Juliana estava com a confiança em alta, depois do enrabamento do marido. Para melhorar, o marido se viciou no rosadinho dela e toda semana queria cutucar. Com o tempo o pequeno cu foi se adaptando ao monstro musculoso e com grande habilidade, Juliana não demorava muito para guardar tudo. Ela descobriu um gozo mais forte e profundo e seu domínio sobre o marido era total.
Proibiu o amante de transar no carro, pois as dimensões do veículo não favoreciam grandes mudanças, e a cabeça dela buscava, constantemente novas posições e possibilidades.
Com o tempo, Lucas estava deixando de visitar o rabinho, pois vê-la tomando tudo era sensacional.
Na cabeça da enfermeira era necessário salvar o mundo, tirar o máximo de gozo dos machos e deixá-los felizes.
Juliana passou a ser notada na academia, com as amigas dizendo que seu bumbum estava lindo. Ela respondia que tinha se dedicado mais a ele nos últimos tempos.
Ela dominava a cena onde estava.
E alguns jovens passaram a olha-la com outros olhos dentro e fora do hospital e da academia.
Passou a estudar formas de mamar picas sem pressa, chupando desde o limite do cu até a cabeça da vara do macho.
Adorava castigar o cacete por um bom tempo, encapar com a camisinha na boca e subir para galopar. Tinha treinado seus homens a esperarem seus gozos, que não eram poucos. Era o momento dela e eles tinham que aguentar do serra-serra até o galope frenético.
Mantinha a média de gozar três vezes.
Às vezes, abusava, nem sempre.
Finalizava o Dono na mamada e o marido no cuzinho.
Esperava até o último momento para ouvir o macho gemer sem sentir dor.
Quando isso acontecia, ela só dizia:
- Dá o que é meu!
O Dono ia embora acabado. O marido dormia feito um anjo.
Juliana passou a se exercitar mais e isso deu margem para mais contatos na academia.
Quando os rapazes da academia olhavam muito, sua xana encharcava, por isso, passou a usar um protetor na buceta, para absorver a maior quantidade de sumos.
Mesmo assim, não tinha jeito, quando isso acontecia, Juliana chegava em casa, depois das aulas e ligava seu vibrador.
Deixava no modo lento, enquanto lia um livro. O movimente ia aumentando e ela esperava pacientemente seu gozo.
Chorava no gozo, ora chamando o marido, ora chamando o amante.
Quando o marido chegava e via aquele brilho no olhar dela, já sabia. A noite estava salva.
Ela aprendeu a não correr.
Sem pressa, abocanhava a xaninha e ia tirando um gozo atrás do outro.
Com as pernas no ombro dele, Juliana ia descarregando seu mel na lingua dele, enquanto dizia:
- Assim você acaba comigo.
Ato contínuo, ela trabalhava o pau. Josimar já trazia ele babado, nervoso e volumoso.
Os olhos de Juliana brilhavam quando ela ia mamando a anaconda e deixando ela pronta.
Na subida do pau, ela brincava sem pressa. Se olhassem de cima, parecia uma rã toda aberta.
Quando acabava de melar todo o saco dele, ela já sabia: conchinha, lubrificação e pau duro.
Josimar conseguia manter o silêncio, mas aprendeu a castigar o rabinho.
Só não se segurava na hora do gozo:
Ficava louco, mordia o ombro dela, segurava os seios e entregava todo o seu amor no rabinho dela.
Juliana já estava viajando de tanto gozar. Num orgasmo profundo, ela sabia que teria muito trabalho dali pra frente, mas nenhum buraco ficaria sem rola daquele dia em dia:
- Goza pra Juh, menino. Esse cu é teu.
E, naquele momento, era mesmo.
E quando finalmente comeu o cu dela e descarregou o leite, ele disse:
- Hoje você está insaciável. E eu amei cada minuto.