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Nem o ar, nem o mar, conseguiu apagar - Parte 24

Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Homossexual
Contém 2910 palavras
Data: 10/09/2026 01:06:51

Jerry apertou a mão dela e olhou para Laura. Pensou em dizer que iriam tentar. Mas o medo de decepcionar a esposa com suas palavras o fez se calar. Apenas um sorriso tímido respondeu por ele.

Quando saíram do consultório, o fim de tarde já derramava uma luz dourada e cansada sobre a cidade. No apartamento de Chuck, a bola de vôlei continuava na cadeira perto da janela. Ele passou por ela a caminho da cozinha, parou, olhou uma última vez o rosto desbotado, e não disse uma única palavra, mas a virou para a rua, para que pudesse assistir a primeira estrela surgir.

A sanidade que ele buscava ainda era frágil, cheia de bordas afiadas. Mas havia uma decisão. Por ele... Por aquele bebê... E agora parecia possível carregá-la sem se cortar inteiro.

[CONTINUANDO]

O normal seria dizer que os dias passaram lentamente até a data da coleta para realização do exame de DNA. Mas para eles, vivendo no olho do furação, a percepção era outra. Para eles, os dias que antecederam o exame, foram se tornando progressivamente mais estreitos, como se o tempo tivesse deixado de ser uma linha e se transformasse num corredor cada vez mais apertado.

Jerry dormia mal. Passou a acordar de madrugada quase todo dia com a mandíbula travada e a sensação de que o peito não puxava ar suficiente. Ele se levantava discretamente apenas para ficar deitado no sofá da sala, olhando o teto escuro, ouvindo os sons de seus próprios batimentos cardíacos. Calculava probabilidades em silêncio, odiava a si mesmo por duvidar da esposa, mas duvidava com todas as suas forças. Depois, recalculava de novo, num looping torturante.

Kelly às vezes acordava, mas sabia que sua presença não ajudaria. Tentou no começou, mas pouco ou nada ajudou. Então, desistiu. Durante o dia, tentava não comentar todas as vezes. Seguia as orientações da doutora Laura: nomear o medo sem deixar que ele ditasse cada gesto. Às vezes conseguia. Às vezes a mão tremia ao preparar o café da manhã e ela precisava apoiar a xícara na bancada antes de levar à boca. A barriga, ainda imperceptível, começava a endurecer sob a blusa. Pequenos enjoos vinham em ondas irregulares. O corpo anunciava o que a mente ainda tentava adiar.

Katie, alheia à tensão adulta, ocupava a casa com sua presença barulhenta e luminosa. Corria pelos corredores, inventava histórias para as bonecas, pedia para ajudar a fazer panquecas no fim de semana. Era a única que parecia habitar o tempo de forma inteira. Mas nem mesmo ela parecia conseguir tirar os pais daquele momento. E ela já sentia a diferença no lar, mesmo sem entender.

E o destino, sempre ele, arranjou uma forma de surpreender novamente.

Foi numa terça-feira, no final da tarde, que o emaranhado de almas se tornou um pouco maior.

Kelly havia deixado um envelope colorido e brilhante, com lindos desenhos abstratos de bebê sobre a mesinha de centro da sala depois de organizar os documentos do convênio. Dentro dele, resultados de exames de sangue e uma cópia impressa do ultrassom das oito semanas: um “serzinho”, ainda em forma de feijão, o pequeno ponto brilhante do batimento, a data e o nome dela no canto superior. Katie, ao voltar da escola, viu o envelope sobre a mesinha. A imagem bonita e colorida prendeu sua atenção. Tirou a folha de dentro com cuidado, examinou o formato estranho e, sem nada entender, bem como sem dizer nada a ninguém, colocou-a dentro do envelope e este dentro da mochila, junto dos cadernos.

No dia seguinte, durante uma aula de ciências em que a professora explicava uma experiência que fariam na próxima semana em que utilizariam um feijão em algodão úmido:

- Eu tenho um feijão! – Disse Katie, com um imenso sorriso no rosto.

- Que bom, querida. Todos teremos um na próxima semana e...

- Não. Eu tenho um aqui, desenhado num papel colorido.

A professora não entendeu de imediato, nem as demais crianças. Mas crianças são crianças e todas correrão até Katie, pedindo para ver o tal “feijão”. Katie, orgulhosa, foi então até sua mochila e voltou com o envelope brilhante e colorido, mostrando-o para todos, inclusive sua professora.

A mulher, uma senhora de voz mansa e óculos redondos de lentes grossas, olhou o envelope e depois o papel que tinha dentro, o qual Katie mostrava para os colegas dizendo:

- Aqui ó... Ó o feijão!

