✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Danças Proibidas #4 Delírios e Devassidão

Um conto erótico de Diabo
Categoria: Heterossexual
Contém 841 palavras
Data: 10/09/2026 01:00:27
Última revisão: 18/09/2026 22:20:02

Natasha, minha namorada, e eu (Marcelo), tínhamos contratado um professor de dança para aulas particulares. Este se chamava Fábio. Um cara negro, relativamente atlético, estatura mediana, usava sempre camiseta, jeans com aqueles cortes/rasgos, e tênis esportivo. Tinha fama de safado, mas durante as aulas se comportava discretamente. Porém, tinha um detalhe. Quem o indicou foi minha própria namorada que no passado, antes de nos conhecermos, já tinha dado pra ele algumas vezes. Então, como ela já tinha sentado naquela pica, não creio que seria difícil conspirar pra que sentasse de novo.

E com as aulas de dança, as coisas ficavam ainda mais favoráveis pras minhas ideias pervertidas. Acho inclusive que casais que gostam de dançar já são 50% swinguers, porque a depender do estilo de dança, é muita ralação. A dança é algo naturalmente sensual.

Nossas aulas eram sempre à noite, no meu apartamento. Muitas vezes, depois da aula, ficávamos de papo e bebendo. Certa vez, após a aula, quando o professor já tinha ido embora, entrei no assunto:

Eu: – Olha, dá muito tesão assistir você dançando com o Fábio.

Natasha: – Humm, que safadinho. Já tá pensando em mim chupando aquele pau, né, seu tarado?

Eu: – Tô sim, adoro ver você sendo fodida.

Natasha: – Então você quer que a sua vadia aqui dê pra ele?

Eu: – Quero sim, sua piranha. Quero ver você sentando no pau dele.

Natasha: – Seu desejo é uma ordem. Serei uma piranha, uma vagabunda submissa.

Eu: – É assim que eu gosto, minha putinha.

Então, no dia que tivemos aula com ele em casa, minha namorada deu uma exagerada na sensualidade, se esfregando e rebolando nele, acendendo o fogo do rapaz que tentava fingir não estar excitado, mas seu pau já começava a marcar a calça. Terminada a aula, quando ele estava indo embora, minha namorada perguntou se ele poderia lhe dar uma carona e citou qualquer lugar que já era caminho pra ele. Ele disse que sim, acreditando estar fazendo um mero favor, mas algo animado com a possibilidade de ficar sozinho com Natasha.

Saíram. Natasha voltou cerca de uma hora depois quando eu já estava sendo consumido pela ansiedade típica do tesão. Quando ela entrou, mandou eu sentar no sofá, baixou minha calça e minha cueca colocando meu pau pra fora se ajoelhando diante de mim:

Eu: – E ai, como foi?

Natasha: – Gostoso, bem gostoso. Ele, mesmo durante o trajeto, começou a jogar umas indiretas, me elogiando muito, falando que eu estou mais bonita, mais gostosa. Eu fui dando corda, até que num certo ponto ele parou o carro num lugar meio isolado e escuro, e me beijou. E como o beijo foi bom a gente…

Eu: – A gente…???

Natasha: – Não vou contar, vou fazer melhor, vou mostrar.

Nessa hora a piranha sacou o celular e abriu um vídeo e deu na minha mão pra assistir. Na mesma hora ela agarrou meu pau e começou a bater uma punheta bem gostosa. Então, disse:

Natasha: – Assiste ai, a sua namorada vagabunda dando pra outro. Enquanto isso eu vou batendo uma pra você. Mas tem uma coisa, se você gozar antes do vídeo acabar, eu vou sair agora mesmo e ir dar pra ele de novo. - Disse com o sorriso mais safado e diabólico que eu já vi ela expressar.

Só esse contexto e essa fala quase me fizeram gozar. Meu tesão chegou num nível absurdo naquele momento.

No vídeo, eles se beijavam sentados nos bancos da frente do carro. Num certo momento, Fabio colocou o pau pra fora e Natasha caiu de boca; gulosa, às vezes, olhava direto pra câmera do celular que gravava tudo com um olhar provocador, diretamente pra mim.

Depois de chupar bastante aquela pica, levantou-se e começou a tirar a calcinha por baixo da saia, enquanto isso Fabio arrancava toda a roupa e ia sentar-se no banco de trás. Minha namorada foi logo em seguida, com sua blusinha e sainha, mas sem nada por baixo, sentou na pica preta e começou a cavalgar. Sentava lindo, sentava gostoso, sentava como a cadela que era. Subia e descia ora com força ora rebolando. Fabio então colocou-a de ladinho, levantou a saia dela e começou a meter rápido e com força. A vagabunda gemia alto, lasciva, com um tesão doido. Eu vendo isso tudo enquanto ela apertava meu pau e olhava pra mim com um olhar de vagabunda muito gostoso. Não consegui aguentar, faltando poucos segundos pro video acabar gozei um jato forte de porra pra todo lado. O mesmo aconteceu com Fabio gozando em tudo no vídeo pouco depois.

Natasha: – É, amor. Como você não aguentou, serei obrigada a sair e dar pra ele de novo. A sua putinha precisa ser saciada agora que você acendeu meu fogo com suas safadezas.

Eu: – Mas você é uma verdadeira vagabunda.

Natasha: – E quem foi que me ensinou a ser assim? - Disse com sua carinha maliciosa.

Eu: – Sim, foi bem adestrada minha cachorra.

Natasha: – Então, vou sair e dar bastante. Volto quando estiver acabada de tanto meter. - Falou enquanto saia sem tirar o sorriso lascivo do rosto...

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Diabo_6669 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Diabo_6669Diabo_6669Contos: 44Seguidores: 39Seguindo: 2Mensagem Escrevo por hobby. Sugestões e elogios são bem-vindos. :)

Comentários