tirou o short no meio da sala, deixou no chão, e se jogou de barriga pra cima. A cueca cinza subida, o pau grosso marcado, a cabeça quase saindo pela lateral. Falou com a voz pastosa:

— Tô acabado. Dorme aqui mesmo.

Meu pai já estava sem camisa. Tirou a bermuda no corredor, ficou pelado. A bunda à mostra, o pau mole balançando. Virou na porta do quarto do fundo, ainda bêbado, e falou:

— Boa noite, filhão. Boa noite, Lucão.

Piscou. Só um. Rápido. Lucão viu. Eu vi.

Meu pai entrou. A porta ficou entreaberta.

Eu fui pro meu quarto, apaguei a luz e esperei.

Cinco minutos. O sofá rangeu. Passo descalço. A porta do fundo abrindo mais. Escuridão. Eu saí de joelhos, rastejando até o corredor.

Lucão já estava atrás da cama. Meu pai deitado de bruços, ainda mole da cachaça, a bunda erguida sem nem perceber direito. Lucão roçava o pau por cima da cueca na fenda dele. Pra cima, pra baixo, a cabeça grossa abrindo o meio.

— O que foi aquilo lá? — meu pai falou baixo, a voz já diferente. — Sumiu com a menina e voltou com o pau pra fora.

— Tava afim.

— Afim de quê.

Lucão riu no escuro e apertou o pau mais fundo na racha.

— Quer saber mesmo?

— Quero.

— Enfiei. A buceta dela tava molhada pra caralho. Entrou fácil. Meti um pouco. Ela gemeu. Mas eu não gozei.

Meu pai ficou quieto dois segundos.

— Então não vai ter.

— Como é?

— Não vou dar. Você acabou de meter em mulher. Vai se virar.

Lucão puxou a cueca pra baixo. O pau caiu pesado nas nádegas do meu pai. Quente. Veioso. Ele esfregou a glande no cu fechado, sujando de pré-gozo, abrindo um pouco, fechando.

— Fala de novo que não vai dar.

Meu pai gemeu no travesseiro.

— Não… não vai…

Lucão passou a cabeça inteira na portinha, apertou, soltou, apertou de novo.

— Tá piscando, tio. O cu não mente.

— Para… porra…

— Para o quê. De falar ou de esfregar?

Meu pai empinou. Quase sem querer. O cu abriu um pouco mais.

— Você meteu nela e agora quer meter em mim.

— Quero. E você vai pedir.

Lucão desceu. Ajoelhou atrás da cama, abriu as nádegas do meu pai com as duas mãos e enterrou a cara. Língua larga, molhada, passando no cu, furando, lambendo em volta, chupando. Meu pai soltou um gemido fundo, já sem a voz de quem ia recusar.

— Ai, Lucão… sua língua…

— Pede dedo.

— Não.

— Pede.

— Mete o dedo. Porra. Mete.

Lucão enfiu dois de uma vez. Meu pai arqueou. O som molhado enchendo o quarto.

Eu entrei. Devagar. Rastejando. Fui pra baixo da cama. O colchão alto o bastante. Vi as pernas do Lucão, o saco pesado, o cu dele na minha altura quando ele se abaixava pra mamar o rabo do meu pai.

Abri a boca e engoli o pau dele por baixo.

Lucão travou um segundo. O corpo inteiro. Depois um gemido baixo, rouco, que ele disfarçou tossindo no cu do meu pai.

— Porra… que língua quente, tio.

Não era o tio. Era eu. A glande dele na minha garganta, o gosto de pré-gozo e de bunda do meu pai ainda grudado. Eu chupei fundo, baba escorrendo no saco, nariz na base.

Lucão continuou falando, a voz já alterada:

— Quer mais dedo? Fala.

— Quero. Abre. Abre meu cu.

— Pede a pica.

— Não… ainda não…

— Pede.

— Enfia. Porra, Lucão. Enfia essa jiboia. Eu não aguento. A menina levou e eu fiquei aqui durinho. Mete.

Lucão tirou a boca do cu do meu pai. Ia levantar pra meter. Eu, debaixo da cama, segurei as coxas dele e enfiei a cara no brioco. Língua dura, furando o cu dele, lambendo em volta, molhando tudo.

Lucão soltou um gemido que não conseguiu segurar.

— Caralho… que… que porra é essa…

Meu pai, de quatro, sem ver nada:

— Que foi?

— Nada. Tá gostoso. O cu tá… porra, tá gostoso pra caralho.

Lucão não aguentou. Levantou, alinhou o pau no cu do meu pai e enfiou de uma vez. Meu velho mordeu o travesseiro. O saco bateu. Eu fiquei embaixo, vendo o pau sumir e voltar, a bola bater, o cu do meu pai engolir.

Com a mão livre eu enfiei dois dedos no cu do Lucão. Ele gemeu alto demais.

— Ai, porra… assim… assim tá gostoso pra caralho…

— Mete, moleque — meu pai implorou. — Fundo. Quero sentir o saco. Quero que goza dentro. A menina não levou teu leite. Eu quero.

Lucão meteu pesado. Curto. O colchão ranger. Eu punhetava embaixo da cama, a outra mão metendo dedo no cu dele, a língua às vezes alcançando o saco quando ele recuava.

— Aperta, tio. Mastiga. Pensa que eu tava na buceta dela e agora tô no teu cu.

— Tô pensando. Tô doido. Mete. Não tira.

— Fala que o cu é melhor.

— É melhor. É mais apertado. É meu. Enche.

Lucão segurou a cintura do meu pai e gozou fundo. Enterrou. Jorrou. O corpo tremeu. Eu senti o cu dele apertar nos meus dedos na hora do gozo.

Ele saiu devagar. A porra branca desceu pela bola do meu pai. Lucão passou o pau na coxa dele, limpou, e falou ofegante:

— Dorme. Eu volto pro sofá.

Meu pai já estava mole, respiração pesada.

— Fecha a porta…

Lucão não fechou direito.

Eu esperei ele sair. Esperei o sofá ranger. Depois rastejei de volta pro meu quarto, a mão suja, o pau latejando, o gosto do cu dele ainda na língua.

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Comentários

Foto de perfil de Jota_

Ahhh aí sim!! Lucão daqui a pouco libera o cuzinho hehehe

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Ah, no cabeçalho deste capítulo está como categoria: lésbica. E também tem esta palavra no assunto.

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Este foi o melhor capítulo da história. Um preâmbulo do que virá quando Lucão receberá, gemendo muito, o cacete do moleque todo enterrado nele... Não demore a nos contar o próximo capítulo...

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Cachorro, no 3° parágrafo há uma incoerência narrativa: o pai está com uma long neck, e no final do parágrafo, o pai está apertando uma lata, mas long neck é garrafa de vidro. Reveja.

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Muito legal. empolgante a história. meu pai também traçava um amigo meu. ouvia só os gemidos.

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Interessante hen, quem sabe não anima a escrever e contar como foi? Como descobriu?

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Perdeu a oportunidade... tinha de dar 5 min e socar a rôla no pai kkkkkk, quando o pai perguntasse era só responder com sussurro e meter até gozar kkkkkkkk

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