A senhora se ajoelhou à frente de Katie e sorriu. Pegou o papel e olhou rapidamente, já entendendo de imediato o significado daquela imagem:

- Isso é bem mais do que um feijão, querida... – Disse a senhora, sorrindo para Katie e logo observando a todos: - Isso, meus queridos, é um ultrassom. Esse “feijãozinho” aqui é a primeira foto do bebê que está crescendo na barriga da sua mamãe, Katie. Quer dizer que você vai ter um irmãozinho ou uma irmãzinha daqui a alguns meses.

Um sonoro “ÓÓÓÓ!” ecoou pela sala. Katie arregalou os olhos. O sorriso que se abriu no rosto dela foi tão inteiro e intenso que iluminaria a sala sem a necessidade de luzes artificiais. Pelo resto do dia não falou de outra coisa. No recreio, o assunto dominava o pátio externo. Na fila do lanche, repetiu a explicação da professora com a autoridade de quem acabara de receber uma notícia oficial. Ela era a imagem da felicidade plena.

No final da tarde, quando Jerry a buscou no portão, ela correu até ele com a mochila balançando e a folha amassada na mão:

- Papai! A mamãe vai ter um bebê! Por que não me contaram? A professora que disse! Olha, já tem até uma fotinha dele...

Jerry sentiu o chão oscilar por um segundo. Ajoelhou-se, e olhou a imagem que ela empurrava contra o peito dele. Reconheceu de imediato o resultado do exame. Pegou então a menina no colo, enquanto a professora se aproximava:

- Meus parabéns, doutor Lovett! Katie nos trouxe uma deliciosa surpresa hoje. Foi o tema do dia na sala. Eu diria até que na escola inteira, não é, mocinha? – Brincou a professora.

Jerry sorriu e agradeceu. Mas a mãe de um colega ouviu e também o parabenizou. E depois outra. E outra. Ele agradeceu a todas e começou a se afastar, sentindo o peso do mundo novamente machucar seus ombros. Então, falou com Katie, com uma voz controlada:

- É, querida… É um ultrassom, sim. Vamos conversar em casa, está bem? Com a mamãe...

No carro, Katie não parava de falar. Inventava nomes, perguntava se o bebê já escutava, se ia gostar de dinossauros, se podia ensinar ele a andar de bicicleta, coisa que nem mesmo ela sabia fazer ainda. Jerry respondia o mínimo necessário, os olhos fixos no trânsito, a mão esquerda apertando o volante com força, enquanto o suor escorria em bicas.

Em casa, Kelly recebeu a filha com o sorriso inocente. Quando viu a folha de ultrassom na mãozinha e ouviu a explicação entusiasmada, o sorriso vacilou só um instante, o suficiente para Jerry notar. Eles se entreolharam por cima da cabeça de Katie, compartilhando as tensões. Um acordo silencioso e urgente passou entre os dois.

Kelly ajoelhou-se na frente da menina, segurou o rostinho dela com as duas mãos e falou com a voz mais estável que conseguiu reunir:

- Sim, meu amor. A mamãe está esperando um bebê. Ainda é bem pequenininho. A gente está cuidando dele com muito carinho. Mas é um segredo nosso por enquanto, está bem? Não precisa contar para todo mundo ainda. A gente está preparando as coisas devagar.

- Já contei, mamãe. Todas as minhas colegas sabem.

- E algumas mães de colegas também. – Resmungou, Jerry.

Katie passou o resto da tarde desenhando famílias de quatro pessoas e perguntando coisas que somente a mente de uma criança consegue criar, como se o bebê ia dormir no quarto dela.

Quando a menina finalmente adormeceu, o silêncio da casa ficou pesado demais para eles suportarem sozinhos. Jerry e Kelly foram para a cozinha. Ele abriu a geladeira sem necessidade e a fechou, sem nada tirar. Apoiou as duas mãos na bancada e suspirou profundamente:

- Ela já sabe... - Disse, a voz baixa e rouca: - E a escola também! E as mães das colegas... A gente perdeu o controle, Kelly. Como vai ser agora?

Kelly estava pálida. Sentou-se na banqueta, apoiando os braços sobre a bancada:

- Eu esqueci o envelope sobre a mesinha da sala. Foi minha culpa.

- Não importa de quem foi a culpa. Importa que agora ela sabe, e o mundo também! E o pior? A gente ainda não sabe de quem é o bebê! Como a gente explica para ela depois, se… se o resultado for... Como a gente desfaz uma expectativa dessas?

- A gente não desfaz, Jerry. - Respondeu Kelly, os olhos marejados: - A gente constrói em cima. Independentemente do resultado, esse bebê vai ser irmão dela. Isso é certo. Ponto! O resto a gente resolve entre adultos.

Jerry passou a mão pelo rosto, visivelmente nervoso:

- O problema é esse também. Os adultos já sabem e estão imaginando que o filho é meu. E se não for, Kelly? E se... for do Chuck? Como eu fico? Como você fica?

Kelly levantou-se, aproximou-se e colocou a mão no peito dele, sentindo seu coração bater desenfreado:

- Um problema de cada vez... Não vamos nos preocupar com algo que ainda não existe. Eu já te disse que tenho certeza de que esse filho é seu. Acredite em mim. Eu sei. Eu sinto.

- Meus Deus... – Jerry clamou, o temor querendo dominá-lo novamente.

- Fica calmo, Jerry. Vai tudo dar certo. Tudo!

Eles ficaram assim por um longo tempo, abraçados no meio da cozinha escura, ouvindo o relógio da sala, como se ele lembrasse que ali, apenas ele tinha o controle do tempo que ainda faltava para o dia do exame.

No dia seguinte, a doutora Laura recebeu uma mensagem de Kelly relatando o ocorrido com Katie. Na mesma semana, Reeves notou em sessão que Chuck estava mais agitado, embora não houvesse um motivo específico. A tensão no sistema havia subido de patamar. Os dois terapeutas solicitaram uma supervisão urgente com Galeano.

A chamada aconteceu no final da tarde. O rosto cansado do velho terapeuta apareceu na tela, os óculos refletindo a luz da luminária:

- Me digam, doutores, em que posso ajudá-los? - Pediu simplesmente.

Laura falou primeiro, a voz contida:

- A criança do casal descobriu sobre a gravidez de forma não planejada. Encontrou um resultado de ultrassom e o levou para a escola. Agora a expectativa de um irmão está instalada nela de forma concreta. O casal está sob pressão intensa. A ansiedade pré-exame, que já era alta, ganhou uma camada adicional: o medo de desestabilizar a filha e dos pais serem julgados pela comunidade. Estamos no limite do que o sistema familiar consegue absorver sem rachar, doutor.

Reeves completou:

- Meu paciente não sabe desse detalhe, e acho melhor que continue sem saber por enquanto. Mas a proximidade do exame está aumentando a oscilação dele. Há mais agitação, mais dificuldade de conciliar o sono, mais momentos em que a ideia de “não haver lugar em nenhum dos cenários” volta com força. O risco de retraimento e isolamento existe. Ainda controlado, mas existe.

Galeano escutou em silêncio, os dedos entrelaçados na frente do queixo. Quando falou, a voz manteve a gravidade serena de sempre:

- Laura, a criança furar a bolha adulta era questão de tempo. Crianças sentem mudanças sutis em seu ambiente, mesmo quando não compreendem o conteúdo. O que aconteceu apenas tornou explícito o que já estava no ar. Já Alan, sabíamos que o seu paciente é o mais suscetível a oscilações. Talvez você deva avaliar a necessidade de encaminhá-lo a um psiquiatra.

- Já pensei nisso, doutor, até já comentei com ele. Mas ele se mantém reticente. Não quer tomar medicamentos controlados.

Doutor Galeano pegou um copo de água e bebeu um pouco. Então, voltou a encarar a tela e dizer:

- Certo. Então, vamos por partes... Primeiro, Laura... Você precisa reforçar com o casal que a prioridade absoluta agora é a regulamentação emocional da criança. Qualquer conversa sobre paternidade biológica fica restrita aos adultos e aos settings terapêuticos. A menina recebe apenas a informação de que haverá um bebê e de que ele será amado. Deixe que ela suponha que o pai do bebê é o seu pai. E ponto.

- Mas e se não for, doutor? – Questionou Laura.

- “Se” não for, trabalharemos a verdade de forma terapêutica, talvez até com uma psicóloga pediátrica para a menina. Mas por enquanto, essa é a minha orientação.

Laura acenou positivamente. Doutor Galeano continuou:

- Aumente a frequência de sessões com o casal nesta semana, mesmo que sejam curtas. O objetivo não é processar tudo, é conter a ansiedade para que não vaze sobre o relacionamento deles, muito menos sobre a criança.

O ancião fez uma pausa e continuou:

- Alan, mantenha o monitoramento de risco do seu paciente. Se a agitação aumentar ou se aparecer ideação, a gente reavalia. Por enquanto, continue o trabalho de diferenciação: a vida dele não pode ter como único eixo o resultado desse exame. Se houver pioras, acione a rede de apoio. Ele pode não querer ser tratado, mas numa emergência, a vontade dele é relativizada. Você sabe como proceder.

Reeves acenou positivamente. O doutor Galeano então insistiu:

- Vocês dois precisam cuidar da própria capacidade de continência. Sistemas sob estresse extremo contaminam os terapeutas. Se sentirem que estão carregando demais, peçam supervisão individual com outros de sua confiança. Não tentem ser heróis.

Ele fez uma pausa, tomou outro gole de água e concluiu:

- O exame vai chegar. O resultado vai revelar a verdade. A função de vocês não é proteger os pacientes da dor. É garantir que a dor não os destrua, nem tampouco a criança. Trabalhem a contenção. O resto, o tempo e a verdade resolvem.

Laura e Reeves assentiram em silêncio. Quando a chamada terminou, os dois permaneceram olhando para as telas apagadas por alguns segundos, cada um sentindo o peso do que ainda estava por vir.

Dias se passaram alternando momento de paz, estresse, ansiedade, aceitação. Enfim, tudo misturado para todos, de formas e intensidades diferentes.

Foi numa sexta-feira nublada que o dia da coleta chegou. Kelly e Jerry chegaram juntos à clínica que faria a coleta. Chuck já estava lá, sozinho, de roupa social simples, o rosto pálido mas barbeado. Os três se encontraram na recepção sem combinado prévio. Houve um cumprimento breve, meras formalidades. Trocaram palavras afáveis. Ele perguntou como Kelly estava, enfim, cumpriu o eu papel na sociedade. Ninguém tentou preencher o silêncio com palavras desnecessárias. Ninguém saberia como fazê-lo.

Foram chamados juntos para uma sala de reunião. A médica responsável, uma mulher de meia-idade e voz clara, pediu que se sentassem. Sobre a mesa havia tubos de coleta, formulários e um tablet. Jerry e Kelly se sentaram à direita. Chuck, à esquerda, de frente para eles:

- Vou explicar o procedimento para melhor entendimento de vocês. – Disse ela, sentando-se a cabeceira da mesa: - O exame que faremos hoje é o teste de paternidade pré-natal não invasivo. Funciona a partir do DNA fetal livre que circula no plasma sanguíneo da mãe a partir da nona semana. Coletaremos sangue da Kelly e sangue dos senhores. No laboratório, o DNA fetal será isolado e comparado com os perfis genéticos de ambos. A precisão, quando bem executado, supera 99,9%. O prazo para o resultado é de sete a dez dias úteis e...

- Teremos que esperar tudo isso ainda!? – Perguntou Chuck, surpreso.

- Sim, senhor. É o prazo necessário para realizarmos as comparações e fazermos a contraprova. – Ela explicou, retornando ao assunto: - Não existe risco para a gestação. A coleta é como um exame de sangue comum.

Ela olhou para cada um deles, medindo a compreensão:

- Mais alguma pergunta técnica antes de começarmos?

Ninguém falou. Kelly apenas balançou a cabeça. Jerry manteve a mandíbula travada. Chuck olhava para seus olhos, como se ela pudesse dar a resposta de imediato.

A médica assentiu e chamou a técnica de enfermagem. Kelly foi a primeira. Estendeu o braço, sentiu o torniquete, a picada, o tubo se enchendo de vermelho escuro. Depois foi a vez de Jerry. Por último, Chuck. Quando a agulha entrou na veia dele, ele manteve os olhos abertos, fixos no tubo que se enchia. Como se pudesse ler o futuro naquilo.

Ao final, a médica identificou os tubos, rubricou rapidamente e os guardou em um suporte identificado dentro de uma caixa, lacrando todo o sistema:

- As amostras estão adequadas. Vocês receberão um e-mail e uma mensagem quando o resultado estiver disponível. Não se preocupem com o sigilo do que estamos fazendo, é mais comum do que imaginam. Se já tiverem uma rede de apoio, não hesitem em acioná-la.

Os três saíram da sala em silêncio. No corredor claro da clínica, o som dos passos ecoava alto demais. Do lado de fora, o sol havia vencido as nuvens e batia forte sobre o asfalto.

Kelly e Jerry caminharam juntos até o carro. Chuck fez o mesmo, as mãos nos bolsos, a cabeça baixa. Antes que eles entrassem em seu carro, falou:

- Sinto muito. Por tudo...

Foi só.

Nenhum deles se despediu em voz alta. Nenhum deles tentou fazer uma cena. Não era necessário. O que precisava ser dito agora só o sangue poderia dizer.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 415Seguidores: 802Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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- "Calculava probabilidades em silêncio, odiava a si mesmo por duvidar da esposa, mas duvidava com todas as suas forças."

Se a esposa traiu e, é réu confessa, por que se odiar de duvidar, qual motivo ele teria para acreditar?

Qual garantia ela teria, a não ser a vontade de que o filho fosse de Jerry?

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Amor, Ze Luiz, o amor de um homem de bem que resolve perdoar, tem que confiar nos sentimentos da esposa, senão nem adianta aceitar voltar a se relacionar, essa é o grande e pernicioso mal da traição, a reconstrução da confiança, quem diz que é automática ou quem diz que é impossível estão enganados, o perdão de uma traição existe, mas demanda tempo para reconstrução da confiança, que não é feita através de uma transa e uma canja de galinha quentinha, entende?kkkkkkkkkkk

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Eu não queria falar pro FUCDC pro pessoal não dormir com a pulga atras da orelha , mas vejam bem .

O marido nao aceita ficar com a esposa se o filho nao for dele e ate aqui ok .

O bola de vôlei só iria ficar na história se o filho for dele , e como eu conheço o mineiro ..... rs

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Mas Dodinha, o bola de vôlei mal consegue ficar em pé irmão!

Mas estou muito curioso para saber como o "mineiro" vai resolver isso tudo!!

Salve Salve Dodinha!!

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Caracas muito tenso isso. Meus parabéns Mark por conseguir toda essa carga emocional neste conto.

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Hum .... como eu disse no capítulo 19 .

Reparem no psicólogo do bola de vôlei, ele guarda um pequeno segredo rs

Proximo capítulo, ou vcs vao odiar ou vão amar ... aguardem .

E so pra nao passar batido FUCDC jamais

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Não ia voltar hoje mas vc é como um imã para mim! É o Sol que brilha nesse dia chuvoso!

Alan da Imaginação é louco!! O segredo que ele guarda é que ele tem um parafuso faltando na cachola!

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Parece que não , mas o bola de vôlei não vai sossegar rs

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Valeu FOFOQUERINHO, o que seria do FUCDC sem você kkkk

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Salve mano Sensa ... que mane FUCDC , eu sou oposição.

Ate mesmo os mineiros com Vcs eu sou oposição rs

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Mark...

Esse capitulo é referente ao dia 09 certo ? Entao vai ser publicado o capitulo do dia 10 hoje né ?

O costume diz que é um por dia, porem por questões alheias ocorreu um bug, dessa forma, por reparação aos leitores, acho que seria justo o capitulo do dia 10 ser postado no dia 10.

Conforme determina a jurisprudência.

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Ma rapaiz, a impressão é que os contos tão seguindo dia a dia... Rsrs mas pelo menos o exame começou e, tomara que o Mark não desdiga o que a Kelly diz DESDE O MALDITO DIA QUE ELA SOUBE DA GRAVIDEZ. A mãe sempre sabe... E ela errar agora ia ser desnecessariamente doloroso

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Gente até eu estou curiosa por este exame,deve ser como uma montanha na cabeça de cada um,pois a dúvida mata.e eu quero saber como vai ser a vida de cada um depois do resultado.

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O que me estranha é Jerry ainda pensar no que vai fazer se o filho não for dele.

Ele fez uma lambança gigante para ainda ter esse tipo de duvidas.

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Para não ficar longe da filha e da Kelly ele vai assumir a paternidade mesmo se o filho não for dele, mas penso que esse teste de DNA deveria ter sido conduzido de outra forma pois não vejo necessidade neste caso da participação do BA. Entendo que isso deveria se restringir somente ao casal e depois se fosse comprovado que o filho é do BA os dois marido e mulher decidiriam se contava ou não a ele.

Agora pensem o seguinte (rsrsrsrs) os exames terem sido trocados.

Os dois colhendo provas juntos no mesmo dia e hora. Tudo é possível rsrsrsrsr

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Amigo Kiquinho!!!

Nessa parte concordo contigo pq BA esta muito fragilizado!

Na hora de ir embora ele estava pedindo desculpas até para a sombra do passarinho que estava na arvore do parquinho mais próximo.

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Mas aí é osso da Clínica, quanto a participação do BA na coleta de sangue ter sido junto, geralmente é praxe perguntar antes se haveria alguma restrição quanto a serem todos juntos, muitas vezes é com todos separados kkkkkkkkkkkk

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Mas aí não dá!!

Esse sistema de saúde dos Estados Unidos é uma droga mesmo!

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Quando no Assuntos apareceu a palavra GAY me assustei, mas não teve nada disso no capítulo. Por favor Mark, não vá aprontar essa em !!!!

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Não sei o que aconteceu!

Ontem, o site bloqueou a postagem do capítulo. Hoje, foi postado, de madrugada, e com várias "tags" que eu não utilizo.

Deve ser algum problema no site. Não sei dizer.

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Tan … tan … tan, tan !!!!

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Tenso, simplesmente tenso, nesse altura vou tomar partido, apesar que eu acho que a probabilidade maior é do filho ser do Chuck, estou torcendo muito que seja do Jerry e o Chuck tenha um tórrido caso de amor a primeira vista com a Dra, Sardentinha que integralizará todo o amor represado dentro do Chuck e na tentativa de consola-lo, nascerá um Amor Mútuo e vão passar a Lua de Mel na Ilha do Chuck. para exorcisar QUALQUER fantasma criado pelo Wilson na cabeça do BA, voltaram a tempo de serem Padrinhos da criança de Kelly e Jerry com a Dra Sardentinha grávida do Chuck, e THE END.

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Vou tomar um café com leite condensado.

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É negócio é beber café kkkkkkkkkkk

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Ja tomei 3 canecas!!!

kkkkkkkkkkkkkk

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Preparem as cafeteiras para o capítulo de amanhã: ele será bastante tenso!...

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Acho que além de café, vou precisar de Maracujina!!! kkkk

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Temos a terapeuta Sardentinha e o terapeuta Alan da Imaginação para "dissecar" depois que o café fazer efeito.

E onde WTF vai se encaixar nisso tudo.

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Queria saber se o sexo entre BA e Wilson ainda pode ser considerado homossexual, pois o Wilson durante sua transição de mudança de gênero, na realidade descobriu que era Uma Bola, apesar de ter sido tratado a vida inteira como gênero Masculino, então a Tag de Homossexual vale ainda com essa descoberta dos Médicos??????

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Pensei nisso mas acho que a Tag gay é para o Jerry.

É uma viadagem do caramba essa historinha de se o filho não for meu o que eu faço!!

Vai lá e assume!!!!! Ele não ama a esposa? Ele até sugeriu que ela tivesse algo com ele. Ta certo que ele não aguentou a pressão, mas essa poxa, ele diz tanto que ama ela.

E outra coisa, BA não é um qualquer, não é um piriguete que ela achou num bar.

Pronto, falei!!

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Calma, faraó... Não libera as pragas do Egito, não... Rsrs

A situação é gostosa da gente avaliar porque é ficcional mas já parou pra avaliar a situação de todos 3?

Eu achei a atitude do Jerry correta quando te tou intermediar, discordei veementemente quando ele contou ao Chuck sobre a gravidez e entendi, mesmo que não concordando, o que ele fez quando "abriu" o casamento.

A situação da Kelly é pior. Um amor interrompido com um retorno surpresa, um relacionamento que nunca teve fim ressurgindo dentro de um já consolidado. O coração dividido, o corpo também. Nessa ciranda toda, o Jerry pode ser o mais desesperado mas a Kelly é a que segurou toda a porrada dos dois lados.

E o Chuck... Digno de pena... O cara tá só existindo. Orbitando um relacionamento que não é o seu.

São situações muito complexas sem soluções simples.

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Meu querido amigo!!

Estava pensando sobre a Kelly. A situação dela é no mínimo preocupante. Me parece que ela esta sempre entre a cruz e a espada, tendo que lidar com uma enormidade de sentimentos dela mesmo e dos outros dois.

Chuck virou uma gelatina, me causa uma empatia medonha pela sua situação. Ficcionalmente falando, um sujeito que teve uma experiência única, de sobreviver 4 anos isolado em uma Ilha deserta, uma caso extraordinário de força de vontade e resiliência, aí eu leio que ele esta em um cantinho de uma mesinha separando pacotes da Fedex e tem um terapeuta chamado Alan da Imaginação! Não entra na minha cabeça!!!

Mas amigo Mhcmm, voltei a sentir muita empatia por todos! Só estou me reorganizando!!

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Mas meu Querido Faraó, o problema não é assumir a criança, isso o Jerry já disse que pretende fazer, a grande dúvida Existencial mesmo do Jerry, é ter dúvidas profundas se vai conseguir conviver com o Chuck e tudo aquilo que você mesmo mencionou, o Chuck não é QUALQUER um, é o Homem que o Amor da vida dele queria estar, se não tivesse uma história de Família com ele, é complicado quando envolve sentimentos tão profundos, se o Chuck fosse um Peguete, acredito que seria muito mais fácil para o Jerry essa convivência, se ela houvesse, pois um Peguete provavelmente sumiria na própria existência.

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Não estou conseguindo ainda lidar com o Jerry de forma objetiva.

Ele foi uma discrepância tão grande de atitudes que realmente me deixou perdido.

Mas vamos fofocando mais!!

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Mas ninguém está, até os terapeutas, na minha opinião, as atitudes do Jerry, que deixaram o Dr. Galeano com calças na mão, tudo ilógico e irracional, mas quem pode condenar, se coloque no lugar dele, de repente Tudo Desmoronou.

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Mas eu não consigo me colocar no lugar dele ainda!

Jerry é decepcionante!

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Por isso que precisa se colocar no lugar dele, só assim você vai conseguir entender por que ele tomou atitudes decepcionantes, esqueça o Chuck, tente se ficar na vida do Jerry, desde o desaparecimento do Chuck, imagina no mínimo a paixão secreta que ele tinha por Kelly, conseguiu o impossível em meio a uma tragédia, consegue uma Família Linda, num momento mágico em que estava tentando ter outro Filho que seria a confirmação de um Amor Pleno e Prolifero, aparece o Chuck e a Kelly faz o que fez, tem lá os motivos dela, mas ela não poderia ter feito o que fez. Nesse sentido Amigo ele ele tá sem teto emocional, tudo ruiu, acho que ele está mantendo a sanidade por causa do docinho da Katie que é sensacional, criança sente quando tem algo errado com os Pais e ela não é diferente .

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Bicho, ter armado pra ela ficar com Chuck enquanto não sabem quem e o pai da criança foi foda. Um puta ato de amor e desespero. Ele quer ela por inteira e tava disposto a se destruir por isso. Aliás, ele o fez. A Kelly e que no fim escolheu mas ele se destruiu por ela. É foda, velho... A Kelly se lasca muito mas a carga emocional e dramática em cima do Jerry é só de destruição

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Bom ponto! Olha me Presidente, Mark nos dá liberdade para podermos expressar nossas opiniões, para brincar e para nos divertirmos.

O elogiamos pq Mark é fora da curva, mas agora quero fazer uma critica construtiva.

Kelly, Chuck, Jerry e Katie...perfeitos!!!

Mas o que me pegou foi a interação dos terapeutas. Sabe, eu sinto eles como personagens extremamente frios. Parece que eles tem no casal e Chuck cobaias de laboratório. Falta para mim aquela sensação de cuidado que o Dr Galeano tem com seus pacientes.

Me desculpe a critica, acho que foi respeitosa e objetiva, mas para mim foi isso.

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Entendo, mas terapeutas não são Deuses Perfeitos, na vida real e assim mesmo, muitas vezes é tentativa e erro, em casos em que não há parâmetros para serem comparados infelizmente é assim, neste caso , claramente os terapeutas erraram, mas tentando acertar, pois tinham que fazer algo, pois a situação estava limite e urgente, algo precisava ser feito, estavam sem linha terapêutica testada e confiável, então surge a proposta do Jerry, que até parecia similar ao que Dr. Galeano já tinha proposto, diga-se de passagem que mesmo lá foi ousada, mas aí que acho que foi o erro, foi feita uma analogia de similaridade equivocada, pois devido a urgência, pois envolvia literalmente a vida dos envolvidos, não foram analisados todos os aspectos em relação aos três envolvidos, com certeza eles não foram e não estão sendo iguais ou mesmo parecidos com a Terapeuta de Insana, esqueci o nome da figura agora kkkkkkkk

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kkkkkkkkkk

Putz, tbm não lembro!

Mas meu amigo vc vai concordar comigo!! Temos que malhar alguem para ficar legal!

Senão vamos ficar nessa toadinha sem café!

Quero sangue!!! kkkkkkkkkkkk

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Kkkkkkkkkkkkkkk malha agora, depois a gente troca porque eu gosto bastante de meter o malho também kkkkkkkkkkkkk

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Masmorra para os terapeutas??

Cortez Gaiolinha para a Sardentinha e PSP para o Alan da Imaginação.

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O BA eu não consigo malhar, to com muita dó dele. Kelly esta gravida e gravidez é algo sagrado. Jerry ninguém quer.

E WTF já está com muitos problemas com a proibição da Aamazon.

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O nome da Terapeuta era Mariana!!!

De Fernanda Mariana!!! kkkkk

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Não é a toa que é o Bidú do FUCDC, se não tem a resposta, vai atrás dela com rapidez e sabedoria. Valeu Zanon

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Vc sabe pq ele é o Bidú?

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Eu não sei de onde o Faraó tirou isso!!! kkkkk

Bidú pra mim é o Cachorro do Franjinha da Turma da Mônica!!! kkkk

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Vc é o Bidú pq nós dois acordamos o Betão!

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não entendi... kkkkkk

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Esquece!!!

Café misturado com Santo Daime deu ruim!!

kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Bidú para mim é um cara esperto e linteligente, você acho que tirou do RBV

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Eu ja prestava atenção nos comentários do Zanon antes de eu começar a interagir com vcs. Acabamos conversando muito no Epilogo do RBV. Acho que de uns 25 comentários que o capitulo tinha já saltou para uns 120 fácil.

Foi onde eu sugeri e vcs ja abraçaram nosso querido 4ª Cavaleiro do Fofococalipse!

Por isso Bidú, o melhor amigo do RBV.

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Todas as situações que o Jerry viveu levaram ele ao limite. Em uma tacada só eu quase perde a mulher, a família e o filho que está por vir. É puro suco de desespero, Ramsés... E ninguém sabe o que se passa na cabeça do palhaço. O cara era o único tentando resolver e tomou bola nas costas. Dessa bolada pode ter um consequência duradoura. E essa consequência vai gerar uma sombra eterna no casamento dele.

Imagina que um dia eles briguem e a Kelly saia de casa pra esfriar a cabeça. Veja bem... Ela só saiu. Mas na cabeça do Jerry, ela foi procurar o pai do filho, que tá sempre ali, solicito, esperando a chance dele. Cara, que situação de merda a dele

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É isso Mhcmm!!!! É isso!!!

Jerry passou por um estresse tão violento que ele ficou completamente perdido!

Foi sensacional acompanhar Jerry nessa "viagem". Já disse várias vezes que Jerry sempre foi o Nice Guy.

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Mas eu talvez tenha dado muita importância na terapeuta com o Jerry.

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Ela errou, mas como eu disse lá em cima, foi por urgência e necessidade de fazer algo que não tinha uma linha terapêutica pré existente, devido a situação inusitada do casal.

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Ta bom!!

Mas ela vai ter que se tornar a Noiva do Chuck para se redimir!

Foi o Destino que os uniram!!

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Seria o meu desejo, era tão bonitinho o amor e carinho dos dois no Filme, a cena deles transando foi um dos momentos mais hilários que eu já vi em um Filme.

Tiffany Laura e Brinquedo Chuck Assassino, shipando eternamente esse casal kkkkkkk

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E o WTF formando esse Trisal fofinho!!

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Wilson vai se casar com a bola de Basquete que o Chuck tinha antes do acidente, tá Velhinha mas tá conservada, é só dar umas bombadas de ar que ela fica lisinha de novo, kkkkkkkkkkkk

Que maldade é essa kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk esquece o politicamente correto só agora vai kkkkkkkkkkkkk

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WTF vai dar o Golpe do Baú na Bola velhinha!!!!

Kkkkkk

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Será... Ele me parece tão carente kkkkkkk

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WTF tem fogo nas ventas meu amigo!

Ele é um diabinho!!

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O Wilson merece uma bola de vôlei de praia novinha como companheira

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Concordo amigo Kiquinho!

Pelo menos esse temos que salvar dos terapeutas. Estão matando o WTF lentamente.

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Kkkkkkkkkkkkk kkkkkkk Deixando ser Purista meu Amigo Kiquinho, vamos misturar tudo, além disso Bola Velha é que faz jogada boa KKKKKKKKKKKKKKKK kkkkkkkkkkkkk

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Jogada boa depende do jogador

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Mas cada bom jogador tem sua bolinha velha que aprendeu a jogar.

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Por uma boa parte desse conto eu apostava que os 3 iriam seguir separados. Achava a melhor solução.

Depois achei que Chuck seria um psicopata.

Depois torci por Kelly e Jerry.

Agora eu só torço para que acabe os dramas, Chuck se recupere por não é legal ele continuar desse jeito e que Kelly e Jerry sejam felizes.

Inté o próximo capitulo!

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Mas lembrei agora!!!

Vc matou a pau sobre a Sardentinha!! Tem até um filme dela já.

A Noiva do Chuck!!

Kkkkkkkkkk

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Má não é, Bonitinha e Sardentinha kkkkkkkkkk

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Não acho!!!

kkkkkkkkkkkk

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Kkkkkkkkkkkkk quanta mágoa no coração kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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